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tráfico de drogas

Apenas de 10% a 15% do faturamento do CV advém da venda de drogas. O restante é proveniente da cobrança de taxas a moradores e exploração de serviços, além dos roubos de cargas e veículos, disse secretário da Polícia Civil do RJ

Em entrevista a uma emissora de rádio nesta semana, o secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou que apenas de 10% a 15% do faturamento do Comando Vermelho provém da venda de drogas. O restante, segundo ele, é proveniente da exploração de serviços como gás, internet, TV a cabo, além da cobrança de taxas de comerciantes e moradores, no que ele chamou de miliciazação do tráfico de drogas. Os bandidos também faturam alto com os roubos de cargas e de veículos. 90% dos roubos de cargas e 80% dos veículos sãon praticados por facções criminosas. “Não são quadrilhas especializadas. As próprias facções têm entre seus integrantes pessoas que cortam os veículos que clonam ou que destinam as cargas. O roubo de cargas traz liquidez imediata já que as mercadorias são repassadas para comerciantes dentro das próprias comunidades”, disse. Sobre o esquema de lavagem de dinheiro do CV com o PCC, ele explicou que os valores saíam do banco digital criado pelas duas facções e ia para regiões da fronteira com o Paraguai e a Bolívia e voltava por emio de empresas de fachada, sendo revertido para a compra de armas e drogas e também para a caixinha do CV que é uma espécie de poupança da facção para financiar a compra de armas, drogas e uma espécie de previdência que sustentava parentes de presos e parentes de lideranças do grupo. O dinheiro movimentado neste esquema de lavagem era proveniente da venda de drogas e também da cobrança de taxas de moradores e comerciantes,. Os depósitos eram feitos sempre com notas de pequeno valor, FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia investiga se traficantes de Araruama mataram homem por ele estar supostamente envolvido com a milícia de Iguaba

Segundo autos divulgados no Tribunal de Justiça, a polícia está investigando se traficantes da localidade da Torre, em Araruama, foram os responsáveis pela morte de Bruno Ricardo Teixeira Pereira, cujo cadáver foi encontrado no dia 22 de dezembro de 2024 no interior do porta-malas do seu próprio carro, na Estrada da Vila da Pedreira, na divisa entre os bairros de Iguabinha e Engenho Novo. A suspeita é que os bandidos tenham matado Bruno por suspeitar que ele tinha ligação com a milícia de Iguaba. De acordo com o apurado, na noite de 21 de dezembro de 2024 a vítima, juntamente com um amigo, saiu de um bar localizado na Rua Nossa senhora de Fátima no Centro de Iguaba Grande com destino ao bairro de Iguabinha, em Araruama, com a finalidade de comprar cocaína. Contudo, os traficantes suspeitaram que Bruno tivesse alguma ligação com a milícia de Iguaba, razão pela qual o detiveram. Bruno foi mantido refém pelos traficantes enquanto o amigo foi liberado. Na manhã seguinte, o corpo de Bruno foi encontrado. A autoridade policial entende que há possibilidade de que os responsáveis pelo homicídio de Bruno tenham sido os traficantes de drogas da localidade denominada Torre, situada no bairro de Iguabinha. Diante de notícias de que na boca de fumo da Torre atua um traficante que utiliza tornozeleira eletrônica, a autoridade policial representa pelo compartilhamento dos dados do monitoramento eletrônico para confirmar a possibilidade. Consta do termo de declaração da mãe da vítima que ele estava residindo na Comarca de Iguaba Grande, há 15 dias, e era usuário de Cocaína. O pai da vítima relatou que na noite dos fatos a vítima estaria bebendo em um bar na frente de casa e lhe pediu um dinheiro, tendo então pai dado R$100,00 (cem reais). Desde então a vítima não retornou, não sabendo quais motivos podem ter ensejado a morte do filho. A testemunha que estava com a vítima no dias dos fatos e relatou que a vítima o teria convidado para dar uma volta de carro. Que no trajeto a vítima resolver ir a uma “boca de fumo”, tendo parado o carro no local, e descido sozinho. E que o local seria Iguabinha ou C2. Que pessoas que estava no ponto de drogas se dirigiram ao carro e disseram: “Então quer dizer que você tá andando com a milícia”. E que a vítima desconversou. Que foram obrigados a saírem do carro, a vítima teve o celular revistado. Que os bandidos, ordenaram que entrassem no carro, e foram levados para um local de mata. E foram agredidos no local, pois haviam pelo menos 5 pessoas no local. Que a testemunha foi liberada e foi coagida a não falar nada com ninguém, com ameaças de morte. E a vítima Bruno seguiu em poder dos traficantes. A polícia suspeita que o traficante que usa tornozeleira na qualidade de integrante do tráfico de drogas da Torre,estar envolvido no homicídio de Bruno Ricardo Teixera Pereira, o qual foi subjugado por traficantes de iguabinha, por volta das 20h da noite de 21 de dezembro de 2024, sendo o corpo apenas encontrado na manhã do dia seguinte, na Estrada da Vila da Pedreira, nas proximidades do viaduto da Via Lagos (RJ – 124), na divisa entre os bairros de Iguabinha e Engenho Novo, Com o objetivo de dar continuidade às investigações, a Autoridade Policial representou pelo afatamento do sigilo de dados da tornozeleira eletrônica do suspeito, com o acesso aos dados de seu monitoramento nas datas de 21 e 22 dezembro de 2024. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia deu prejuízo de mais de R$ 500 mil ao CV

