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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Jornalista apontado como chefe da quadrilha de furtos de cabos subterrâneos alvo da polícia do RJ esta semana também integrava organização que movimentava grandes quantidades de drogas, inclusive para o Rio

O jornalista apontado como chefe da quadrilha que atuva no furto de cabos subterrâneos que foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio nesta semana integrava também em uma organização criminosa que movimentava grandes quantidades de droga, aferindo alto enriquecimento ilícito. Sua atuação, apesar de mais intensa no Paraná, estende-se para outros Estados da Federação – notadamente para o Rio de Janeiro, e Minas Gerais em que há notícias e indicativos de transportes e remessa de grandes quantidades de drogas. O bando é aparentemente dotada de um avançado sistema operacional de atuação, em que as cargas de drogas são realizadas em compartimentos ocultos de caminhões refrigerados carregados com cargas lícitas, o que dificulta muito a persecução dos ilícitos. Ainda, possui estratégico sistema de lavagem de dinheiro, de modo que os rendimentos do tráfico são mascarados com negócios aparentemente lícitos, bem como, há indícios do uso de diversas pessoas e empresas como “laranjas”, para que a movimentação financeira da ORCRIM não chame atenção das autoridades . Há relevantes indícios de que a organização cooptou Policiais Civis e Militares, inclusive que atuavam na Comarca de Toledo/PR. Também há informações de que a ORCRIM não tem pudor em utilizar-se de crimes violentos, o que foi reforçado pela tentativa de assassinato sofrida por um membro em um contexto claro de “queima de arquivo” ou “acerto de contas”, evidenciando o envolvimento da ORCRIM com a prática de atividades delitivas, O jornalista em questão era o elo com o tráfico de drogas do Morro do Fallet e a quadrilha de furtava cabos. .Ele atuava como contador da facção Comando Vermelho, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem de dinheiro através de empresas reais. FONTE: Superior Tribunal de Justilça

Bandidos do CV suspeitos de participar de ataque à delegacia foram denunciados

O Ministério Público Estadual denunciou Deivid Rodrigues Barreto, conhecido como 2D, e Giliarde Sobescijanski Martins, o Gordinho ou Teleco, por associação para o tráfico de drogas, com o agravante do uso de armas de guerra. Eles foram presos temporariamente no dia 26 de fevereiro, durante as investigações sobre o atentado à 60ª DP (Campos Elíseos), ocorrido em 15 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 15 criminosos armados com fuzis invadiram a unidade para tentar resgatar o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, preso horas antes por tráfico e associação ao tráfico. Durante a operação que resultou na prisão, foram apreendidos celulares que, após análise pela Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, comprovaram o vínculo direto e funcional de ambos com a facção Comando Vermelho. As investigações apontaram que o grupo atuava sob forte intimidação armada, com uso de pistolas, fuzis e granadas. Deivid exercia a função de vigia e informante sobre ações policiais na região, enquanto Giliarde participou de um confronto armado que resultou na morte de quatro traficantes da mesma comunidade. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

Em meio a ataques do CV e a da ADA, nova milícia assumiu o controle de comunidade de Curicica

A Justiça confirmou que em março, traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) tomaram o controle da comunidade Vila Sapê, em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Mas segundo informações nas redes sociais, a ADA não ficou por muito tempo no local já que vários integrantes foram presos. Logo, uma nova milícia tomou conta da comunidade, que foi durante um bom tempo reduto de André Boto. O grupo é comandando por paramilitares da antiga como Betinho e um outro conhecido como Capitão Americano, que era do bando de Tubarão. Eles têm o apoio de Play do Jordão. No início desta semana, os traficantes do CV atacaram a Vila Sapê. Os invasores tomaram a arma de um policial morador do condomínio e ficaram de devolver a arma depois na portaria. No ataque, um bandido da Cidade de Deus foi preso. Ele é conhecido como França e foi pego na vizinha comunidade Dois Irmãos, recebendo abrigo de homens do Boto,. FONTE: TJ-RJ e Página Milícia RJ News (Twitter)

