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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Mulher foi atingida por bala perdida em confronto entre traficantes e milicianos em Bangu

Tatiane Werneck, de 43 anos, foi atingida por uma bala perdida enquanto conversava com amigos na calçada, na noite deste sábado (26), no Jardim Bangu, Zona Oeste do Rio, que foi palco de confronto entre traficantes e milicianos. Ela foi socorrida e passou por cirurgia. .Seu quadro de saúde é estável. Não corre risco de morte. Na madrugada deste domingo, traficantes da Vila Kennedy (CV) realizaram um ataque na comunidade do Catiri (MLC). Os criminosos do CV utilizaram um drone para monitorar a movimentação de milicianos do GAT do Montanha, que estavam acompanhados por traficantes da Vila Aliança (TCP). FONTE: Fogo Cruzado

Arsenal de guerra foi apreendido na Rodoviária do Rio. Saiu do Complexo do Alemão (CV) e ia para Fortaleza

O BPTur interceptou um carregamento pesado: Seis carabinas HK G36 MET 9mm, 21 carregadores, cinco lunetas e oito tripés apreendidos. O arsenal foi apreendido na Rodoviária Novo Rio, Santo Cristo, no último (26/07). Passageiro foi abordado ao tentar embarcar em coletivo. O arsenal seguiria para Fortaleza/CE e teria saído do Complexo do Alemão. O suspeito preso e o material foram levados à 4ª DP. FONTE: PMERJ

CV continua tomando áreas da milícia em Itaguaí

Traficantes da Reta, Sem Terra, Brisamar e diversas outras comunidades do Comando Vermelho invadiram a localidade da Mangueira de Itaguaí e expulsaram os milicianos do GAT do Naval, que atuavam anteriormente na comunidade, recuando para Chaperó (NV/Z). Itaguaí vem sendo um dos principais pontos de expansão do Comando Vermelho. Bandidos da Vila Kennedy, Complexo da Penha e Grão Pará (CV) vem tentando tomar a cidade para tentar montar um cinturão e se expandir na Zona Oeste do Rio. FONTE: Submundo Criminal (Facebook)

Veja onde teve tiros no Rio nas últimas horas

Nas últimas 24 horas, o Rio de Janeiro enfrentou um aumento significativo de violência em diversas regiões. Em Guadalupe, disparos foram ouvidos na Rua José Basílio e nas proximidades (17h14), enquanto em Cascadura, a Rua Iguaiba registrou um tiroteio a partir do Morro do Fubá (16h12). O clima de tensão continuou em Campinho, onde múltiplos disparos foram relatados em áreas como a Rua Cândido Benício e Avenida Ernani Cardoso (16h13). Além disso, um arrastão envolvendo duas motos foi reportado na Avenida Brasil, Barros Filho (15h22), aumentando a sensação de insegurança. Disparos foram também registrados em Costa Barros, na Favela do Quitanda, e em várias outras localidades como Praça Seca e Pavuna. No campo das operações policiais, ações foram realizadas em áreas como a Penha Circular (09h57) e o Tanque, no morro do Jordão, com disparos também ouvidos desde a madrugada em locais variados, como o Grajaú e Guaratiba. A situação exige atenção redobrada dos moradores e visitantes em virtude da instabilidade na segurança da cidade. FONTE: OTT

Milícia de Rio das Pedras era na verdade uma narcomilícia com participação do TCP. Veja os quatro núcleos que estruturava a quadrilha

Segundo uma investigação que resultou em processo que tramita de forma sigilosa na Justiça do Rio de Janeiro, a milícia que atua em Rio das Pedras, em Jacarepaguá, é estruturada em quatro núcleos. O núcelo superior era formado por Dalmir e Taillon, pai e filho. O núcleo gerencial tem Thiago Leôncio, Emerson Portela, Laerte e Gerardo Alves) A parte operacional era formada por Luana, Naira, Janderson, Pablo Henrique, João Gabriel, Lucas Alexandre e Franklin) Na lavagem de dinheiro, ficavam Cátia, Tárcio de Alcântara, Celso Moura e Zélia) Taillon, que está preso, foi flagrado em uma escuta telefônica fazendo transmitir a ordem de seu pai no sentido de reduzir a participação de criminosos integrantes do Terceiro Comando Puro na localidade. O comando exarado evidencia indícios da interligação entre as atividades espúrias entre milícia e narcotráfico, formando a famigerada “NarcomilíciaHá diálogos que mostram que a quadrilha permanece em plena atividade, segundo documento do STJ do dia 15 de julho último. Ao todo, 17 pessoas foram denunciadas por fazer parte da milícia de Rio das Pedras que praticava os crimes de extorsão, tortura, furto e lavagem de dinheiro Emerson Claudino, por exemplo, era homem de confiança de Dalmir, exercia papel de liderança em linchamentos e torturas praticados pelo grupo, além de atuar comoprovedor de recursos provenientes de pagamentos feitos à organização criminosa dos rendimentos proporcionados por suas atividades ilícitas. FONTE: STJ

