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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Inteligência da Polícia Civil descobriu tentativa de aproximação do TCP com a maior milícia do RJ mas caso foi arquivado

Procedimento investigatório instaurado por determinação da autoridade policial lotada na Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Polícia Civil – SSINT/SEPOL no ano passado verificou-se que traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro – TCP baseados na Vila Aliança buscaram aproximação da narcomilícia presente nos bairros de Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e adjacências, a fim de aumentarem seu poderio bélico e financeiro, com a finalidade de se organizarem, planejarem e executarem atividades delitivas, em especial a tomada armada de comunidades dominadas por facções rivais, notadamente o Comando Vermelho. Segundo a apuração, os traficantes Sabão de Senador Camará e Vila Aliança, Lacoste do Complexo da Serrinha e Scooby ,do Morro dos Macacos formavam o o trio de líderes do Terceiro Comando Puro, que atuam em parceria com narcomilicianos como o de vulgo Cinco Letras,”, fornecendo apoio mútuo à manutenção ilegal e violenta dos territórios já dominados. Durante a investigação foi autorizada a interceptação telefônica de terminais e o afastamento do sigilo telemático de alguns alvos, entretanto, apesar das mencionadas medidas cautelares terem permitido a identificação de algumas características e dinâmica de atuação do grupo criminoso, bem como terem auxiliado na obtenção e difusão de diversas informações úteis à Inteligência Estratégica de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, como a prevenção de ataques de criminosos a unidades e equipes policiais, a identificação e intervenção nas investidas criminosas para disputa territorial entre organizações criminosas rivais, não foi possível, todavia, identificação precisa dos autores dos eventos. Não houve nos autos a identificação dos agentes e suas condutas ilícitas individualizadas, uma vez que boa parte dos terminais monitorados não se encontrava em utilização ou não apresentou, ainda que em efetivo funcionamento, diálogos com alguma relevância do ponto de vista da persecução penal. Apesar de terem sido detectadas algumas poucas conversas suspeitas, com indícios de cometimento, em tese, de ilícitos penais, no entanto, estas foram mantidas de forma truncada, não sendo possível identificar a dinâmica em toda a sua completude, apesar dos esforços da equipe de análise.Por isso, careceram nos autos de elementos determinantes da autoria que autorizem o oferecimento de denúncia, e bem como a continuidade da investigação. Por isso, o caso foi arquivado. FONTE: Informação de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Com acesso livre a celulares na cadeia, traficante da ADA controla câmeras instaladas em comunidade de cidade do Norte Fluminense e condena vítimas no ‘Tribunal do tráfico’

Investigação revela que o traficante Buldogue, mesmo preso, continua coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) na cidade de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, Além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, o bandido age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. O caso invesgado no IP 147-00264/2024 em que houve mais um episódio de tribunal do tráfico, familiares da víma testemunharam todo ocorrido, em que Buldogue determinou a tortura e execução da vítima. A audácia e sensação de impunidade é tamanha que o invesgado, sem o menor pudor, falava ao telefone com policiais militares, tal como ocorreu nos autos do IP 147-00582/2024. Buldogue se vale de aparelhos de telefone celular na cadeia para poder coordenar sua avidade ilícita. Restou provado que Buldogue e Carlão(outro interno do sistema penitenciário) tem acesso direto a câmeras de segurança espalhadas pela localidade, inclusive se comunicam diretamente por intermédio de microfone acoplado à câmera. Além disso, usam o telefone celular para controlar o direcionamento da câmera, apontando para onde desejarem, como clara intenção de direcionar toda avidade criminosa que ali ocorre. Obviamente, além disso, usa o telefone para chamadas de áudio e vídeo com seus subordinados e com a alguns cidadãos que procuram os traficantes para prestar esclarecimentos, prestar contas de suas avidades e solicitar auxílio para resolução de demandas. A degravação conda na informação sobre invesgação registra que a parr do horário de 15h 20 min do dia 25/09/2024 ocorre um diálogo em que uma pessoa se apresenta aos traficantes do Bar da Ilha para se jusficar sobre uma suposta acusação de furto. Neste diálogo o cidadão fala diretamente o vulgo de Buldogue. Neste episódio o diálogo foi feito por telefone e monitorado diretamente pela câmera, em tempo real, fato este que restou evidenciado que Buldugue tinha acesso ao vivo de tudo que ocorre na localidade. Pelas imagens e capturas sonoras ambientais da própria câmera, foi possível perceber que os traficantes, seguranças e olheiros da boca-de-fumo falavam com Carlão pela própria câmera e também por ligação de telefone celular. Constatou-se que ele monitora a boca-de-fumo do bar da ilha, vendo a posição dos traficantes, olheiros e seguranças, bem como realizando a contabilidade do dinheiro arrecadado ao longo dos plantões. Impende ressaltar que ele está atualmente preso e, mesmo assim, consegue ter acesso a aparelho celular e tecnologia para viabilizar o controle remoto da câmera de segurança. No horário de 22h 39min do dia 25/09/2024 uma mulher interagiu com Carlão pela câmera em contexto que não deixa dúvidas de que, de fato, o criminoso estava naquele momento dirigindo toda a cena criminosa em tempo real de dentro do sistema penitenciário. Os bandidos da quadrilha sçao no triplo homicídio ocorrido neste município (IP 147-00628/2024). Um adolescente era um dos responsáveis para ligar para o Buldugue quando do julgamento do Tribunal do Tráfico realizado e capturado pela câmera de segurança. O traficante DZ ligou para Buldogue na parte que uma mulher idosa foi procurar o Tribunal de Tráfico. Um olheiro que se passa como trabalhador de um estaleiro que fica muito próximo ao bar da ilha e, por tal movo, passa despercebido pelas guarnições da polícia militar. . As imagens deixam límpido que ele não é mero informante ou colaborador, atua com muito afinco, intensidade e importância na vigilância das invesdas policiais, aparece, até mesmo, interagindo com a câmera manipulada pelos chefes, mostrando inmidade e que tem pleno conhecimento e aceitação de toda a cadeia de comando. Nega Leidi era olheira e vapor, sempre gritava “Lombrou”, “Olha a barca”, “Olha o Versa”, “Olha o Corolla”para avisar aos comparsas) sobre aproximação de viaturas e eventuais ataques da facção rival TCP e apontando e indicando o local em que os usuários pegariam as drogas. o local em que os usuários pegariam as drogas. Uma adolescente infratora tem a mesma função de Nega. Ela foi flagrada pelas imagens das câmeras de segurança monitorando toda a atuação das viaturas policiais e prestando auxílio aos demais traficantes. Uma outra mulher ensina como tumultuar as invesdas da PMERJ no local. Em um diálogo, ela disse. “Tem que ter feito para bater de frente com a polícia. A câmera é do bar e você não pode meter a p.. da mão. O bar não tem nada a ver com o tráfico de drogas, sendo a câmera para minha proteção, para minha vigilância, você tem que bater de frente”. Mais uma mulher avisa aos traficantes sobre a movimentação das viaturas da PMERJ, apontando o local de onde vem e para onde foram. Este policial tentou colher a qualificação dela, mas ela sempre se esquiva correndo para dentro de casa quando vê a aproximação de qualquer viatura ou veículo diferente. Um homem foi flagrado pelas imagens, em diversas oportunidades, dando informações para os traficantes sobre o local em que viu as viaturas da polícia. Ele sempre é visto numa motocicleta branca e, sempre que aparece na boca-de-fumo, sente-se na obrigação de passar informações sobre as viaturas de polícia que viu no trajeto. FONTE: Informações de processo de processo do TJ-RJ disponíveis o site jurídico Jusbrasil

Justiça decretou prisão temporária de traficantes do TCP suspeitos de atacarem rivais do CV em Três Rios: um morreu e outro ficou ferido

A Justiça decretou as prisões temporárias de dois traficantes do Terceiro Comando Puro suspeitos de promoverem um banho de sangue em Três Rios no último dia 25 de abril. Na ocasião, um bandido do CV foi morto e outros dois ficaram feridos. As vítimas estavam em uma barbearia. Segundo os autos, os atiradores pararam motocicleta de cor escura na esquina próxima ao numero 21 da Rua Fagundes Varela, bairro Vila Isabel, sacaram pistolas que traziam na cintura, deram alguns passos e começaram a efetuar disparos na direção de indivíduos que estavam no interior da barbearia Salgado do Corte. “O episódio foi gravado por cameras de segurança do mercado ao lado da barbearia, tornando possível visualizar os atiradores e ver quando as pessoas que transitavam pelo local tentam se afastar e uma das vitimas tentou fugir correndo pela rua enquanto disparos são feitos em sua direção. Os traficantes Emerson dos Santos Vieira Ladislau, vulgo Mimi e o vulgo PL, além de L.M.M foram socorridos e levados pelo Samu para Unidade de Pronto Atendimento de Três Rios e Hospital de Clinicas Nossa Senhora da Conceição. Emerson foi declarado morto ao chegar na Upa. PL chegou lucido e foi entrevistado no corredor do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Questionado através da lente de um telefone celular, PL, conhecido traficante associado a facção criminosa Comando Vermelho, afirmou que identificou os atiradores. Uma testemunha detalhou ter visto quando um dos motociclistas invadiu a barbearia e disparou contra seus clientes que estavam no local. Segundo o declarante, vendo que o rapaz tinha uma pistola nas mãos, correu sem olhar para trás. A testemunha ainda teria se deparado com o segundo atirador que estava na calçada e vestia um colete verde, vendo ainda, do lado de fora, quando os atiradores subiram na motocicleta que acredita ser uma Honda CG 160, e deixaram o local em fuga. Os fatos ocorridos naquele final de tarde, revelam mais um capítulo da disputa declarada entre traficantes de facções criminosas rivais que se instalaram na cidade. O traficante sobrevivente não teve dúvidas ao identificar os atiradores.. Afirmou que já foi “cria” do Morro São Carlos e que já conhecia os autores.Na noite seguinte, dois outros traficantes foram alvos de disparos na região de Nova Niterói e a polícia acredita que todos estes crimes podem ter uma relação e podem ser explicados ou esclarecidos com a prisão dos dois atiradores. A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão em diversos endereços de suspeitos de pertencer ao TCP na cidade. A diligência de busca e apreensão deverá se dar visando a arrecadação de objetos que guardem relação direta ou indireta com o episódio, principalmente a arma utilizada. FONTE: TJ-RJ

Preso maior traficante de animais silvestres do RJ

Foi preso ontem um homem apontado como o maior traficante de animais silvestres do estado do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante uma abordagem na BR-101, na altura de Itaboraí. No interior do veículo abordado, os policiais encontraram 163 aves silvestres sendo transportadas em sacolas fechadas. Os animais seriam vendidos em feiras clandestinas, em especial a de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Um segundo investigado também foi preso na ocasião. Nos endereços ligados ao suspeito, os agentes encontraram aves sem documentação, anilhas falsificadas, roupas táticas, materiais de caça, celulares, computadores e planilhas de pagamento. FONTE: Polícia Civil do RJ

Bicheiro inimigo de Celsinho da Vila Vintém (ADA) pagou policiais para transferí-lo para presídio federal. Suposta traição do traficante fez com que surgisse o TCP

Preso ontem, o traficante Celsinho da Vila Vintém era inimigo do falecido contraventor Fernando Iggnácio. Em 2017, o bicheiro determinou que o traficante fosse transferido para um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro mediante pagamento de propina a policiais. Para isso, houve uma pactuação entre delegados, entre eles Maurício Demétrio, demitido da corporação, para a fabricação de expedientes para conferirem subsídio a uma representação policial pela decretação de prisão preventiva de Celsinho e sua posterior remoção para outro estado. Um dos delegados, à época a frente da DP da Rocinha, aceitou a promessa de pagamento de vantagem indevida. e representou pela decretação da prisão cautelar de Celsinho. No mesmo ano, Celsinho da Vila Vintém teria fornecido apoio à Antônio Bonfim Lopes, vulgo” Nem da Rocinha “, na retomada do controle das atividades do tráfico naquela comunidade, que havia sido tomada pelo Comando Vermelho. No tempo todo que ficou preso da outra vez (entre 2002 e 2022), Celsinho transmitia as ordens para sua mulher que fazia uso de sua qualidade de esposa para ter livre acesso ao mesmo, realizando visitações e recebendo telefonemas através dos quais lhes são passadas instruções relativas ao comando do tráfico. Cabia a ela servir de elo entre o mentor intelectual da quadrilha e os seus demais integrantes, transmitindo ordens e instruções de atuação. Ela possuía contato com os integrantes da quadrilha, conhecidos como “Frente”, e, na ausência de determinação do Celso, lhe cabia a decisão final acerca de todas as atividades criminosas praticadas pelos narcotraficantes. Ela também tinha a tarefa de receber e administrar todo o dinheiro recolhido com a venda de drogas, atuando como contadora, tendo, após a prisão de “Celsinho”, assumido o controle da favela. Investigações antigas trouxeram relatos de como a quadrilha de Celsinho torturava e humilhava pessoas, descrevendo que a ordem parte do interior do presídio especificando-se como titular das ordens Celsinho da Vila Vintém”. Ele mandava nas comunidades Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Wogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão” Celsinho chegou a ser acusado de mandar matar um homem que não permitia que os traficantes usassem a laje de sua casa como esconderijo de armas e drogas. Depois que Celsinho deixou a cadeia em 2022, os presos vulgos Quito ou Cérebro e Cimar ou Veludo), que eram homens de sua confiança, assumiram a liderança da ADA na prisão. Quito, por exemplo, teria participado ativamente no planejamento e execução da ação que ensejou a fuga da unidade prisional Bangu 6. Ainda segundo tais dados, a cúpula da facção teria autorizado a fuga para suposta retomada de pontos de venda de drogas na capital fluminense. Celsinho fundou a ADA nos anos 90 junto com Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê. Com a morte deste em 2002 em uma rebelião dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, houve um racha na união entre a ADA e o Terceiro Comando, propiciando a formação do Terceiro Comando Puro. Sobre a rebelião,, Celsinho da Vila Vintém alegou que, no dia do crime, tentou se proteger do ataque dos presos e não viu Fernandinho Beira-Mar participando da invasão a cela de Uê. Celsinho foi acusado de traidor e isso foi um dos motivos do rompimento do TC e da ADA. Celsinho permaneceu com a ADA ao lado de Paulo César Silva dos Santos, o Linho, que comandava o Complexo da Maré, além de traficantes do São Carlos, Dendê, Serrinha, Muquiço e Pedreira. Do outro lado, com o TCP, ficaram bandidos de Acari, Senador Camará, Parada de Lucas e parte do Complexo da Maré (morros do Timbau e Baixa do Sapateiro). FONTE: Informações de processos do TJ-RJ obtidas no site jurídico Jusbrasil

Único bandido do Complexo de Israel (TCP) preso no dia em que os traficantes mataram três inocentes de propósito nas vias expressas do Rio foi condenado a pena curta e ainda em regime semiaberto

