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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Doca, Gardenal e BMW, todos do CV, foram denunciados pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca. MP e Polícia Civil fazem operação

O Ministério Público e a Polícia Civil tentam cumprir cinco mandados de prisão e três de busca e apreensão contra criminosos denunciados à Justiça por envolvimento no atentado aos médicos ortopedistas, em outubro de 2023, em um quiosque, na Barra da Tijuca. Entre os denunciados estão Edgar Alves de Andrade, o Doca, Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, lideranças do Comando Vermelho. Os médicos foram mortos porque os bandidos confundiram um deles com Taillon de Alcântara, chefe da milícia de Rio das Pedras. Por conta das mortes dos médicos, a cúpula do Comando Vermelho decidiu pela morte dos envolvidos, entre eles o mandante, vulgo Lesk. A Promotoria denunciou os cinco homens por três crimes de homicídios dolosos consumados e um tentado, todos quadruplamente qualificados como motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa das vítimas, com emprego de armas de calibre restrito (9mm) e para assegurar outros crimes. Além de Doca, BMW e Gardenal, foi denunciado também Francisco Glauber Costa de Oliveira, o GL, que está preso. .A motivação do crime seria a expansão do domínio da facção criminosa do Complexo da Penha para região da Grande Jacarepaguá. A tentativa de executar o miliciano Taillon Barbosa era considerada um passo fundamental para enfraquecer a milícia e fortalecer o domínio do Comando Vermelho na região. A denúncia aponta, ainda, o envolvimento dos acusados em outros episódios de violência, ligados à expansão territorial. Entre as provas reunidas está a identificação do veículo utilizado no crime, um Fiat Pulse branco com teto preto, vinculado a outros homicídios na área. Depois da grande repercussão nacional da execução dos médicos, ao constatarem que as vítimas não eram milicianos, lideranças do Comando Vermelho ordenaram a execução dos responsáveis pelos disparos, aponta a denúncia. A medida teria sido uma tentativa de minimizar a repercussão negativa e desviar a atenção do caso. Expansão territorial Desde o início de 2023, os traficantes do Complexo da Penha intensificaram a tomada violenta de comunidades em Jacarepaguá e arredores, historicamente dominadas pela milícia, como a Gardênia Azul e a Muzema. A meta dos bandidos seria formar um “Complexo de Jacarepaguá” sob seu controle, aumentando as atividades criminosas como o tráfico de drogas, roubos, extorsão de comerciantes e exploração de serviços clandestinos. A expansão do CV na região foi marcada por execuções brutais de milicianos e supostos aliados, praticadas por um grupo denominado “Equipe Sombra”, especializado em assassinatos direcionados. O bando, comandado pelos denunciados, teria apoio direto de lideranças do Comando Vermelho. FONTE: Ministério Público Estadual e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Veja quem são alguns dos homens fortes de Beira-Mar (CV) em Caxias. Quadrilha é suspeita de pagar arrego a PMs

Mesmo encarcerado há décadas, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar mantem seus redutos, através do império do medo as novas gerações das comunidades em Duque de Caxias. Um de seus mais importantes subordinados é o bandido vulgo Cara de Mau, que desempenha uma função estratégica de homem de confiança dos superiores no tráfico de entorpecentes vulgos Zé Galinha, Grego ou Papai Zé e G ou Malvadão, atualmente em liberdade, atuando como gerente geral do tráfico na comunidade da Ana Clara., dando o aval para compra de munições,rádios transmissores e administra os plantões de mercancia de drogas nas alternâncias dos seus soldados no tráfico e roubos, fornecendo armas para ações delituosas, impondo como condições as assunções nos plantões. Foi Beira-Mar que determinou que Malvadão assumisse a liderança na Ana Clara com a prisão de Zé Galinha., Como um verdadeiro guerrilheiro, “Cara de Mau surgiu em várias fotos fardado, em pontos de vendas de drogas, na função de segurança, portando pistolas