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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Foragido mineiro que estava escondido no Alemão (CV) foi preso na Praia do Leme

Policiais militares prenderam no final da tarde deste domingo (02), na praia do Leme, na Zona Sul do Rio, o criminoso, foragido da Justiça de Minas Gerais, Marcos Afonso de Souza Barreto.  “Pintinho”, como é conhecido, é oriundo de Cataguases e acusado pelos crimes de formação de quadrilha e roubo a joalherias. Ele estava vinculado ao Comando Vermelho (CV), no Complexo do Alemão, onde passou a fazer parte do tráfico armando. Neste domingo, ele saiu de uma uma área de difícil acesso, para se divertir neste carnaval, e acabou sendo preso. O preso foi levado à delegacia l onde foi confirmado um mandado de prisão, expedido pelo Tribunal de Justiça de Juiz de Fora/MG e, posteriormente, ele será encaminhado a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça de Minas Gerais.  FONTE,: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Dias depois de ser salvo pela PM de ser morto, homem foi executado em Cabo Frio

Dias após ser resgatado por PMs quando iria ser morto na Praia do Siqueira, em Cabo Frio, um homem acabou sendo executado com mais de 10 tiros na última sexta-feira (28), no Jardim Pero, na mesma cidade. A vítima foi identificada como Glauco Pinto Onofre de Moura, de 41 anos. Ele foi atingido por disparos em plena luz do dia. No dia em que foi resgatado, ele estava amarrado e tinha várias lesões pelo corpo. Na ocasião, foi levado.para uma UPA. A polícia ainda não tem pistas sobre suspeitos do homicídio nem a motivação. FONTE: Página RO em foco (Facebook) A 126ª Delegacia de Polícia (DP) assumiu a investigação do homicídio e está analisando imagens de câmeras de segurança para identificar os autores do crime e entender sua motivação. Até o momento, não há informações sobre suspeitos.

Com saudades das filhas, homem pediu para encontrar com ex-mulher e quando se viram, tentou jogar criança de dois anos pela janela e disse que ia matar ex-companheira

Mês pessado após algum tempo, uma mulher moradora de Araruama, na Região dos Lagos, recebeu uma chamada do ex-companheiro dizendo que estava sentindo saudades de suas filhas, queria vê-las e ofereceu uma ajuda em dinheiro. A moça aceitou e foi para o Rio de Janeiro encontrar com ele no bairro de Realengo em seu local de trabalho. O homem, então, chamou a ex-mulher para subir até o segundo andar da borracharia que trabalha para colocar a filha de dois anos para dormir. A moça pediu para o ex-companheiro segurar a criança para que pudesse subir as escadas mas percebeu que o homem iria atirar a menina da janela. Houve luta corporal mas a mulher conseguiu tirar a filha dos braços do homem. Durante a briga, o homem tentou jogar a mulher para pegar novamente a criança e atirá-la da janela. O acusado dizia que ia matar a ex-compahneira, passou a ofendê-la. A vítima conseguiu se afastar e o homem acabou pulando da janela. Ele caiu no terreno do vizinho e vários rapazes passaram a perseguí-lo lhe dando uma surra. A PM chegou depois e conseguiu colocar o acusado na viatura. Durante o trajeto, no entanto, ele conseguiu abrir a caçapa da viatura e pulou com a mesma em movimento. A vítima não pediu medida protetiva porque mora fora do Rio de Janeiro mas representou criminalmente contra o ex-marido, que está com a prisão preventiva decretada e se encontra hosptalizado. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante que foi para o TCP aterroriza Cabo Frio com ameaças a rivais e e moradores. Ele teve prisão decretada essa semana acusado de matar um membro do CV com 11 tiros, sete na cabeça