O bandido que foi preso no dia 24 de outubro de 2024 quando traficantes do Complexo de Israel fizeram disparos em direção a pessoas inocentes e policiais nas vias expressas do Rio deixando três mortos e três feridos foi condenado somente a quatro anos e seis meses de prisão e ainda por cima em regime semiaberto. O criminoso da Cidade Alta foi preso com 01 (um) rádio comunicador e artefato explosivo, conforme se constata das circunstâncias abaixo descritas, que envolveram a prisão. Ele foi acusado junto com comparsas de efetuar disparos de arma de fogo e arremessar granadas na direção de policiais militares, visando evitar a prisão em flagrante, bem como assegurando a evasão dos comparsas. Um PM narrou que se deparou com um cenário de guerra ao chegar com a ambulância na comunidade: pessoas aos gritos ao chão tentando se proteger, diversos disparos, e sons de explosivo. À aproximadamente 50m do local de desembarque, foi alertado por passageiros de um ônibus que um grupo de pessoas efetuava disparos e lançava explosivos de uma laje em sua direção. Avistou o grupo e realizou três disparos, o que fez com que os indivíduos corressem. Solicitou auxílio ao seu colega, e, junto a esse, foi até o local em que o grupo estava, porque cria ter atingido um dos agentes. No local, se defrontou com uma poça de sangue; seguindo o rastro deixado pelo sangue, encontrou o suspeito em um prédio circunjacente, tendo esse lhe entregado um rádio comunicador, e perto do acusado, no chão, estava uma granada. Não conseguiu precisar se o réu havia efetuado disparos em sua direção, mas é certo que o grupo era formado por ao menos três pessoas, as quais viu atirarem em sua direção, tendo para se defender atirado e acertado o réu na nádega. Apenas o acusado foi preso após o confronto, pois o restante dos agentes do grupo conseguiu fugir. Outro PM disse que se manteve na ambulânciam uma vez que era o condutor, sendo notificado por seu colega de farda do confronto e de que um agente tinha sido alvejado. Ao acudir o colega de farda que efetuou o disparo, deparou-se com o réu baleado, bem como um rádio transmissor e uma granada perto de uma poça de sangue. Os PMs atestaran que o confronto entre as autoridades policiais e os membros da facção criminosa local, – sendo certo de que ao menos três pessoas formavam o grupo que efetuava disparos e lançava explosivos em sua direção-, flagraram o suspeito no local onde o grupo criminoso atacava as autoridades policiais, na posse de um rádio comunicador e de uma granada, perto de uma poça de sangue, após ter sido baleado durante o enfrentamento. FONTE; TJ-RJ

Mataram morador em Nova Iguaçu que reclamou que estavam praticando crime em frente da sua casa e fugiram para a Rocinha (CV)

Traficantes do Comando Vermelho vulgos Jota e Di Bobeira mataram um morador em Nova Iguaçu (localidade não informada nos autos) por conta de uma discussão com a vítima que não gostou que os suspeitos estivessem praticando crime em frente da sua casa. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada. “Ivo de Souza Costa foi morto, após uma discussão entre eles, em razão da insatisfação da vítima acerca da presença dos denunciados em frente a sua residência no exercício de supostas atividades ilícitas em contexto de organização criminosa”, dizem os autos. A autoria está comporvada pelas imagens feitas no local bem como por uma testemunha que estava presente no momento do crime, bem como pelos reconhecimentos dos acusados por outras quatro testemunhas, que apontaram que eles eram seus conhecidos, sobretudo uma das testemunhas que reside no local há 40 anos. . Consta dos autos que após o crime os denunciados evadiram do local e não mais foram encontrados, sendo afirmado por uma das testemunhas que eles teriam ido para a Rocinha, informação que, de acordo com a investigação, se compatibiliza com uma imagem. FONTE: TJ-RJ

Polícia pediu prisão de chefão do CV por sua aliança com a ADA e a milícia

A Polícia Civil pediu a prisão de Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefão da facção criminosa Comando Vermelho pela sua aliança com Celso Luis Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém, líder da ADA (Amigos dos Amigos), preso hoje. Os policiais cumpriram também mandado de prisão contra o miliciano André Costa Bastos, o “Boto”, que está preso, e é outro vértice desta aliança entre as quadrilhas. Boto, mesmo preso, negociou o controle da Vila Sapê, em Curicica, com Celsinho, permitindo a entrada da facção no território. Posteriormente, ficou comprovado que Celsinho também firmou um pacto com Doca para garantir a estabilidade do novo domínio. Esse acordo foi firmado também para que Doca pudesse expandir seu domínio para a Zona Oeste, usando as comunidades controladas por Celsinho, como “ponto de apoio” para as inovações. “As investigações tiveram início em fevereiro, após a prisão de oito traficantes em Curicica. Todos os detidos eram oriundos da Vila Vintém e afirmaram ter sido enviados por Celsinho para ocupar a área, até então sob domínio da milícia. A operação policial revelou que a ocupação ocorreu sem resistência, apontando para um acordo entre os grupos criminosos”, esclareceu o delegado Marcos Buss, titular da 32ª DP. Considerado um dos traficantes mais perigosos do Rio de Janeiro, Celsinho é fundador da ADA e possuía 52 anotações criminais. Mesmo após 20 anos de prisão, solto em 2022, continuava a liderar ações criminosas na Zona Oeste, com histórico de brutalidade, alianças estratégicas e envolvimento direto em rebeliões prisionais. “A prisão é de suma importância no contexto da Operação Contenção, que começou com a prisão do responsável por treinar criminosos para confrontos, e com o bloqueio de R$ 6 bi da facção criminosa. Hoje, tiramos de circulação um marginal que jamais deveria ter saído da prisão”, pontuou o secretário Felipe Curi. FONTE: Polícia Civil do RJ

Celsinho da VIla Vintém (ADA) fez acordo com a milícia e o CV para ocupar áreas em Curicica e deixava outra facção dominar seus redutos para servirem de base para ataques a paramilitares

Segundo a Polícia Civil, o traficante Celsinho da Vila Vintém, preso hoje, fez um acordo com o miliciano André Boto (preso) para que a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) ocupasse áreas em Curicica, em Jacarepaguá, mas esse acerto se estendeu também a bandidos do Comando Vermelho que dominam comunidades no entorno. Policiais afirmaram que essa traficância nestas áreas só poderia ser realizada de forma extensiva na região se houvesse um acordo entre as lideranças, ADA, Comando Vermelho e milícia. Segundo o secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, Celsinho deixava que traficantes do CV tomasse conta de suas áreas para serem utilizadas como base e pontos de apoio para dali partirem para invadir redutos da milícia em Santa Cruz, como Antares e Rodo. Curi afirmou que Celsinho saiu da prisão em 2022 dizendo que iria ‘criar porcos’ mas na verdade se juntou a outros criminosos (CV e milicianos) para fazer parte desta política expansionista do CV. Foi informado que quando os agentes tentaram prender Celsinho, eles foram recebidos a tiros pelos criminosos mas que ninguém ficou ferido. Foi explicado que quando a polícia reage, ela reage com o compromisso de não atingir o cidadão de bem e quando o marginal atira, ele não tem compromisso nenhum. Se tiver que balear uma criança, balear um idoso para poder ganhar temopo e fugir ao cerco policial. Segundo denúncia antiga do Ministério Público Estadual, Celsinho da Vila Vintem ainda que preso no Complexo Penitenciário de Bangu (entre 2002 e 2022) continuou a comandar e controlar todas as atividades de práticas de tráfico de drogas nas comunidades: “Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Nogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão FONTE: Polícia Civil do RJ e TJ-RJ

Carro do goleiro do Flamengo foi alvo de disparos em arrastão na Linha Amarela

Jogadores do Flamengo que voltavam do Aeroporto do Galeão foram vítimas de um arrastão na Linha Amarela no final.da madrugada de hoje mas conseguiram escapar. O carro do goleiro Rossi foi alvo de disparos. O automóvel é blindado. “Ao desembarcarem no Rio de Janeiro, por volta de 5h30 da manhã, retornando para suas casas após partida na Argentina válida pela Libertadores, alguns automóveis de jogadores do Flamengo sofreram tentativa de assalto na Linha Amarela, na altura de Bonsucesso. O carro onde estava o goleiro Rossi, que é blindado, chegou a ser alvejado com quatro tiros. Apesar da grave ocorrência, a tentativa não se concretizou e nenhum dos atletas ou integrantes dos veículos se feriu. Todos os jogadores envolvidos já se encontram em suas residências.“, diz nota do clube. Um motorista teve o carro, celular e documentos roubados teve o carro roubado. Ele disse que eram quatro bandidos com fuzil e pistola. Um outro veículo também foi levado. A vítima disse que os criminosos fecharam a pista com dois carros. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa, através do comando do BPVE, que, nesta quinta-feira (08/05), policiais militares realizaram buscas pela região e conduziram as vítimas para a 21ª DP. FONTE: PMERJ, Flamengo e entrevista de motorista para TV

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