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Terceiro Comando Puro

Veja algumas das vítimas de traficante do TCP preso hoje em Niterói que tem 18 anotações criminais por homicídios

Douglas Vieira da SIlva, o Pochete ou Flamengo, foi preso hoje durante uma operação policial na comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, Ex-chefe do tráfico no Complexo da Alma, em São Gonçalo e ligado ao Terceiro Comando Puro, até o local ser tomado pelo Comando Vermelho no início da década, ele chama atenção pelo currículo criminal: responde a 13 processos por homicídio, um por ocultação de cadáver no TJ-RJ tendo 18 anotações na polícia por esse delito. Segundo os processos, uma das vítimas do bandido foi Mayara Alves da Silva, morta em 2018 a mando do traficante Drill, que estava preso em Bangu. A jovem foi colhida em casa e assassinada com diversos disparos de armas de fogo. Pochete foi acusado de homicidios em contexto de guerra entre o TCP e o CV na comunidade da Candoza, em São Gonçalo, em que as vítimas foram carbonizadas. Detalhes, eram seus ex-comparsas. Matheus Rodrigues da Silva foi mais uma vítima do bandido. Ele bebia em um bar no bairro do Jóquei quando Pochete o abordou dizendo que não queria mais lhe ver naquele local. Pouco depois, o criminoso retornou e efetuou disparos que atingiram o rosto do rapaz, que teve morte instantânea. Douglas também é apontado como envolvido na morte dos soldados do Exército Brasileiro Daniel Ferreira de Azevedo, de 19 anos, e Victor Hugo Xavier, 18, em julho de 2020, sendo um lotado na Fortaleza de Santa Cruz da Barra e, outro, do 21º Grupo de Artilharia em Campanha. No dia do crime, os militares assistiram uma partida de futebol em uma casa de festas no Mutondo, em São Gonçalo. Depois do jogo, foram para a um bar no Raul Veiga, onde conheceram duas meninas. Após o encontro, eles se ofereceram para levar as jovens em casa, e no caminho de volta acabaram se envolvendo em uma discussão causada por um acidente de trânsito, com o veículo onde estava o traficante André Luís dos Santos Affonso, conhecido como “Pai da Alma” (preso) a principal liderança da venda de drogas do Terceiro Comando Puro (TCP) em SG. Após serem identificados como militares, os jovens foram executados a tiros. Pochete é cadastrado no sistema carcerário com sendo de “Alta Periculosidade”, Na operação de hoje, PMs do 12º Batalhão tinham a informação que indivíduos ligados ao tráfico de drogas da facção TCP estariam realizando o corte de cabos de internet nas localidades da Palmeira, Pimba e áreas adjacentes, com o intuito de compelir moradores a cancelarem seus contratos regulares e aderirem a um provedor clandestino por eles imposto. Durante as diligências realizadas pelas equipes, por intermédio do canal Maré Zero, foi recebida nova denúncia informando que indivíduos armados estariam mantendo uma família em cárcere privado em uma residência da localidade. Diante da gravidade da situação, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Serviço Reservado, procederam de imediato ao endereço informado, onde constatou que os acusados se encontravam no quintal da residência, enquanto os moradores permaneciam no interior do imóvel, encontrando-se todos bem. Após cerco tático, os policiais conseguiram prender os criminosos, de posse dos seguintes armamentos: 01 fuzil Ruger calibre 556,, com 04 munições intactas; 01 pistola Taurus, calibre 380, com 18 munições intactas e 01 pistola G-Cherokee, calibre 9mm, com 12 munições intactas.

Peixão (TCP) foi absolvido em processo que respondia por ter se unido à uma milícia em Cordovil

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, foi absolvido pela Justiça do Rio de Janeiro de um processo que respondia junto a outros 13 réus acusados de integrarem uma milícia no ano de 2020 na região de Cordovil, na Zona Norte do Rio, que teria cometido ao menos dois homicídios. Na ocasião, dois corpos foram encontrados carbonizados. Segundo os autos, Peixão havia feito uma espécie de acordo com uma parte de uma milícia para poder dividir o território e usar aquilo ali para poder alcançar novas áreas do Comando Vermelho. Uma outra parte do grupo paramilitar não concordou e, aí começou uma guerra entre os milicianos. Um lado da milícia ficou a favor do Quitungo apoiado pela Cidade Alta que é reduto de Peixão, e do outro a parte de Tinta e Dourado. Os falecidos eram da parte do Dourado e Tinta, pois num desses ataques que eles estavam fazendo entre si, eles capturaram as duas vítimas de homicídios e as mataram. Por este acordo da época, Peixão exploraria o tráfico de drogas na mesma região e os paramilitares continuariam explorando o que eles já exploravam como milícia. O acordo seria mais ou menos esse, uma divisão do território, apelidada na época de União 5.3, 5 referente à milícia e 3 referente ao Terceiro Comando Puro. Para absolver os acusados, a Justiça concluiu que o arcabouço probatório não trouxe elementos contundentes a indicar a efetiva atuação dos réus no indicado grupo criminoso, na medida em que as provas apresentadas, apenas, apontam, em linhas gerais, a existência de uma organização criminosa na localidade, sem, contudo, esclarecer, com a participação dos denunciados.

Traficantes do TCP na Tijuca teriam pulado para o CV levando fuzis

Segundo informações que circulam nas redes sociais nesta terça-feira, dois traficantes insatisfeitos, anteriormente ligados ao tráfico de drogas nas comunidades da Chácara e do Morro do Cruz (facção TCP), na Tijuca, pularam para o Morro do Borel (facção CV). Durante essa movimentação, os criminosos levaram consigo um arsenal composto por dois fuzis, duas pistolas e uma granada, ampliando o poder de fogo do grupo. Eles postaram as fotos das armas na Internet e debochada.”Adoramos os presentes”.

Denúncia nas redes aponta que traficantes do TCP teriam estabelecido regras para entrada de moradores e pessoas de fora em comunidade de Niterói

Relato de um.internauta nas redes sociais aponta quev traficantes do Terceiro Comando Puro que assumiram o controle da comunidade da Palmeira, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, teriam estabelecido regras para pessoas de fora que precisam entrar na localidade. A determinação vale para moradores, taxistas, visitantes, motoristas de aplicativos e entregadores. Veja acima.

Traficante do TCP preso em Bangu seria o pivô de ataques que deixaram quatro baleados ontem em Cabo Frio. Duas das vítimas eram trabalhadores e as outras duas foram confundidas com bandidos rivais

A imprensa da região divulgou detalhes sobre os casos de quatro pessoas que foram baleadas em dois pontos distitnos na tarde de ontem, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. De acordo com um site local, o ataque que deixouj os inocentes baleados na Reserva do Peró teve como autores criminosos enviados pelo traficante Paul, que comanda o vizinho bairro Jardim Peró (TCP). O suposto mandante está preso na penitenciária Esmeraldino Bandeira, em Bangu. Os moradores apontam que essa já é a quinta ação criminosa em menos de duas semanas partindo do Jardim Peró, sob ordens de Paul, Palhacinho e Turcão, segundo a página. Após o ataque no Peró, os autores fugiram rumo ao Parque Eldorado IIi, onde acabaram sendo baleados por traficantes locais, que os confundiram com rivais. O portal RLagos Notícias informou que Paul mesmo de dentro da cadeia continua comandando ações criminosas em Cabo Frio. De acordo com o que foi divulgado, o bandido utiliza um telefone celular para repassar ordens diretamente aos comparsas, determinando ataques, execuções e movimentações dentro e fora das comunidades dominadas pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Paul, mesmo detido, tem determinado execuções de inimigos e antigos aliados. Um dos casos mais recentes é o de Carlos Eduardo, o “Canela”, que havia deixado o tráfico, mas foi morto por ordem direta da cúpula do Jardim Peró. Outro desaparecido é o ex-gerente do tráfico Mineirinho, que teria sido assassinado e enterrado na localidade conhecida como “Pé Sujo”.

TCP do Dendê atacou Barbante (CV) e deixou dois feridos

Traficantes de drogas ligados ao TCP, do Morro do Dendê, na Ilha do.Governador, realizaram um ataque contra criminosos rivais em uma localidade conhecida como “Grota”, no Morro do Barbante (CV). Durante a ação, dois homens ficaram feridos: um deles é suspeito de ligação com o Comando Vermelho (CV) e o outro é um homem que passava pela rua e não tinha qualquer envolvimento com o crime. Ainda de acordo com.relatos, criminosos do CV se preparam para contra-atacar os rivais.

Guerra de facções em plena luz do dia no Rio Comprido. VIDEOS

Segundo informações divulgadas pelo canal Submundo Criminal no Telegram , traficantes do Morro do Fallet/Fogueteiro e Coroa (CV) iatacaram o Morro do Querosene (TCP), no Rio Comprido. A região fica perto do Sambódromo carioca. Videos do tiroteio foram divulgados na Internet. De acordo com a página Word War Rio, no início do ano houve relatos de que os traficantes do CV se reuniram para planejar as investidas no São Carlos (TCP) Estariam envolvidos os integrantes do CV da Mangueira, Jacaré, Lins, Fallet e Praça Seca; Ao mesmo tempo que os traficantes que Carré e Léo Empada, lideranças do TCP planejavam a retomada do Morro da Coroa. – Lembrando que o Carré era chefe da Coroa na época do TCP. Especula-se que Scooby, ex-dono do Morro dos Macacos, também se envolveria na disputa já que estaria escondido no São Carlos já que aainda constaria com arsenal pesado A guerra no Centro já está pra acontecer faz tempo

Peixão abandonou Paracambi e entregou comando do tráfico na cidade para o irmão que foi flagrado em escuta de dentro do presídio negociando drogas e apontando envolvimento de policial com o crime. Ele foi condenado ano passado a pena irrisória

Nos últimos anos da década passada, o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, controlava o Complexo de Lages, em Paracambi, cidade da Região Metropolitana do RIo. Segundo relatos de policiais, naquela época, a polícia passou a intensificar a repressão ao tráfico na região e Peixão começou a perder muita coisa. O bandido acabou largando de mão e entregou o comando da área para seu irmão Aldo, que tem o vulgo de Sardinha. Aldo, na época, estava preso mas mesmo assim dava as diretrizes do tráfico. Chegou a ser flagrada uma conversa dele sobre a entrada de drogas no presídio e sobre o suposto envolvimento de um policial com o tráfico. O nome do agente não foi citado, Sardinha: Fortaleci 1 kilo de maconha pro amigo aí, ele faou que era 6 mil, mas 4 era do polícia e 2 era dele, assim em termo, o cara que faz a correria.: O cara que tinha o contato do policia aí tinha falado que 2 era do correria, que era do contato do policia 4 era do polícia. Sardinha usava o telefone da esposa na cadeia e chegou a ser flagrado também uma outra conversa que dizia que estava devendo R$ 28 mil de maconha para alguém. Como líder do tráfico, Aldo determinou que o bandido vulgo Neymar, que teria perdido uma carga de dinheiro para a polícia, fosse destituído do cargo de frente de Lages e que um criminoso conhecido como Duda de Acari assumisse o posto. Em uma conversa com Aldo, Duda disse que matou um policila que havia dadoi vários” derrames ” em sua gestão; que Sardinha o repreendeu na ligação e disse que sua função não era criar problemas e nem matar ninguém e sim fazer dinheiro. Duda chamava Sardinha de Paizão. No processo resultante desta investigação, Sardinha foi condenado a três anos de prisão no ano passado

Homens caíram no ‘Tribunal do tráfico’ em São João da Barra (RJ) por causa de um suposto furto. Apanharam de barras de ferro e um deles morreu

O ‘Tribunal do Tráfico’ da facção criminosa Terceiro Comando Puro levou a morteFábio Higino dos Santos e deixou ferido C.B.H.G em Sâo Joso da Barra, no Norte Fluminense, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Dois suspeitos reconhecidos pela vítima sobrevivente foram presos e estão com preventiva decretada,. Um está foragido, Os envolvidos ligados ao TCP que domina a localidade de Grussaí, teriam agredido as vítimas em represália a um suposto furto cometido na região, impondo uma lei paralela ao ordenamento jurídico. O modus operandi revela extrema crueldade e desprezo pela vida humana. As vítimas foram brutalmente espancadas com barras de ferro, resultando na morte de Fábio Higino e em sérios riscos à vida de C.B. Consta o relatório da vida pregressa de um dos presos diversas anotações envolvendo a Lei de Drogas, bem como delitos cometidos com violência e grave ameaça à pessoa.

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