Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Condenados homens que cometeram homicídio em Três Rios em troca de pedras de crack e arma

O Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri (GAEJURI/MPRJ) obteve, na terça-feira (05/08), a condenação de dois réus pelo homicídio triplamente qualificado de um homem, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Três Rios. A sessão, que durou cerca de 12 horas, resultou na condenação de Wesley Bruno Vicente da Silva, réu confesso, a 15 anos de prisão, e de Jorge Vicente a 23 anos e 4 meses, com agravante de reincidência. Ambos cumprirão pena em regime fechado. O terceiro réu, Paulo José Lima Júnior, foi absolvido pelo Conselho de Sentença. De acordo com as investigações, o crime foi encomendado por um chefe do tráfico, que teria prometido aos executores pedras de crack e a eventual posse de uma arma pertencente à vítima como recompensa. Com base em provas técnicas e na argumentação apresentada em plenário, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do MPRJ, reconhecendo que a execução foi premeditada, praticada com extrema violência e motivada por interesses torpes. Diante disso, foram reconhecidas as três qualificadoras: motivo torpe, promessa de recompensa e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

Traficantes do TCP têm mais uma preventiva decretada suspeitos de tentar matar rival do CV no Terreirão

Os traficantes do.TCP vulgos RB e Chibata tiveram msis uma prisão preventiva decretada pela Justiça pela tentativa dr homicidio contra um rival do CV na comunidsde do.Terreirão, no.Recreio dos Bandeirantes. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, o comércio ilegal de drogas na comunidade do Terreirão, localizada no bairro do Recreio dos Bandeirantes, onde ocorreram os fatos narrados na denúncia, é disputado pelas facções rivais Comando Vermelho e TCP, numa intensa guerra com o intuito de que somente uma delas assuma o controle do tráfico nesta comunidade, e que Gabriel. teria sido mais uma vítima deste confronto. Consta nos autos que a vítima sobrevivente se encontra custodiada, prestou depoimento no dia 4 de abril qual afirmou que os ora denunciados “Chibata” e “RB” tentaram lhe matar no ano de 2023. Segundo a vítima, ela estava na Rua HW, no Recreio dos Bandeirantes, por volta de 10 horas, acompanhado por dois amigos, quando o “bonde do TCP” passou em um carro branco e os três ocupantes do veículo, todos armados, efetuaram disparos em sua direção.Gabriel informa que estava de costas quando sofreu o atentado e que foi alvejado por sete disparos de arma de fogo. Afirma ainda o depoente que conhecia os denunciados desde criança e que o crime foi motivado por disputa territorial, já que ele integra a facção rival Comando Vermelho.

Justiça decretou as prisões preventivas dos chefes do Borel e do Andaraí, ambos CV, por atacarem PMs

Sem dar muitos detalhes sobre o episódio, a Justiça decretou as prisões preventivas dos chefes do tráfico dos morros do Andaraí, vulgo Boneco, e do Borel, conhecido como Baleia, além de um criminoso vulgo Saci. Segundo os autos, eles são suspeitos de atacarem policiais militares  mas não há informações sobre a data do fato. “Os denunciados agiram para impedir que agentes da lei pudessem coibir a prática de crimes na localidade. O local onde o fato ocorreu é de difícil – quiçá de impossível acesso para a atividade da polícia preventiva e investigativa – onde impera a lei do silêncio, razão pela qual deixa os moradores vulneráveis e expostos, abalando a comunidade, repercutindo de forma negativa, gerando sensação de impunidade, sendo merecida a prisão dos denunciados para a garantia da ordem pública” Os autos se resumem a dizer que há investigações policiais no sentido de que os envolvidos integram organização criminosa que exerce atividades ilícitas na localidade, não sendo certo o paradeiro deles,  Se sabe que Boneco possui inúmeras anotações criminais, sendo: associação para o tráfico de drogas; tráfico de drogas; associação criminosa; homicídios; organização criminosa; roubo de veículos; e roubos seguido de morte. Ele aliciava crianças e adolescentes para operar na venda de drogas na comunidade e outras atividades ilícitas. Baleia foi preso em São Paulo, acusado de participar dos ataques iniciados dia 28 de dezembro de 2006 no Rio, em que 19 pessoas morreram, sete delas carbonizadas durante ataque a um ônibus. Ele foi condenado a 10 anos de prisão por tráfico de drogas e associação para fins de tráfico, no processo número 2006.001.166391-2. Solto em julho de 2020, contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, em agosto de 2020, um mês depois de sua saída do presídio, pelo crime de Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º – CP).