e rádiostransmissores, conforme diversas fotos e vídeos constantes em seu aparelho. Cara de Mau exercia funções de extrema confiança das lideranças do tráfico, que otem como olhos fiéis no que tange à comercialização de drogas, armas, munições e diretrizessobre as ordens autorizativas para o cometimento de crimes. Qualquer passo dado na comunidade é previamente comunicado aos chefes. No grupo de Whatsapp denominado “Família Ana Clara “ Cara de Mau nas folgas dos plantões da boca de fumo, frequentemente passava a arquitetar roubos a veículos de transporte de cargas, junto a criminosos da comunidade ou de outras regiões subjugadas pela facção criminosa Comando Vermelho. ]O traficante Zé Galinha, mesmo encarcerado, monitorava de perto seu reduto e as forças de segurança nas cercanias da favela, por meio dos seus subordinados Participam do tráfico também na Ana Clara os traficantes BRT, Zé Neguinho, Atanásio e Tartaruga. Geraldão era o frente deo roubo de cargas da comunidade. Outro importante destaque na quadrilha de Beira-Mar é o traficante Zangado, que tomava conta da comunidade do Cangulo. Ele autorizava o roubo de cargas fornecendo armas, veículos e permitindo o transbordo das cargas na favela mas exigindo 50% dos lucros. Tanto o Cangulo como a Ana Clara recebem ordens diretas da Favela Parque das Missões, cujo frente é o vulgo Coroa. Arrego de PMs Segundo relatos à polícia, haveria uma guarnição da PMERJ que receberia arrego para avisar sobre operações nas comunidades comandadas por Beira-Mar. Quando eles avisam das operações, os agentes suspeitos ligariam para os telefones das lideranças ou falam no radiotransmissor na frequência do Canal 4. Os policiais corruptos buscariam os arregos em uma viatura ou então em um carro Honda Civic prata. Se os traficantes não pagarem a propina, os PMs os matam, segundo a denúncia, Há também o tráfico na comunidade do Badu, liderado pelo vulgo Girafa, no Rasta, cujo frente é o TH, que se esconde no Complexo da Penha, Na Vila Urussaí, o líder é Cachorro Louco ou CH, Há até uma música; soldado do “beira Mar”, gosta muito de roubar! Cara de Mau pit bul do zé galinha, vai na pista roubar carga, o bagulho fica tenso FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

PCC e CV atuam ao mesmo tempo em 25 estados, aponta relatório

Em novo relatório sobre as facções criminosas presentes no Brasil, a Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) informou que o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho atuam ao mesmo tempo em 25 estados além dos seus territórios de origem, no caso São Paulo e Rio de Janeiro. O único estado que não haveria PCC ou CV seria o Rio Grande do Sul. O mapa identifcou a presença de 88 organizações criminosas diferentes no Brasil Segundo o documento, o Nordeste é a região do país que mais possui facções criminosas, com 46, seguida pelo Sul com 24 e o Sudeste com 18. Sobre as ações contra o Estado por parte das facções, 58% foi por enfrentamento, 19% por resgate de presos, 13% por fuga e 10% rebeliões. Ao todo, apenas duas facções têm abrangência nacional e internacional, 14 regional e 72 local. FONTE: Senappen

Justiça decretou a prisão preventiva de Naval, chefe da maior milícia do RJ, por um homicídio cometido em 2021

A Justiça decretou a prisão preventiva do atual chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, vulgo Naval, pelo o crime de homicídio qualificado contra Rafael Alves Corrêa, conhecido como “Caixote”, no dia 4 de dezembro de 2021, nas imediações do condomínio Bella Vida 2, na Estrada do Campinho, nº 955, em Campo Grande.  A denúncia narra que o crime teria sido praticado em razão de desavenças entre a vítima e o comando da milícia local, no contexto de disputas pelo controle das atividades ilícitas promovidas pela organização criminosa.  Destaca-se a brutalidade do ato, com o emprego de fuzis de uso restrito, resultando em mais de cem disparos que, além de ceifar a vida da vítima, colocou em risco outros indivíduos no local, uma vez que o crime foi praticado em via pública, na entrada de um condomínio residencial, além do fato de que havia uma mulher no interior do veículo, com a vítima.  . A autoria, por sua vez, resta indiciada pelo resultado do Relatório de Identificação Biométrica, realizado pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT), da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), do Ministério Público, a partir das imagens que flagraram a ação delitiva, cujo resultado foi positivo para  Naval”.  Frise-se que, por meio dos serviços de inteligência da Polícia Civil, foi possível chegar ao nome do acusado, considerando todo o contexto fático do momento, envolvendo a disputa pelo controle da comunidade do Barbante, conforme se extrai dos autos, servindo o exame antropométrico realizado, para corroborar os elementos indiciários.  Embora os fatos sejam datados de dezembro de 2021, indícios colhidos pelo setor de inteligência da Delegacia de Homicídios apontam que o acusado integra a milícia comandada por Luiz Anônimo da Silva Braga, conhecido como “Zinho”, que atua principalmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro.  O relatório contido no QR CODE  demonstram, por meio de postagens em redes sociais, em grupos criados para divulgar esse tipo de conteúdo, que é de amplo conhecimento dos moradores da região, que Naval”, faz parte do grupo criminoso supramencionado.  A título de exemplo, destaca uma postagem que atribui ao acusado a autoria de um homicídio cometido em agosto de 2023, no bairro Cosmos – RJ, evidenciando, assim, a existência de reiteração criminosa, bem como a periculosidade do denunciado.  Naval possui mandado de prisão pendente de cumprimento, expedido em 14/09/2023, pela 1ª Vara Criminal da Capital, nos autos do processo n. 0091028-41.2023.8.19.0001, nos quais ele responde por fatos similares aos apurados nestes autos, isto é, atuação no grupo miliciano comandado por Zinho, com a participação em extermínio de rivais, em um contexto de disputa por controle da organização criminosa.  O fato de o acusado ser foragido da justiça, por crime cujo modus operandi é idêntico ao apurado nestes autos, somado aos indícios colhidos pela inteligência da DHC, demonstra a contemporaneidade do abalo à ordem pública, visto que resta clara a reiteração delitiva do acusado, desde o cometimento do crime apurado nestes autos, bem como evidencia sua intenção de não se submeter à aplicação da lei penal.  FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Grupo de matadores de milicianos e X9 Equipe Sombra (CV) que tomou a Gardênia Azul gostava de exibir os crimes em redes sociais

A Equipe Sombra, do qual faz parte o traficante Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, acusado de vários assassinatos, foi criada pelo já falecido criminoso vulgo Lesk. O grupo foi criado logo após Lesk entrar para o tráfico do Complexo da Penha do Comando Vermelho e é formado por traficantes que tinham a função de praticar homicídios de milicianos rivais, supostos informantes da milícia (X-9), ou qualquer pessoa que entrassem em seu caminho. A Equipe Sombra realizou a ocupação da Gardênia Azul, que passou de uma área dominada pela milícia para uma região sob o jugo da facção Comando Vermelho tendo o Lesk ou CR7 como suas principais liideranças e BMW como um dos principais homens responsáveis pelas execuções de seus desafetos. Lesk acabou sendo morto pela cúpula do CV por conta das mortes dos três médicos na Barra da Tijuca após confundirem um deles com um miliciano de RIo das Pedras. Assim, como forma de implantar o terror e facilitar o domínio da da facção Comando Vermelho na região da Gardênia Azul, a Equipe Sombra disseminava seus Homicídios e/ou outras crueldades em suas redes sociais (perfil do BMW “TremdoCR7” que faz referência a Equipe Sombra, Lesk,) certos da impunidade e com a crença que nunca seriam alcançados pelas mãos da Justiça. Em um print da rede social Twitter pertencente ao BMW, ele expõe claramente ser o autor do homicídio de Ivone Marcelino de Almeida, vulgo Vando, com a mensagem ainda “Cobra taxinha la no gardenia bb fico pegado”, sendo que este homicídio foi apurado no IP 901-00726/2023 (o qual BMW já foi indiciado pelo crime) e ocorreu no dia 11/07/2023, na Rua Menta, s/n, Gardênia