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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Milícia atacou a outra em Santa Cruz. PM achou carro com armas

A milícia do PL e do Naval deu um ataque no grupo paramilitar liderado por Waguinho na tarde de hoje na comunidade João 23, em Santa Cruz. Foi a terceira investida do bando contra os rivais nas últimas semanas. Houve relatos de tiros. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta sexta-feira (29/8), equipes do 27º BPM (Santa Cruz) foram acionadas para checar uma ocorrência envolvendo disparos de arma de fogo na Comunidade João XXIII, em Santa Cruz, Zona Oeste da Cidade do Rio. Após vasculhamento na região, os policiais localizaram um veículo – que consta como roubado -, duas pistolas, quatro carregadores de pistolas e dois coletes balísticos. Até o momento, não foram localizados feridos nas unidades de saúde da região. O policiamento segue intensificado na região.

PM de folga foi morto ao reagir a assalto em Piedade

A PMERJ nforma que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), nesta sexta-feira (29/08), policiais militares da unidade foram acionados para atender ocorrência de disparos de arma de fogo na rua Engenheiro Clóvis Daudt, no bairro Piedade, Zona Norte da cidade do Rio. Na chegada dos agentes, soube-se tratar de tentativa de roubo a policiais militares de folga que conduziam um automóvel. Durante a ação criminosa, um militar foi atingido e não resistiu aos ferimentos. Vale destacar que o segundo policial militar, ocupante do veículo  abordado  pelos criminosos, reagiu e houve confronto. Os suspeitos fugiram na sequência utilizando uma motocicleta. A área foi isolada pela equipe para a chegada da perícia. Ocorrência a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Thiago Marcos Barboza. A perícia foi feita no local e diligências estão em andamento para esclarecer os fatos e apurar a autoria do crime.

Investigação deste ano da DRE destrincha a quadrilha de Popeye, um dos chefões do CV em Belford Roxo e filho de lendário traficante

investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE/RJ esmiuçou a estrutura criminosa de alto poder ofensivo, pertencente à facção Comando Vermelho (CV), que exerce, de forma ostensiva e armada, o domínio territorial sobre o denominado “Complexo do Parque Floresta” , no município de Belford Roxo/RJ. Esse complexo é formado pelas comunidades de Santa Marta, Vila Pauline, Caixa D’Água e Parque Floresta, compreendendo uma área geográfica de aproximadamente 1,6759 km2, habitada por cerca de 32.342 pessoas A atual liderança da organização criminosa na região é atribuída a Nome, conhecido pelos vulgos “Popeye”, “Eto” e “Calvin” , herdeiro direto do falecido Orlando Jogador. O bandido comanda ataques a forças policiais, determina a instalação de barricadas e explora economicamente a população local. A quadrilha adota rotas de fuga estratégicas, previamente mapeadas, que incluem a Rua Albuquerque, Estrada do Conde, Rua Amador Dias e acessos à região da Mata do Morro São Bento O bando possui um sistema de evacuação clandestina de feridos e mortos, direcionados para a Unidade Mista do Lote XV, com o propósito de evitar que os corpos passem por necropsia oficial e exponham a estrutura criminosa. A quadrilha ainda outros crimes como roubo e desmanche de veículos, com posterior revenda de peças e financiamento de novas ações criminosas, roubo de cargas, com participação em quadrilhas interestaduais, exxtorsão de comerciantes, moradores e transportadores autônomos, comercialização forçada de gás, cigarros contrabandeados e serviços clandestinos, além de provável lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de laranjas e empresas de fachada. Instaurou-se na região um regime de terror e opressão contínua , onde o cidadão comum não possui acesso pleno a serviços básicos de saúde, educação e segurança, temendo represálias caso se comunique com agentes públicos ou tente denunciar qualquer irregularidade. Foi possível mapear com precisão diversos pontos de venda de drogas, conhecidos popularmente como “bocas de fumo”, que se encontram plenamente ativos e em funcionamento, com expressiva movimentação diária de entorpecentes. Esses locais se destacam não apenas pelo volume de drogas comercializadas, mas também pela forma armada com que são defendidos pelos integrantes da facção.. ]Boca da Colômbia – situada na confluência da Rua das Margaridas com a Estrada doConde, trata-se de um dos centros neurálgicos das operações do tráfico local, com grande fluxo de usuários e presença constante de olheiros armados; Boca do Coro Come – ESSA base opera com significativa distribuição de cocaína e maconha, sendo referenciada por moradores como uma das mais violentas da região; Boca do Iraque – protegida por barricadas e frequentemente utilizada como esconderijo de armas e rádios transmissores; Boca da Ladeira – movimentação noturna intensa e por ser ponto de recolhimento dos valores obtidos com a venda de drogas em áreas adjacentes;  Boca Central – localizada na interseção entre a Avenida Central e a Avenida do Canal, esse ponto serve como entreposto de distribuição e comando intermediário das operações da facção. Todos esses pontos de venda de drogas são guarnecidos por homens armados com fuzis, pistolas e granadas, dispostos estrategicamente em locais de vigilância elevada, o que representa risco iminente e permanente à integridade física de moradores, agentes públicos e transeuntes.As denominadas “bocas” operam como verdadeiras unidades logísticas do tráfico, com funções bem delimitadas, plantões organizados em turnos e distribuição regionalizada das substâncias ilícitas. Paralelamente à manutenção desses pontos de comércio ilegal, a facção criminosa consolidou a implementação de áreas de contenção armada , estabelecidas com o claro objetivo de impedir a entrada de viaturas policiais e de garantir a impunidade dos operadores do tráfico. Nessas áreas, identificam-se barricadas compostas por entulhos, concreto, ferro retorcido e até veículos queimados, dispostos de forma intencional para atrasar ou impossibilitar a progressão de forças estatais. Os locais de contenção armada, denominados “frentes de fogo” ou “postos de contenção”, são ocupados rotineiramente por criminosos portando armamento de guerra e atuando sob ordens diretas da liderança local. As vias de acesso mais vulneráveis ao ataque são protegidas por atiradores posicionados em pontos elevados, com cobertura cruzada e monitoramento por rádio. A existência dessas áreas consolida um cenário de domínio bélico e insurgente , em que a força estatal é afrontada de forma deliberada e onde o cumprimento da lei se torna praticamente inviável sem operações especiais e uso de força proporcional. No curso das diligências realizadas no presente inquérito policial, foi constatado que a facção criminosa que domina a comunidade da Caixa D’Água, integrada ao Complexo do Parque Floresta, dispõe de um aparato bélico extremamente letal e sofisticado. Tal arsenal inclui armamentos de uso exclusivo das Forças Armadas, caracterizados por seu alto potencial ofensivo, denotando uma postura de insurgência contra o Estado Democrático de Direito e uma evidente capacidade de enfrentamento direto e violento às instituições públicas de segurança. A seguir, detalham-se os principais armamentos e entorpecentes identificados no contexto desta investigação, com considerações jurídicas, sociais e sanitárias ampliadas, bem como as demais atividades ilícitas vinculadas à facção: a) Fuzis AK-47 e Colt 5.56mm: b) Pistolas 9mm: armas curtas, semiautomáticas, de fácil ocultação e rápida utilização. c) Granadas explosivas: artefatos de destruição em massa, proibidos para qualquer uso civil, são utilizados em contextos bélicos e de terrorismo. d) Fuzil .30: armamento com altíssimo poder destrutivo, comumente usado para perfuração de blindagens pesadas e até mesmo aeronaves. A presença de armamentos desse porte não se restringe à exibição de força. Os traficantes implementam verdadeiras zonas militarizadas dentro da comunidade, com postos de contenção, barricadas, sentinelas armados com rádios comunicadores e ordens expressas para repelir incursões policiais. Essas contenções armadas funcionam como “trincheiras” urbanas, transformando o espaço público em ambiente hostil ao Estado e comprometendo o direito de ir e vir da população, a prestação de serviços públicos essenciais (como saúde, educação e coleta de lixo), e minando por completo a autoridade das instituições democráticas. Além do tráfico de entorpecentes e do armamento pesado, a facção desenvolve um sistema criminoso de exploração econômica da comunidade. Dentre as principais condutas, destacam-se:  Extorsão sistemática de comerciantes locais e moradores de condomínios, mediantecobrança de “taxas de segurança” sob ameaça de

Professor recrutava alunos de escola estadual do Mato Grosso para o CV

Um professor de matemática da rede estadual identificado como Sinei Marinho Pedroso, de 42 anos, foi denunciado pelo Ministério Público de Mato Grosso, por atuar como articulador do Comando Vermelho (CV) dentro de uma escola em Sorriso (a cerca de 420 km de Cuiabá). S egundo as investigações, ele liderava um grupo criminoso e utilizava sua função para recrutar adolescentes para a facção, inclusive por meio de redes sociais. O professor teria intermediado o cadastro dos jovens como “lojistas”, encarregados de gerenciar o tráfico local, e chegou a fornecer drogas dentro da escola. Ainda de acordo com o MP, ele teria autorizado que estudantes praticassem “salves” (punições corporais) contra colegas com base em disputas relacionadas à facção. Sinei foi preso em flagrante no dia 17 de março deste ano após ser denunciado por uma estudante. A Secretaria de Educação do estado anunciou sua exoneração logo em seguida. 

Menores infratores ficariam sem comida se não fizessem rebelião no Rio. Um deles se recusou e foi agredido fisicamente

Na denúncia que resultou no afastamento de 22 agentes do Degase (Departamento de Ações Sócio-Educativas) que incitaram menores infratores a realizar uma rebelião em 2019 em uma unidade na Ilha do Governador, foi descrito que os funcionários públicos teriam, que adolescentes internados no CENSE Ilha praticassem diversos atos infracionais análogos aos crimes de motim, dano ao patrimônio público, lesão corporal, entre outros. Segundo a denúncia, os internos afirmaram que a rebelião somente ocorreu por determinação dos agentes socioeducativos mencionados, em especial um que foi preso ontem, relatando, ainda, que ele os teria ameaçado, dizendo que se a rebelião não ocorresse na madrugada do dia 05 de novembro de 2019, lhes seriam retirados direitos básicos, como alimentação. Há ainda relatos que, quando um dos reeducandos se recusou a participar da rebelião, o agente ‘Suzano’ o teria retirado do alojamento e lhe desferido um soco no rosto.Foi constatado, ainda, que a referida ordem tinha por objetivo fortalecer os pleitos apresentados pelo movimento grevista da categoria. Inclusive, as imagens captadas pelas câmeras da referida Unidade demonstraram que agentes do Sindicato da categoria grevista estariam no local momentos antes dos atos infracionais ocorrerem, restando evidenciado que o Presidente do Sindicato na época, ingressou no corredor dos alojamentos da Unidade quando os adolescentes ainda estavam sendo contidos pelo Grupo de Ações Rápidas do Degase, para tão somente tirar fotografias do local (quedando-se inerte em apoiar seus colegas na contenção dos adolescentes). Muito embora não tenha sido possível identificar o local e o momento em que teve início a rebelião, as imagens fornecidas evidenciaram que os agentes socioeducativos foram responsáveis por permitirem a saída dos adolescentes dos alojamentos, deixando as portas abertas, ensejando, assim, a rebelião, que precisou ser contida pelo GAR (Grupamento de Ações Rápidas do Degase, acionado em situações de crise). O agente preso ontem torturou psicologicamente os jovens que estavam sob sua batuta, a fim de os pressionar para que fizessem a rebelião que tinha como escopo chamar a atenção da sociedade para a imprescindibilidade da função dos agentes socioeducativos, os quais, com isso, pretendiam fortalecer o movimento grevista. Ademais, torturou fisicamente a vítima K.S.N Sampaio Nobre com o mesmo objetivo.

Relatos de roubos em massa de carros e motos em Madureira e Cavalcanti por ordem de traficantes da Serrinha (TCP)

Diversos relatos de motoristas e motoboys sobre roubos de motos e carros na data de ontem, na região do entorno do Complexo da Serrinha, em Madureira.e dos morros da Primavera e JJ. , em Cavalcanti. Uma correlação entre eles, que todos os roubos foram cobrados resgates com valores entre 3 e 8 mil reais. Grupos de motoboys estão relatando diversos roubos agora pela manhã(29/08) e 90% dos veículos estão sendo levados para os morros da Fazenda(Vaz lobo) e Primavera. Segundo o jornalista Bruno Assunção, em represaliaà última operação, os bandidos teriam roubado só ontem cerca de 40 carros e motos na região.

Policial reagiu a tentativa de roubo e ele e bandidos foram baleados na Zona Norte do Rio

Um policial penal de folga reagiu a uma tentativa de assalto na Rua Santos Títara, em Todos os Santos, Zona Norte do Rio de Janeiro, resultando em uma intensa troca de tiros registrada por câmeras de segurança. Tanto o policial quanto os criminosos foram baleados, com os assaltantes fugindo em veículos roubados antes de serem presos em unidades de saúde, enquanto o policial recebeu alta após ser atendido.

Ônibus foram atravessados na pista em Meriti em protesto contra operação policial que deixou um morto. VIDEOS

Bandidos atravessaram ônibus no meio da rua em São Mateus, São João de Meriti. A região ficou cercada por forte presença policial. Os coletivos foram abandonados nas avenidas Getúlio de Moura, Roberto Silveira e Rua da Matriz. Segundo relatos, teria sido uma retaliação a uma operação policial na região que deixou um morto. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na manhã desta quinta-feira (28/08), policiais militares do 21º BPM (São João de Meriti) detiveram quatro suspeitos durante patrulhamento pela Rua Francisca Peixoto, no bairro São Mateus, em São João de Meriti. Na ação, foram apreendidos um fuzil, uma pistola, um revólver e munições. A ocorrência foi encaminhada para a 64ª DP. À tarde, durante patrulhamento na Rua Paulino Barbosa, na localidade conhecida como Castelinho, no Éden, segundo o comando da unidade, os policiais se depararam com um homem em atitude suspeita que efetuou disparos contra os agentes. Houve confronto e o suspeito foi ferido e socorrido ao Hospital Municipal de São João de Meriti, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele foi apreendida uma pistola e munições. Ocorrência registrada na DH. Após o fato, populares tentaram atravessar ônibus nas vias e foram impedidos por policiais.

Vinte e dois agentes do Degase foram afastados pela Justiça suspeitos de incitar menores a fazer rebelião

O Ministério Público Estadual denunciou 22 agentes do Degase (Departamento de Ações Sócio-Educativas) por associação criminosa que resultou na rebelião de internos ocorrida em 5 de novembro de 2019, no CENSE Ilha do Governador. O episódio foi marcado por atos violentos, destruição de patrimônio público e risco à integridade de adolescentes e servidores. A pedido do GAECO/MPRJ, a Justiça afastou todos os denunciados de suas funções e deferiu a prisão de um agente, cumprida pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), na quarta-feira (27/08). Segundo o GAECO/MPRJ, os internos foram incitados pelos agentes a destruir as instalações do CENSE Ilha para atrair a atenção da sociedade e da mídia às reivindicações da categoria. Parte dos denunciados, integrantes do sindicato, registrou a destruição em vez de contê-la, reforçando o cenário de caos. Os promotores de Justiça apontam que os denunciados usaram os adolescentes como “massa de manobra” para dar visibilidade a um movimento grevista, colocando em risco vidas humanas e a segurança institucional. O agente Thiago Guedes Suzano, conhecido como “Suzano”, foi preso pela CSI/MPRJ em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Sua prisão preventiva foi requerida em razão de sua liderança na articulação criminosa. Ele também foi denunciado por tortura. De acordo com as investigações, ele incitou os adolescentes a se rebelarem, praticando tortura física e psicológica contra os internos que resistiram ao motim. Além disso, as apurações revelaram que o denunciado tentou alinhar versões após os fatos, demonstrando risco à instrução processual e possibilidade de reiteração criminosa. A denúncia do GAECO/MPRJ, recebida pela 42ª Vara Criminal da Capital, tornou réus os 22 agentes, que responderão por associação criminosa, dano qualificado ao patrimônio público e facilitação de fuga de pessoa legalmente privada de liberdade. Um dos agentes responderá ainda por falsidade ideológica, por ter inserido informações falsas no livro público de registros da unidade.

Depois de seis anos, Nando Bacalhau (CV) é acusado de duplo homicídio cometido em 2019. Vítimas cometiam furtos e foram carbonizadas

Líder do tráfico no Complexo do Chapadão, em Costa Barros e preso há vários anos, o traficante Nando Bacalhau está sendo acusado agora por um crime cometido em 2019. O fato ocorreu exatamente no dia 17 de abril daquele ano quando foi determinada a execução das vítimas Carlos Eduardo de Castro Barreto e de Fabio Brites de Mattos. Os corpos das vítimas teriam sido encontrados carbonizados dentro de um veículo Ford Fiesta. As vítimas estariam praticando furtos na região dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, principalmente nos arredores do Complexo do Chapadão. Narra a denúncia, que as vítimas teriam sido advertidas para que cessassem tais condutas, mas diante da continuidade, os denunciados teriam ordenado a morte das vítimas. A Justiça, porém, rejeitou a denúncia contra Bacalhau alegando que nenhuma das testemunhas, de fato, presenciou o crime praticado. Todas prestaram depoimento com base em “ouvir dizer”. As testemunhas ao falarem sobre o crime usaram expressões como “soube”, “teve conhecimento”, “uma vizinha disse”.

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