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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Leia detalhes de uma sessão de tortura dentro de uma unidade de menores infratores no Rio que culminou com a marcação feita por objetos da sigla de uma facção na pele da vítima

Um processo sigiloso do ano passado que tramita na Vara da Infância e Juventude revela uma sessão de tortura cometida dentro de uma unidade para menores infratores no Rio de Janeiro. A vítima afirmou que diante de uma movimentação incomum dentro da unidade, dirigiu-se até o outro alojamento, onde foi amarrada pels internos. Em seguida, foi submetida a atos de asfixia, que culmiaram com a perda momentânea de consciência. Ao recobrar os sentidos, foi alvo de novos ataques, incluindo a privação do ar mediante o lançamento de tecidos sobre seu rosto. Logo depois, houve derramamento de água e por último marcação em sua pele da sigla alusiva a uma facção criminosa efetuada por meio de objetos improvisados extraídos dos recipientes alimentares. Os agressores verbalizaram. “O bagulho agora é tudo fechar o comando”. Segundo a Justiça, os atos extrapolaram em muito a mera ofensa à integridade física da vítima assumindo contornos nítidos de tortura, destacando que as ações obstruíram as vias respiratórias da vítima a partir da cobetura intencional do seu rosto por tecidos seguida de derramamento de líquido. Como o processo é sigiloso, não foi revelado nos autos disponíveis o local onde ocorreu o fato, nem a data, nem quantos autores participaram da tortura. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Adolescente que atraiu menores que tiveram os dedos amputados em Meriti para confessar roubo de celulares sorriu de satisfação quando os alvos foram capturados e ela mesmo pegou a faca e cortou os membros de um deles, que era seu ex-namorado, diz Justiça

A Justiça deu mais detalhes sobre um processo que tramita em sigilo que vai julgar os autores da tortura contra dois adolescentes na comunidade do Parque Juriti, em São João de Meriti, no ano passado, na qual as vítimas tiveram os dedos cortados após serem pegas para confessar o roubo de telefones celulares. Uma menor de idade que foi namorada de uma das vítimas e atraiu elas para as agressões deu um sorrisinho de satisfação ao ver que os alvos foram capturados. Ela mesmo pegou a faca e cortou os dedos do antigo namorado, segundo os autos. As vítimas foram agredidas com cabos de madeira e barras de ferro, além de sofrerem queimaduras. A adolescente tinha ciência de que não havia mais aparelho celular a ser recuperado e, mesmo sabendo que as vítimas eram moradores de comunidade dominada por facção rival, decidiu participar do plano, atraí-los e entregá-los aos algozes. Em nenhum momento, a menor admitiu ter sido coagida a participar da trama, revelaram os autos. Para atrair as vítimas, a menor alegou um suposto encontro para fins amorosos. Um outro adoescente que participou da tortura disse ter deixado o local antes das agressões começarem e ido para a praia mas essa versão não foi comprovada. Ambos adolescentes participantes do fato estão cumprindo medida sócioeducativa. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi espancado até a morte por causa de dívida de drogas em Araruama. Polícia tenta confirmar se suspeito com tornozeleira eletrônica participou do crime

Maicon Douglas da Silva Pinto foi assassinado no dia 11 de fevereiro deste ano na Estrada de Macabu, em Iguabinha, cidade de Araruama, na Região dos Lagos, por conta de uma suposta dívida de drogas. . O pai da vítima comunicou à 129ª Delegacia de Polícia que Maicon teria sido surpreendido por quatro pessoas num beco localizado na Estrada Vila da Pedreira, esquina com a Rua Damião Rodrigues da Silva, em frente da Escola Municipal Paulino Pinto Pinheiro Filho, em Iguaba Grande, onde foi agredido e forçado a entrar no interior de um automóvel de cor escura. Por volta das 21h do mesmo dia, o corpo da vítima foi encontrado com sinais de espancamento. Em diligências, a polícia obteve imagens de câmeras de segurança nas proximidades do beco em que a vítima foi surpreendida. Nas imagens, é possível visualizar que um dos agressores da vítima ostentava uma tornozeleira eletrônica. De acordo com o narrado, há indícios que de a motivação para o crime teria sido a existência de uma suposta dívida da vítima com o tráfico de drogas. Ainda, receberam uma denúncia anônima no sentido de que os possíveis envolvidos no homicídio de Maicon estariam no Bairro de Iguabinha, na localidade conhecida como Torre, na cidade de Araruama. Diante de tal informação, foi realizada uma diligência nos arredores do local do crime, momento no qual dois indivíduos foram avistados e levados à delegacia para prestar informações. Com as informações prestadas, a autoridade policial procedeu a consultas no banco de dados da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e identificou um deles,, que foi reconhecido por tsetemunhas como sendo o indivíduo que atende pelo nome de João e que é monitorado por tornozeleira eletrônica. Assim, para confirmar a possibilidade de o indivíduo flagrado pelas imagens das câmeras arrecadadas nas proximidades do local onde a vítima foi encurralada tratar-se do suspeito identificado, a autoridade policial representou pelo afastamento do sigilo dos dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica ostentada pelo suspeito. Com o objetivo de dar continuidade às investigações, a Autoridade Policial representou pelo afastamento do sigilo de dados da tornozeleira eletrônica de com o acesso aos dados de seu monitoramento nas datas na data de 11 de fevereiro 2025, no horário entre 16h e 22h. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

BOPE achou fuzil e homem ferido após guerra entre o CV e a milícia no Itanhangá

Um fuzil cal. 5.56 e um rádio transmissor foram apreendidos pelo BOPE durante patrulhamento na Rua Machado e Silva, Itanhangá, nesta madrugada. Após confronto entre facções, os agentes encontraram um indivíduo ferido com o fuzil. Ele foi socorrido ao Hospital Lourenço Jorge. A guerra na região é entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos que disputam o controle das comunidades Muzema, Tijuquinha e Sítio Pai João. FONTE: PMERJ

Motoboy foi morto pelo CV em Cosmos

Um motoboy conhecido como NG foi assassinado em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. Segundo relatos, ele foi.pego na Rua Bernardino.Rodrigues Amaro e morto pelo bonde do RD. Várias postagens no Instagram lamentaram a morte do rapaz. “Nunca iremos te esquecer para sempre vou lembrar de você meu amigo”. RD é ex-miliciano do Barbante que pulou para o Comando Vermelho e atualmente está se escondendo na Penha e na Vila Kennedy. Chegou a ser divulgada a sua morte nas redes sociais mas a história era forjada. FONTE: Página Campo Grandej Ao Vivo (Facebook e Instagram)

Após homem morrer baleado em suposto ataque do CV em Itaguai, surgem relatos que facção quer tomar áreas da milícia na cidade

Essa semana a PMERJ confirmou que um homem deu entrada em óbito no Hospital São Francisco Xavier,, em Itaguai, ao ser questionada pela reportagem sobre um ataque do Comando Vermelho na comunidade da Ponte Preta, que teria deixado duas pessoas baleadas. Pois bem. Circula nas redes sociais relatos, que foram confirmados pela reportagem com outra fonte que. traficantes do Comando Vermelho das comunidsdes do Sem Terra e Reta estariam supostamente planejando expansão territorial pela cidade com apoio de criminosos da Penha e Vila Kennedy. Segundo o que foi comentado, os bandidos pretendem.atacar as localidades da Ponte Preta, Vila Ibirapitanga e Chaperó, todas.redutos da milicia de Zinho. Os traficantes estariam avisando pelas redes que pretendem matar todos os milicianos e as pessoas que os apóiam. FONTE: PMERJ e Grupo Caos no RJ (Whatsapp)

Mais protesto orquestrado pelo tráfico(CV) fecha ruas no Engenho Novo. VIDEO

Mais uma vez os bandidos do Morro São João, no Engenho Novo, mandaram os moradores descerem para o asfalto e fechar a Rua Barão do.Bom Retiro e outras vias do bairro. Ónibus atravessados e latas de lixo com fogo bloquearam as ruas. . A PMERJ disse que equipes do GIT e da UPPSãoJoão reforçam o policiamento ostensivo na região da Rua Barão do Bom Retiro. O fogo colocado em lixeiras já foi controlado e o trânsito voltou a fluir normalmente. Cinco ônibus e lixo queimado são usados para fechar pistas no Engenho Novo Segundo a PM, “a motivação destas ações tem como origem a tentativa de desmobilizar uma ocupação da polícia militar no Morro São João” Os ônibus que foram feitos como barricadas fazem as linhas: MANIFESTAÇÃO NO ENGENHO NOVO Atenção, motoristas! Há uma manifestação ocupando uma faixa da pista da Rua Barão do Bom Retiro em ambos os sentidos, na altura da Rua Acaré. Trânsito lento ao longo da via. CET-Rio e Polícia Militar no local. Guarda Municipal acionada. FONTE:PMERJ, Grupos Caos no RJ, Diário das Comunidades e Intense (WhatsApp)

Químico a serviço do CV foi preso em Porto Real (RJ). Tinha até fuzil

Um químico que prestava serviços ao Comando Vermelho foi preso por equipes do 37° B.P.M (Resende) na madrugada de hoje, durante ação realizada no município de Porto Real. Um fuzil, 5.56 munições e diversos materiais utilizados na transformação da cocaína foram apreendidos. Outras duas pessoas foram também detidas. FONTE: PMERJ

PF prendeu 12 em operação contra quadrilha de comércio ilegal de cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho, patrono do Salgueiro. Um dos presos é um PM

A Polícia Federal prendeu hoje 12 pessoas, entre elas um PM, durante uma operação para desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional*, especializada no *comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo*.  O grupo é liderado pelo contraventor Adilsinho, atual patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Ele foi um dos alvos. O bando falsificava e comercializava os cigarros que produzia com o emprego de *embalagens falsas, trabalho análogo à escravidão, tráfico de pessoas* e *imposição de violência e terror* para que comerciantes de regiões dominadas pela quadrilha *fossem obrigados a adquirir o produto contrafeito* e *revender apenas o cigarro fornecido pelo grupo investigado* A investigação foi iniciada em fevereiro de 2023, após a *descoberta de três fábricas clandestinas de cigarros falsos* e do *resgate de inúmeros trabalhadores paraguaios submetidos a regime análogo à escravidão*,. Foi revelado em outra operação essa mesma organização criminosa tinha uma *célula de serviço paralelo de segurança*, coordenada por um policial federal e integrada por policiais militares e bombeiros, que também atuavam em outros serviços ilegais de acordo com os interesses do grupo. Além disso, integrantes de uma outra célula da organização criminosa eram os responsáveis pelo *fornecimento de insumos, maquinários e mão de obra escrava oriunda do Paraguai*, que eram empregados na produção clandestina dos cigarros no estado do Rio de Janeiro e em outras unidades federativas. Esta célula do grupo era administrada por uma mulher que possuía um serviço de segurança particular por parte de um policial militar.Já um outro núcleo do grupo criminoso era integrado por indivíduos responsáveis pelo *acompanhamento dos veículos que transportavam a mercadoria contrafeita, a qual era fornecida da Baixada Fluminense para comerciantes de outros estados brasileiros*. Um desses integrantes era um policial rodoviário federal que tinha a função de assegurar a entrega segura da carga. Os agentes federais tentaram cumprir *21 mandados de prisão preventiva*, *26 mandados de busca e apreensão* e *12 mandados de medida cautelar diversa da prisão*, incluindo a suspensão das funções de um policial rodoviário federal.  Foram emitidas ordens de bloqueio, sequestro e apreensão de bens, *avaliados em cerca de R$ 350 milhões*. Dentre eles estão *imóveis, veículos de luxo, criptomoedas, dinheiro em espécie, valores depositados em contas bancárias*, entre outros. *O montante obtido com o lucro dos delitos praticados era posteriormente submetido a lavagem de dinheiro*, com a consequente *remessa de altas cifras ao exterior de forma irregular*. Vale ressaltar também que o modus operandi dessa organização criminosa, no que diz respeito ao domínio de regiões e imposição de violência e terror, *é o mesmo empregado pelos grupos que exploram o jogo ilegal no estado do Rio de Janeiro*..Os investigados poderão responder pela prática dos seguintes crimes: organização criminosa; redução a condição análoga à de escravo;  tráfico de pessoas; crime contra a saúde pública; fraude no comércio; sonegação por falta de fornecimento de nota fiscal; crime contra a relação de consumo; falsificação e uso de documento falso; violação de direito autoral; lavagem de dinheiro; e evasão de divisas. *Operação Libertatis 2 – atualização* *12 presos* Onde foram realizadas as prisõess 2 (1 casal) em São Pedro da Aldeia/RJ; 1 PM, em Bonsucesso, no 22º BPM; 1 em Serra, no Espírito Santo/ES ;1 em Magé/RJ;1 em Nova Friburgo/RJ; 6 na cidade do Rio de Janeiro (Cachambi, Jacarepaguá, Ilha do Governador, Barra da Tijuca e Campo Grande); FONTE: Polícia Federal

Miliciano preso ontem em Seropédica é acusado de matar homem só por causa do furto de uma garrafa e de obrigar testemunha do crime a mentir em depoimento

O miliciano vulgo Quebra, que foi preso ontem em Seropédica, é acusado de matar um homem só por causa do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido em 23 de agosto de 2020, no bairro Santa Sofia, em Seropédica/RJ. Quebra efetuou disparos de armas dse fogo contra Thiago Curityba Ramos, provocando sua morte. Segundo apurado, o crime foi praticado por motivo torpe, qual seja, uma antiga rixa existente, por conta do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, haja vista que o miliciano, se valeu da surpresa, atacando a vítima de maneira súbita enquanto ela caminhava. No local do fato, foi encontrado o documento de identidade e a carteira nacional de habilitação do criminoso que permaneceu no local acompanhando os trabalhos periciais. Inicialmente, Quebra informou que sua bermuda estava rasgada e que os documentos teriam caído. No entanto, posteriormente, foi possível verificar que a informação era inverídica. Tal elemento informativo, somado aos termos de declarações colhidos em investigações policiais, permitem a conclusão por indícios de autoria do crime. Uma testemunha disse que Quebra lhe procurou depois do dia do crime, e o coagiu a mentir em depoimento, dizendo que o colocou como testemunha junto ao inquérito para que ele confirmasse que teria encontrado o seu documento de identidade. Não somente, o declarante ainda externou que sente medo, pois João é conhecido como “Quebra” na região, o que significaria que ele é “matador”. Afirmou, ainda, que foi até a sede policial depor motivado a mentir, coagido pelo denunciado, e para confirmar a versão que o bandido combinou com ele, por medo do que ele poderia fazer, caso soubesse que ele teria contado a verdade. No entanto, preferiu falar a verdade, afirmando que não queria se envolver na situação. Nesse mesmo contexto, a testemunha relembrou uma ocasião em que Quebra se comportou de forma extremamente violenta com outro indivíduo do bairro, em um determinado dia que este estava empinando uma motocicleta na rua, onde crianças brincavam. Após o fato, ele sacou uma arma de fogo e realizou três disparos para o alto, na intenção de intimidá-lo. A ex-companheira de Thiago afirmou que, após o assassinato, Quebra passou de carro em frente a sua casa diversas vezes, causando medo a declarante, uma vez que moradores da região dizem que ele teria sido o mandante do assassinato”. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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