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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Três integrantes de grupo de extermínio foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio, três tentativas de assassinato e de aborto

Três homens foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e tentativa de aborto. Os crimes ocorreram na madrugada de 12 de abril de 2020, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, quando os acusados invadiram a residência de uma família e dispararam contra quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de oito meses. Foram condenados Guilherme Silva, Lucas de Souza e Igor da Silva. Guilherme e Lucas foram sentenciados pelo homicídio qualificado de Adriel Gomes da Silva, por três tentativas de homicídio contra familiares da vítima, além da tentativa de aborto uma mulher que estava grávida. Igor, que aguardava os comparsas no carro utilizado na fuga e participou do planejamento do crime, também foi condenado por todas as infrações penais, na condição de partícipe. Segundo a denúncia, os réus integravam um grupo de extermínio com atuação na Baixada Fluminense e teriam promovido o ataque em uma ação de “justiçamento”, após não aceitarem o envolvimento de um dos familiares com o tráfico de drogas. Adriel foi executado com diversos disparos de arma de fogo, enquanto os demais moradores foram alvejados. A vítima que estava grávida, mesmo baleada, sobreviveu e conseguiu dar à luz após ser socorrida. FONTE: MPRJ

Justiça decretou prisão de traficante da Gardênia Azul (CV) suspeito de matar homem que teria dado golpe na boca de fumo

Apesar de o crime ter ocorrido no ano passado, a Justiça decretou na semana passada somente a prisão preventiva de um traficante da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, suspeito de matar um homem que teria dado um golpe na boca de fumo. Uma testemunha que levou os criminosos até a casa da vítima e os avisou que o alvo estava lá Disse que foi abordado pelos criminosos Gazoy do Juramento, Loirinho do Gardênia e Playboy da VK da Vila Kennedy quando ia na boca comprar maconha. Foi obrigado a entrar no carro já que os bandidos disseram que era papo de vida ou morte. Após informar aos suspeitos de que a vítima, Pablo Soares de Almeida, estava em casa, os criminosos foram lá e o mataram. Perguntada sobre o motivo dos caras do tráfico estarem atrás de Pablo, a testemunha, afirmou que soube que ele tinha dado uma volta na boca e que ele estava pagando e devendo. Segundo relatos da testemunha, Pablo teria confessado que matou o mestre de baterias Paulão e também um homem conhecido como Tuninho, investigado no IP 901-00490/2024; Pablo teria roubado 4 cargas de maconha do ponto de vendas da ponte na Gardênia próximo à praça;.Por isso os traficantes queriam matar ele. Após matar Paulão, Pablo passou a “meter bronca. Ele andava armado e dizia que não gostava de ladrão. A testemunha disse ainda que Loirinho era o frente da boca e disse acreditar que ele matou Pablo para ficar de fente na boca, pois antes de morrer a vítima era o responsável pela venda de drogas deste ponto. Disse que Playboy da VK também ficaVA no ponto de venda de drogas próximo à Rua Vitória; Dos três acusados do crime, apenas Gazoy teve a prisão decretada já que foi o único que teve descoberta a sua qualificação. FONTE: TJ-RJ

Polícia apura se garoto matou os pais e o irmão porque queria receber a grana do FGTS

A Polícia Civil apura se o adolescente de 14 anos que matou os pais e o irmão de 3 anos em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, porque queria receber uma grana alta. O pai do menor tinha R$ 33 mil a receber do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o rapaz pesquisou pelo celular como poderia fazer para receber esse dinheiro de pessoas mortas. O garoto disse aos policiais da 143ª DP (Itaperuna) que se relacionava com uma adolescente que mora no município de Água Boa, no Mato Grosso (MT), desde os 8 anos. Os dois se conheceram durante um jogo on-line e, seis anos depois, a menina teria lhe dado um ultimato para que a visitasse, mas os pais dele o proibiram de viajar. Além da questão financeira, os agentes investigam esse desentendimento como outra possível motivação para o triplo homicídio Ao depor, o menino relatou que bebeu um “pré-treino” para se manter ativo e esperou a família dormir. Em seguida, pegou a arma do pai e atirou nas cabeças do casal e no pescoço do irmão. Por fim, arrastou os corpos para a cisterna. FONTE: RO em Foco (Facebook)

Guerra no Juramento adentrou a noite

A guerra segue no Morro do Juramwnto, em Vicente de Carvalho, agora de noite. Relatos de que a comunidsde está dividida entre o CV e o TCP. | Traficantes do CV da Tropa do Urso (CV) Elestavam atirando contra os Rivais do TCP do alto da localidade da Maracá, no J2/Juramentinho. A Avenida Pastor Martin Luther King foi fechada, sentido Nova América, por conta da guerra. FONTE: Submundo Criminal e Pega Visão (Telegram)