Homem que baleou e manteve passageiros reféns dentro de ônibus na Rodoviária do Rio foi condenado a 25 anos de prisão

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), obteve, nesta terça-feira (29/07), a condenação de Paulo Sérgio de Lima, vulgo “Paulinho”, pela tentativa de homicídio de duas pessoas e por manter reféns passageiros no interior de um ônibus, na Rodoviária do Rio, no dia 12 de março de 2024. O réu foi condenado a 25 anos e três meses em regime fechado por tentativa de homicídio triplamente qualificado (emprego de meio que resultou perigo comum, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de arma de fogo de uso restrito), sequestro e cárcere privado. De acordo com a promotoria, o denunciado atirou contra as duas vítimas pois acreditava que eram policiais à paisana que estavam no coletivo para prendê-lo. Em seguida, impediu que os outros 15 passageiros, entre eles uma criança de dois anos, saíssem do ônibus. Ele ainda usou uma das vítimas como “escudo humano”. A decisão judicial destaca que a conduta do acusado, na prática e no itinerário do crime, demonstra que lhe faltou qualquer sentimento de empatia para com o semelhante ao manter as vítimas restritas de sua liberdade, dentro de um ônibus, sob os holofotes da imprensa, durante várias horas. “Em plenário, hoje, o acusado, em sua autodefesa, chegou a dizer que gostaria de ser diretor de filme, a indicar que tirou felicidade e gozo pela situação de palco que vivenciou com a sua dramática colocação das vítimas sob seu comando”, pontuou o Juízo.

Ex-PM que foi baleado em Jacarepaguá foi acusado de homicídio e pegou pena irrisória de três anos em regime aberto ainda por cima

O ex-PM que sofreu atentado quando chegava a uma casa de shows em Jacarepaguá foi réu em processo de homicídio cometido em 2022. Segundo os autos, em 17 de março daquele ano, ele efetuou disparos contra David de Almeida VItorino causando sua morte. Ele foi condenado à pena de 03 anos e 06 meses de reclusão e 11 dias-a ser cumprida em regime aberto. Ele cometeu o crime usando uma pistola Glock, calibre 9mm, com número de série suprimido. Após discutir com David, o suspeito o abraçou para, supostamente, “fazer as pazes”, ao que inopinadamente efetuou os disparos. O fato ocorreu na Estrada João de Melo, nº 438, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Veja o depoimento de uma testemunha na época Alguém veio chamar o David, porque tinham pessoas dando tiro no estacionamento. E aí, quando olhamos pra lá, tava tendo uma pequena discussão entre eles, aí logo depois, a gente viu quando o rapaz puxou a arma e deu o tiro no rosto dele (…) Chamou o rapaz, o David (…) O aniversariante chamou, porque tinha um rapaz dando tiro no estacionamento, e aí, ele saiu pra resolver. Aí, quando eu olhei, já estava aquela confusão (…) Eles começaram uma confusão e aí dava pra ver de onde que estava, dava pra ver, mas eles se abraçaram e se resolveram. Ele deu as costas, quando voltou, ele pegou e aplicou o… Virou e pegou no rosto. Ele chamou, abraçaram, David saiu, quando voltou, ele virou de novo, foi na direção dele, quando foi na direção dele, ele acertou o rosto dele, aí já caiu… Ele em pé, tomou um no rosto, caiu. E mais dois no chão (…) Eles estão conversando, se acertam, David dá as costas pra voltar de novo pra onde ele estava e aí quando fala alguma coisa, quando David vira, dá um tapa na mão dele e acerta o rosto dele (…) A única informação que chegou é que ele (o réu) era policial FONTE: TJ-RJ

