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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Traficantes da Barreira do Vasco (CV) são suspeitos de matarem responsáveis pelo gatonet e pela internet da comunidade. Dono da TV a cabo clandestina foi morto porque não aceitou pagar o aumento da taxa imposta pelos criminosos

Traficantes da comunidade Barreira do Vasco, em São Cristóvão, mataram no ano passado um homem responsável pela distribuição do gatonet na favela por ele não aceitar pagar um aumento na taxa exigida pelos criminosos. O chefe do tráfico, vulgo Parazinho e um dos executores tiveram as prisões preventivas decretadas este mês.  O crime foi cometido em 17 de março de 2024 em um campo de futebol que fica em frente ao estádio de São Januário. A vítima Leôncio Castor Silva estava com o irmão na calçada  quando parou um veículo Kia Cerato, modelo novo, de cor branca, placa não anotada, que fizeram disparos. Um deles era o de vulgo Sabiá e o outro era conhecido como Cartolinha ou Cartola ambos traficantes do Morro do Tuiuti, que migraram para a Barreira do Vasco. Eles são seguranças do líder do tráfico na comunidade, vulgo Parazinho. Eles haviam se mudado para a Barreira do Vasco há cerca de um ano, Leôncio trabalhava fornecendo televisão cabeada (gatonet) para moradores da comunidade Barreira do Vasco, há cerca de cinco anos. Os traficantes da região, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, respeitavam Leôncio, tendo em vista ser “cria” da referida comunidade. Em contrapartida Leôncio efetuava o pagamento da quantia de R$ 5.000,00 mensais para o tráfico de droga Antes do crime, Leôncio havia dito que Parazinho queria aumentar a quantia paga, no valor de R$20.000,00 mensais mas ele se recusou a pagar dizendo inclusive que todo o trabalho era dele, que “ele era quem subia no poste para fazer a instalação. Uma testemunha relatou que um amigo de confiança de Leôncio , que ajudava em toda a operação do gatonet, possa ter convencido o tráfico a aumentar o valor da cobrança, tendo em vista que recentemente ele virou o responsável pela cobrança do gatonet da comunidade Barreira do Vasco, substituindo Leôncio. Há relatos também de que Cartola também foi o autor do homicídio de Thiago Monteiro de Melo, que era responsável por distribuir internet para os moradores da Comunidade Barreira do Vasco;  A testemunha disse que viu Cartola na garupa de uma motoccileta  efetuando disparos contra Thiago. O declarante disse que ajudou a socorrer Thiago  ajudou a socorrer colocando ele em um carro (Uber), que passava pelo local. Thiago foi transportado para Hospital Souza Aguiar, onde veio a falecer; O  fato ocorreu em julho de  2023. Uma outra testemunha confirmou que Leôncio comandava a distribuição do gatonet na comunidade cobrando  R$ 50 por residência e que pagava R$ 7 mil mensais ao tráfico. Disse que ouviu falar  que, em dezembro de 2023, houve uma mudança no comando da favela e os novos traficantes, da mesma facção(C.V.), exigiram de Leo, R$ 20.000,00, por mês, para manter o serviço, o que fez com que Leo aumentasse o valor mensal para R$ 70,00, por residência. A declarante não sabe dizer se Leôncio, pagou ou não o novo valor aos traficantes. Ouviu, que na comunidade da Barreira, havia sido executado depois que assumiu o novo comando, o detentor do serviço de “internet” no local, e que acredita que possa ter sido pelo mesmo motivo, que Leo possa ter sido executado. FONTE: TJ-RJ

Quadrilha nacional de traficantes de drogas sintéticas pagava taxas a bandidos de facções do Rio. PF fez operação