Marreta e Sam da Caicó, ambos CV, foram transferidos para presídios federais fora do RJ

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) informa que, na manhã deste sábado (26), foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas/PR dois presos de alta periculosidade: Luiz Cláudio Machado, vulgo “Marreta”, e Aleksandro Rocha da Silva, vulgo “Sam do Caicó”, reconhecidos como lideranças do Comando Vermelho. Ambos estavam custodiados em celas isoladas no presídio de segurança máxima Bangu 1. O embarque ocorreu às 6h15, no Aeroporto Santos Dumont, sob rigoroso esquema de segurança. Ao chegarem a Catanduvas, os detentos foram imediatamente recebidos e escoltados por equipes especializadas da Polícia Penal Federal, que assumiram a custódia e garantiram a condução segura até a unidade prisional. Condenações:• Luiz Cláudio Machado (“Marreta”) – pena total de 133 anos e 4 meses, por roubo agravado, associação criminosa, sequestro e outros crimes graves.• Aleksandro Rocha da Silva (“Sam do Caicó”) – pena total de 147 anos e 3 meses, por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, associação para o tráfico e roubo qualificado. Essa transferência reforça o compromisso do sistema penitenciário em manter a ordem, a segurança das unidades prisionais e combater as organizações criminosas. A SEAP permanece atuante para garantir um ambiente seguro e controlado, em defesa da sociedade.

Justiça decretou prisão de suspeitos de atacarem culto em Belford Roxo e provocar a morte de mulher de 57 anos. Um deles já está preso e é envolvido com o tráfico. Bandidos falaram na ocasião. “C.. tu atirou na tia da igreja”

A Justiça decretou a prisão temporária de dois bandidos que atacaram a tiros um culto de uma igreja em Belford Roxo em abril e provocaram a morte de uma mulher de 57 anos. Um deles, vulgo KN, já está preso desde maio. Segundo relatos, ele é envolvido com o tráfico de drogas. O outro suspeito é conhecido como Birico ou Pitbull e é réu em outros dois processos por homicídio abertos no ano passado. Um dos bandidos que responde aos crimes com ele é ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP). A informação que circulou na ocasião do fato foi que traficantes confundiram as pessoas com milicianos. Conforme consta dos autos do inquérito policial, na noite do dia 12 de abril de 2025, durante a realização de um evento promovido pela 2ª Igreja Batista no Sítio da Paz, em Belford Roxo, um grupo de aproximadamente quinze homens armados invadiu o local e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra os participantes, resultando na morte da senhora Sebastiana Luiz da Silva, de 57 anos. No curso das investigações, diversas testemunhas foram ouvidas e relataram que os investigados participaram diretamente da invasão ao local onde o crime foi cometido, sendo apontados como envolvidos nos fatos que culminaram na morte da vítima. Uma testemunha declarou que saiu do sítio e foi para a região da mata, ocasião em que foram realizados diversos disparos de arma de fogo em sua direção. Que apesar da quantidade de disparos nenhum acertou o declarante; O declarante foi andando pela mata e depois de muito tempo encontrou uma rua onde tinham vários moradores reunidos. O declarante se aproximou falando que era da igreja e pediu ajuda, pois criminosos estavam realizando uma chacina no sítio em que estava;. Mesmo assustados, os moradores aceitaram ajudá-lo; Ele estava com a camisa do evento da igreja, mas lhe foi dado uma camisa azul para que pudesse disfarçar; O declarante pegou uma garrafa de cerveja e fingiu estar bebendo com os moradores; Pouco tempos depois vieram os criminosos, em um grupo de aproximadamente 15 (quinze) pessoas. Eles estavam armados e com roupas normais;Uma segunda testemunha disse que estava descansando dentro de seu veículo, que se encontrava estacionado na Rua Caminho dos Caranguejos, de frente para o sítio onde ocorreu o evento. O declarante ouviu os disparos de arma de fogo e logo em seguida viu os criminosos descendo de um lugar de mata que fica ao lado do sítio onde existe um bambuzal; Segundo ele, os participantes do evento estavam todos descansando no alojamento no momento dos fatos; De dentro de seu veículo o declarante viu o momento em que os criminosos abordaram o veículo o carro de uma outra pessoa que estava estacionado dentro do sítio, de frente para a mata de onde os criminosos saíram; Ao abordem o veículo os criminosos colocaram o motorista deitado no chão; Que o declarante viu o momento em que Sebastiana correu e os criminosos realizaram disparos em direção a ela; A testemunha ouviu o momento em que os criminosos começaram a gritar “É morador, é morador. Após isso, outro bandido começou a gritar “C… é cara tu atirou na tia da igreja”. Nesse momento os criminosos ficaram nervosos e foram ajudar o motorista a ligar seu veículo. Os bandidos mandaram ele socorrer Sebastiana; QUE o declarante não viu todos os indivíduos mas se recorda bem da fisionomia de dois, pois estavam próximo da luz; Que após mandarem socorrer a vítima os criminosos fugiram em direção a mata, no mesmo sentido que vieram. Os bandidos estavam utilizando lanterna e tinham cachorros que estavam o acompanhando; FONTE: TJ-RJ

Milicianos encrencados por causa de homicídio em Jacarepaguá

Quatro milicianos tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos da morte de Robson Santanna Torres ocorrida em janeiro na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. São eles os vulgos Russo, Caveirinha, Pitbull e um de nome Thierry. Os autos não trazem detalhes do crime somente dizem que, de acordo com o inquérito 957-00141/2025 – DDPA que as condutas, em tese, praticadas contra a vítima se deram em contexto de criminalidade organizada, A Justiça decretou a prisão dos suspeitos sob alegação de que os depoimentos prestados todas as testemunhas arroladas na denúncia possuem vínculo com o local onde, nos termos afirmados na acusação, se deram os fatos, havendo, portanto, a possibilidade concreta dos acusados incutirem medo e insegurança nas testemunhas que irão depor em juízo. Além do homicídio, os criminosos são acusados também da ocultação do cadáver de Robson. FONTE: TJ-RJ

Chefão do CV na Maré teve prisão decretada suspeito de mandar matar homem que veio do Espírito Santo se encontrar com traficante do TCP mas entrou em comunidade errada. LEIA TODOS DOS DETALHES DO CASO

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante LC, apontado como um dos chefes do tráfico na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, área do Comando Vermelho. LC é suspeito de no dia 24 de janeiro, privar a liberdade de J.B.F, mediante cárcere privado, causando-lhe grave sofrimento moral e psicológico, na medida em que a vítima foi subjugada por muitos homens desconhecidos e hostis, fortemente armados, que a tiraram do veículo que trafegava, a levaram para um galpão, quando decidiram, na sua presença, se seria ou não morta naquele momento e de mandar matar um homem que veio do Espírito Santo se encontrar com um traficante do Terceiro Comando Puro. A vítima fatal Júlio Coutinho veio do Espírito Santo juntamente com J.B.F motorista de aplicativo contratado, com destino a Comunidade do Timbau, dominada pela facção TCP (Terceiro Comando Puro). Ao errarem o caminho, foram parar na Comunidade Nova Holanda, dominada por traficantes da facção rival CV – Comando Vermelho, oportunidade em que foram abordados por elementos fortemente armados, que determinaram que ambos descessem do veículo. Traficantes do Comando Vermelho mantiveram as vítimas por relevante lapso de tempo subjugadas em um galpão, aguardando a chegada de LC. O bandido decidiu, após consultar integrantes do Comando Vermelho de outros entes federativos, através de grupos de WhatsApp, determinar a morte de Júlio. LC convencido de que a vítima sobrevivente era motorista de aplicativo, determinou que a mesma levasse o corpo de Júlio até traficantes do Terceiro Comando Puro. J.B.F ao se dirigir com o corpo para o hospital mais próximo, encontrou com PMs no caminho.” Ele contou que na data da viagem foi buscar o passageiro que apenas sabe chamar Coutinho. Que ao chegarem ao Rio de Janeiro, ingressaram na comunidade da Maré; Que assim que entraram na comunidade no endereço sito na Rua Bittencourt Sampaio, foram abordados por elementos fortemente armados que determinaram que ambos desembarcassem do veículo; (…) Disse que os traficantes ao identificarem que o destino da corrida era para a comunidade do Timbau cercaram o declarante e “Coutinho” e a pé os escoltaram até a Rua Princesa Isabel com a Rua Carmela Dutra, no interior da comunidade Nova Holanda.; No referido local existe uma estrutura assemelhada a um banheiro, onde foram obrigados a ficar; Que o lugar não era em uma casa apenas uma estrutura; Que durante todo periodo em que ficaram aguardando perceberam a presença de diversos elementos, uns armados e outros não; Que a rotatividade era grande; Que os elementos que estavam armados diziam a todo momento “que eles iriam morrer”; Que os elementos pertencentes ao tráfico de drogas da comunidade Nova Holanda transitavam em motos e sempre portanto armas longas de grosso calibre do tipo fuzil; Que sempre que o declarante e “Coutinho” perguntavam o que os traficantes iriam fazer ou o que estavam aguardando obtinham a resposta de que estavam aguardando a chegada do indivíduo de vulgo “LC” pois somente este teria autoridade para determinar o que seria feito; Que por volta das 20h50min chegou a o local um homem medindo aproximadamente 1,80m, moreno, compleição física forte, voz grave, nariz largo e cabelo baixo; Que ficou sabendo tratar-se do vulgo “LC”; Que “LC” trajava bermuda jeans e uma camisa de tonalidade escura; Que no local “LC” ordenou aos seus comandados que levassem o declarante e “Coutinho” para dentro de uma construção assemelhada a um galpão, coberto e sujo de graxa, passando por uma pequenina porta, através de um muro grande; Que no interior da estrutura foram obrigados a sentarem no chão em cima das mãos; Que neste momento o declarante teve a certeza de que iria morrer e tentou argumentar com “LC” alegando que era trabalhador e teria apenas aceitado a corrida na condição de motorista de aplicativo e que não pertencia a nenhuma facção criminosa; Que nunca teve envolvimento com o tráfico; Que diante do narrado pelo declarante “LC”, teria se afastado junto a outros comparsas por aproximadamente 10 minutos; Que ao retornar “LC” disse ao declarante “Vem cá Uber, aqui a gente não faz covardia com ningupem, liguei para o Espírito Santo e disseram que você é trabalhador, mas ele (apontado para Júlio) ninguém pediu por ele. Nos grupos de Minas, ninguém conhece ele. Então, ele é do TCP mesmo, se eu LC deixar ele sair, serei cobrado depois”. Em seguida, J.B.F ouviu disparos de arma de fogo e que pelo barulho disse ser possivelmente de fuzil; Que os tiros eram ouvidos de dentro do galpão enquanto o declarante era liberado; Que um traficante ordenou ao declarante que pegasse o corpo de “Coutinho” que estava dentro do galpão, já sem vida e ensanguentado e colocá-lo na mala do carro. Que como havia uma caixa de som na mala do carro não havia espaço, sendo portanto colado no banco traseiro do veículo; Que dois traficantes entraram na frente e o declarante percebeu que pelo menos o carona portava arma de fogo do tipo pistola; Que J.B.F ficou no banco de trás junto ao corpo de “Coutinho”; Que os traficantes transitaram com o declarante e o corpo de “Coutinho” pelo interior da comunidade; Que em determinado momento os traficantes pararam o carro e disseram ao declarante que ali seria a divisa entre as áreas do Comando Vermelho e TCP. Que no referido local já se encontrava “LC” e outros traficantes armados fazendo a sua escolta; Que “LC” entregou o telefone celular do declarante e ordenou que seguisse em frente rumo ao destino preterido anteriormente; Que o local informado como divisa pelos traficantes chama-se Baixa do Sapateiro, faccionada ao grupo criminoso Terceiro Comando Puro; Que ao seguir caminho pelo interior da Comunidade Baixa do Sapateiro se deparou com outro grupo de traficantes fortemente armados; Que os traficantes pertenciam a facção Terceiro Comando Puro; Que pediu ajuda ao grupo narrando todo o ocorrido; Que enquanto narrava o ocorrido foi interpelado por um traficante aparentando ter entre 40 a 50 anos, baixo, moreno, cabelos grisalhos, que supõe ser elemento influente no comando da facção local; Que

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