Nesta semana, a Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante que trocou o Comando Vermelho pelo Terceiro Comando Puro e que é suspeito de matar um homem que é integrante de sua antiga facção com 11 tiros em Cabo Frio. O criminoso fez disparos de arma de fogo efetuados contra a vítima Yan, motivado por guerra de facções, tendo supostamente o bandido se aproximado da vítima que conversava em uma esquina com outra pessoa e efetuado onze disparos de arma de fogo contra o rival., além de perseguir a vítima até que esta caísse ao chão para finalmente finalizar os disparos em uma execução típica das guerras de tráfico. Segundo os autos, o assassino é pessoa conhecida na comunidade pela seus crimes, sendo apontado como autor de vários homicídios, egresso do sistema prisional, onde se filiou ao TCP prometendo executar rivais do CV além de ameaçar moradores até mesmo por meio de redes sociais. O crime foi praticado sem qualquer confronto, estando a vítima, segundo populares, em uma esquina, quando foi abordado pelo autor que estava na garupa de uma moto, sem uso de capacete ou qualquer acessório que pudesse esconder seu rosto, acertando a vítima com onze disparos, sendo sete na região da cabeça, O criminoso é conhecido como Yago das Casinhas por se referir ao local conhecido como Minha Casa Minha Vida, no bairro Jardim Esperança onde a facção dominante é o TCP. Há notícias de estar Yago estar cometendo vários homicídios na região, inclusive três deles no Alecrim, chegando a postar nas redes sociais que irá matar mais gente não se importante se são traficantes ou trabalhadores, além de soltar fogos às 05 horas no campinho para afrontar os integrantes do Morro do Limão que são de facção contrária. Yago foi preso atuando pela facção TCP e ao sair da prisão disse que iria “matar” os integrantes da facção contrária. Populares firmaram que Yago estaria “tocando o terror” na região, sendo autor de cinco homicídios além de desafiar a facção rival soltando fogos no campinho de areia próximo ao Morro do Limão, bem como postar vídeos com ameaças a moradores e integrantes do tráfico. Ele tem extensa ficha criminal no Portal da Segurança, com várias anotações por crimes violentos e passagem por presídios. A vítima do homicídio levou sete tiros na região da cabeça, indicando ter havido uma execução, típica de guerra de tráfico. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeior

Miliciano que hoje é o maior rival de Zinho foi homem de confiança do irmão dele

Hoje, o maior rival da milícia de Zinho, o paramilitar Waguinho, de 59 anos, fazia parte da mesma quadrilha dele na época que era comandada pelo falecido Wellington da SIlva Braga, o Ecko, segundo processo criminal de 2018. Na época, Waguinho era homem de confiança de Ecko. Chegou a ser interceptado por intermédio de outro alvo, vulgo Pará, com quem conversava acerca da extração irregular de areia para construção. Nessa ligação, Waguinho afirmou estar vendendo areia a preços irrisórios, prejudicando o comércio local. Tal atitude seu deu em razão do mesmo integrar a quadrilha há bastante tempo e não se conformar com a liderança do miliciano conhecido como “Pingo” morto em operação policial deflagrada em 14/11/2018. Waguinho tinha outros dois apelidos_ Fred e Velho_ . Suas atividades também eram a cobrança de taxa de segurança de comerciantes, exploração de TV clandestina e comercialização de gás. Já naquele época Waguinho exercia liderança no Conjunto João 23, em Santa Cruz, seu reduto principal hoje. Sempre andava de fuzil.Foi condenado neste processo a 12 anos de prisão. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Milícia RJ News (twitter)

Em processo de prisão de milicianos, Justiça confirmou aliança entre grupos paramilitares de Santa Cruz e Baixada

A Justiça do Rio confirmou que há uma aliança atual da milícia comandada por Wagner Viza Salino, o Waguinho, baseada em Santa Cruz, com o grupo criminoso liderado por Gilson Ingracio de Souza Júnior, o Juninho Varão, que domina áreas na Baixada Fluminense. Ambos são rivais da maior quadrilha paramilitar do Rio, chefiada por Zinho e Naval. A confirmação veio em um proceso contra dois milicianos do grupo de Waguinho presos on dia 21 de janeiro na comunidade do João 23 portando 20 munições de uso proibido ou restrito, calibre 7,62mm; Na ocasião, policiais civis do setor de operações da DRACO- Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, realizaram diligência na localidade para averiguar informações acerca de imóveis desabitados, esbulhados de antigos moradores, que foram convertidos pela milícia como base operacional. Para tanto, a equipe dividiu-se em duas para verificar dois endereços simultaneamente, e com isso, conseguiu prender os suspeitos.Durante as revistas realizadas pelos agentes, foram encontados 1 (um) cinto tático, 2 (dois) rádios comunicadores, 1 (uma) capa de colete balístico e 20 (vinte) cartuchos íntegros para fuzil cal. 7.62x51mm, uma motocicleta produto de crime de roubo e de adulteração de sinal identificador de veículo, 1 (uma) capa de colete balístico, 1 (um) coldre, 1 (um) cinto tático com porta carregadores para fuzil, 2 (dois) cartuchos para fuzil calibre 7,62x51mm, 2 (dois) cartuchos íntegros para fuzil calibre 5,56x45mm e 1 (um) cartucho íntegro para metralhadora calibre .50, além de 1 (uma) pasta com diversos documentos e 1 (um) rádio comunicador. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Olheiro do PCC havia sido preso em 2022 com muita droga sintética. Ele dizia que era viciado mas depois que saiu da prisão, largou o consumo, ficou mais apegado à família e frequentava igreja

Conhecido como olheiro do PCC, Kaue do Amaral Coelho, que teria informado à facção sobre o momento exato em que o empresário Vinícius Gritzbach chegava ao Aeroporto de Guarulhos (SP) para ser assassinado havia sido preso dia 18 de agosto de 2022, por volta das 18h, na Avenida Inajar de Souza, altura do nº 1942, Limão, em São Paulo. Na ocasião, guardava, para fins de consumo de terceiras pessoas, 1.009 (um mil e nove) comprimidos de tenanfetamina (MDA), popularmente conhecida como “bala”, com peso líquido total de 477,8g, substância entorpecente e que determina dependência física e psíquica. Na época da prisão, Kaue disse que tinha 27 anos de idade era solteiro, tinha um filho de cinco anos, que vive com a mãe dele e morava com os pais.Contou que tinha uma adega em sociedade e tirava de dez a quinze mil por mês, em média. Em épocas de maior movimento, como carnaval e final de ano, a média de retirada chega a vinte mil reais. Com relação aos fatos, confirma que estava com a droga, mas que se tratava de droga para consumo pessoal. Havia adquirido quinhentos gramas de droga por três mil reais. Compra por peso. Um quilo custa cinco mil reais. ]Disse que quando compra menor quantidade, o valor é um pouco maior (ou seja, comprando mais, o valor cai). Essa droga que estava transportando é um pouco mais fraca. Estava viciado e consumia até em dias normais e não só em festas. Na semana usava grande quantidade de comprimidos. Chegava a usar de quarenta a cinquenta comprimidos em um final de semana. Nunca havia comprado quantidade tão grande, mas como era final de ano, iria consumir quase todo dia. Antes de conhecer a pessoa que lhe vendeu essa droga, apenas comprava nas festas que frequentava. Depois que conheceu ele passou a comprar maior quantidade. Ao ser preso, sofreu um choque muito grande. Ficou mais apegado à família e frequentava a igreja. Largou a droga. Não usava mais nada desde que saiu da prisão FONTE: Relatório do Tribunal de Justiça de São Paulo disponível no site jurídicio Jusbrasil

Justiça mandou polícia apurar envolvimento de segurança em morte de funcionário de empresa em Três Rios após receber denúncia de que suspeito tinha dívida milionária com a vítima

Após mais de um ano do crime, a Justiça mandou a polícia apurar a participação de um segurança na morte de um funcionário de uma empresa ocorrida em novembro de 2023 na cidade de Três Rios, no interior fluminense. O suspeito estava junto da vítima no dia em que ela sofreu um atentado e morreu. Foi inclusive baleado. Mas o filho da vítima disse que o suspeito tinha duas dívidas com o pai, uma delas no valor de R$ 1 milhão e outra, R$ 15.000 que venceriam próximo da data do crime, dia 22 de novembro. Para investigar melhor o caso,, a Justiça autorizou essa semana a quebra de sigilo nos aparelhos celulares apreendidos durante o inquérito policial. O suspeito disse a policiais que acompanhava a vítima Moacir da Silva Pereira ao que seria uma visita a um sitio que estava exposto a venda quando foram surpreendidos por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta. Afirmando que ele e Moacir deixaram o interior do carro, o investigado relatou disparos feitos por um dos rapazes na direção de Moacir e na sua direção. Em uma narrativa extensa e questionável, ele falou de sua relação com Moacir, com a empresa na qual a vitima fatal trabalhava e com negócios envolvendo compra e venda de armas de fogo. Afirmando trabalhar como segurança, disse narrou que acompanhava Moacir quando ele tinha que levar altos valores da empresa para a qual trabalhava. …” Com o intuito de esclarecer o episódio e encontrar informações sobre toda a dinâmica do ocorrido, a Justiça representou a Autoridade Policial pela conveniência de ser afastado o sigilo dos dois aparelhos de telefonia celular apreendidos para que possuam ser encaminhados para perícia onde deverá ser feita a extração de seu conteúdo para posterior consulta. O Ministério Público ofertou parecer onde manifestou-se favoravelmente ao deferimento da representação formulada pela autoridade policial. Assiste razão ao Ministério Público. Verifica-se que a medida pleiteada é o único meio para se alcançar os esclarecimentos devidos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Disputa entre o CV e o TCP teve atentado e morte em Paracambi

A Justiça decretou no último dia 24 as prisões preventivas de quatro traficantes acusados de praticar um atentado contra três homens na cidade dr Paracambi, na Região Metropolitana do Rio. Na ação, um dos alvos chamado Carlos Alberto acabou morrendo. As vítimas sobreviventes disseram que o ataque tem relação com uma guerra entre as facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro pela comunidsde do São José. Segundo a Justiça, a decretação das prisões tem como objetivo impedir a intensificação dos confrontos que frequentemente vêm aterrorizando a região. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos tiveram a prisão preventiva decretada acusados de espancar um homem até a morte na Zona Sul do Rio. Eles agrediram uma outra vítima depois e chegaram a ser detidos, mas foram liberados sob alegação de que não havia flagrante

Dois irmão de sobrenome Da Matta tiveram as prisões preventivas decretadas essa semana suspeitos de espancarem até a morte um homem na Praia Vermelha, na Urca, na Zona Sul do Rio, em novembro. Segundo os autos, no dia 17 de novembro de 2024, por volta das 18 horas, na Praça General Tibúrcio, no bairro da Praia Vermelha, no município do Rio de Janeiro/RJ, eles agrediram fisicamente Glauber Santana da Cruz, com intuito de matá-lo, utilizando recurso que tornou impossível a defesa do ofendido, causando as lesões corporais que foram a causa eficiente da morte de Glauber em 07/12/2024. Os irmãos passaram a tarde ingerindo bebidas alcoólicas na praça quando, no inicio da noite, depois de muita conversa, mas sem motivo aparente, foram na direção de Glauber e, repentinamente, começaram a desferi chutes, socos e pontapés na vítima. Como a ação dos denunciados foi inesperada, a vítima não conseguiu se defender e, depois de alguns instantes recebendo golpes pelo corpo, caiu ao solo. Em seguida, os agressores, alternadamente, aproveitando que Glauber estava no solo, passaram a chutar e pisar em todo o corpo da vítima, por fim, desacordando-o, todavia, os denunciados não cessaram a agressão e, entre chutes e pisadelas fortes, ainda alternadamente, pularam sobre a cabeça da vítima acertando-o com os pés com todo o peso do corpo objetivando ceifar a vida de Glauber, posteriormente, encerrando as agressões, pois, diante da gravidade das lesões, acreditaram que a vítima havia morrido. Glauber ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde ficou internado do dia 17/11/2024 a 07/12/2024, todavia, não resistiu aos ferimentos e morreu em virtude de traumatismo do tórax complicado com pneumonia, provocado por ação contundente em decorrência das agressões físicas realizadas pelos irmãos.”Uma testemunha disse que Glauber tentou separar uma briga que acontecia na frente da barraca, entre dois irmãos e acabou sendo agredido por ambos. Disse que a vítima foi agredido pór socos, tapas, pontapés e por golpes de “capacete”; Uma outra testemunha viu um dos irmãos agredir Glauber com um capacete. Disse que os agressores chegaram a ser abordados pela Polícia do Exército, mas foram liberados. Contou que uma guarnição da PMERJ também esteve no local mas foi embora. Falou ainda que, em razão do consumo de álcool, os irmãos teriam sido perturbados pelo Glauber durante o dia mas não soube dizer qual o tipo de perturbação.Um outro homem disse também ter sido agredido pelos irmãos, que chegaram a dizer. “Já deixamos um f… e não falei que iria te pegar”. Ele levou vários golpes como voadoras, socos, chutes e pontapés mas conseguiu se desvencilhar e solicitar ajuda dos militares do Exército. Mesmo assim, os irmãos partiram para cima dele e os agrediram com um capacete na cabeça. Inclusive o ameaçaram de morte, dizendo que iam na sua casa, na Baixada Fluminense, Os militares tentaram contê-los, inclusive usando spray de pimenta, mas um dos irmãos agrediu um deles com um tapa na mão. Os irmão disseram que ele e Glauber eram safados e falaram que iam matá-lo e beber seu sangue. Os irmãos, desta vez, foram detidos pelos integrantes do Exército e chegou novamente uma viatura da PMERJ. Os PMs lhe disseram não se tratar de flagrante e falaram para a vítima procurar a Polícia Civil, o que foi feito, o homem agredido foi até a 10ª DP (Botafogo) Foi submetiido foi submetido a diversos exames periciais que constataram que ele sofreu lesões em sua arcada dentária. Falou que não está trabalhando com receio de novas agressões, já que foi ameaçado pelos irmãos; Para a Justiça, os acusados escaparam da prisão em flagrante, aparentemente, por erro de comunicação entre os Policiais do Exército que atenderam à ocorrência num primeiro momento e os Policiais Militares que assumiram a ocorrência na sequência, que compreenderam tratar-se apenas de uma lesão corporal leve, em face da outra vítima. Segundo testemunhas, os acusados retornaram ao local dias após os fatos, “aparentemente tranquilos” e disseram “que o intento de matar almejava evitar futuras represálias, por isso retornaram para terminar o serviço” e que “o caso não acabaria assim”, demonstrando a evidente intenção de continuar a empreitada criminosa em desfavor de outras pessoas ou, no mínimo, causar temor nas pessoas. ]FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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