Tiroteio no Juramento (CV x TCP) deixou trabalhador baleado e fechou estação do metrô

A bala voltou a voar no morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, durante a tarde de hoje e no início da noite. Um trabalhador foi baleado na perna. O confronto teve impacto no metrô. A estação Vicente de Carvalho teve que ser temporairamente fechada por medida de segurança. Mas já foi reaberta. O tiroteio ocorreu nas localidades de Escadão, Matadouro e Igrejinha. Policiais do 3º BPM (Méier) entraram na comunidade. Os traficantes do Juramento já aguardavam os bandidos rivais do TCP. Eles teriam montado uma troia para pegar os inimigos no alto do morro. A disputa no local é entre a Tropa do Lacoste (TCP) contra a Tropa do Urso (CV)> FONTE: Fogo Cruzado RJ e Bau do Rio OFC (Telegram)

Muriqui onde casal foi morto tem guerra do tráfico

Existe uma guerra do tráfico no Morro da Cachoeira, em Muriqui e um homicidio lá ocorrido ha pouco tempo foi o fator preponderante para o assassinato do casal Patrick Santos Silva e Larissa Glória ontem pela manhã. Mesmo a PM tendo colocado seu efetivo no patrulhamento constante na comunidade, usando até o caveirão como base, a criminalidade não arredou o pé de implantar o tráfico no local. Dois ocupantes em uma motocicleta emparelharam e dispararam dezenas de tiros no casal. O veículo perdeu a direção e colidiu num muro. Tudo na estrada principal do Muriqui, a RJ14, em frente a padaria Top Pães. Nas imagens mostra quando dois motociclistas param ao lado do veículo, onde o garupa salta e efetua diversos disparos. A frieza cometida no assassinato foi tanta que os atiradores não se preocuparam em mostrar a cara e com as pessoas que estavam na entrada da padaria.O local tem cadeiras e é frequentado por muitos clientes. A imagem mais desesperadora é de uma pessoa com um carrinho de bebê que poderia ter sido alvejada pelos projéteis transfixados no veículo. A pessoa deveria estar com fone de ouvido, pois continua sua caminhada, diante de pessoas correndo para se abrigar e até um cachorro saiu desesperado com o barulho dos disparos. FONTE: Portal Mangaratiba (Facebook)

Em conversa captada, integrante do bando de Adilsinho disse que ele teria pago milhões para ver mandados de prisão cair

Um relatório da Justiça sobre o caso do homicídio do miliciano Marquinho Catiri em novembro de 2022 que decretou a prisão temporária do contraventor Adilsinho apontado como mandante, traz um trecho de um diálogo em que um integrante da quadrilha teria dito que os mandados de prisão em face do ‘Patrão )Adilsinho)’ caíram em razão de pagamento de “milhões”, além de dizer que “até sua filha ao ver os noticiários sabe quem que foi” e que ele (o patrão) estaria com crédito para “matar mais uns 30”. Segundo os autos, há clara demonstração que os integrantes do grupo criminoso entendem que a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como aval para continuidade dos homicídios. O documento cita que no homicídio de Catiri do qual Adilsinho era apontado como mandante foram usadas as mesmas armas do atentado contra Luiz Henrique de Souza Waddington, filho de Luiz Cabral Waddington Neto, ocorrido no Centro da cidade. O relatório informa ainda os nomes de outras supostas vítimas do bando como os desaparecimentos de Anderson Reis dos Santos e Alexandro dos Santos Marques, bem como sobre os homicídios de Fabrício Alves Martins, Fábio Alamar Leite e Bruno Kilier da Conceição Fernandes. Há informação ainda sobre José Ricardo Gomes Simões, um dos envovlidos na morte de Catiri, em que ele possuiria magens que indicam o comércio ilícito de cigarros, uma imagem de um controle de drone, datada de 18/11/2022, a qual exibia na tela imagem aérea do local do crime, e imagem da entrada da comunidade onde ocorreram os fatos As investigações citam outros integrantes da venda de cigarros, com diversos diálogos que indicam o que acontece quando se comercializa cigarros de fontes diferentes, com menção ao homicídio de duas pessoas e sequestro e desaparecimento de outras duas. Em uma das conversas, um investigado Daniel Maia frisa a importância de se manter firme com o comércio de apenas um provedor, bem como a tentativa de monopólio em diversas regiões. O documento informa que Adilsinho exerce grande influência e posição de liderança em grupo criminoso responsável por diversos homicídios na comarca do Rio de Janeiro e região metropolitana, o que naturalmente dificulta a localização de testemunhas. Há, ainda, dificuldade em arrecadar provas documentais, pois, com o desenvolvimento tecnológico, há várias plataformas que possibilitam que os comandos sejam repassados aos subordinados sem “deixar rastro”, que menciona a utilização de aplicativos de troca de mensagens criptografadas, com autodestruição programada. Encontra delineada a relação entre os até então denunciados pela morte de Catiri, George Garcia de Souza Alcovias, José Ricardo Gomes Simões e Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, com o indiciado Adilsinho por vários documentos juntados aos autos, dos quais merecem destaque: – Registro de Sem Alma na lista de visitantes e funcionários do imóvel do investigado, cadastrado como ‘segurança’, conforme relação fornecida pelo condomínio e juntada aos autos; FONTE: TJ-RJ

Traficantes voltam a se enfrentar no Fubá e Campinho

Traficantes voltaram a se enfrentar na tarde desta quinta-feira nos morros do Fubá e do Campinho. Relatos de muitos tiros na região. Já tá virando brincadeira isso 😡 quando não é no horário da entrada das crianças na escola é saída 😡 não vejo uma operação de VERDADE no local ! O estado não está nem aí, e quem sofre somos nós moradore Segundo rumores, o traficante ‘Pitico’, um dos frentes da Equipe Caos (CV) foi baleado na guerra. Por outro lado, outro boato diz que o traficante ‘J7’ um dos responsáveis por baquear o Morro do Urubu (CV) foi atingid Traficantes do TCP da Equipe Coelhão (TCP) estão comemorando que mataram supostamente 1 membro do Comando Vermelho (no Morro do Campinho mas até agora nada confirmado. Circula um video que não sabemos se é recente que mostram os traficantes exibindo um corpo de alguém que eles mataram e disseram que iam tacar fogo. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Cascadura Pilares Quintino News (Facebook).

Prefeitura descreve como eram os imóveis de luxo construídos por traficantes do CV na Rocinha e que foram demolidos hoje. Tinha até passagem secreta

A Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio deu detalhes dos três prédios construídos irregularmente na Comunidade da Rocinha por traficantes do Comando Vermelho. Cálculos feitos por engenheiros da Prefeitura do Rio estimam que as obras, realizadas sem licença ou autorização municipal, custaram cerca de R$ 6 milhões aos responsáveis. As construções, localizadas na região da Dionéia, em uma área de aproximadamente 2 mil m², tinham de dois a sete andares e apresentavam risco de desabamento após o desmatamento de uma encosta .Os imóveis possuíam acabamento interno de alto padrão, incluindo piscinas e área gourmet. Em um deles, os agentes encontraram churrasqueira, freezer abastecido e uma esteira de corrida. O espaço era todo monitorado internamente por câmeras de segurança. Já no segundo imóvel, situado em um edifício de sete andares, havia uma piscina com cascata e uma parede falsa, que funcionava como túnel e dava acesso à mata. No edifício, os agentes também localizaram uma área de lazer, que continha piscina e churrasqueira. Toda a área foi demolida. “Essa é mais uma operação da Prefeitura do Rio, através da Secretaria de Ordem Pública, para combater construções ilegais, especialmente aqui na Rocinha, que é uma área que sofre influência do crime organizado armado. O foco dessa operação é a demolição de três imóveis, que, segundo as investigações do Ministério Público, são usados por traficantes de drogas e, do ponto de vista administrativo, são construções absolutamente ilegais, sem licença, que colocam em risco não só o cumprimento da legislação urbanística, mas também o meio ambiente. Com esse trabalho conseguimos não só preservar a vida das pessoas, como manter a ordem urbanística e asfixiar financeiramente o crime organizado”, destaca o Secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale. Os prédios serviram de abrigo para integrantes da facção criminosa Comando Vermelho do Ceará, que foram alvo de uma ação integrada do MPRJ com o MP do Ceará (MPCE) e a PMERJ, no último dia 31 de maio. Na ocasião, foram cumpridas ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão contra lideranças do tráfico cearense que se ocultavam no Rio de Janeiro. FONTE: Secretaria de Ordem Pública do Rio

CV decretou membro do PCC em Manaus acusado de matar criança dr dois anos e seu pai

Um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi decretado pelo Comando Vermelho (CV) após assassinar um pai e seu filho de apenas 2 anos na comunidade Valparaíso, em Manaus. As vítimas eram inocentes e não tinham qualquer envolvimento com facções criminosas. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

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