Ex-policial civil que era da milícia agora estaria com o CV e aterroriza a Zona Oeste do Rio

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o ex-policial civil Pulgão teria se aliado a traficantes do Comando Vermelho para tomar a comunidade do Catiri, em Bangu, Uma das informações passadas à reportagem apontam que ele teria estado no Complexo da Penha se reunindo com o traficante Doca, chefão da facção, e estaria junto do ex-miliciano RD, que vem comandando bondes do CV em diversos ataques a redutos da milícia na Zona Oeste do Rio. Há relatos de que ele vem tocando o terror nos motoristas de transporte alternativo no Catiri e Jardim Bangu. Antes de ser preso, Pulgão atuava como miliciano e dominava áreas na Zona Oeste do Rio Pulgão foi solto no ano passado.. Ele é condenado por chefiar uma milícia e foi acusado de usar o aparato da Polícia Civil para disputar territórios com o Wellington da Silva Braga, o Ecko, que morreu em 2021. Ele estava preso desde o dia 3 de julho de 2018, quando foi surpreendido com comparsas quando saía de uma boate na Barra da Tijuca por agentes da Corregedoria da Polícia Civil. No carro de Pulgão, que era roubado, os policiais encontraram ainda cinco fuzis, três pistolas, uma metralhadora antiaérea e munição de diferentes calibres. FONTE: Páginas Milícia RJ News e Bau do Rio OFC (Twitter)

Presos suspeitos de matar motorista de aplicativo no Rio Comprido. Câmeras flagraram o crime e imagens viralizaram

A Polícia Ciivl prendeu hoje dois envolvidos no assassinato do motorista de aplicativo Patrick Scialom França, no início de abril, no Rio Comprido. Na época do crime, viralizou um vídeo que mostrou a vítima entrando em luta corporal com um dos autores, e outro efetuou um disparo fatal. O profissional faleceu ainda no local. Os suspseitos foram capturados na comunidade Praia da Rosa, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Um dos presos é apontado como o batedor do bando e a moto vermelha apreendida com ele nesta sexta foi utilizada no latrocínio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso por ataque a helicoptero da CORE estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos por atacar PMs

Preso suspeito de ser um dos autores do ataque ao helicóptero da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em março que deixou o copiloto baleado, Douglas Fernando Lúcio da Silva, o Douginho, estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos de prisão em regime fechado. Em 2019, na comunidade da Coreia, em Senador Carmará, ele participoiu de um confronto com PMs e acabou saindo baleado. Na ocasião, PMs faziam patrulhamento pela Rua Caminho Anes Dias quando se depararam com um veículo Fiat Palio dirigido por Douglas, cujos ocupantes efetuaram diversos disparos contra os agentes, que revidaram. Mesmo depois de os ocupantes do Palio pararem de atirar, outros bandidos também fizeram disparos contra os PMs. Cinm Douglas e os comparsas, foram apreendidos na ocasião, um fuzil, uma espingarda e um radiotransmissor ligado na frequência do tráfico local. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso um dos suspeitos de atirar em helicóptero da Core e balear copiloto

A Polícia Civil prendeu hoje um dos envolvidos no ataque ao helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), durante uma operação realizada em março deste ano, na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o copiloto da aeronave foi ferido. Douglas Fernando Lúcio da Silva, de 33 anos, foi localizado, no bairro de Santíssimo, na mesma região. O preso era considerado como braço de guerra de um dos chefes do tráfico de drogas na Zona Oeste.  As investigações apontam que ele estava entre os atiradores no ataque que atingiu o policial. O homem capturado tinha um mandado de prisão pendente por tráfico de drogas desde 2020. FONTE: Polícia Civil do RJ

Absolvidos na Justiça, PMs que se uniram a miliciano para extorquir homem em Magé poderão ser expulsos da corporação após seis anos do crime

Depois de seis anos do crime, a PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de dois policiais militares que se uniram a um miliciano de Magé para extorquir um homem lhe atribuindo o delito de tráfico de droags. O caso aconteceu em dia 14 de janeiro de 2019, na Rua 103, Bairro Ipiranga,Município de Magé/RJ. Na ocasião, a vítima alega, que veio ser agredida e extorquida pelos indiciados em razão do recebimento de uma indenização pecuniária da Empresa Construcap, a qual foi responsável pela morte de sua filha menor, ocorrida em acidente de trânsito, no dia 03 de janeiro de 2015, Ocorre que os PMs, ao tomarem conhecimento do valor recebido de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), em conluio com o miliciano “André Careca”,chefe da milícia “Família Suruí”, arquitetaram o flagrante forjado contra a vítima, com a finalidade de obter vantagem econômica indevida no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Dianteda negativa em ceder à empreitada criminosa, os indiciados efetuaram da vítima e de seu companheiro, sobre a alegação de que ambos estariam envolvidos com o tráfico de drogasda localidade. Os PMs foram absolvidos na Justiça. A vítima relatou ter sido agredida fisicamente pelos indiciados e testemunhas confirmaram as agressões físicas com uso do ventilador,A vítima teme pela sua vida, visto que no dia 09 de maio de 2020, por volta das 15h, quando visitava familiares no bairro onde residia, veio a sofrer tentativa de homicídio, cuja au-toria é imputada ao miliciano André Careca, o qual desceu do veículo com uma pistola prateada e realizou vários disparos em sua direção. Em outra oportunidade, a vítima observeou Em outra oportunidade, a vitima observou o miliciano utilizando uniforme da PMERJ na presença do PM Andrezinho, que foi excluído da corporação. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Com o avanço do TCP e do CV na região das Vargens e do Recreio, somente uma milícia ficou na área. SAIBA MAIS

Segundo relatos nas redes sociais, hoje com o avanço do TCP e CV nas regiões de Vargens (Grande e Pequena) e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, somente uma milícia sobreviveu na área: a que atua na comunidade do Beira-Rio, no Recreio. A quadrilha é liderada por um indivíduo chamado Vinicius, que conta com seu braço-direito um suposto PM conhecido como Bigode. A milícia da Beira-Rio surgiu nos anos 2000, com o então sargento PM de vulgo China Banai à frente das comunidades Beira-Rio, 14 e Servidão D todas na Avenida das Américas. Após a morte do China, o então ex motoboy Vinicius deu golpe e assumiu o comando. Com o avanço do tráfico, Vinicius ficou acuado e se viu forçado a fazer uma aliança com antigos milicianos, como o Fernandes um ex- PM e miliciano de Vargens que atuaria hoje de forma discreta na cobranças da vans, mototáxis, mercados, igrejas e empresas de internet. Dois cunhados que atuariam na milícia_ vulgos DVD e Gonazga,_ seriam responsáveis por várias mortes e por ameaçar moradores da comunidade Beira-Rio. Há relatos de que Vinicius dvem fazendo várias covardias com moradores. A comunidade não aguentaria mais sofrer nas mãos dele e de seu bando. FONTE: Página InformaçõesVargens (Twitter)

SEAP recaptura três presos que não haviam voltado para a cadeia

Três presos que não retornaram ao sistema prisional fluminense voltaram para trás das grades após ação da Divisão de Busca e Recaptura da SEAP. A operação foi entre os dias 17 e 24 de abri A recaptura mais recente foi no dia 24, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. Natã Raimundo Julião Luiz, considerado de alta periculosidade, não retornou à cadeia desde a saída de Natal. Também responde por roubo. No dia 21, foi a vez de Danilo Henrique Nascimento Silva. Ele foi localizado na Zona Norte do Rio, no bairro da Abolição, e tinha mandado de prisão por roubo desde novembro do ano passado. Leonardo Abreu Mendonça foi encontrado em Barra Mansa, no sul do estado. Desde março, ele era procurado pela polícia depois de não retornar da Visita Periódica ao Lar. Ele responde por homicídio, tráfico e porte ilegal de arma. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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