Azul – BMW após matar Thiago Silvino da Silva, postou em sua rede social (perfil “TremdoCR7”) imagens e falas a respeito do crime que havia acabado de come, em especial, o fato de ter matado esta vítima com uma Pistola Glock calibre .40 com carregador de cofre (conhecido vulgarmente como “Goiabada”, que comporta dezenas de munições, tanto que a vítima recebeu 22 disparos de arma de fogo), bem como de ter furtado da mesma um relógio e um telefone Iphone (postando até o telefone ligado onde aparece como protetor de tela a foto da vítima, comprovando, realmente que o telefone a ele pertencia). Thiago foi morto porque os traficantes achavam que ele pertencia à milícia do Gerlan, de Rio das Pedras. Um traficante preso por homicídio que disse que largaria o crime falou que tomou conhecimento de vários dos homicídios ocorridos na região da Gardênia Azul, Anil e RIo das Pedras. Ficou sabendo de alguns homicídios da boca dos executores e outros, chegou a presenciar os executores saindo e/ou voltando após cometerem os homicídios; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Rabicó do Salgueiro (CV) seria um dos homens fortes de Fernandinho Beira-Mar no Rio junto com o filho do bandido, aponta relatório. VEJA DETALHES

 Relatório da Justiça do Mato Grosso do Sul aponta que o narrcotraficante Fernandinho Beira-Mar continuaria sendo uma das lideranças criminosas que exerceria influência em várias localidades do estado do Rio de Janeiro e outros pontos do território nacional, atuando como fornecedor de armas e drogas     Segundo investigações da PF, Beira-Mar teria como principal área de atuação três comunidades em Duque de Caxias, sendo estas a Favela Beira-Mar, o Parque das Missões e o Parque Boa Vista, que compõem o denominado Complexo Beira-Mar”. A localidade seria ponto estratégico para o Comando Vermelho, entrocamento com as principais vias da cidade do Rio de Janeiro como as rodovias Washington Luiz e Linha Vermelha, possível área de escoamento de drogas advindas pela Baia de Guanabara, às margens da comunidade, e suposta base de planejamento para invasões em outras comunidades, tais como Cordovil, Parada de Lucas, Cidade Alta, Quitungo e Guaporé.  O relatório aponta que em 13 de maio de 2022 Lindomar Gregório de Lucena, vulgo Balbuíno, então líder do Parque Missões, foi morto durante uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, sendo este suposto filho de consideração de Fernandinho e seu subordinado de confiança na localidade.  Em maio do mesmo ano, Luiz Paulo Santos Oliveira, o LP , apontado pela Polícia Civil deste Estado como responsável financeiro por todas as favelas supostamente controladas por Beira-Mar foi solto,   Dados de inteligência do Departamento Penitenciário Federal (Depen) indicam que Beira-Mar permaneceria transmitindo ordens relacionadas ao suposto gerenciamento do tráfico de drogas no Complexo Beira-Mar”, por intermédio de advogados, e supostamente contando com o apoio de Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, vulgo Zeus ou da Roça, Yan Guilherme Lira da Costa, o Gordo, filho do narcotraficante e Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, dono das bocas de fumo do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Beira-Mar teria empreendido recursos financeiros adicionais para seus advogados lograrem êxito em sua progressão de regime, e consequente saída de presídio federal. O traficante apresentaria poder aquisitivo proveniente de sua suposta posição frente ao tráfico de drogas em Duque de Caxias, e que seus recursos financeiros poderiam refletir a manutenção do seu poder junto a seus subordinados faccionados.  Outros dados de inteligência da Polícia Militar de JAN 2023 indicam que traficantes ligados a Beira-Mar integrantes da facção CV do Complexo da Penha planejariam retomar a comunidade Lambicada e invadir as comunidades da Sapinhatuba 1 e 2, atualmente redutos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) no município de Angra dos Reis.  A suposta retomada de territórios foi empreendida pelos traficantes RD, Juninho Nazaré, ambos ligados a antigos lideranças do CV na comunidade Lambicada, além de Vidigal e Feio, filho do preso Marcos José Monteiro Carneiro, vulgos Coroa ou Periquito, custodiado no Presídio Gabriel Ferreira Castilho (SEAPGC), e apontado como maior articulador preso de Beira-Mar”. Outros presos com vínculo com Beira-Mar  são Charles do Lixão, Naldinho PCC e Marcelo, seu filho E no Instituto Vicente Piragibe, está Sandro Mendonça do Nascimento, vulgos Promotor ou Jorge Tadeu.  Dados de investigações da Polícia Civil informam o óbito de Ney Machado, vulgo Pitoco, suposto braço-direito de Beira-Mar. Ele foi condenado criminalmente em 2011, quando foi apontado como um dos maiores traficantes de drogas do Rio Grande do Sul, supostamente autor de tráfico de drogas internacional com Beira-Mar  na Colômbia.  Outros dados de inteligência do Depen que datam de FEV 2023 informam que “Beira-Mar” custearia as despesas do apenado Luan Barcelos da Silva, vulgo Gui,, custodiado no Sistema Prisional do Rio Grande do Sul, apontado como integrante da organização criminosa Os Manos. 9.1. “ Beira-Mar buscaria aproximações com lideranças criminosas gaúchas, e que por meio dessas teria por fim a facilitação de comunicação com seus comparsas extramuros, e, para tanto, teria custeado serviços advocatícios para o apenado Luan, supostamente prestados pela advogada SHARON LOPES SILVA, OAB 21.820/MS. 10.  Beira-Mar não demonstraria interesse em abdicar de sua suposta posição na estrutura hierárquica do CV tampouco que houvesse solicitado cumprir pena em espaço destinado a presos sem facção criminosa.  Ele é tido como detentor de prestígio, mesmo estando preso, junto aos seus comparsas do CV desempenhando suposta posição hierárquica junto a cúpula decisória desta facção, assim como supostamente desempenhando liderança criminosa em seus redutos de atuaçã FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Relatório expõe trocas de comando no Morro do Dendê (TCP) ao longo dos anos e revela que comunidade poderá ter um novo ‘dono’ em breve

O Morro do Dendê é um dos complexos de favelas mais perigosos do Rio de Janeiro, tratando-se de região dominada pelo tráfico de drogas. A comunidade foi por anos dominada pela facção Comando Vermelho. Brigas internas resultaram no rompimento destes vínculos, época em que o traficante Noquinha, nacional narcotraficante, passou a chefiá-la sob a bandeira da facção ADA (Amigos dos Amigos). Em outra reviravolta, no ano de 2003, o traficante Fernandinho Guarabu junto com o vulgo Gil então membros da facção ADA, tomaram o poder de Noquinha “e viraram a “bandeira” da comunidade para o Terceiro Comando Puro. Sob o comando de Guaratub, o Dendê representa um dos quarteis generais da facção criminosa no Estado do Rio de Janeiro. E assim permanece, mesmo após a morte do seu líder, fato ocorrido em junho de 2019. Com a morte de Guarabu, Chapola passou a comandar a comunidade. Preso desde 2023, ele encontra-se custodiado na Penitenciária Industrial Esmeraldo Bandeira, mas há indícios de que, mesmo preso, Chapola ainda comanda de forma indireta seus subordinados e dita as empreitadas de sua facção criminosa. As investigações apontaram para Neves, como sendo a atual liderança (em liberdade) do tráfico de drogas no Complexo do Dendê, sendo considerado o segundo homem na hierarquia, obedecendo diretamente as ordens de Chapola. Chapola e Neves são conhecidos marginais e traficantes que impõem seus domínios por meio de combate armado arregimentando pessoas, formando uma gangue de marginais, inclusive indivíduos com aparência de adolescentes e crianças, que são arregimentados para trabalhares como “soldados”, portando armas de fogo e comercializando drogas; No Morro do Dendê, os traficantes se utilizam de barricadas, objetos que colocam nas vias públicas para impedir o trânsito de viaturas. São colocados trilhos, pedras, latas e galões de lixo; O traficante Didi assumiu papel de gerente-geral do tráfico de drogas no Complexo do Dendê. Atualmente ele responde principalmente pela compra de armamentos e triagem dos assuntos que ocorrem na [ comunidade e que merecem a atenção de Neves. Mesmo foragido há 20 anos, o traficante Didi vive uma vida de luxo e ostentações no interior da comunidade do Morro do Dendê, Em vídeo gravado no interior do Dendê, foi possível ver Didi realizando diversos disparos de fuzil a esmo e comemorando ao lado de diversos outros traficantes armados.Além disso, no vídeo é possível escutar um DJ/Locutor falar ao microfone: “O Pai tá no miolo”, fazendo clara referência à influência que Didi ostenta entre os moradores da comunidade, Há outros traficantes de importância no morro Um deles é Marreco. Ele ocupa a função de gerente-geral da Comunidade Guarabú. Ele é o responsável pela extorsão de motoristas de aplicativo em toda Ilha do Governador O outro é FB, que está preso. Ele chegou a ser indicado por Gil como o próximo chefe do Morro do Dendê. No entanto, como estava custodiado, Chapola e Neves assumiram o comando. Informaões de inteligência apontam que, com o iminente alvará de soltura, FB seria indicado pela cúpula do TCP como novo “dono” do Complexo do Dendê, visto que Chapola também se encontra custodiado e Neves não é bem visto pela facção criminosa. Neguinho da BW é o gerente-geral do tráfico de drogas na comunidade Boogie-Woogie. Ele é o responsável por determinar a extorsão de moradores da localidade. Ele também explora serviços de sinais de TV acabo, venda de botijões de gás, e seus homens praticam roubos de veículos, cargas. fonte: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Investigação identificou 48 traficantes que atuam no Complexo do Salgueiro e no Jardim Catarina, bases do CV em São Gonçalo

Uma investigação apontou o envolvimento de 48 criminosos com o tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro e no Jardim Catarina, em São Gonçalo, área dominada pelo Comando Vermelho. Rabicó – e chefe do tráfico de drogas do Salgueiro Verdão/Hulk/Palmeira/Palmeiras/Palmeirão – uma das principais lideranças do Salgueiro. Jhon Jhon – um dos líderes da quadrilha Acanhado ou Renatinho do Salgueiro – soldado Sheik – tem vários mandados e é foragido da justiça Funil – gerente do Salgueiro Biscolé- também um dos líderes da região. Edgar da Balança – responsável pela endolação das drogas alí comercializadas; Batata ou Gordinho – possui mandados de prisão Papucaia – possui mandados de prisão Faustão da Penha – , marginal oriundo do complexo de favelas da Penha-RJ, Leleke ou Formigão – um dos líderes e, evadido do sistema prisional; DG da Balança n- um dos marginais responsáveis pela endola das drogas; 50 ou PET – tem mandados de prisão Roberta Xerecão – Conhecida como a “Dama do tráfico” uma das lideranças na associação criminosa, responsável pelo tráfico de drogas em diversas comunidades do Complexo do Salgueiro; Di Vaca- segurança de Rabicó GB – Frente do Jardim Catarina MG – soldado do tráfico e evadido do sistema prisonal 2K ou Tremou Caíque – Tiquinho – gerente dp Catarina e também exerce a função de “Matuto” do tráfico e apontado como substituto de Hudson Paraíba; DT – soldado do tráfico Saulinho – soldado Jonathan – soldado Nathan – traficante e ladrão de cargas Bruno Miguel – soldado Alex -soldado Russo ou Paraíba – soldado Junior – soldado e ladrão de cargas Renato – ladrão de cargas e veículos Porca Russa – soldado Bruno Boi- atua no tráfico e roubos Janaína – foragida da Justiça Coquinha – soldado Renato – soldado Vitor Hugo – soldado Negão – soldado Arake do Salgueiro – soldado Adriano -soldado; Bodinho – soldado Wiyllyams – soldado PP – soldado Felipe – soldado Máscara -soldado Grisalho – tem mandados de prisão. Piranha ou Vinicinho – tem mandados de prisão Bob do Sal – tem mandados de prisão JK ou Cocão – tem mandados de prisão Segundo investigações, as ruas José Francisco Correa, Alcina Barbosa e Travessa Flor de Lins encontram-se completamente obstruídas por barricadas.Traficantes armados que dominam a região desde março de 2020 usam caminhões de aterro despejam entulhos de obras, resto de esgoto, galhos de árvores, lixo domésticos, móveis e até mesmo animais mortos, deixando no local um cheiro insuportável, tais materiais ocupam toda a largura das referidas ruas impedindo a locomoção. Os meliantes também provocam queimadas e também foram colocaram barricadas fixas deconcreto. Um dos moradores do local é deficiente físico e não consegue sair de casa. FONTE: Relatório da Policia Civil disponível no site Jusbrasil

Traficantes do CV aterrorizam moradores de comunidades da Praça Seca. Eles ameaçaram cortar a cabeça de uma moradora, mataram duas mulheres e milicianos e queimaram os corpos, expulsam as pessoas de casa e têm ate local de desova para os cadáveres das vítimas. VEJA QUEM SÃO OS PERSONAGENS

Os traficantes Doca, Abelha e Pedro Bala, do Complexo da Penha, comandam também as comunidades da Praça Seca, como o Bateau Moche e o Morro da Barão. E colocaram ali os frentes. Na Barão, quem fica é o traficante Tiriça e na Bateau Mouche, os responsáveis são DVD e Sussuê. Doca, Pedro Bala e Abelha fizeram um acordo com o falecido Paulo Muleta e arrendaram suas áreas na Praça Seca pagando um valor mensal para explorar as comunidades que já eram de seu domínio Os bandidos locais aterrorizam os moradores, incluindo a vizinha Favela da Chacrinha. Em 13 de julho do ano passado, uma mulher teve sua casa invadida pelos criminosos vulgos João da Serra e Weltinho. O primeiro disse. “Eu só não vou arrancar sua cabeça aqui agora porque você tem duas crianças aqui dentro agora e não conte a ninguém que eu vim aqui” A moradora foi obrigada a desbloquear seu telefone e o traficante começou a olhar as mensaens no WhatsApp. João da Serra voltou a dizer. “Eu vou estourar sua cabeça agora”. Após as ameaças, os dois foram embora. A moradora se mudou do local por conta das ameaças. Foi pichado no muro de sua casa. “CV, Bonde do Urso, a casa é nossa”. A facção criminosa Comando Vermelho tem expulsado e tomado as casas dos moradores das diversas comunidadades da região. A moradora deixou uma motocicleta no local e os traficantes roubaram e ainda mandaram vídeo. “Aí otário, tua motocicleta táa qui, a gente está roubando para c.. e matando, essa bronca vai cair para cima de você A moradora, muito assustada, desligou a ligação e bloqueou o usuário e denuncio junto ao aplicativo. Ela teme por sua vida e deu família. As comunidades da Chacrinha, Quiririm, Bateau Mouche, Barão, Divino, Jordão e Calango, são dominadas pelo Comando Vermelho e eram esses os traficantes que mais apavoravam os moradores. O vulgo GTA, que morreu. Hersin, PTK, Magnus, Gabryel, Kauã, Cabelinho, Weltinho, Lucas, Ana Vitória, Fábio Biruta, Ti Pepy ou Bala, Maridão, Isaias, ED, João da Serra, Susse, Tiriça, Thiaguinho, Marquito e Ygor. Relatos de que duas mulheres chamadas de Monalisa e Maiara foram mortas por João da Serra, Weltinho e Marquito. Elas foram queimadas depois na localidade de Serenidade. Maiara era esposa de um antigo miliciano e Monalisa era usuária de drogas e teve desavença com os traficantes. Os bandidos do CV também mataram um miliciano vulgo Limão, que também foi queimado. ELes mataram também outro miliciano, vulgo Di Dedo Na localidade da Serenidade ou Jaqueira, perto de uma caixa d`agua, existem diversos corpos queimados de moradores que não colaboraram com o tráfico de drogas. No local, existem barricadas fixas e concretadas impedindo o avanço da polícia, bem como existem contenções armadas, com indivíduos portando fuzis e granadas. FONTE: Relatóriuo da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Relatório da Polícia Civil destrincha guerra entre CV e TCP na Ilha do Governador

Um relatório da Polícia Civil obtido pela reportagem revela como é a guerra do tráfico na Ilha do Governador.  No bairro, pode-se apontar a presença do tráfico de drogas de duas facções rivais: Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV), que constantemente entram em conflito por tomada de território.  Há registros de ocorrência que narram ataques “surpresas” entre as facções, onde dois ou três elementos, passando-se por usuários, se aproximam da boca de fumo e entram em rápido confronto com finalidade de se apoderarem dos fuzis que são utilizados na “contenção”.  Como consequência e reação, uma “boca de fumo” na área da outra facção, sofre o mesmo tipo de ataque, ambas causando morte e feridos em sua maioria.  Tais ataques são pontuais e não visam imediatamente a tomada do território, mas sim, se apropriar das armas utilizadas pela facção rival, tais ações deixam feridos e mortos entre membros das facções.  O Terceiro Comando Puro (TCP) tem por domínio territorial, cerca de 80% do Complexo do Dendê e Morro do Boogie Woogie, que avança geograficamente por toda parte central da Ilha do Governador e por toda sua extensão. O Comando Vermelho (CV) possui como domínio de território principal as comunidades: Comunidade do Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, posicionadas aos redores das bases militares da Aeronáutica.  O traficante Chapola,  preso  no Estado de Minas Gerais, fpo apontado nas investigações como líder da facção criminosa local, com domínio territorial do complexo do Dendê, responsável pela exploração do crime de tráfico de drogas, extorsão, distribuição de sinal ilegal (gatonet) dentre outros. Com a sua prisão, assumiu o comando o bandido vulgo Neves que tem como principais assessores Neguinho, Flamengo, Pepa, Bomba,  As comunidades Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, possuem estreita ligação com as lideranças do Complexo da Maré, formando um pool na prática de crimes.  Com as análises das ocorrências, pode-se afirmar, que em sua maioria os crimes de Roubo de Veículo, Roubo com retenção de vítima e de carga, além do Tráfico de Drogas, são praticados por elementos destas comunidades, assim como, do Complexo da Maré, esta, tendo em vista as rotas de fuga facilitadas pelas vias Linha Amarela e Linha Vermelha.  Em sua maioria, os crimes praticados por esta facção, limitam-se territorialmente suas práticas até a Praça do Avião, localizada na Estrada do Galeão, provavelmente em razão do rápido retorno ou saída da Iha do Governador.  As investigações apontam o elemento de vulgo “Cachulé, atualmente evadido do sistema penitenciário, como sendo líder do tráfico de drogas destas comunidades. Ambas as facções realizam a defesa de “seus territórios” fazendo uso de armas e barreiras físicas que impeçam a entrada da força policial, visando a manutenção e domínio na venda de drogas em toda sua área. As análises demonstram que tais territórios vem se expandido e tais facções a cada dia reforçam seu poderio bélico.   Na circunscrição desta unidade, notadamente pode-se verificar o aumento dos conflitos armados entre traficantes e policiais, assim como o aumento dos pontos de venda de drogas.  Há investigações em curso, demonstrando a existência do “disque-drogas”, serviço disponibilizado pelo tráfico para entrega delivery de drogas,Em outro curso da investigação, identificou-se o uso de máquinas de debito e crédito em vários pontos de venda de drogas, cuja finalidade seria a lavagem de capitais dos lucros obtidos com a ações criminosas.  Observa-se também, que as “bocas de fumo” passaram a ser posicionadas nas entradas das comunidades, mais próximas a “pista” e não mais no centro ou no alto da comunidade, e estas protegidas por elementos fortemente armados. Toda força armada do tráfico, assim como o gerenciamento na venda de drogas, é comandada a “longa manus” pelos líderes locais, que nunca se expõem diretamente em tais conflitos, mantendo se em segurança e ocultos no interior da comunidade. Devendo citar, que mesmo quando encarcerados, mantêm seus domínios através de contatos e ordem enviadas por linhas telefônicas celulares.  Em razão das facções possuírem delimitação territorial, pode-se facilmente identificar a “propriedade” e origem das drogas apreendidas ou vendidas, bem como dos armamentos utilizados nos conflitos, ou seja, por possuírem natureza territorialista e sendo facções rivais, pode-se atribuir por região, o controle, gerenciamento e o poder de mando de cada um dos identificados. Em conclusão, é possível afirmar que a venda, a estocagem, o uso dos armamentos, o posicionamento das “bocas de fumo”, o controle financeiro, assim como a aquisição de novas drogas a serem preparadas para a venda, somente é possível ocorrer em uma área delimitada, sob o comando e controle dos “líderes” locais FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

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