A Polícia Federal fez hoje uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada na produção e distribuição de drogas sintéticas que atua em âmbito nacional e possui capacidade estimada para fabricar mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy por ciclo de produção. A quadrilha operava sob a proteção de facções criminosas locais, mediante o pagamento de um “tributo territorial”, que na prática funciona como um sistema informal de alvará de funcionamento ilícito. Em contrapartida, parte da droga produzida era destinada ao tráfico local. A ação ocorreu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e no Distrito Federal. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio e o sequestro de bens, imóveis, contas bancárias, criptoativos e veículos de luxo, com valor estimado em R$ 50 milhões. O bando contava com laboratórios clandestinos instalados em comunidades do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e no interior do Paraná, além da utilização de empresas de fachada para a aquisição de insumos químicos e movimentação de recursos ilícitos. As substâncias químicas empregadas na produção dos entorpecentes eram adquiridas com notas fiscais emitidas por empresas de “fachada” desvinculadas de suas atividades reais, como perfumarias e barbearias. Segundo laudo pericial da Polícia Federal, uma única empresa de fachada vinculada ao líder do grupo adquiriu cerca de 4,6 toneladas de DMSO, insumo essencial à síntese de MDA, o que permitiria a produção de mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy. O suposto líder da organização criminosa foi preso na data de ontem, 13/5, em um apartamento de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos de luxo, dinheiro em espécie, drogas sintéticas e documentos relevantes para a investigação contra o grupo criminoso. Outros dois integrantes da organização também foram presos na última terça-feira, sendo um deles no Recreio dos Bandeirantes e o outro no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ao longo das apurações, foram realizadas apreensões e prisões significativas, entre as quais se destacam: a prisão de um investigado com 67.000 comprimidos de ecstasy, apreendidos em novembro/2023; prisão em flagrante de outro investigado, também em novembro/2023, no interior de um laboratório clandestino em Duque de Caxias/RJ com farta quantidade de insumos, drogas e equipamentos; e prisão em flagrante de uma integrante da organização em agosto/2023, na Rodoviária Novo Rio, durante o transporte de drogas com destino ao Espírito Santo. BALANÇO DA OPERAÇÃO Operação Cartel – Balanço Final Nove prisões: Além disso, mais três homens que se encontravam sob custódia no sistema prisional também foram alvos de mandados de prisão preventiva, os quais foram cumpridos na data de hoje. Apreensões: FONTE: Polícia Federal

Ladrão de carros e homem de guerra do TCP foi preso em Belford Roxo

Foi preso nesta quarta-feira (14/05), escondido na casa de familiares, na Comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo, um traficante do Terceiro Comando Puro que faz parte do grupo que mais realizava roubos de veículos na região e atuava como “homem de guerra” nas disputas territoriais. Ele atua na comunidade da Guacha, em Belford Roxo. Ele integra o “braço” responsável por realizar roubos, que era liderado pelo traficante Genaro morto pela polícia no ano passado. Além de atuar nos assaltos, ele participava de tentativas de invasão em comunidades dominadas por facções criminosas rivais. Pelas redes sociais, o bandido ostentava diversas fotografias portando fuzis e pistolas. Ele era procurado por um homicídio praticado em julho de 2024, durante o confronto entre facções criminosas no Morro da Caixa D’Água, e por uma  tentativa de latrocínio, em fevereiro deste ano, quando atirou no peito de um motociclista durante um assalto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Morador da Vila Cruzeiro (CV) tenta processar o Estado alegando ter sido furtado por PMs do BOPE. Governo contesta

Um morador da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, tenta processar o Estado alegando ter sido roubado por PMs do BOPE em novembro do ano passado. Conforme narrativa do morador, ele afirmou que se encontrava em sua residência por volta das 9h40, quando teria sido surpreendido por policiais do BOPE que, supostamente sem autorização judicial ou qualquer mandado, teriam ingressado em sua casa, promovido desordem no local e realizado busca e apreensão de forma arbitrária e abusiva. O autor sustenta que os agentes públicos, além de ingressarem em seu domicílio sem autorização, teriam praticado suposto furto de diversos bens pessoais, quais sejam: (i) um cordão de ouro pesando 62,44 gramas, uma pulseira de ouro de 8 gramas; (iii) um perfume importado da marca Dior, modelo Homme Intense de 100ml,  (iv) um relógio da marca Náutica, modelo mergulho com pulseira de borracha azul e ainda dinheiro em espécie.  Sustenta, ainda, que o fato foi devidamente registrado na 22a Delegacia de Polícia da Penha, sob o número 022-11775/2024, e que a apuração encontra-se em fase investigativa. Pelo ocorrido, pede indenização pelos danos materiais e danos morais. Mas segundo a Procuradoria Geral do Estado, todas as afirmações trazidas consistem em meras alegações desprovidas de respaldo probatório, não havendo qualquer elemento concreto que demonstre a prática dos atos imputados a policiais do Estado, tampouco a existência e a titularidade dos bens supostamente subtraídos, o que inviabiliza a procedência da demanda. De acordo com o órgão, o autor da ação não logrou êxito em demonstrar que houve a violação de seu domicílio e e que essa violação tenha sido efetivamente praticada por agentes estatais, mais especificamente por policiais do BOPE. Não há nos autos qualquer documento, testemunho ou outro elemento capaz de comprovar a desordem causada no seu domicílio e a efetiva atuação dos referidos policiais na data e local mencionados na petição inicial. A simples alegação de que agentes do Estado participaram da ação não é suficiente para ensejar responsabilização objetiva do ente público, exigindo-se a demonstração mínima do nexo de causalidade entre a conduta dos supostos agentes e os prejuízos apontados. Além disso, conforme informações prestadas pela Administração do BOPE, não houve operação policial no dia 03/11/2024 no local. FONTE: TJ-RJ

Não existe hierarquia entre os líderes do TCP na Maré, aponta relatório da Polícia Civil

A quadrilha de TH da Maré, morto ontem, controla as comunidades Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Vila do Pinheiro, Vila do João, Conjunto Esperança, Salsa e Merengue e Tijolinho, todas redutos da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) Após a prisão de Menor P, o poder ficou dividido com vários traficantes se tornando líderes. Não só TH como também Cria, Pescador, Mangolê e Chocolate.  Eles  foram indicados para chefiar, in loco, o tráfico de drogas no complexo da Maré e entre eles não havia hierarquia, conforme informações obtidas pela Polícia Civil e também em fontes abertas   No que se refere à realização de “bailes funk”, sua finalidade principal seria fomentar o consumo de drogas, além de lavar dinheiro e exaltar o poder da facção, merecendo destaque, nesta região, o evento denominado “Baile da Disney”, promovido periodicamente na Vila do João, que costuma reunir criminosos das diversas áreas dominadas pelo TCP, inclusive suas principais lideranças:      Em diversas investigações, os “donos” e responsáveis pelas ordens de execução de crimes nas localidades do Complexo da Maré foram citados Segundo relatório, TH antes de ser morto, nunca tinha sido preso. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Preso um dos bandidos mais violentos do Rio especializado em roubos a bancos e condomínios de luxo e que se disfarçava de pedreiro

Foi preso ontem um homem considerado um dos criminosos mais violentos em atividade no Rio de Janeiro, especializado em roubos a agências bancárias e condomínios de luxo, principalmente na Zona Sul. Ele trabalhava como pedreiro para ter acesso aos prédios e facilitar a prática dos crimes. A ocupação era uma estratégia para ter conhecimento da rotina dos moradores e monitorar a estrutura dos edifícios, com o objetivo de identificar possíveis vítimas e planejar os roubos. Ele é apontado como autor de pelo menos cinco roubos violentos, sendo um deles o ataque a uma agência bancária na Penha, em 11 de dezembro de 2024. Na ocasião, a quadrilha utilizou armas de fogo e até uma granada para ameaçar funcionários e clientes, com o intuito principal de subtrair o cofre do banco. Outro crime que chocou pela ousadia ocorreu em 21 de dezembro de 2024, no bairro de Copacabana. Moradores de um prédio residencial foram feitos reféns e mantidos sob forte ameaça. Um vizinho foi utilizado como escudo humano pelos criminosos, que o forçaram a tocar os interfones de outros apartamentos para enganar as vítimas e facilitar a entrada do grupo. Um comparsa do criminoso chegou a ser preso em flagrante, mas ele conseguiu fugir. O bandido também está envolvido no roubo de uma cobertura no Leblon, em 14 de dezembro de 2024, assim como de outros apartamentos no mesmo bairro, dois dias antes. Ele teria ainda empreendido novos esforços em ações criminosas que culminaram com o roubo de outro apartamento em Copacabana, em 20 de dezembro de 2024. Em uma das ações, inclusive, uma moradora idosa foi agredida e ameaçada para revelar onde guardava joias e valores em espécie. O criminoso reunia comparsas experientes e utilizava extrema violência nas abordagens. O uso de fardamentos, rádios comunicadores e armamento pesado era comum nas ações do grupo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Dono de apartamento de luxo na Barra onde foram encontradas 240 armas em operação contra o CV denunciou em 2017 esquema de extorsão a camelôs da Uruguaiana

O dono do apartamento de luxo na Barra da Tijuca onde foram encontradas as 240 armas durante operação contra o Comando Vermelho Jhonnatha Schimitd Yanowich havia denunciado em 2017 à DRACO um esquema de extorsão por parte de uma associação no camelódromo da Uruguaiana. Ele disse na ocasião que ao adquirir nove boxes teria que pagar R$ 5.000 para manter cada um aberto. Se não pagasse, os espaços seriam fechados. Em 2018, Jhonnatha teve sua casa assaltada na Barra da Tijuca. Na ocasião, os bandidos levaram, 08 (oito) relógios, 680 munições de 380 e .38, R$ 38.000,00. US$ 40.000,00 (quarenta mil dólares), 01 (uma) pistola Taurus 838, 01 (uma) pistola Glock 380, numeração 001, 03 (três) pares de brincos, 05 (cinco) anéis, 01 (um) RG, 01 (um) CPF, 01 (uma) CNH e 01 (uma) carteira funcional de juiz arbitral, de propriedade de Jhonnatha que foi abordado, com sua esposa e três filhos, mediante grave ameaça consistente em emprego de armas de fogo, de ver a cabeça de seu filho cortada, ocasião em que tiveram suas liberdades restringidas e foram mantidas em poder dos roubadores dentro de sua residência por cerca de três horas,. Na época, Jhonnatha alegou que era colecionador e possuía diversas armas, de vários calibres. Entre os dez presos na operação de ontem, um deles, Sérgio Sinigalha Alvarez, foi condenado anos atrás acusado de ser armeiro do CV.Ele atuava tanto em Niterói e São Gonçalo como também no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Sidney Emerson da Silva foi investigado em um inquérito da Polícia de São Paulo sobre tráfico de drogas e armas. Um dos integrantes da quadrilha era membro do PCC sendo responsável pela guarda e distribuição de armas e drogas na zona norte da cidade de São Paulo e em alguns bairros em Guarulhos. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ, TJ-RJ e TJ-SP

Mais uma madrugada de guerra na Grande Tijuca tira o sono dos moradores

Pelas redes sociais, moradores da Tijuca reclamaram de mais uma madrugada de tiros vindos dos morros do Cruz (TCP) e Andarai (CV) que estão em guerra já tem um tempo. Mais uma noite sem dormi. Também perdi meu sono.Noite horrível Verdade! Difícil a voltar a dormir, foi muito intenso. O morro do Andaraì e o morro do Cruz, são de facções diferentes e brigam pelo domìnio de território e a população que paga pela falta de segurança pública no estado. Uma guerra que nunca tem fim!!!! Acordei assustada… terrível Eita madrugada braba, aff.. Foram varios episódios de tiros sem revide.A impressão que estavam mostrando o poder bélicoFoi no morro do Andara/Flor da Mina/Cruz.Foi difícil voltar a dormir Aterrorizante 🫣🥹 Acordei com o barulho dos tiros! FONTE,: Página Alerta Tijucano 90 mil membros (Facebook)

Mulher que caminhava pela rua morreu baleada após carro ser atacado a tiros em Campos (RJ)

Uma mulher chamada Daniele morreu baleada durante um tiroteio na noite de ontem (13) na Rua do Beco, no Parque Santuário, no distrito de Travessão, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo a PM, o crime ocorreu depois que um carro, ao entrar por engano em uma rua de acesso à comunidade, foi alvo de disparos efetuados por criminosos. A vítima, que caminhava pela rua, foi atingida por tiros nas costas. Ela chegou a ser socorrida por populares para a Unidade de Pronto Atendimento de Travessão (UPH), porém não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. O caso foi registrado na 146º Delegacia de Polícia de Guarus. FONTE: Página RO em Foco (Facebook)

Bandidos do CV suspeitos da morte de PM que foi do Bope em Niterói estariam escondidos na Rocinha

A polícia tenta prender traficantes ligados a facção criminosa Comando Vermelho (CV), Marcos Johan Vieira da Silva, conhecido pelo vulgo de “Bigode”, de 28 anos e de Paulo Vagner da Costa Cunha, vulgo “Amaral”, de 27. Segundo investigações, eles estariam envolvidos na morte do policial militar reformado Pedro Carlos Nascimento, que atuou no Batalhão de Operações Especiais (Bope). Investigações indicam que os dois criminosos estariam se escondendo na Favela da Rocinha, Zona Sul do Rio.  O crime ocorreu em fevereiro deste ano e, segundo as investigações, Pedro Carlos seguia para casa, em Itaipuaçu, Maricá, quando parou o veículo em Maria Paula, Niterói. Naquele momento, traficantes liderados por “Bigode” e “Amaral”, foram acionados por dois comparsas e capturaram o policial. Ele foi executado e teve o corpo carbonizado dentro do próprio veículo, que só foi encontrado no dia seguinte. Imagens de câmeras de segurança mostraram o carro da vítima sendo escoltado por motos até uma rua da região, onde foi incendiado. Em uma operação realizadas na segunda (12) e nesta terça (13) por agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNISG) no bairro Maria Paula, mesmo bairro onde ocorreu o crime, prenderam Dario Vieira da Silva, Andréa Fabricio Abdalla, Ketelynn Vitória de Andrade Abreu e Diego Almeida Lemos Barbosa. Além dos detidos, as investigações indicavam a participação de mais três criminosos, sendo um morto em confronto com a polícia e outro preso por outro crime.  “Bigode” e “Amaral”, se encontram na condição de Evadidos do Sistema Penitenciário. “Bigode”, está em evasão desde agosto de 2023, quando se encontrava em cumprimento de regime semiaberto, no momento em que teve sua saída liberada para cumprimento do benefício de Visita Periódica ao Lar (VPL) e não retornou na data e horário aprazados, e onde fora condenado a uma pena de 9 anos de reclusão, ja tendo cumprindo 32% da pena. Contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), com pedido de Recaptura, pelo crime de Tráfico de Drogas.  Quanto ao traficante “Amaral”, se encontra nas mesmas condições, saindo em VPL, em agosto de 2023, e não retornando a sua unidade prisional, constando contra ele um mandado expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), também com pedido de recaptura.  Quem tiver informações sobre sobre a localização dos criminosos “Bigode” e “Amaral”, favor denunciar a seu paradeiro pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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