A polícia deu um prejuizo de mais de R$ 500 mil ao Comando Vermelho. Ao todo, foram apreendidos 68 quilos de cocaína, 21,5 quilos de maconha, cinco litros de loló e três aparelhos celulares no Alto do Soberbo, em Teresópolis De acordo com as investigações, o material entorpecente foi trazido do Complexo do Alemão, na Zona Norte da capital fluminense, e teria como destino as comunidades de Teresópolis, além de uma cidade no estado de Minas Gerais. Três criminosos foram presos em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Usuários de drogas e moradores tentaram atrapalhar ação da polícia durante descoberta de bunker do CV na Lapa. LEIA TODOS OS DETALHES DA OPERAÇÃO

Leia agora mais detalhes sobre o bunker do tráfico estourado na Lapa, na região central do Rio, na última sexta-feira (28). Os policiais civis faziam diligência no local para averiguar uma boca de fumo em funcionamento. No local, constataram grande movimentação de usuários. Dois indivíduos, Magno Cavalcanti de Barros e Nathan Souza Resgate, foram surpreendidos e tentaram fugir, mas foram detidos. Durante a prisão, moradores e usuários hostilizaram os policiais, incentivados pelos próprios detidos, que resistiram e entraram em luta corporal.  Diante da situação, os agentes usaram spray de pimenta para conter a confusão. Magno chegou a fugir algemado, mas foi recapturado. No local foram apreendidos 550g de maconha, 11g de haxixe, 08g de crack, 350g de cocaína, 150 mililitros de cloreto de metileno e 06g de MDA.  Um dos agentes contou que diligenciaram até a Rua Joaquim Silva, na altura da numérica 123, para averiguação de uma nova boca de fumo em funcionamento na Lapa;  Ao chegar na localidade, verificaram que boca de fumo estava em pleno funcionamento haja vista a grande quantidade de usuários em fila aguardando atendimento perto de uma porta verde;  Assim que as viaturas descaracterizadas pararam, dois policiais correram para a porta enquanto que outros policiais fizeram o cerco na tentativa de localizar os olheiros da boca que ficavam na proximidade do local;  Dois indivíduos dois  correram, sendo que um deles já identificado por outras investigações, sendo este o vulgo Dimulher.correu rapidamente se evadindo do local; Outro indivíduo que correu, não foi identificado; Q Magno e Nathan estavam se preparando para atender os usuários e foram pegos de surpresa com a ação policial; QUE eles tentaram se evadir do local, mas foram rapidamente detidos; Apesar da ação policial ter sido realizada de forma rápida, de repente vários moradores e usuários de drogas que estavam na fila se juntaram e alguns começaram a hostilizar os policiais diante da própria instigação dos dois indivíduos da boca de fumo que gritavam para que os policiais não os detivessem;  Em virtude da aglomeração, os dois indivíduos detidos na boca de fumo começaram a resistir a prisão, tentando se evadir e indo para cima dos policiais que faziam a prisão, chegando a entrar em luta corporal com esses policiais;  Diante do risco de fuga, da integridade física própria e alheia a dos policiais envolvidos, um dos indivíduos, sendo este o Magno acabou sendo algemado e conduzido para a viatura. Ainda assim, algumas pessoas que assistiam a situação continuaram a se insurgirem, fazendo com que o outro indivíduo. Nathan continuasse a resistir a prisão e entrasse em luta corporal com os agentes policiais;  Um dos policiais neste momento tentou ajudar a imobiliza-lo momento que Nathan apertou com violência o dedo do dele  contra a parede; Neste instante, duas pessoas, homens, que poderiam ser moradores ou usuários, tentaram livrar Nathan; Diante da diferença numérica, os policiais acabaram tendo que se utilizar do uso progressivo de força. Os policiais então fizeram uso do armamento não-letal tipo spray de pimenta para que a ação pudesse ser controlada, sem que houvesse maiores incidentes. Nathan então foi finalmente algemado, mesmo com toda resistência. Assim que ele foi conduzido até a viatura, neste instante, Magno, conseguiu sair da viatura, talvez ajudado por terceiros e iniciou fuga correndo a pé algemado. Um outro policial foi atrás dele e conseguiu capturá-lo e trazer de volta até a viatura;  Uma mulher se dizendo testemunha apareceu e tentou dissuadir os policiais a não levar os elementos. Ela foi orientada a comparecer na 5ªDP e entrar como testemunha, caso quisesse participar ativamente do procedimento, haja visto que até aquele momento ela não ajudava, mas sim atrapalhava o trabalho dos policiais. Diante das situação de alto risco, do amotinamento de moradores e usuários da região contra os policiais, da resistência e desobediência dos dois indivíduos presos, os policiais então entraram nas viaturas e se deslocaram para a delegacia afim de apresentar os fatos para a Autoridade Policial, para serem tomadas as medidas cabíveis;  Junto com os dois indivíduos presos também foram arrecadados e apreendidos grande quantidade de entorpecentes que estavam junto à porta, sendo vendidos aos usuários da fila. Já haviam informações de que esta localidade passou a ser uma boca de fumo em virtude do fechamento das outras bocas nas redondezas;  Desde outubro de 2024, quando a delegacia iniciou uma série de operações e diligências na tentativa de acabar com o tráfico na Lapa, os traficantes tem se desdobrado na tentativa de ocultar suas atividades. As investigações do tráfico de drogas na Lapa se originaram na ocorrência 005-12372/2024, quando quatro indivíduos que estavam em frente travessa Mosqueira foram conduzidos e foram apreendidos com eles dinheiro e anotações referentes ao tráfico de drogas;  Em decorrência dessa investigação, conseguiu-se junto a Justiça um mandado de busca e apreensão, o qual foi posteriormente cumprido; QUE o cumprimento desse Mandado de Busca e Apreensão, expedido dentro do Processo 0958617-80.2024.8.19.0001, 40ª Vara Criminal da Comarca da Capital, foi realizado no dia 24 de janeiro de 2025, inclusive com a prisão de um traficante na localidade (APF 005-01190/2025). A partir do cumprimento, foram realizadas uma série de ações inclusive com a Prefeitura e com os bombeiros na tentativa de cessar definitivamente as atividades do tráfico na região, assim como tentar revitalizar área que se encontrava invadida por traficantes;  O corpo de bombeiro esteve no local e fez a retirada de um porta de aço da entrada de acesso ao imovel da travessa da Mosqueira, utilizado pelos traficantes;  A Prefeitura fez a retirada dos tapumes e do lixo que se encontrava no terreno baldio, o qual era utilizado como local de venda de drogas, onde trinta usuários, em média, ficavam comprando drogas que descia por uma corda através de uma janela irregular na lateral do Casarão da Mosqueira. Apesar disso, recentemente, o tráfico no intuito de continuar as suas atividades, iniciou novamente suas atividades na Rua Joaquim, onde também recentemente houveram diligências na localidade, porém sem prisão, mas com apreensão de drogas;  No dia 27/03/2024, diante das informações e denúncias extra-oficiais de que o Casarão havia retornado as suas atividades, uma equipe de policiais da

Mais um prefeito de cidade do Grande Rio desafiou o crime

Mais um prefeito de cidade da Região Metropolitana do Rio desafiou o crime organizado. Desta vez foi o alcaide de Maricá, Washington Quaquá (PT) que chegou a dizer que os bandidos vão para a vala, Ele disse que vai armar a Guarda Municipal! “Não vamos dar mole para a bandidagem. Nossa cidade terá uma segurança forte e preparada, com uma Guarda equipada e valorizada. Vamos construir um grupamento com toda a estrutura necessária, além de implantar o plano de cargos e salários para garantir melhores condições aos nossos agentes. E tem mais: serão 7 mil novas câmeras com inteligência artificial, monitorando cada canto da cidade. Bandido em Maricá não terá vez!” ACESSE O LINK E ASSISTA O VÍDEO: https://www.facebook.com/reel/999853892122762 FONTE: Facebook oficial do prefeito

Delivery de drogas funcionava em hotel de luxo em Teresópolis

Um delivery do tráfico foi estourado pela polícia em um hotel de luxo, no Centro de Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Dois suspeitos foram presos no momento em que saiam para comercializar entorpecentes, na noite do último sábado (29/03). Segundo as investigações, uma motocicleta entrava e saía a todo momento do estacionamento do hotel, deixando dinheiro e levando as drogas. Universitários e pessoas da classe média alta eram os principais clientes dos traficantes. Foi feito o flagrante no momento em que o entregador saía com os  entorpecentes para mais uma entrega. Foram apreendidos comprimidos de ecstasy, cigarros eletrônicos, maconha, balanças de precisão, dinheiro, aparelhos celulares e máquina de cartão. Durante a ação, dois usuários que estavam efetuando a compra de drogas também foram conduzidos para a delegacia para dar explicações,. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Polícia descobriu bunker do CV na Lapa

A Policia Civil estourou na ultima sexta-feira (28) um.bunker do trafico que funcionava em um casarão abandonado, na Lapa, região central do Rio de Janeiro .Dois suspeitos foram presos e tentaram agredir os policiais. De acordo com as investigações, o imóvel era usado como ponto de venda de drogas e servia de base para o Comando Vermelho. No local, foram recolhidos cerca de duas mil unidades de entorpecentes, incluindo sacolés maconha, haxixe, skunk, pinos de cocaína e pedras de crack, gerando um prejuízo estimado em mais de R$ 100 mil ao tráfico. O espaço contava com portas de aço e um cômodo isolado, com estrutura reforçada para dificultar ações policiais. Um dos presos tinha mandado de prisão preventiva em aberto, já que ele havia se evadido do sistema prisional após ser beneficiado com a saída temporária. Ambos os detidos já possuíam antecedentes por tráfico, associação para o tráfico e roubo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Químico a serviço do CV foi preso em Porto Real (RJ). Tinha até fuzil

Um químico que prestava serviços ao Comando Vermelho foi preso por equipes do 37° B.P.M (Resende) na madrugada de hoje, durante ação realizada no município de Porto Real. Um fuzil, 5.56 munições e diversos materiais utilizados na transformação da cocaína foram apreendidos. Outras duas pessoas foram também detidas. FONTE: PMERJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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