Milicianos encrencados por causa de homicídio em Jacarepaguá

Quatro milicianos tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos da morte de Robson Santanna Torres ocorrida em janeiro na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. São eles os vulgos Russo, Caveirinha, Pitbull e um de nome Thierry. Os autos não trazem detalhes do crime somente dizem que, de acordo com o inquérito 957-00141/2025 – DDPA que as condutas, em tese, praticadas contra a vítima se deram em contexto de criminalidade organizada, A Justiça decretou a prisão dos suspeitos sob alegação de que os depoimentos prestados todas as testemunhas arroladas na denúncia possuem vínculo com o local onde, nos termos afirmados na acusação, se deram os fatos, havendo, portanto, a possibilidade concreta dos acusados incutirem medo e insegurança nas testemunhas que irão depor em juízo. Além do homicídio, os criminosos são acusados também da ocultação do cadáver de Robson. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do CV de Madureira suspeitos de matar mulher que teve conversa com um suposto PM flagrada em seu celular

A Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do Morro da Congonha (CV) em Madureira, vulgos Leandrinho, Nem, Graveto ou GVT, Zebrot, Vitinho, WL, Marcinho do Fubá e Erê, pelo assassinato de Amanda de Oliveira . Uma testemunha afirmou que Amanda foi morta por traficantes da comunidade onde residia e que a mesma já havia sido agredida em outra oprtunidade, por se negar a sair com bandidos locais. Afirma que uma mulher acessou o telefone da vítima, onde printou a conversa com um suposto policial militar e entregou ao traficante de nome Vitor, o qual chamou a vítima para a parte alta da comunidade, onde foi agredida. Uma parente de Amanda disse que a vítima frequentava bailes, além de fazer uso de substâncias ilícitas. Um dos suspeitos conto que conhecia a vítima e revelou ainda que Amanda seria garota de programa e que apenas soube da morte dela através de sua mãe, sem saber a motivação do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com violência extrema, em plena luz do dia. O local onde as agressões ocorreram possuía outras pessoas presentes, o que demonstra o pouco valor que os denunciados têm pela vida alheia e pelo bom cumprimento das leis de forma que nada impede a prática de novos delitos para impedir o bom curso da marcha processual, colocando em risco a integridade física de todas as testemunhas. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP mataram testemunha ocular de homicídio cometido por eles dias antes em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro do Parque Paulista em Duque de Caxias, entre eles um de vulgo Gelsinho, pelo homicídio de uma testemunha ocular de um outro caso de assassinato apurado no IP 861-00024/2025, na qual qual os denunciados foram os autores. A vítima se chamava Daniel e foi morta para silenciar testemunhas e evitar a investigação do homicídio de Felipe Rodrigues Barboza, ocorrido dias antes. Como líder da comunidade, Gelsinho, deu a ordem para matar a vítima e seu comparsa seria o executor direto agindo sob suar ordens, mostrando sua subordinação à estrutura criminosa. A autoridade policial relata ainda que ambos têm históricos de crimes graves, como homicídios e porte ilegal de armas, Segundo a autoridade policial os indiciados, cientes da gravidade das imputações, possuem amplo poder de influência sobre a comunidade local e as testemunhas arroladas, podendo coagi-las, intimidá-las ou corromper provas, inclusive por meio de ameaças diretas ou indiretas, em ambiente dominado pelo TCP FONTE: TJ-RJ

Depois de quase sete anos, Justiça decretou prisão preventiva de dois traficantes do CV suspeitos de matar homem acusado por eles de estuprar uma criança em São Gonçalo

Depois de quase sete anos, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Comando Vermelho vulgos Macaquinho e DG por um homicídio cometido em 2018 contra um acusado de cometer estupro na comunidade Jardim Bom Retiro, em São Gonçalo. Francisco Alves de Oliveira foi morto em 27 de setembro daquele ano Na época, ele foi acusado por traficantes na localidade de ter estuprado uma criança. Por esta razão, traficantes executaram a vitima; O homem foi executado a mando do traficante que determinou sua morte para que pagasse pelo suposto crime de estupro. Ele era proprietário de um cicle. Mas este não foi o único homicídio que Testa foi acusado. Ele teria mandado matar também Leandro José Marques em janeiro de 2019. A vítima foi executada por sua suposta ligação com a faccção Amigos dos Amigos (ADA). FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima