Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Diaba Loira teria trocado o CV pelo TCP e foi jurada de morte

Circula nos bastidores do crime que uma integrante conhecida como “Diaba Loira”, antes aliada do Comando Vermelho (CV) e que apareceu trocando tiros com a policia na Gardênia Azul, teria abandonado o grupo e selado aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Serrinha. A suposta mudança de lado foi vista como uma traição grave, acirrando os ânimos entre os rivais. Integrantes do CV já teriam jurado vingança contra a ex-parceira, prometendo ir atrás, agora ela é inimiga declarada. “Sua hora vai chegar p…”. Há um boato que, com um explosivo, a criminosa matou um ex-aliado que estava dentro de uma casa. Ela tirou emojis que faziam simbologia ao CV (🚩) e clolocou figurinha em alusão a Tropa do Coelhão (🐰) de seu perfil no Instagram.

Miliciano caiu no ‘tribunal’ em Rio das Pedras por estar supostamente negociando com o CV

Na última semana um miliciano conhecido como “Rê” caiu no tribunal da própria milícia en Rui das Pedras, em Jacarepaguá. Rê era da localidade da Areinha, e foi morto com a acusação que estaria negociando com o CV, mas nada confirmado. Essa morte não caiu muito bem dentro da milícia. Muitos paramilitares da região estão insatisfeitos com a gestão atual da comunidade. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Miliciano mandou mãe parar de procurar adolescente que foi morto por ele e ainda disse que “tinha comido o corpo do seu filho”

Um miliciano envolvido nos homicídios de dois adolescentes em 2020 em Nova Iguaçu foi até a casa da mãe de uma das vítimas onde além de ordenar que ela parasse de “fazer barulho”, disse que “teria comido o corpo do seu filho. A mãe do outro disse que parou de procurar pelo corpo de seu filho por medo de sofrer represálias da milícia que domina o local e não age às escondidas. Houve diversas tentativas da Justiça de intimação da mãe de um deles para comparecimento à audiência de instrução e julgamento dos envolvidos, mas não foi encontrada em nenhum dos endereços indicados pelo Ministério Público. As vítimas Marlon Douglas Alves e Pedro Lucas Lemos Salsa foram mortos a tiros pelos paramilitares. No dia dos fatos, o grupo de milicianos, ocupando um veículo GM/Prisma, cor prata, e um veículo Renault/Duster, cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem no porta-malas do veículo Prisma e os conduziu até o local conhecido como Graxa, onde os adolescentes foram torturados e mortos.Consta, ainda, que os homicídios foram praticados por motivo torpe, pois, além de terem os adolescentes se envolvido com o tráfico de drogasPedro ainda encontrava-se praticando atos infracionais na localidade, bem como que foram praticados mediante emboscada, pois um elemento, enquanto amigo das vítimas e previamente acordado com Jackson, atraiu os adolescentes para a rua, onde foram sequestrados. Na sequência, os criminosos ocultaram os cadáveres dos adolescentes, colocando-os em local incerto e não sabido. Poucos dias após a prática dos homicídios, os milicianos buscando favorecer interesses próprios consistentes em livrar-se do risco de serem incriminados, dirigiram-se à residência da mãe da vítima Pedro, onde, mediante grave ameaça, disseram “para de fazer barulho” e “você deveria ter medo da gente”, incutindo, assim, medo na vítima para que ela desistisse e desacreditasse o registro policial O caso voltou a tona na Justiça este ano pela decisão de transferir o julgamento dos envolvidos para a capital por conta do risco de imparcialidade dos jurados. Alegou-se que o um dos suspeitos integra violenta milícia privada, com atuação voltada para a prática de crimes de extorsão, homicídios, ameaças, causando grande temor nos moradores de Nova Iguaçu e de toda a Baixada Fluminense. FONTE: TJ-RJ

Polícia investiga execução de homem que foi do tráfico e pagava arrego a policiais em Niterói

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de Thiago Torres Fernandes, executado na noite de ontem no Fonseca, em Niterói. Diligências estão em andamento para identificar a autoria e apurar as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de sábado (5/7), policiais militares do 12ºBPM foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Rua Tenente Osório, no Fonseca, em Niterói. No local, os policiais encontraram um homem em óbito no interior de um carro. A área foi isolada e a perícia acionada. Ocorrência encaminhada para a DHNSG.  Segundo o TJ-RJ, Thiago foi réu em um processo de 2017 que julgou a atuação de traficantes do TCP no Morro do Estado. Ele era responsável por receber o valor do “arrego” oriundo de várias comunidades e, posteriormente, repassá-los aos policiais para que deixassem de combater as Bocas de Fumo da Comunidade do Morro do Estado. Segundo publicação em ŕede social, Thiago trabalhava atualmente como vendedor de carros. FONTE: TJ-RJ, PCERJ e PMERJ

