Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Relatório da Polícia Civil aponta como era formada a quadrilha do traficante Corolla de Manguinhos (CV), preso recentemente

  Investigação revela como era formada a quadrilha do traficante Corolla ou Chacota, que chegou a comandar o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Corolla foi preso recentemente.  Ele é um dos suspeitos de envolvimento na morte do Soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, em janeiro de 2019.  Em desfavor de dele haviam  40 anotações criminais, dentre elas os delitos de roubo majorado, homicídio e associação para o tráfico de drogas.  Ainda contra o bandido foram encontrados 48 registros de ocorrência, dos quais versam como autor.  Constam ainda 09 mandados de prisão pendentes em desfavor do criminoso. Abaixo dele estava Big Big ou Magrinho. Ele tornou-se o “frente” do tráfico de drogas na Comunidade do Mandela, Complexo de Manguinhos, após a morte do irmão, o traficante Diogo de Souza Feitoza, o DG, ocorrida em 2013.  Possui 15 anotações criminais pelos delitos de tráfico de drogas, quadrilha ou bando. Foram encontrados 22 registros de ocorrência contra ele.  Não possui mandado de prisão pendente, ingressou no sistema penitenciário em 2012, posto em liberdade em 2016.  Desde então, atua diretamente no tráfico de drogas na comunidade de Manguinhos, sendo braço direito de Corolla. C Big Big não costuma ficar no Mandela. Ele dá as ordens e receber o dinheiro da venda das drogas de dentro da Comunidade Nova Holanda”… A investigação citou também o traficante Fabinho São João que, segundo relatos, teria deixado o crime. Ele possui 51 anotações criminais por homicídio, homicídio qualificado, organização criminosa e tráfico de drogas.  Foi preso em 2019, mas está em liberdade condicional desde 19/11/2021. Segundo relatório, ele era um dos braços de Corolla. Tem ainda o bandido vulgo Quinze, apontado como gerente do tráfico na CCPL.  Possui seis anotações criminais por tráfico, roubo qualificado e associação; consta como autor em 14 registros de ocorrência. Possui dois Mandados de Prisão pendentes.  Segundo o relatório, todos os indivíduos elencados acima são criminosos contumazes, com área de atuação e poder de mando no Complexo de Manguinhos. Os investigados eram integrantes do tráfico ilícito de drogas da Comunidade de Manguinhos, sendo certo que tal prática típica contra o patrimônio, neste caso, roubo de carga, são perpetrados a fim de financiar a atividade criminosa.  Com esse propósito os membros da organização criminosa roubam os produtos para fins de subsequente comercialização ilícita, realizada pelos próprios ou para abastecimento de receptadores de cargas roubadas. Impende frisar, ainda, que o transbordo de cargas roubadas na localidade em questão, não ocorre sem a anuência dos traficantes locais, sendo certo que as mercadorias subtraídas servem como custeio, ainda que parcial, das despesas necessárias ao incremento das atividades de mercancia ilícita de drogas, praticadas pelos integrantes da facção criminosa que atuam nessa localidade.  FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Justiça aponta envolvidos em guerra constante entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP)

Investigações apontam os envolvidos na sangrenta guerra entre os complexos da Pedreira (TCP) e do Chapadão (CV), em Costa Barros. Segundo a polícia, o traficante Carlos José da Silva Fernandes, o Arafat, apesar de preso desde 2016, continua como chefe de várias comunidades de Costa Barros como B13, Chaves e Terra Nostra, pertencente a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Anderson Hilário Vicente, o Dinho, é seu braço direito e responsável por executar as suas ordens.” Os frentes no vizinho Complexo do Chapadão (CV) são Pará da Xica, 2D e Feijão, todos vinculados ao Comando Vermelho. Feijão é apadrinhado de Nando Bacalhau e seu o homem de confiança deste, responsável pelo Chapadão; Além destes, tem ainda o gerente do Gogó da Ema, vulgo HG. Nando Bacalhau, atualmente preso, continua sendo o dono das bocas de fumo do Chapadão Segundo uma testemunha, os ataques entre as facções rivais ocorrem constantemente Tais invasões ao Chapadão contam com a participação de diversos traficantes provenientes do Complexo da Pedreira; Por conta da proximidade a maioria deles vêm da Comunidade Terra Nostra e B13; O bandido vulgo Sego, que é gerente e frente do B13 e quem possui o maior controle das invasões; O frente das comunidades da Pedreira e da Quitanda é o traficante Raro, também preso. . A testemunha revelou que os “frentes” das comunidades não permitem que crimes patrimoniais aconteçam no seu interior, bem como no entorno, acrescenta que os crimes de homicídios nas comunidades do Chapadão e demais só acontece por ordem dos “frentes”, ressaltando inclusive que por chamada de vídeo o vulgo “Nando Bacalhau” já determinou a sentença de morte de vários indivíduos; fONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Bar, sorveteria, farmácia, padaria, barbearia, loja de ração: nada escapava da cobrança de milicianos no bairro do Prata, em Belford Roxo. Taxas variavam de R$ 50 a R$ 70

No último dia 30 de agosto, a PM prendeu um miliciano que fazia cobranças a comerciantes no bairro do Prata, em Belford Roxo. Segundo investigações, o suspeito age a mando de Soneca e Gabriel da Madeira. Ele adentrava nos comércios, recolhia os valores e saía guardando ou contando dinheiro; O criminoso esteve em um bar, loja de ração, padaria, sorveteria, barbearia e drogaria. Com o bandido, foram encontrados R$521 em espécie, tudo fracionado em notas de R$50, R$20, R$10, R$5 e R$2. A cobrança é realizada sem a utilização de arma de fogo, mas que a grave ameaça consiste em saber que se caso não houvesse o pagamento por conta dos comerciantes, retornaria posteriormente e provocaria um mal maior. Os comerciantes  confirmaram que houvera a   cobrança e que em geral pagava o valor de R$50 a R$70 mas não quiserem compareceram na delegacia por medo da milicia local. O bandido preso afirmou espontaneamente que trabalha para narcomilicia local, ganhando o valor de R$500 semanal. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação sobre assassinato de advogado no Centro do Rio revela existência de grupo de extermínio formado por PMs responsável por vários homicídios com mesmo modus operandi

A investigação sobre o assassinato do advogado Rodrigo Crespo no Centro do Rio, em fevereiro deste ano, aponta para a participação de vários policiais militares da ativa em um grupo de execução/extermínio, que se aproveita do poder estatal para criar um poder paralelo e ainda se infiltrar no Poder Estatal, indo dos mais baixos aos mais altos postos de poder. Um PM está diretamente envolvido neste assassinato e está preso. Este grupo não apenas executa pessoas, mas também obstrui investigações e destrói evidências, comprometendo também a reputação da instituição da Polícia Militar, a qual é repleta, na sua grande maioria, de bons e honestos policiais. Esta situação revela uma tragédia dentro das polícias do Estado do Rio de Janeiro, onde alguns poucos maus policiais se unem a outros criminosos para executar pessoas a mando de várias pessoas e de organizações criminosas, criando assim sua própria estrutura criminosa responsável por uma série de homicídios encomendados, sem o menor receio de que as forças estatais elucidem o caso. Esta aliança entre membros da polícia e criminosos é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e uma grave ameaça à segurança pública. O assassinato de Crespo, por sua função profissional e por seu interesse de empreender na exploração legal de jogos online (como destacado pelo MPRJ e pela autoridade policial), estabelece um precedente alarmante que evidencia a infinita audácia da organização criminosa, que mescla atividades aparentemente legais com ilegais (como jogos de azar e comércio de cigarros), com a intenção de eliminar, de maneira direta ou indireta, seus concorrentes.  Essa quadrilha, baseada em Duque de Caxias, estaria envolvida em diversos homicídios com modus operandi extremamente similar em diversos crimes: “o modo como se deu a execução, com o intenso monitoramento da vítima antes do crime; a utilização de veículo “clonado” para a empreitada; o uso de luvas e balaclava pelo executor direto; a crueldade e a precisão com que se deu a morte, sendo todos os disparos (ao que consta) certeiros e em regiões vitais de Crespo, e, não menos importante, a fuga posterior para esta cidade da baixada fluminense, conforme destacado pela autoridade policial representante”.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do.Rio de Janeiro

Leia com detalhes como age a quadrilha de ladrões de veículos e cargas baseada nas favelas Nova Holanda e Parque União, na Maré, todas do CV

Investigações comprovam que o Parque União e Nova Holanda, no interior do Complexo da Maré, dominadas pela facção “CV – Comando Vermelho”, funcionam como um grande centro de recebimento de veículos roubados/furtados.  O Complexo da Maré é o local de onde os bandidos saem para cometer os crimes, bem como o local para onde os veículos subtraídos são levados e, eventualmente, recuperados.  As lideranças destas comunidades, além de exercer as atividades tipicamente ligadas ao tráfico de drogas, também passaram a explorar outras formas de lucro, mormente o roubo de veículos e cargas, como forma de seu financiamento e sustento.  Os chefões que atuam na região determinam aos sujeitos que se encontram em posições mais baixas da hierarquia que estes vão para a rua e roubem determinado número de veículos ou cargas.  Após os roubos, os indivíduos retornam para a comunidade, local onde, com calma, podem usufruir dos bens roubados, seja lucrando diretamente com a venda da carga ou o desmanche de veículos, seja com a cobrança de “resgate” das seguradoras, etc. Os anos de 2022 e 2023 apresentaram números exorbitantes de roubos de cargas, roubos de veículos e roubos a transeuntes relacionados com a facção criminosa que exerce o comando territorial da comunidade do Complexo da Maré.  As investigações demonstraram que os roubos, quando não acontecem na área, acontecem em áreas próximas com o objetivo de que as cargas, carros e demais produtos roubados sejam levados para o interior do Complexo OS PRINCIPAIS AUTORES SÃO A) Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga – Apontado como criminoso de altissima periculosidade, considerado como o dono do Parque União. Possui 40 anotações criminais e 8 mandados de prisão, sendo o autor ou suspeitos de diversos crimes, entre eles: homicídios, associação criminosa, roubos, tráfico de drogas e associação para o tráfico.  B) Rodrigo da SIlva Caetano, o Motoboy – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré. Possui 94 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos, além de possuir 12 mandados de prisão pendentes.  C) Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré, juntamente com Motoboy. Possui 57 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos de cargas.  D) Felipe Ferreira dos Santos, o Jackcargas – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsáveis dos roubos de cargas e veículos. Possui 31 anotações criminais, entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  E) João Pereira de Araújo Júnior , vulgos Russo ou Russão – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsaveis pelos roubos de cargas e veículos, juntamente com JackCargas. Possui 24 anotações criminais, entre vários homicídios, roubos de cargas e veículos, homicídio, associação criminosa e organização criminosa. Possui 2 mandados de prisão pendentes.   F) Alex dos Snatos Souza Borges, o Pit – Criminoso apontado como um dos roubadores da comunidade e do bonde do JackCargas. Possui 2 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 2 mandados de prisão pendentes.  G) Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D – Criminoso apontado como um dos roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 35 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  H) Rodrigo Correia Martins Resende, o Loirinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 26 anotações criminais sendo entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, receptação, posse ou porte de arma de fogo, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 12 mandado de prisão pendente.  I) Luiz Felipe Medeiros Lage, o Filipinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 23 anotações criminais sendo entre homicídios, associação criminosa, receptação, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  Um ladrão de carga relatou que usava  um “Jammer” (grande inibidor de sinal GPS). Disse que, em janeiro, foi chamado por roubadores de cargas e veículos  da Comunidade do Parque União e  Nova Holanda, para roubar uma carga de óleo. Segundo ele, tudo o que acontece na comunidade da Nova Holanda e Parque União passa pelo aval desses dois elementos (Alvarenga e Motoboy); Que todo o armamento utilizado no tráfico de drogas e roubos são fornecidos por esses dois donos;  Que no interior dessas comunidades existem revólveres, pistolas, fuzis e granadas;  Disse que os elementos que compõem o principal grupo de roubadores dessas comunidades é liderado por Jackcargas, tendo como integrantes Dentinho, Horeste, Bel, Cocada, Loirinho, Rato, Russo e 2D. Que todos esses roubadores são ladrões antigos na comunidade, com várias passagens; Que eles faziam parte do bonde do LeoGTA, que se encontra preso atualmente; Que Loirinho é o responsável pela clonagem de todo os veículos das comunidades; Que Russo possui uma pizzaria na comunidade;   Que esse grupo de roubadores, quando vão para a rua roubar cargas e veículos,  sempre utilizam carros blindados, fuzis, pistolas, roupas táticas, coletes e toucas ninjas; Que são utilizados vários veículos para os roubos, dentre eles  SW4, sendo dois blindadas e uma normal, Jeep Compass cinza, Toyota corola, um Toyota Corola Tcross, fiat argo para bater pista, HB20 branco;  Disse que um dos SW4 preto foi utilizado no  roubo de dois veículos que estavam em um caminhão cegonha, próximo da comunidade em Bonsucesso; Que o declarante afirma que toda a carga e  veículos roubados são colocados dentro do galpão desativado de uma empresa de ônibus, onde são desmanchados. Nas comunidades também são aceitos carros roubados em outras localidades e por outros roubadores de fora da comunidades, onde são pagos em dinheiro, geralmente em até 10% do valor do carro ou por troca de drogas; Que os roubos de cargas que foram

Veja o quem é quem na quadrilha de traficantes que fornecia drogas para o TCP da Maré que foi alvo de operação da PF e do MPRJ ontem

Veja agora as funções de cada um dos integrantes da organização criminosa de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual ontem. Robson Martins – Era o líder da organização criminosa e fornecedor de drogas para o Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, mais precisamente na Vila do Pinheiro. Após ser condenado em 2019 a 14 (quatorze) anos de reclusão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 11 , se refugiou no município deLima Duarte/MG, onde comprou a fazenda Rochedo, que servia de entreposto para o transporte das drogas para o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro/RJ. Marcelo do Nascimento, Fábio Pires e Fábio Mezbarba ´-eram operadores financeiros da organização criminosa. Eram testas de ferro de Robson e, por consequência, agiam como seu representante nas sociedades empresárias , e por meio delas realizava movimentações financeiras de dinheiro do tráfico a mando do chefe. Mezabarba ainda era responsável por alugar veículos usados para o transporte das drogas. Marcão era o destinatário das remessas das drogas da organização criminosa no Complexo da Maré, para posterior distribuição local e a outras comunidades da facção criminosa Terceiro Comando Puro(TCP). Tinha ligação direta com Robson e com os transportadores das drogas. Fábio Rosa – era piloto de helicóptero da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em percursos mais longos. Foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 durante o transporte de 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína no helicóptero modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada PR-BAR, quando foi obrigado a fazer um pouso forçado em meio a um canavial no município de Paraguaçu Paulista/SP. Felipe Chadi – – Era o responsável pelo apoio logístico da organização criminosa na região de Paraguaçu Paulista/SP e adjacências. Era acionado sempre que havia alguma intercorrência no transporte da cocaína, tanto que foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 após resgatar o piloto de helicóptero Fábio Rosa, o qual foi obrigado a fazer um pouso forçado em um canavial de Paraguaçu Paulista/SP carregado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Robert Felipe – Era o mecânico do helicóptero da organização criminosa, que possuía um modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada para PR-BAR e modificado para o transporte de drogas. O denunciado fazia a manutenção do modificado helicóptero e foi chamado 4 vezes pelo piloto Fábio Rosa no dia em que fez o pouso forçado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Jaqueson de Aguiar – Era o motorista da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em veículos automotores até o comprador. Foi preso em flagrante em 29 de julho de 2021 transportando 51kg (cinquenta e um quilos) de cocaína, escondidos na carroceria da VW/SAVEIRO, cor vermelha, placa KYR-5H29. (…) Christopher Michael – Tinha a função de “batedor” da organizaçãocriminosa durante o transporte da droga em veículos automotores. Auxiliava os motoristas indo à frente emoutro veículo para verificar a presença de alguma viatura da Polícia Rodoviária Federal ou da Polícia Militar. As investigações começaram a partir da prisão em flagrante de integrantes da quadrilha em 2021 . Durante as investigações foi possível identificar uma tede de tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro advinda do lucro ilícito, através da ocultação edissimulação de R$ 7.422.991,00 (sete milhões quatrocentos e vinte e dois mil novecentos e noventa e um reais) referentes às movimentações financeiras e R$1.825.436,92 (um milhão oitocentos e vinte e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) referentes às aquisições de imóveis, quantias oriundas do crime de tráfico de drogas. Empresas de frutas, picador de madeiras, fibra, construções e distribuidora foram abertas para lavar o dinheiro do crime. O bando adquiriu uma fazenda pelo valor de R$ 1.035.436,92 (um milhão trinta e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), quantia essa proveniente do tráfico de drogas e, seguida; ocultando-o e colocando em nome da empresa de picador de madeiras, Uma outra fazenda foi adquirida pelo valor de R$ 790.000,00 com dinheiro do tráfico de drogas, FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Leia detalhes como jovem matou a mãe a facadas, ateou fogo e depois escondeu o corpo na Zona Oeste do Rio

Leia agora passo a passo como Moisés Reis matou a mãe Luzia Helena a facadas e ateou fogo no corpo na semana passada em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio,. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele contou que, no dia 30 de agosto, por volta das 20:30, o depoente iniciou mais uma discussão com sua mãe, tendo “perdido a cabeça” e, em seguida, atacado sua mãe pelas costas com uma faca, enquanto esta estava sentada na mesa do corredor da casa, tomando café. Moisés pegou a faca no armário da cozinha e golpeou a vítima na região do pescoço, porém, errou o golpe, tendo a faca caído ao chão; Em seguida,, imobilizou a vítima com um “mata-leão”, jogando-a no chão, tendo esta caído desacordada, em razão da asfixia empregada; Logo depois, conseguiu pegar a faca, novamente, momento em que esfaqueou sua mãe no pescoço, do lado direito; Que sua mãe gritava: “por favor não faça isso”; Após a facada realizada contra sua mãe, começou a jorrar muito sangue, tendo sua mãe perdido os sentidos e falecido; Que quando sua mãe já estava morta, o depoente colocou um pano sobre o corpo desta e, aproximadamente, 10 minutos após o homicídio, levou o cadáver da vítima para o quintal da casa; Algum tempo depois, por volta da 01h da madrugada de sábado, colocou algumas folhas secas, que estavam no terreno, em cima do corpo de sua mãe, jogou álcool e colocou fogo, tendo queimado parte do corpo da vítima, em especial, o rosto, parte do pescoço e as pernas; Na madrugada de sábado (31), após matar sua mãe, o depoente ligou para sua namorada, contando o que havia acontecido; A moça apareceu, no próprio sábado, dia 31/08/2024, na casa de Moisés, por volta das 02h, quando viu a mãe deste morta e queimada, já no quintal, tendo, inclusive, encostado na faca que o autor usou para matar Luzia. Ambos combinaram de jogar o corpo de Luzia em um terreno baldio, na rua que fica atrás de sua casa; O assassino passou o sábado na rua, junto com a namorada, na praça e depois, já na manhã de domingo, voltaram para a casa do depoente, passando o resto do dia dentro na residência, enquanto o cadáver permanecia no quintal; Moisés pediu o carrinho de mão emprestado para uma vizinha, que mora em outra rua;., Já na madrugada de segunda-feira, por volta de 01h:30min, colocou folhas secas no cainho, junto com o cadáver de sua mãe, enrolado em um lençol, coberto por mais folhas e, junto com a namorada, foram até o terreno baldio, que fica perto da residência, tendo o declarante jogado o cadáver de Luzia neste terreno e, após, escondendo-o com uma telha, além de mato e folhas; O assassino disse que o motivo de discussões com a mãe era a desaprovação dela com seu namoro com uma garota de 17 anos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia identificou 21 pessoas, entre elas muitos PMs, envolvidas com quadrilha de exploração de cigarros e jogos de azar que vem praticando homicídios no Rio. Descoberta veio a partir da investigação da morte de Marquinho Catiri. Suspeitos tiveram mandados de busca e apreensão contra eles e material recolhido teve o sigilo quebrado

O desdobramento das investigações sobre os homicídios do miliciano Marquinho Catiri e de seu segurança Sandrinho possibilitou concluir a relação destas mortes com a existência de uma organização criminosa atuante no comércio ilegal de cigarros e na luta pelo domínio de áreas para prática da contravenção de jogos de azar. Ao todo, pelo menos 21 pessoas, entre elas PMs fazem parte desta quadrilha. Quatro foram presos recentemente. O bando pratica diversos crimes dentre os quais homicídios de supostos rivais na exploração de jogos de azar e comércio de cigarros. A partir da quebra de sigilo telefônico dos indivíduos já identificados e denunciados, especialmente das contas de José Ricardo Simões e do PM Rafael do Nascimento, vulgo Sem Alma, foi possível o cruzamento de dados e identificação de mais integrantes os quais, de alguma forma, teriam contribuído para a ação criminosa. Os nomes dos citados foram divulgados no site do TJ-RJ bem como seus endereços. Após diligências feitas nos endereços, a polícia recolheu material (celulares, pendrives, HD’s, DVD’s, CD’s, computadores, Laptops, Tablets) e a Justiça determinou a quebra de sigilo de dados a fim de possibilitar o acesso irrestrito aos elementos de investigação. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja os traficantes que fazem parte da Tropa do Salomão, que domina o Complexo da Serrinha (TCP)

Veja quem são os criminosos que cercam Lacoste, o chefão do tráfico no Complexo da Serrinha, em Madureira, cuja quadrilha é conhecida como Tropa do Salomão. . Contra Lacoste, há nove mandados de prisão expedidos. No Portal da Segurança de “Lacoste,” constam 82 anotações criminais, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Desde 2012, ele é líder das comunidades No ROWEB constam 88 procedimentos em seu desfavor O traficante Coelhão é hoje quem lidera um bando de criminosos do Complexo da Serrinha que participa efetivamente das guerras entre as organizações criminosas rivais, em especial o Comando Vermelho dos morros do Cajueiro e Congonha, Ele hoje estaria a frente das comunidades da Fazenda, Campinho, Fubá e Fungá. Um elemento que reforça a liderança de “Coelhão” é o desenho de um coelho nas postagens de criminosos da comunidade no Twitter. Em tais postagens, incluídas no informe da hierarquia local, é possível ver criminosos armados e na foto figuras com um jacaré e um coelho, fazendo alusão aos traficantes Coelhão e Lacoste. Coelhão” em sua página do Twitter (@Fzdserrinhasjmv.) costuma fazer postagens armado. No Portal de Segurança, há 22 anotações criminais em desfavor de “COELHÃO” pelos crimes de roubo circunstanciado, tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Há contra Coelhão 01 mandado de prisão expedido. No ROWEB constam 23 inquéritos em desfavor de “Coelhão”. Ele foi preso em 2015 porém encontra-se em liberdade desde 2021. Abaixo de Lacoste e de Coelhão, está Boneco, que exerce a função de gerente geral. No Portal de Segurança, há 45 anotações criminais em desfavor de “Boneco” pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio.. Boneco “foi preso em 2015 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. O quarto da lista é Bonitão. No Portal constam 27 anotações pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 33 inquéritos em desfavor de “Bonitão, Ele foi preso em 2014 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. Tem também Cocão, na maioria das vezes esta envolvido nas guerras envolvendo as comunidades rivais. Na DRE, contra “Cocão”, há 5 procedimentos nesta especializada que investigam homicídios Outra figura é Atentado, sempre presente nas invasões. LO é mais um elemento da quadrilha. Ele era da Congonha e pulou para o TCP. É apontado como um dos maiores roubadores da região. No Portal de segurança de “LO” constam 15 anotações criminais pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, roubo circunstanciado, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 23 procedimentos em seu desfavor. Tem ainda o Da Fazer, apontado como soldado do tráfico. Relatos indicam que quando invadem os morros do Cajueiro e da Congonha, os traficantes da Serrinha, costumam fazer pichações a fim de marcar território. Há grafias com os nomes dos invasores como Cocão, Vitorinha, Kong, LO, Da Fazer e Lacosta. Na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), há diversos inquéritos nesta especializada com fatos semelhantes, em que criminosos da Serrinha invadem comunidades rivais, matam seus rivais, muitas vezes roubam suas armas e, em seguida, retornam para a Serrinha. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

PMs suspeitos de integrar milícia na Zona Oeste que emprestava dinheiro a juros altos e ameaçava tomar bens dos inadimplentes poderão ser excluídos da tropa

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela exclusão do servidor dos seus quadros, de dois policiais suspeitos de integrar milícia no bairro de Cosmos, na Zona Oeste do Rio que praticava, extorsão contra moradores do local. Segundo as investigações, os envolvidos “emprestavam” dinheirocom juros médio de 40% ao mês, e, em havendo atraso, passavam a cobrar juros diários, sendo certo queatuavam desprovidos de autorização legal para tais práticas econômico financeiras. Os agentes ameaçavam os inadimplentes que haviam contraído empréstimo que, inclusive, acabaram expulsos de suas casas, as quais eram posteriormente apropriadas, vendidas ou mesmo alugadas pelos militares e demais criminosos. No decorrer do ano de 2020, no bairro Campo Grande mediante grave ameaça de morte exercida com emprego de arma de fogo, obtiveram para si, vantagem patrimonial indevida, no valor aproximado de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), em prejuízo das vítimas Rafael B.C. e sua esposa Daniele A.L.B., que são proprietários de um trailer de lanches no local. Segundo o que consta no citado inquérito, as vítimas adquiriram três empréstimos com osmilitares, perfazendo o total de R$ 38.000,00 (trinta e oito mil reais), sendo primeiramente adquirido o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), que seria quitado em 40 (quarenta) parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais). Posteriormente fizeram novo empréstimo no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), a ser quitado em 50 (cinquenta) parcelas de R$ 2.000,00 (dois mil reais). e ovalor de R$ 3.000,00 (três mil reais), que seria pago em 20 (vinte) parcelas de R$ 500,00 (quinhentosreais). Inicialmente, por cerca de dez meses, as vítimas pagaram, mensalmente e em espécie, ovalor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) aos militares. Ocorre que, após o último empréstimo, osmilitares recalcularam a importância “emprestada” às vítimas, gerando novas parcelas com valoresaltíssimos, estabelecendo datas distintas para o seu pagamento, sem que houvesse um prazo final para aquitação da dívida. Ainda no dia 15 de agosto de 2021, esteve na residência das vítimas exigindo o veículo de sua propriedade, como forma de compensação do não pagamento das dívidas recalculadas. Nesta oportunidade, levou o automóvel, no entanto, o devolveu por não estar em “boas condições”. Sendo assim, diante das circunstâncias ora expostas, o casal se tornou vítima de constantes ameaças de morte pelos militares, tudo com a finalidade de obterem para si vantagem econômica indevida, mediante o constrangimento empregado. fonte: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima