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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

CV perdeu armas e também teria perdido homens na guerra em Curicica. ENTENDA A DISPUTA

Há relatos que circulam nas redes sociais que o Comando Vermelho teve um grande prejuízo na operação de ontem do BOPE e nos ataques dos milicianos na comunidade Dois Irmãos, em Curicica. Além dos três fuzis que foram apreendidos, há a informação de que quatro traficantes foram mortos. Entre os mortos está o traficante conhecido como Madureira que parte do Bonde do 31, um dos puxadores de guerra da comunidade Santa Maria, na Taquara, e os outros mortos são os traficantes PDF, KM e Samuca. A guerra na Dois Irmãos começou depois que o miliciano Fabi tentou invadir a comunidade que era reduto do também miliciano André Boto (preso). Fabi acabou morto pela polícia mas os remanescentes da sua tropa teriam se unido ao CV para continuar a guerra. Do outro lado, Boto contaria com a ajuda de milicianos do Rio das Pedras. Apesar do prejuízo que teria tomado, os traficantes ficaram na área de mata da comunidade e tendo ajuda dos ex milicianos do Fabi.

O dia em que um miliciano que fugia da polícia em Bangu entrou em uma casa e fez cadeirante e três crianças de reféns

Leia agora como foi a operação que prendeu sete milicianos no Catiri, em Bangu, em julho, entre eles um PM. Um dos paramilitares chegou a entrar em uma casa e fez uma senhora deficiente e três crianças reféns. Os bandidos faziam parte da quadrilha de Montanha, que é o líder do grupo paramilitar que age na região. Com eles, foram apreendidos Fuzil, Calibre (5,56 mm); 1 (uma) Arma de Fogo, marca TAURUS, Pistola, Num. Série: KMC90535, Calibre (.380); 1 (uma) Arma de Fogo, marca GLOCK, Pistola, Num. Série: BXXA700, Calibre (.40); 1 (uma) Arma de Fogo, marca GLOCK, Pistola, Calibre (.40); 4 (quatro) Carregadores, Calibre (.380); 1 (um) Carregador, Calibre (.40); 60 (sessenta) Munições, Calibre (.380); 40 (quarenta) Munições, Calibre (.40); 30 (trinta) Munições, Calibre (5,56 mm). além de dois veículos Mitsubishi Pajero Um dos milicianos privou as vítimas – uma senhora cadeirante e três crianças, ainda não identificadas – de liberdade, utilizando-as como escudos e mantendo-as trancadas no quarto dos fundos durante toda negociação com os policiais”. Na ocasião, policiais civis do Setor de Investigação e Operações (SIOP) da DRACO-IE foram até o local após receberem informações do setor de inteligência acerca de uma possível reunião de milicianos na Comunidade do Catiri, Um dos criminosos, ao perceber a chegada da polícia, tentou empreender fuga, invadindo residência alheia e mantendo em cárcere privado uma senhora com deficiência e três crianças que ali se encontravam. Após negociação, os policiais lograram êxito em sua rendição e na consequente liberação das vítimas. Segundo os autos, ainda no curso da operação, os agentes receberam notícia de que um miliciano estaria escondido em uma residência próxima, situada na Rua H, s/n, próximo ao número 20, portando um fuzil. Ao se dirigirem ao local, os policiais encontraram o portão aberto e, ao adentrarem no imóvel, localizaram um dos bandidos, que se encontrava escondido no banheiro, portando um fuzil e um rádio comunicador.

Traficantes invadiram UPA de Costa Barros atrás de rivais e levaram dois pacientes (um deles foi espancado) que depois foram liberados

A coordenação da UPA Costa Barros informa que, às 5h45 desta terça-feira (30), homens armados invadiram a unidade atrás de dois feridos por arma de fogo que tinham dado entrada pouco antes. Depois de ameaçarem a equipe, levaram os dois pacientes, que algum tempo depois foram liberados e retornaram à UPA. Um dos raptados foi espancado. Os dois pacientes foram atendidos, passaram por curativo e medicação, e deixaram a unidade à revelia, antes da alta médica. A unidade de saúde será fechada. A região vive uma guerra permanente entre traficantes dos complexos do Chapadão (CV) e Pedrrira (TCP).

Bandido morto durante confronto que matou PM em Meriti tinha sido preso no ano passado suspeito de participar da milícia, foi condenado mas estava no semiaberto

A região onde ocorreu a morte do PM Leonardo Santos Portugal é dominada por milicianos. Jefferson dos Santos Henriques de Souza,  bandido morto no confronto que resultou no óbito do agente fora preso em 2 de março de 2024.no Morro do Pau Branco, em São João de Meriti. Na data dos fatos, policiais militares estavam em patrulhamento na Rua Dardo, nº 710, Vilar dos Teles, São João de Meriti/RJ, para verificar a informação de que três homens estariam cobrando “taxas de moradores”, quando tiveram a atenção voltada para o alto do Morro do Pau Branco, Ato contínuo, os agentes da lei abordaram o bandido que confessou estar armado. Assim, em revista pessoal foi encontrada uma pistola, da marca Brasilmaz, de calibre 9 mm, com a numeração suprimida, 2 (dois) carregadores, e 28 munições do mesmo calibre, além de R$60,00 (sessenta reais) em espécie e um celular.” Jefferson foi condenado a três anos e seis meses de prisão em regime semiaberto.

Escondido no Complexo do Alemão (CV), traficante comanda crime em cidade litorânea do Espírito Santo famosa por ser destino de cariocas no Carnaval

Traficante conhecido como Pânico que comanda uma tropa que leva o seu vulgo  e está escondido no Complexo do Alemão age ma cidade litorânea de Piúma, no Espírito Santo, destino muito procurado por cariocas durante o Carnaval. O bandido tem o domínio  sobre o tráfico de entorpecentes nos bairros Areias, Tamarindo, Itaputanga e Centro, utilizando adolescentes como “vapores” (responsáveis pela venda direta)p Pânico, após a prisão de Chuck e o afastamento de seu braço direito vulgo Cabelinho  em decorrência da Operação Pacificação, assumiu integralmente a liderança do tráfico de drogas em Piúma/ES, consolidando a facção sob a denominação “Tropa do Pânico”, célula do “Comando Vermelho”. A gênese da organização remonta à atuação de Josimar Alves, que, de forma consciente e deliberada, pactuou com “Pânico” ao arrendar o território por ele dominado no bairro das Areias, em benefício da facção, garantindo-lhe a expansão e, simultaneamente, assegurando a si a percepção de parte dos lucros advindos da mercancia ilícita. Em uma das conversas interceptadas, ‘Pânico’ reafirmou sua posição de liderança ao declarar a um interlocutor: “se vcs vende alguma coisa na cidade e pq e mercadoria minha e eu deixo fora isso eu paro quem eu quiser aí mano e área minha!

Traficante da Paraíba escondido no Rio está envolvido em guerra de facções no estado nordestino. SAIBA DETALHES

As investigações da polícia da Paraíba revelam que o traficante conhecido como Fatoka que está escondido no Rio de Janeiro mas comanda crimes em cidades do estado nordestino está envolvido em uma disputa com a facção Nova Okaida. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas na região metropolitana de João Pessoa, com especial atenção aos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo. As investigações revelaram a existência de facções fortemente estruturadas e armadas, que disputam, de forma violenta, o domínio territorial dos pontos de tráfico de entorpecentes. A Nova Okaida vem se consolidando nos bairros de Plano de Vida, Augustolândia, Bica, Mumbaba e demais áreas periféricas de Santa Rita/PB. As ações criminosas praticadas por seus integrantes compreendem tráfico de drogas, porte e uso de armas de fogo, homicídios e tentativa de assassinato de desafetos e rivais. As provas colhidas ao longo do processo demonstraram a existência de uma divisão interna de funções entre os membros da organização, a estabilidade da associação e o uso da violência como ferramenta de dominação territorial. Além disso, as investigações evidenciaram o vínculo entre o crescimento dessa organização criminosa e o conflito com a facção rival “Comando Vermelho”, cujos membros tentaram expandir seu território por meio da coação de integrantes da Nova Okaida e de ataques armados. Em resposta, a facção denunciada intensificou suas operações, inclusive com planejamento de atentados e investidas armadas. No decorrer da investigação conduzida no âmbito da Operação Bellum, a qual desvendou a existência de núcleos territoriais das facções  atuando de maneira violenta e organizada, também, no município de Bayeux/PB. Ambas as organizações disputam o controle armado de áreas estratégicas para o tráfico de drogas, utilizando armas de fogo, ameaças, execuções sumárias e intimidação sistemática da população local como forma de manter sua hegemonia. As diligências empreendidas revelaram que os denunciados Nando), Pitota e Léo Porco integram a facção Nova Okaida, com atuação armada voltada ao controle territorial dos pontos de venda de drogas no bairro Mário Andreazza e áreas adjacentes. Exercem atividades de liderança local, segurança armada, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Paralelamente, constatou-se a estruturação de um núcleo do Comando Vermelho, composto pelos denunciados Conrado, Neguinho, Patinha, Robinho Beira da Linha, Nego, Redondo e Fatoka  . Esses indivíduos, igualmente armados, disputam com violência o domínio da mesma região, impondo terror à população local, ameaçando moradores, e atuando no abastecimento de armas e drogas para a sustentação da facção rival. As condutas criminosas de todos os denunciados se interligam por força da conexão territorial e da disputa armada existente entre os dois grupos, estando todos vinculados à prática de crimes permanentes no mesmo espaço geográfico, com modus operandi semelhante, estrutura organizacional estável e divisão de funções internas. No curso da investigação que originou o presente feito, foram apreendidos materiais de elevado potencial ofensivo e grande quantidade de substância entorpecente, consistindo em uma submetralhadora Taurus, modelo CTT, calibre .40, com numeração visível, 32 munições calibre .40, 68 munições calibre 5.56, três carregadores de carabina calibre .40, três carregadores de fuzil calibre 5.56, seis acessórios de fuzil (guarda-mão, grips, alça e massa), além de 278 tabletes de substância semelhante à maconha, devidamente acondicionados e com constatação pericial já formalizada nos autos. Tais elementos reforçam, de modo inequívoco, a materialidade dos crimes denunciados.

Traficante do CV escondido no Rio comanda crimes na Paraíba

Um traficante da Paraíba Flávio de Lima Monteiro, vulgo “Fatoka, escondido no Rio de Janeiro  continuaria ordenando crimes na Paraíba, mais especificamente, em Cabedelo, município daquele estado nordestino.  Hoje, o Ministério Público da Paraíba com apoio da PCERJ realiza operação com  objetivo era desmantelar e asfixiar financeiramente a célula do Comando Vermelho (CV) na Paraíba, conhecida como “Tropa do Amigão”, comandada por,“Fatoka”  A ação integrada mobilizou mais de 150 servidores, distribuídos em 30 equipes. Foram cumpridos 26 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão em João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cabaceiras, Nova Floresta e em comunidades no Rio de Janeiro. O trabalho conjunto resultou na identificação de uma rede de “laranjas”, empresas fantasmas e movimentações financeiras que ultrapassam R$ 250 milhões, culminando no bloqueio judicial de R$ 125 milhões em bens e valores vinculados à organização criminosa. O Gaeco e a Draco ressaltam que o combate às organizações criminosas exige ações coordenadas em múltiplas frentes: desarticular lideranças, neutralizar o braço armado e atacar o poder econômico.  A Operação “Asfixia” demonstra que a integração institucional fortalece a capacidade do Estado em privar facções criminosas dos meios necessários à manutenção de suas atividades ilícitas, representando um marco para o enfrentamento qualificado ao crime organizado no Nordeste.

Quem é o bandido que deu ordem da cadeia para tacar fogo em tudo durante operação contra expansão do CV em Jacarepaguá

Um traficante preso causou um rebuliço ontem durante operação da Polícia Civil contra a expansão do Comando Vermelho em Jacarepaguá. Segundo o que foi noticiado na mídia, ele foi flagrado em uma conversa no celular mandando tacar fogo em tudo e acabou sendo transferido para o presídio de segurança máxima Bangu 1. Mas quem é ele. Kevin Carmo Pereira dos Santos, o Kpetex foi condenado a oito anos de prisão por ter sido flagrado em 15 de agosto de 2024 na locallidade do Karatê, na Cidade de Deus, portando 400 gramas de maconha, 130 gramas de cocaína e um fuzil com cinco munições. No dia dos fatos, PMs foram até a CDD e acabaram atacados com disparos de armas de fogo. Ao avançarem terreno, os policiais militares identificaram Kevin ao lado de um fuzil e material entorpecente diversos, conforme descrito acima. Os agentes então, deram ordem de parada e o prenderam em flagrante. Em razão da situação flagrancial, o denunciado foi preso e conduzido à Delegacia para adoção das medidas de praxe…” Mas não foi só. Este ano, conforme noticiado pela nossa reportagem, ele teve a prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 26 de junho do ano passado na Gardênia Azul. A vítima foi Vilson Reis de Oliveira, que foi surpreendida por Kpetex e comparsa que efetuaram disparos contra o rapaz. O homicídio foi ordenado pelos traficantes Doca, Gadernal e BMW porque supostamente a vítima tinha amizade com PM e miliciano.

PM foi morto em Meriti

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta segunda-feira (29/09), um policial militar foi vitimado por disparo de arma de fogo e não resistiu. Foi identificado como Leonardo Santos Portugal. O militar atuava em apoio a uma ação realizada pela Polícia Civil no bairro Conceito, em São João de Meriti contra milicianos. Na ação, um outro policial ficou ferido e um suspeito foi morto

Ônibus foram atravessados por bandidos em vias de Niterói por conta de tiroteio

Na noite desta segunda-feira (29), por volta das 21h40, criminosos atravessaram ao menos três ônibus na Alameda São Boaventura, no Fonseca. Outro coletivo também foi utilizado para bloquear a Avenida João Brasil, no mesmo bairro. Segundo informações preliminares, a ação seria uma represália a uma operação policial realizada mais cedo na região. Devido aos acontecimentos de tiroteio e fechamento de ruas na região do Fonseca, muitos trabalhadores, após um dia cansativo de serviço, estão tentando voltar para casa, mas não há ônibus chegando ao terminal de Niterói.

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