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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Do Chapadão (CV), mulher comanda a Favela da Chatuba, em Mesquita, e manda pessoas para o ‘tribunal do tráfico’, aponta investigação

Investigações apontam que uma mulher conhecida como Danúbia ou Titia está a frente do tráfico na conhecida comunidade da Chatuba, em Mesquita, dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Ela cumpre ordens do criminoso vulgo Criam, verdadeiro dono das bocas de fumo, e que está preso há vários anos. Segundo a apuração policial, é Danúbia quem decide e organiza o tráfico local. O traficante vulgo MK ou Talibã fica responsável pelo material bélico bem com a distribuição das armas e proteção da localidade. Ele fica ainda encarregado da segurança de Danúbia. Em fevereiro, a PM montou um cerco na comunidade após receberem várias denúncias de vários elementos armados com mais de 10 fuzis, entre eles as lideranças da traficância local como MK. Houve intenso tiroteio. Titia, no entanto, não mora na Chatuba e sim no Complexo do Chapadão. Quando ela vai até Mesquita, é sempre escoltada por diversos traficantes que saem do Chapadão em diversos veículos e fortemente armados. MK também reside no Chapadão PMs disseram que no dia do confronto conseguiram visualizar a presença de dez a doze traficantes armados e que entre eles se encontrava uma mulher, a qual suspeitam ser Danúbia porque desconhecem informação de qualquer outra mulher atuando ativamente entre os traficantes da Chatuba; Juntou-se aos autos a informação policial produzida no IP 861-00851/2021, na qual foi apontada como a atuação do Nome, vulgo CRIAM, e da Nome, se dá dentro da facção criminosa Comando Vermelho que domina as Comunidades da Coreia e Chatuba, cuja transcrição verifica- se abaixo. Danúbia é conhecida pelo rigor com que administra o tráfico de drogas e por compor o Tribunal de Sentença do Crime, ou seja, aquela quem determina quem morre ou vive em toda Chatuba e Coréia. 5.1. Relatório de Informação elaborado pelo Setor de Inteligência da DHBF também consta que os homicídios praticados por traficantes que exercem suas atividades ilegais nas comunidades do Rio de Janeiro, não ocorrem sem a anuência dos líderes do tráfico local e que, dito isso, entende-se que o fato delituoso em apreço (o confronto com PMs), foram perpretados com a autorização de Titia e de Criam. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

PF REVELA PLANO PARA MATAR LULA, ALCKMIN E ALEXANDRE DE MORAES

A Polícia Federal descobriu um plano de uma organização criminosa de matar o presidente Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o bando planejava um golpe de Estado para impedir a posse do governo legitimamente eleito nas Eleições de 2022 e restringir o livre exercício do Poder Judiciário. Um dos integrantes do grupo era o general da reserva Mário Fernandes, que foi secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro e hoje é assessor do deputado federal Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde de Bolsonaro. As investigações apontam que a quadrilha se utilizou de alto nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022. Os investigados são, em sua maioria, militares com formação em Forças Especiais (FE). Foi identificada a existência de um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, voltado aos homicídios de Lula e Geraldo Alckmin. Ainda estavam nos planos a prisão e execução de Alexandre de Moraes que vinha sendo monitorado continuamente, caso o Golpe de Estado fosse consumado. O planejamento elaborado pelos investigados detalhava os recursos humanos e bélicos necessários para o desencadeamento das ações, com uso de técnicas operacionais militares avançadas, além de posterior instituição de um “Gabinete Institucional de Gestão de Crise”, a ser integrado pelos próprios investigados para o gerenciamento de conflitos institucionais originados em decorrência das ações. Policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, e a suspensão do exercício de funções públicas. O Exército Brasileiro acompanhou o cumprimento dos mandados, que estão sendo efetivados no Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal. Os fatos investigados nesta fase da investigação configuram, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado e organização criminosa. FONTE; Polícia Federal

Investigação revela como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão (CV), conhecida nacionalmente por duas chacinas na década de 1990

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, comunidade conhecida nacioalmente por duas chacinas ocorridas na década de 1990. LÍDERES – São responsáveis pelas decisões importantes na favela e a eles de forma indireta o gerente-geral se reporta. Márcio dos Santos Nepomuceno – Marcinho VP lidera o grupo de traficantes de todo o Complexo do Alemão, apesar de preso em presídio federal. Luciano Martiniano da Silva – Pezão- é alvo de vários mandados de prisão, está foragido e, apesar de afastado fisicamente da comunidade citado, exerce ao lado do primeiro a liderança do grupo criminoso investigado. GERENTE-GERAL DA NOVA BRASÍLIA – coordena e supervisiona as atividades ilícitas vinculadas a venda de drogas na comunidade. Eduardo Fernandes de Oliveira – 2D ou Duda. Por ordem dos líderes comanda o território da comunidade Nova Brasília. Também foi indiciado como mandante da tentativa de homicídio contra policiais militares. Há também os gerentes por localidade: Cesinha (Sem Saída), Pardal (Rua Dois), Orelha (Sorveteria), Flamengo (Predinhos), além de Tio Delson ou DS, Garnizé, Binho, Rex, Cara de Mulher, Vitinho ou Malvado, BR, Camelo, King, Os gerentes são responsáveis pelo recolhe do dinheiro oriundo da venda de drogas; que esse dinheiro é recolhido, conferido, contado e entregue para uma pessoa que é chamada de contador, que deposita a grana em contas bancárias com ajuda de motoboys. CONTENÇÃO – São as pessoas que circulam na comunidade com armas de fogo, inclusive de grosso calibre (fuzis) e como tal enfrentam as forças policiais para proteger o território da favela e impedir a movimentação dos agentes. Pebinha, Bigode, Marllon Gasparzinho, Bragado, Bracinho, Sem Cabelo, Anizio, Galinho, Iguinho, José Lucas, Pim Pim, Darlan, Coisada, Da Morte, Perna Podre, Emerson, Alan, Feijão, Tio Chico, Biel, Bode Velho, VAPOR – São as pessoas que circulam na comunidade oferecendo e vendendo drogas (maconha, cocaína, crack e lança-perfume) Chininha, Leon, Lucas, Rodrigo, Ricardo, Fábio, Bará, Caolhinho, Chicletinho, Negueba, Yan, Iago, VISÃO – pessoas que permanecem dia e noite na função de vigilância com obrigação de comunicar os demais comparsas da movimentação da Polícia Jonathan, Paraíba ou Parazinho, José Luiz, Lucas Segundo PMs, além do comércio ilícito de maconha, cocaína e crack os traficantes atuam na venda de cigarros ilegais, controlam atividades de transporte (mototaxistas e kombis), exploram atividades de desvio de sinal de TV e internet, dentre outras. Cada comunidade do Complexo do Alemão existe um grupo de traficantes e na Nova Brasília não é diferente, mas todos esses homens a serviço do crime são lidersdos à distância por Pezão, que escolhe os líderes de cada grupo Os bandidos circulam fortemente armados, inclusive com fuzis e granadas; que a área principal de 2D são lugares dentro da comunidade Nova Brasília a seguir enumerados: (a) Predinhos, que é conjunto habitacional localizado na Estrada do Itararé, bairro de Ramos; (b) Praça do Conhecimento, (c) Capão; (d) Sorveteria; (e) Alvorada; (f) Chuveirinho e (g) Largo do Samba; (h) Rua Sem Saída É comum ocorrerem disparos de armas de fogo contra os policiais militares e assim os traficantes procedem por ordem de Pezão que não aceita perder armas e drogas;Relatos de policiais dão conta que os traficantes ficavam à espreita durante a madrugada e covardemente disparam suas armas contra os agentes da 2ª. UPP. Contudo, ultimamente esses tiroteios passaram a ocorrer pela manhã, exatamente no momento de deslocamento das equipes para troca de turno. Essa “guerra silenciosa” teve várias consequências e já foram contabilizadas mortes e ferimentos em agentes bem como em moradores. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jusbrasil

INVESTIGAÇÃO REVELA DETALHES DA QUADRILHA DE PEIXÃO (TCP) E CONFIRMA QUE BANDO ATUA COMO NARCOMILÍCIA

Investigação feita no ano passado revela detalhes do funcionamento da quadrilha de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, que comanda o Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O bando. além de atuar no tráfico de drogas, atua em serviços, tais como fornecimento TV a cabo, internet e cobrança de taxas de funcionamento de comércio e serviços na região por eles denominada de Complexo de Israel (Vigário Geral, Parada de Lucas, Cidade Alta, Pica-pau e Cinco Bocas) O grupo adotou práticas por vezes assemelhadas às típicas atividades de milícia privada, o que comumente vem sendo denominado de “Narcomilícia”. A organização visa a ampliação do domínio territorial por meio de verdadeiras guerras sangrentas ora contra os agentes do Estado, ora contra grupos criminosos rivais, Peixão é o principal líder, exercendo comando individual, sendo apontado de maneira uníssona, em diversos procedimentos, como o mandante de homicídios, torturas, invasões armadas à imóveis e regiões dominadas por facções rivais, além de montar e administrar toda a sistemática das arrecadações dos alugueres e taxas de funcionamento de comércio e serviços no denominado Complexo de Israel. Ressalta-se que foi sob o comando de Peixão que o Complexo de Israel se expandiu de forma significativa nos últimos anos, sendo hoje um dos criminosos mais temidos e procurados no Estado do Rio de Janeiro, com destaque não só para as práticas criminosas extremamente violentas, mas também para imposição da fé cristã aos moradores dos locais por ele dominados. Sardinha, irmão de Peixão, é seu braço-direito, sendo sua principal função na estrutura da organização atuar como liderança do tráfico de drogas na Comunidade de Parada de Lucas. Sardinha foi reconhecido por testemunha como uma das principais lideranças no Complexo de Israel. Noventinha, embora recluso exerce função de prestígio na hierarquia do Terceiro Comando Puro. Tal fato é corroborado por interceptações de mensagens de criminosos que pediam autorização para Noventinha de como proceder em questões de invasão a outras comunidades. Dessa maneira, mesmo de dentro da prisão, Noventinha mantinha contato com seus subordinados e coordenava ações de grande relevo da organização. Sombrão, da mesma maneira que Noventinha, atua de dentro do cárcere na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão. Ele exerce grande influência também na Comunidade Parque Paulista, em Duque de Caxias. Gaspar tem como incumbência gerenciar as bocas de fumo na Comunidade Cinco Bocas. . Além disso, foi identificado em imagens de rede social ostentando armas de grosso calibre, caderno de anotações do tráfico e gestos em alusão à facção TCP. Davi exerce a função de liderança do tráfico em uma das comunidades dominadas por Peixão fora do município do Rio de Janeiro, qual seja, a região conhecida como “Buraco do Boi” em Nova Iguaçu. Davi é titular do perfil no Twitter (atual X) “dvz_57” – twitter.com/davidduarte33, onde é possível vê-lo em pontos de vendas de drogas, no meio de outros narcomilicianos, ostentando armas de grosso calibre. Maridão MeteFilho ou Terror do Corolla atua como braço armado, de maneira mais recorrente, na Comunidade Cidade Alta. Ele aparece em rede social autointitulando-se justiceiro comunitário e comemorando morte de traficante rival, além de ostentar armas de fogo com a legenda “Os predinhos de cordovil nunca mais vai ter comando. Tamo em casa defendendo o projeto do homem contra tudo e contra todos” Além, disso antes da prisão de Sombrão, ele atuava como seu segurança, sendo reconhecido por testemunha nos presentes autos. Farinha tem como incumbência gerenciar as bocas de fumo da comunidade “Cidade Alta”, sendo um dos principais homens de confiança de Peixão, contando, inclusive, com segurança própria. Alan atua na estrutura da organização como segurança de boca de fumo, responsável por conter eventuais invasões de rivais e de operações policiais. Alan, em uma ocasião, foi responsável por fazer disparos contra guarnição da polícia militar que, por tentar fugir do trânsito, adentrou na Comunidade (IP nº 038-05771/2023). Josenildo exerce a atividade de cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. Rogério. por sua vez, faz segurança armada nos interesses da facção atuante no Complexo de Israel, notadamente, na Comunidade da Cidade Alta. Ademais Rogério se autointitula um dos “frentes” do grupo criminoso. Jean Axl atua na função de “vapor do tráfico” sendo designado pelas lideranças da presente organização delinquencial para comercializar entorpecentes no interior da Comunidade da Cidade Alta, sendo lá encontrado com grande frequência. Geleia, Camarão e Jacó servem à organização criminosa como seguranças armados, sendo o primeiro descrito no incluso caderno investigativo como um dos mais violentos. Ressalta-se que por não ostentarem postos de maior prestígio no grupo possuem passagens pelo sistema carcerário mais breves, porém suas fichas criminais extensas reforçam o envolvimento destes com a traficância local. “Jacó”, no dia 02 de maio de 2022, acionou uma ambulância do SAMU para uma emergência no interior da comunidade, porém ao chegar no local abordou a técnica de enfermagem e o motorista do SAMU, exigindo-lhes que o retirassem do local porque estaria ocorrendo uma operação policial naquele momento Importante destacar que, por vezes, os popularmente conhecidos como “Soldados do Tráfico” exercem a função de segurança de criminosos de hierarquia superior dentro da quadrilha, sempre ostentando armas de fogo e outros utensílios bélicos Outrossim, foram identificadas a presença de menores de idade, integrantes da organização criminosa liderada por Peixão e que participam ativamente nos interesses desta, Atual braço armado da quadrilha, o traficante Nem Malucão não foi citado nesta investigação. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja como Beira Mar (CV) tomou um golpe e perdeu áreas para o TCP em Caxias. Traficantes receberam apoio de Peixão e hoje brigam com a milícia por territórios na cidade

Segundo um relatório da Polícia Civil da qual a reportagem teve acesso, em 2018, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria enviado uma carta ao criminoso vulgo Corinthians ou Di Austin, pedindo para que ele matasse o bandido vulgo Trem ou Flamengo. A carta, no entanto, caiu nas mãos de Trem. Após lerem a carta, Trem e Di Austin se juntaram e deram um golpe de estado em áres de Beira-Mar como o Barro Vermelho e passaram a integrar a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Peixão deu suporte a Trem com armamentos e homens para evitar a retomada da comunidade por parte do Comando Vermelho. Na época de mudança da facção, havia cerca de 40 fuzis no Barro Vermelho, que mudou seu nome para Barro 3 e os próprios traficantes mudaram seus vulgos passando a se chamar Flamengo e Corinthians. Os vulgos de vários traficantes foram citados por uma testemunha como participantes da quadrilha como Baleado, Diamante (gerente geral),MT (vapor), LC, Xexa (gerente da boca de fumo da Marquesa),, Patinho, Yuri (vapor), Matheus (vapor), Amendoim (roubos de carga), Léo Morango (roubos de carga), Lilica (tesoureira), Monstrão (gerente da boca da Jerusa e tesoureiro de Flamengo),. Segundo as informações da testemunha, o TCP vem tentando expandir seu território na região e por isso estaria em guerra com milicianos que agem no Santo Antônio, Pilar, Vila Rosário, Morro do Sossego e Morro do Cacareco. Flamengo e Corinthians deram ordens para a tomada dos territórios com apoio de Peixão. Os bandidos inclusive teriam matado o miliciano vulgo Bruxo. Os assassinos seriam homens que trabalham para Flamengo e Corinthians. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

Investigação revela esquemão do jogo do bicho entre Espírito Santo, interior do RJ e SP

Investigações revelam a relação entre o jogo do bicho do Espírito Santo com o do Noroeste Fluminense e o Estrado de São Paulo Segundo a denúncia ofertada pelo Ministério Público as bancas de jogo do bicho situadas nos municípios de Vitória, Cachoeiro do Itapemirim e Itaperuna agiam diretamente interligadas, na seguinte forma: todas as “descargas” (apostas de risco) das bancas situadas em Vitória e Cachoeiro do Itapemirim eram direcionadas para a Banca de Itaperuna, que além de dar o suporte financeiro para as bancas capixabas, também seria a responsável pela difusão dos resultados decorrentes dos sorteios do jogo do bicho, tendo em vista que a mesma estava diretamente ligada ao Estado de São Paulo, de onde emanava os resultados para os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais”. Os envolvidos movimentavam uma grande quantidade de dinheiro. Um deles adquiriu a propriedade de 15 imóveis de alto padrão no montante de R$ 5.400.000,00 e três veículos, oriundos também da atividade do jogo do bicho e outros crimes como agiotagem. Eles lavavam dinheiro também em cavalos. O chefe da quadrilha seria proprietário de 112 animais, além de 3 cavalos em condomínio. fonte: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação revela hierarquia do tráfico em favelas do CV no Jardim América

O serviço policial de inteligência (SIP), constatou que todas as comunidades do Bairro Jardim América são lideradas pelos traficantes Nico, sendo ele o primeiro na hierarquia da quadrilha, e Anal, responsável por gerencair os pontos de drogas nas favelas do Furquim Mendes e Dique, ambas dominadas pelo Comando Vermelho. O traficante vulgo Maritaca é o “frente” da Comunidade do Furquim Mendes, o qual conquistou a confiança do chefe Nico. Nico criou o cargo de gerente do roubo, que é ocupado por Maritaca. Todos os veículos roubados e encaminhados para o interior da favela, são negociados pelo próprio Maritaca com receptadores, seguradoras e às vezes com os proprietários que pagam uma espécie de “resgate” para reaver o bem subtraído. Ele manda os seus subordinados praticarem roubos nos bairros Jardim América, Vista Alegre e Cordovil. Maritaca determina que responsável por executar o roubo fique com os pertences das vítimas dos roubos que praticava e não recebesse nenhum pagamento em contrapartida do veículo Nico adotou um novo apelido. Agora quer ser chamado de Mister. Possuí 13 anotações criminais pelos delitos de tráfico, associação para tráfico de drogas, roubos de carga, já teve diversas passagens no sistema penitenciário, atualmente encontra-se evadido. Anal possuí 13 anotações criminais pelos delitos, dentre eles de roubo majorado e homicídio, versa como autor em 12 registros de ocorrência, teve o último ingresso no sistema penitenciário em 09/09/2022, recebendo liberdade condicional em 17/11/2023, atualmente o status encontra-se como egresso. Não possui mandado de prisão pendente. Maritaca possuí cinco anotações criminais pelos delitos de roubo majorado, não possui mandado de prisão pendente, versa como autor em 05 registros de ocorrência. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Investigação revela hierarquia e funcionamento do tráfico no Parque União (CV), na Maré, que é chamado de ‘gestão inteligente’ pelo fato de o chefão nunca ter sido preso

Investigação revela a hierarquia e como funciona o tráfico na Favela Parque União, no Complexo da Maré, dominada pelo Comando Vermelho. O chefão, como todo mundo sabe, é Alvarenga, denominou sua gestão a frente da favela como ‘Gestão Inteligente’, em razão de nunca ter sido capturado pelas forças do Estado durante toda sua jornada criminosa que já perdura por mais de uma década. Seus principais homens de confiança são os vulgos Naldo, Zé Louco e Carlão dedicados integralmente à manutenção e o bom andamento do tráfico de entorpecentes no Parque União. Ele contava também com Ninho para atuar no roubo de cargas. O roubo de cargas é uma atividade que é explorada pelos traficantes do Parque União uma vez que a posição geográfica da comunidade favorece esse tipo de crime por ser localizada às margens da Avenida Brasil e Próximo à Av. Washington Luís e da Via Dutra, sendo um local que pode ser considerado de fácil acesso para quem vem dessas famosas vias pelas quais circulam diariamente milhões de reais em mercadorias em veículos de carga. Ninho é um dos maiores ladões de carga da atualidade e encontrava-se homiziado no Parque União, uma vez que sabe estar cercado de homens fortemente armados e que nessa comunidade pode circular livremente pois destina parte do que subtrai para que “Alvarenga” dê o aval de sua permanência na comunidade,. GB e Tubinha, que foram presos, atuavam como seguranças armados das bocas de fumo e como uma contenção armada para deter o acesso das forças do Estado bem como o acesso de facções rivais na comunidade. Tubinha disse quea ordem dada pelo” chefe do tráfico “é para evitar atirar na polícia, mas caso seja preciso defender as cargas da boca de fumo ou alguém que tenha status de chefe, os atividades devem ser o primeiro contato e possuem liberdade para atirar o quanto for necessário para conter a entrada das forças policiais e dos inimigos. Tubinha disse que exercia a atividade em regime de plantão sendo 12h de trabalho e 12h de descanso, recebendo por isso a quantia de R$ 400,00 (quatrocentos reais) por semana. A arma normalmente deve ser usada para revidar ataques de facções rivais. Disse que o gerente da comunidade era Mário Bigode, que foi morto e após seu falecimentonão foi colocado outro” frente. Falou que não presta contas por não trabalhar com dinheiro, mas o fuzil que estava no dia da prisão é da atividade, ou seja, quando a pessoa assume o plantão, deixa o fuzil para o próximo que vai assumir o plantão. Contou ainda que no Parque União só há três bocas de fumo, sendo na Rua Ary Leão, Darcy Vargas e Roberto Silveira mas não soube dizer quanto cada uma fatura. Falou ainda que sempre sai da favela em operações. Alvarenga lucra demasiadamente com a venda de entorpecentes além de outras práticas criminosas que são viabilizadas por exercer o comando e domínio territorial naquela parte do conjunto de favelas da Maré. Para a manutenção do seu domínio, Alvarenga conta com um arsenal de armas de grosso calibre a fim de impedir o ingresso de forças do Estado e eventuais ataques de outras facções, frisando a iminência de conflito em razão de outra parte do conjunto de favelas da maré ser dominado pela facção TCP. Entre as atividades que geram receita para Alvarenga e mantém seu domínio está o depósito de drogas que chegam através da Av. Brasil e depois são distribuídas a outras comunidades da mesma facção, a receptação de cargas roubadas, o abrigo de outros traficantes foragidos de outros Estados e até do próprio Rio de Janeiro. Alvarenga necessita de homens de confiança que são escalonados de maneira hierárquica a fim de que possam gerir cada um o seu campo de atuação determinado pelo líder O tráfico local obstrui vias públicas com barricadas e impõe resistência fortemente armada com trincheiras e seteiras distribuídas em pontos estratégicos da comunidade para impedir o acesso às forças policiais do Estado e em razão disso, há a imperiosa necessidade de atuação especializada em progressão e confronto armado FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Povo de Israel passou a distribuir drogas em grande escala nos presídios e pode ter contato com grandes fornecedores. Vejas as unidades que essa facção se encontra no RJ e assassinatos cometidos pelo grupo e as lideranças do bando. Como funcionava o esquema de extorsão

MARIO HUGO MONKEN Até o ano de 2022, a Subsecretaria de Inteligência vinha acompanhando ocorrências indicando que a facção criminosa Povo de Israel praticava o tráfico de drogas intramuros em pequenas quantidades. Porém, as recentes apreensões demonstraram que a cúpula do grupo estaria se dedicando ao tráfico em grandes proporções, tendo por finalidade adistribuição e venda de entorpecentes para consumo no cárcere entre os próprios internos. O quantitativo de drogas apreendidas poderia demonstrar que eles podem estar estreitando relacionamento com grandes fornecedores dedrogas, assim se relacionando com o tráfico de drogas. Em 16 de setembro de 2023, no Presídio Nelson Hungria foram apreendidos por policias penais, dentro de um caminhão que iria entregarrefeições para os internos, os seguintes ilícitos: Em 20 de setembro de 2023, no Presídio Romeiro Neto (SEAPRN), em uma operação conjunta entre policias penais e a polícia civil, prenderam em flagrante, dois Inspetores de Polícia Penal que estariam em posse de aproximadamente posse de 200 (duzentos) tabletes de maconha escondidos no teto de um banheiro, pesando aproximadamente 3,5 (três quilos e meio) de erva seca O Povo de Israel vem conseguindo cada vez mais se estruturar, aumentando o quantitativo de integrantes e oprimindo outros internos que se oponham a seus mandos e com grande poder aquisitivo. Verifica-se um expressivo efetivo de internos que a cúpula desse grupo criminoso teria arregimentado durante os últimos anos, mantendo um controle das práticas de crimes e lucros obtidos intramuros por seus membros, motivo pelo qual outras Organizações Criminosas(Orcrim) teriam tentado se aliar ao PVI. Com base no efetivo carcerário de 19 de agosto de 2023, o soma do efetivo das unidades prisionais (UP) citadas, 18.030 (dezoito mil e trinta),corresponde a 42,09% do efetivo total, que era 42.828 (quarenta e dois mil oitocentos e vinte e oito). O efetivo de internos com perfil neutro, que estaria sob influência desse grupo criminoso, teria ultrapassado o percentual de presos faccionados, da orcrim apontada como a maior na capital fluminense. O grupo criminoso denominado “PVI” teria surgido através de um efetivo carcerário de presos sem facção (neutros) que almejavam um isolamento de seus integrantes em uma unidade prisional de alocação exclusiva, tal como ocorre com as organizações criminosas (Orcrim) Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), e sua primeira tentativa nesse sentido teria se dado com o pleito de transferência detodos os presos denominados neutros para o Presídio Hélio Gomes (SEAPHG), em 2004. À época dos fatos, o pleito não foi atendido pela Seap e o PVI deflagrou uma rebelião no Presídio Ary Franco (SEAPAF), que resultou na morte de 08 (oito) presos. Com o passar dos anos foram implementadas novas logísticas operacionais no Sistema Prisional Fluminense que consideraram o ingressosignificativo de presos denominados sem facção (neutros), o que resultou na atual realocação de 13 (treze) unidades prisionais (UP) para esteefetivo carcerário (neutros). Assim sendo, passaram a custodiar presos neutros as seguintes unidades prisionais: Presídio Diomedes Vinhosa Muniz (SEAPVM). Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (SEAPPO); Presídio Nelson Hungria (SEAPNH); Cadeia Pública Inspetor José Antônio da Costa Barros (SEAPJB); Cadeia Pública Joaquim Ferreira (SEAPJFS); Instituto Penal Plácido Sá Carvalho (SEAPPC); Instituto Penal Benjamin de Morais Filho (SEAPBM); Presídio Evaristo de Morais (SEAPEM); Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM); Cadeia Pública Cotrin Neto (SEAPCN); Cadeia Pública Inspetor Luis Fernandes Bandeira Duarte(SEAPBD); Presídio Tiago Teles de Castro Domingues (SEAPTD); Cadeia Pública Juíza de Direito Patrícia Lourival Acioli (SEAPJP); Instituto Penal Edgard Costa (SEAPEC); Presídio Hélio Gomes (SEAPHG); Presídio Romeiro Neto (SEAPRN) O grupo criminoso PVI teria encontrado a oportunidade de arregimentar para o seu grupo, além dos presos sem facção, outrospresos expulsos de facções (principalmente do CV), valendo-se daquelas unidades prisionais designadas para a custódia de presos sem facção,denominados neutros. A estrutura hierárquica no âmbito do PVI, tem a presença de presos apontados como lideranças do grupo criminoso, que no PVI são identificados como “primeira voz”, suposto detentor de poder de mando, e demais presos identificados como “comissões”, porta-vozes das lideranças nos desígnios do grupo criminoso no âmbito de cada unidade prisional Alvinho é um dos chefões do grupo. Ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 19 JUL 1999, e em 05 DEZ 2007 obteve decisão favorável ao gozo de benefício de Visita Periódica Familiar (VPF), ocasião em que não regressou ao estabelecimento penitenciário que estaria recolhido, passando a ser considerado evadido. Foi recapturado, em 13 de novembro de 2009, e permanece preso até a presente data. . Enquanto custodiado no Sistema Prisional Fluminense apresentou comportamento indisciplinar, tendo em seu desfavor 13 (treze) partes disciplinares. Possui 09 (nove) anotações criminais pela suposta prática dos crimes de homicídio, roubo simples e majorado e estupro Alvinho teria amplo prestígio junto aos asseclas faccionados deste grupo criminoso e poder de mando junto a todo efetivo carcerário dasunidades prisionais destinadas ao PVI, deliberando sobre o ingresso ou expulsão de membros, rebeliões, tentativas de fugas, interrupções dodenominado “disque extorsão” e aplicação de punições a integrantes, que teria resultado em lesões corporais, morte, resistência ou uso da força contra policiais penais. Sobre a expulsão do grupo do criminoso conhecido como Chadeia pontado como segundo na hierarquia do PVI em 2021. Na oportunidade, Alvinho teria tomado conhecimento de suposta tentativa de sequestro de sua família por “Chadeia”, em 2020, e teria identificadovínculos deste com a facção milícia de Macaquinho, Em relação ao ingresso de novos membros, tanto os presos sem facção criminosa como também presos ex-integrantes de facções criminosasexpulsos de suas facções, tal como identificou-se com o apenado Lorde, outrora integrante do Comando Vermelho (CV), atuante no Morro da Fé. Lord teria sido apontado como mandante do ataque ao ônibus linha 350 em novembro de 2005, que lhe teria resultado em supostas ameaças pelo CV, fazendo com que este migrasse para o PVI. Supostamente Alvinho teria autorizado que presos do PVI alocados no Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM) empreendessem em fuga em 2018. O fato envolveu a utilização de armas de fogo por presos daquela UP, que embora frustrada, resultou que policiais penais permanecessem reféns de presos. À época foi deflagrada uma operação que

Como agia uma das maiores quadrilhas de receptadores de veículos no Rio que ganhou novo chefe nos últimos anos mas que foi para a cadeia em maio

Investigações revelam que as comunidades da Paula Ramos e Morro dos Prazeres, no Rio Comprido, são tidas como bases para a atuação de um dos maiores receptadores de veículo em atuação na cidade, criminoso vulgo Cocão” , preso em maio, A atuação da organização criminosa baseada nos Prazeres e Paula Ramos, afeta diretamente 07 (sete) circunscrições, das seguintes distritais, segundo dados cruzados de inteligência: UNIDADES AFETADAS 018a DP (Praça da Bandeira) 019a DP (Tijuca) 010a DP (Botafogo) 009a DP (Catete) 007a DP (Santa Teresa) 015a DP (Gávea) Segundo a polícia, Cocão seria o grande destinatário dos veículos subtraídos e para tanto ofertaria valores entre um mil a cinco mil reais por veículo aos responsáveis pelos roubos realizados , valores estes fixados pelo modelo e marca dos automóveis encaminhados. Estando na posse dos carros roubados, “Cocão” teria condições de optar entre duas modalidades criminosas: a primeira seria uma espécie de negociação com as vítimas, estipulando valores para “resgate” do bem, modalidade esta amplamente difundida no ambiente criminoso – que seriam valores pagos pelas vítimas para obtenção da entrega do veículo (extorsão); já a segunda seria a realização da “clonagem” dos veículos, com adulteração de chassis, placas e documentos, passando o veículo produto de roubo a ostentar identificação de outro idêntico. Em ambas as hipóteses, há grande movimentação de quantias para a quadrilha capitaneada pelo criminoso, não sendo excessivo afirmar que a atividade de “Cocão” , com o pagamento de quantias a autores dos roubos, vem afetando consideravelmente as estatísticas relacionada a esta modalidade de delito. Por ser o destinatário dos veículos roubados, Cocão seria o grande responsável e arquiteto dos crimes, estipulando metas e modelos a serem visados pelos criminosos, oferecendo quantias em espécie quando da entrega dos veículos. Não é por outro motivo que “roubadores”, estimulados pela obtenção rápida de quantias em dinheiro, atuariam de forma reiterada em vias públicas, endereçadas nas circunscrições das Unidades Policiais que atendem a grande Tijuca e adjacências. Cocão foi indiciado junto com Comel , que foi antes dele o grande receptador primário de veículos, isto é, exercia a mesma função atual de “Cocão”, Cocão assumiu a função de Comel,, preso em janeiro de 2022, também em uma operação realizada pela polícia civil na comunidade do Turano, como a seguir demonstrado. Com a captura de “Comel”, o investigado “Cocão” teria assumido a gestão dos veículos clonados em comunidades estratégicas do complexo do Rio Comprido, dentre elas a atuação criminosa realizada nos Prazeres e Paula Ramos, figurando como destinatário de todos os veículos roubados encaminhados a estas comunidades. Gize-se, que em inúmeros casos, veículos recém roubados em vias públicas, endereçadas no bairro da Tijuca e adjacências, são rastreados 3 , logo após a prática do crime, em vias localizadas no interior da comunidade dos Prazeres e Paula Ramos, evidenciando ser esta região o destino dos veículos objeto da ação criminosa, como é o caso da presente investigação. Cumpre, desde logo, ressaltar que o investigado de vulgo “Cocão” foi capturado, na manhã do dia 21/05/2024 4 , no deflagrar da operação “Rota do Rio no interior da comunidade dos Prazeres, por policiais civis. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

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