Saiba mais sobre Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem

Relembre agora algumas das acusações que foram feitas para Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem.Segundo relatórios policiais antigos, Danúbia, com a prisão de Nem em 2011, chegou a assumir a chefia da associação para o tráfico de drogas, assim como a lucrativa atividade de mercancia de drogas na favela da Rocinha, em conluio na época com Rogério 157. Na condição de companheira e pessoa de confiança de Nem, Danúbia”, assumiu o posto de comando e de chefia da associação criminosa de traficância de drogas, passando a ser conhecida pelas alcunhas “Xerifn da Rocinha”, “Dada”, “Patroa” e “Primeira Dama”, tamanha influência que a ¡mesma detinha no controle do tráfico de drogas da Rocinha Segundo as investigações, a função de chefia no tráfico de drogas na favela da Rocinha, desempenhada por Danúbia consistia na supervisão e administração da atuação dos demais integrantes da associação criminosa no tocante à compra e venda de drogas na localidade; controle da receita (faturamento) da venda de drogas, e, principalmente, prestar contas da atividade criminosa, da atuação do grupo criminoso, transmitindo todas informações do que ocorria na favela da Rocinha ao custodiado e seu companheiro “Nem”, com quem mantinha relacionamento amoroso, encontrando preso e condenado criminalmente. Danúbia prestava contas a Nem” e obtinha informações, orientações e determinações que deveriam ser repassadas ao grupo criminoso de traficantes, em sua maior parte, sendo que estas ocorriam por meio de conversas travadas durante visitas feitas por Danúbia a Nem” no estabelecimento prisional, valendo-se da sua condição de companheira, no período em que o mesmo estava custodiado em presídios federais, inclusive em varias oportunidades Penitenciária Federal de Campo Grande/MS e no de Porto Velho/ Rondónia, dada a periculosidade do mesmo. Inclusive em 2014, em Campo Grande (MS), Danúbia foi presa em decorrência de estar em seu poder dez aparelhos de telefonia celular e três aparelhos” tablets ” 5, inclusivecom conexão a rede mundial de computadores: internete, instrumentos importantes para comunicação entre presos e o mundo exterior e entre integrantes do mesmo grupo criminosos, inclusive para fins de controle do grupo criminoso e orientações para a traficância de drogas. De acordo com as provas produzidas, a fim de exercer a função de “Xerifa da Rocinha” e pessoa de confiança de “Nem, Danúbia era remunerada semanalmente com a quantia, em espécie, de trinta mil reais) valores de origem criminosa, decorrente de tráfico de drogas, e obtidos de forma criminosa, ou seja, para atuar como “longa manus” de Nem. Restou apurado que estou apurado ainda que a família de Danúbia incluindo sua irmã, ora também era sustentada com recursos financeiros (dinheiro) de origem ilícita, precisamente da atividade de tráfico de drogas’, situação esta que era do conhecimento de todos. Em razão do notório envolvimento com associação para o tráfico de drogas e com tráfico de drogas na Rocinha, obtendo, semanalmente, recursos financeiros ilícitos decorrentes da atividade de mercancia de drogas, sua forma de se sustentar, assim como sua vida de luxo s e de ostentação, Danúbia foi condenada a justamente por ser autora dos crimes de associação para o tráfico de drogas circunstanciado, em concurso material com o crime de corrupção ativa com pena fixada em 17 anos e 04 meses de reclusão em regime fechado e 1.133 dias-multa evidenciando que a mesma não se limita a ser” mulher de traficante “, mas também tem atuação efetiva e dolosa no mundo do tráfico de drogas. Danúbia, em sua página na rede social, chegou a postar: i que não existe mulher feia, mas mulher sue não conhece o dinheiro do tráfico. KKK” demonstrando elevado sentimento de impunidade e escárnio com o Poder Público. A irmã de Danúbia sempre teve conhecimento do envolvimento dela em atividades ilícitas, relacionadas com o tráfico de drogas, tendo também se beneficiado do dinheiro ilícito oriundo do tráfico de drogas, ciente desta origem criminosa. Para lavar o dinheiro do crime, as irmãs constituíram formalmente no interior da favela da Rocinha a sociedade Star Hair Comércio de Produtos de Beleza, sendó . um “salão de beleza de fachada”, uma vez que não exercem efetivamente atividade econômica, estando constituído formalmente, inclusive a fim de fazer crer que as duas irmãs eram empreendedoras e empresárias. Com esse salão, Danúbiz fazia a conversão dos valores obtidos de forma criminosa em ativos lícitos, assim como procuraram aparentar serem bem sucedidas, tentando justificar seus ganhos financeiros criminosos como se fossem oriundos de um salão de beleza formalmente constituído, mas com atividade econômica duvidosa. Danúbia também comprava joias de elevado valor. FONTE: TJ-RJ

Ex-mulher de Nem da Rocinha foi presa novamente

A ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, Danúbia de Souza Rangel foi presa novamente. Ela era foragida por tráfico. Ela foi localizada enquanto estava internada em uma unidade hospitalar, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Segundo os agentes, ela era conhecida como “Xerifa da Rocinha”. Contra ela, havia um mandado de prisão condenatória pendente. FONTE: Polícia Civil do RJ

Saiba tudo que foi apreendido com ex-CAC que mantinha fábrica clandestina de munições e silenciadores na Baixada

Leia agora tudo que foi apreendido com um.ex-CAC que foi preso mantendo uma fábrica clandestina de munições e de acessórios de armas como silenciadores em Nova Iguaçu Os autos narram que o local onde o armamento foi apreendido dispunha de estrutura específica com bancada, prensas, matrizes, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para a fabricação artesanal de supressores de ruído (silenciadores) e dispositivos conhecidos como “kits rajada”, configurando-se, de maneira inequívoca, uma oficina clandestina destinada à produção de acessórios bélicos e munições.  Informa que a ação policial teve como finalidade a apuração da prática dos em razão da posse e comércio irregular de Foeam apreendidos 1 Conjunto de Peças Kit Rajada, 1 Arma de Fogo TAURUS (Pistola) – Calibre (7,65 mm), 1 Arma de Fogo TAURUS (Revólver) – Calibre (.38 Special short), 1 Arma de Fogo BERSA (Pistola) – Calibre (.22 LR), 95 Componente de Munição PMP (Estojo) – Calibre (.45), 9 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.357 Magnum), 6 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,62 X 39 mm (M43)), 26 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,65 mm), 12 Componente de Munição (Estojo) – Calibre indeterminado, 1.640 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (9 mm), 630 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (32), 1.030 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.38), 900 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.40), 300 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.380), 1.070 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (5,56), 1 Componente de Munição (Espoleta), 3.000 Componente de Munição (Projétil) – Calibre indeterminado, 2 Componente carregador TAURUS – Calibre (.7,65), 4 Componentes (Cano) – Calibre, 1 Componentes BERSA (Carregador) – Calibre (22), 7 Munições de festim (Cartucho (Intacto)) – Calibre indeterminado, 7 Munição (Cartucho (Intacto)) – Calibre (32), 11 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.38), 14 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.380), 5 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (22), 2 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada), 1 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada) FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com gatonet do tráfico em Cordovil

A policia desarticulou , um esquema ilegal de exploração de TV por assinatura operado no bairro de Cordovil, na Zona Norte ligado a traficantes. Três homens foram presos no momento em que realizavam a manutenção na rede de cabos instalada clandestinamente em postes públicos. .As investigações apontam que o serviço era controlado por uma facção e representava uma das fontes de renda e lavagem de dinheiro da organização criminosa. A quadrilha atuava principalmente no período noturno. Segundo os agentes, os criminosos utilizavam módulos amplificadores para distribuir irregularmente pacotes de canais fechados de grandes operadoras a moradores da região, mediante o pagamento mensal de cerca de R$ 70. A facção criminosa ainda cobrava uma espécie de “aluguel” dos operadores de “gatonet” para permitir aatuaçãna região Durante a abordagem, os policiais apreenderam equipamentos, cabos, conectores e uma escada. A estimativa era que o serviço ilegal era prestado a mais de cem clientes na região.Os três presos foram autuados em flagrante por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. Entre os capturados estão os administradores do esquema e o responsável pelas instalações ilegais. FONTE: Policia Civil.do RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima