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processo judicial

Justiça decretou a prisão preventiva de suspeitos de envolvimento de homicídio de um homem em Queimados que foi acusado de estupro de uma menor

A Justiça decretou na última semana as prisões preventivas de dois suspeitos de envolvimento no homicídio de um homem cometido em 2024 em Queimados. Segundo o processo, a vítima Renison Venâncio Oliveira dos Santos foi acusada de estupro de uma menor de idade e por isso foi morta. Os autos dizem que o crime ocorreu em 28 de dezembro daquele ano. A denúncia recebida pelo TJ-RJ diz que Renison teria sido atraído para sua morte através de uma chamada telefônica, supostamente realizada por um dos suspeitos para encontrar determinadas pessoas e esclarecer (desenrolar, na gíria local) os fatos que resultaram do contexto de um vídeo que foi amplamente divulgado em redes sociais, onde o alvo era apontado como autor de estupro de uma jovem por sua mãe e que teria funcionado como verdadeira “sentença de morte”, que acabou sendo executado a tiros por três homens. De acordo com a Justiça, a polícia apreendeu o celular da vítima e informou que a motivação do delito estaria praticamente esclarecida – ligada a uma relação sexual da vítima com a jovem M.E,S. Os autos informaram que o local do fato não consta com câmeras públicas de monitoramento, ou de segurança privada. Possíveis testemunhas tem receio de colaborar com a polícia e a justiça ante a presença de milicianos na região. O texto do processo diz que um dos suspeitos que teve a prisão decretada chegou a ser ouvido e informou que um terceiro envolvido, que teve a prisão decretada já no ano passado, disse que Renison foi atraído sob o pretexto de solicitar entrega de drogas. Esse terceiro suspeito, após o crime, saiu a pé em direção ao ponto do homicídio e retornou depois apenas para arrumar sua bagagem e embarcar de volta para São Paulo.

Justiça decretou prisão preventiva no último dia 12 de homem suspeito de dar três facadas no peito de uma mulher depois que ela se recusou a lhe dar seu telefone

. Depois de quase três meses do crime, a Justiça decretou no último dia 12 a prisão preventiva de um homem suspeito de agredir uma mulher a facadas em novembro em Duque de Caxias depois que ela se recusou a lhe dar o número de seu telefone, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo-se dos autos que, no dia 16 de novembro de 2025, por volta de 04h, em frente à residência situada na Rua Manoel Garcia, nº 500, bairro Xerém, em frente ao “Bar da Lu”, o acusado desferiu golpes com uma faca contra K.B.A, por razões da condição do sexo feminino, Além disto, de acordo com o processo, teria o denunciado a ameaçado, dizendo que iria “pegar” a vítima novamente. A decisão judicial aponta que a vítima declarou que no dia 15 de novembro de 2025, o denunciado, alcoolizado, passou a pedir seu telefone de forma insistente mesmo após a recusa e, após chegar ao alcance do denunciado, este desferiu “três facadas no peito, braços, no peito, do lado esquerdo, um pouco acima dos seios e acima do seio esquerdo, riscando a pele”. Ainda segundo os autos, a vítima, contou que, no dia seguinte, em 16 de novembro de 2025, o suspeito a viu novamente, colocou a mão na cintura, onde se encontrava a faca, apontou o dedo para a declarante e disse ‘Vou te pegar’, fato este que foi presenciado por sua companheira e sua tia.

Depois de quase três anos, Justiça decretou prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos em sequestro com eles. Autos apontam que um dos acusados após cometer o crime teria dito. “Agora estou satisfeito que bebi sangue”

Depois de quase três anos, a Justiça decretou esse mês a prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos com eles em um sequestro em 2023, em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio. De acordo com os autos disponíveis, a testemunha N.S;B disse em depoimento em sede policial (id. 82) afirma que:” …foi vitima de um sequestro no dia 14/05/2023 juntamente com outras pessoas. O crime foi nvestigado posteriormente pela Delegacia Anti-Sequestro; O processo diz que ela contou que,durante o período que esteve em poder dos sequestradores, houve uma desavença entre ele. Com isso, os criminosos algemaram e amordaçaram os outros sequestradores chamados Luís André e Bismark, Os autos apontam que dois foram jogados no banheiro da casa e começaram a tortura los com com vários objetos além de chutes e socos; Eles assaram horas sendo torturados, e a declarante assistindo a tudo; No final da tarde, a vítima viu Bismark e Luís André sendo levados para fora da casa todos bem machucados e com os rostos bem desfigurados.Segundo o relato da testemunha que consta no processo, um dos sequestradores disse aos gritos ao mesmo tempo que chutava os comparsas. “Hoje, eu vou beber sangue”. Os agressores levaram Luiz André e Bismark para outro local e deixaram um sequestrador tomando conta das vitimas. Que passado uma hora aproximadamente voltaram os agressores sem os dois comparsas que apanharam, Um deles falou para outro comparsa que era para ele lavar o veículo, pois estava todo sujo de sangue; A testemunha, segundo os autos, ouviu um sequestrador dizer: “Agora estou satisfeito que bebi sangue”. Após isso, a declarante não viu mais Bismark ou Luís André. Após o pagamento de resgate, as vítimas do sequestro foram liberadas. Um dos acusados que teve a prisão decretada disse, segundo os autos, que suspeitava que Bismark poderia ter subtraído alguma quantia de uma das vítimas do sequestro e a orientou a verificar seus aplicativos bancários; … Disse que ele e um outro comparsa ficaram indignados com a situação e decidiram que Bismark e Luís André seriam mortos, consta nos autos. Contou que os dois foram algemados e levados para um mangue, em Duque de Caxias. No local, eles foram mortos a tiros de revólver calibre 38, segundo seu depoimento que consta no processo. Falou ainda que ele e o comparsa ficaram com os telefones e os pertences dos mortos Consta nos autos que outra testemunha afirmou que os agressores consideraram Luiz André e Bismark como traidores e que eles foram algemados e amordaçados com fitas nas bocas e colocados no banheiro,. Passado um tempo, ela disse acreditar que mataram esses dois homens. Segundo ela, os próprios bandidos diziam que mataram. Contou ainda ter visto um vídeo em que um deles aparentava estar morto; Chegou a ouvir gritos. Falou ainda que os criminosos nesse instante, já estavam com o dinheiro, transferido para uma conta PIX e TED de contas enviadas pelos criminosos; … Os mandados de prisão contra os suspeitos têm prazo de cumprimento até o dia 02.02.2046.

Decisão judicial revela que líder preso assistiu sessão de tortura em ‘tribunal do tráfico’ em Itaboraí”. Vítima teria sido acusada por criminosos de agredir mulher

A Justiça do Rio negou habeas corpus e manteve no início do mês a prisão preventiva de um dos traficantes suspeitos de torturarem um homem no ‘tribunal do tráfico’ em Itaboraí só porque a vítima  supostamente havia agredido sua mulher.  Segundo os autos publicados no site do TJ-RJ, o fato ocorreu em 2024 mais precisamente  no  dia  01  de  Maio  daquele ano..De acordo com o que esta na decisão judicial, o crime aconteceu na  praça  de  Vila  Gabriela,  onde acusados teriam  submetido a vítima L.V.B a  intenso  sofrimento  físico   e mental, com emprego de violência consubstanciada em golpes com o  uso de pedaços de bambus, cabos de fios rígidos e coronhadas na cabeça, causando-lhe  várias  lesões   Segundo a Justiça, a autoridade dos denunciados sobre as vítimas era efetivada por  meio do grupo ser espécie  de  “Tribunal  do  Tráfico”  que  se  instalou   na  comarca  de  Itaboraí, aterrorizando  as  vítimas  e  demais   moradores  do  município,  sempre  mediante ameaças de morte, feitas com emprego ostensivo de armas de fogo.  O agredido chegou a  perder  a  consciência, momento em que foi arrastado para região de mata. De acordo com os autos, o espancamento se deu sob o comando do elemento conhecido como PG, chefe do tráfico local que se encontra  preso, que detinha o domínio dos fatos ,  acompanhando  a  execução  do  crime  através  de videochamada,  determinando o que os membros do tráfico deveriam ou não fazer. Após  o  depoimento  da vítima,  policiais  militares   diligenciaram  até  o  bairro  de  Vila Gabriela  em  área  de  conhecida  traficância,  momento  em  que  encontraram  os elementos de vulgos Faixa Rosa, Bruxão e Chininha. Todos foram  conduzidos  a  delegacia  para  prestar  esclarecimentos, tendo a suspeita Faixa Rosa confirmado  participar do tráfico na localidade, atuando como  vapor,  todavia   Outros envolvidos disseram que atuavam no tráfico. Um deles inclusive falou que acatava as ordens do denunciado PG que  é atualmente o “frente” do tráfico em Vila Gabriela. O traficante que teve o habeas corpus negado é conhecido pelo vulgo de Caneco. Segundo os autos, outros que teriam participado do crime têm os apelidos de Chininha, Indio,  Faixa Rosa, Zazá, Sorriso, Bruxão Latrel e Peixe. 

Depois de quase seis anos do crime, Justiça abriu processo contra Peixão (TCP) por homicídio em 2020. Segundo os autos, um mês antes de morrer, vítima se desentendeu com um dos comparsas do traficante durante jogos de futebol

 Depois de quase seis anos, a Justiça do Rio abriu processo contra o traficante Peixão e seus comparsas João Careca e Mia ou Jeremias por um homicídio cometido em 2020 mas não decretou a prisão dos suspeitos. Segundos os autos, a mãe da vítima afrmou que no dia dos fatos, seu filho havia combinado de buscá-la no ponto de ônibus, o que não aconteceu e que após contato com a sua nora ficou sabendo que ele havia saído de casa por volta das 17:30 para assistir um jogo de futebol na rua Vila Nova. Ao procurar por informações na comunidade soube que “João Careca” havia pedido carona para a vítima e, que em 05/04/2020, por volta das 10 horas, percebeu uma movimentação de pessoas gritando e chorando, quando tomou conhecimento de que seu filho havia sido morto. Em depoimento extrajudicial, o primo da vítima afirmou que 20 ou 30 dias antes do desaparecimento da vítima, esta lhe confessou que, durante uma partida de futebol, havia se desentendido com o denunciado “Jeremias ou Mia”. Para não decretar a prisão dos suspeitos, a Justiça argumentou que ainda que tenha restada demonstrada a materialidade delitiva e haja indícios de autoria, tem-se que os fatos a eles imputados datam de 04 de abril de 2020, demonstrando a ausência do requisito de contemporaneidade ” A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada”., diz o juiz,

Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

Mulher que teria sido sequestrada em São Gonçalo e está desaparecida desde outubro teve mandado de prisão expedido na última sexta-feira

A Justiça expediu mandado de prisão na última sextá-feira (6) para Érika Abrantes Ribeiro, de 36 anos pelo crime de roubo e resistência que foi condenada a 16 anos. Detalhe: a mulher encontra-se desaparecida desde o dia 19 de outubro do ano passado. Mãe de três filhos, operadora de caixa e moradora da comunidade do Galão, em São Gonçalo, ela teria sido sequestrada na frente de amigas na comunidade da Brahma, de acordo com que foi publicado na imprensa local. Segundo a publicação, Erika teria sido abordada, puxada pelos cabelos e braços e levada à força por homens desconhecidos enquanto conversava com amigas em um campo de futebol na comunidade da Brahma, no bairro Porto Velho. O registro do desaparecimento foi feito na 73ª Delegacia de Polícia (Neves). A imprensa local divulgou que a Polícia Civil investiga se o caso possa estar ligado às disputas territoriais entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho (CV) em áreas conflagradas de São Gonçalo. Segundo apuração, a comunidade da Brahma estaria sob controle de milicianos, enquanto a área conhecida como Galão seria dominada por traficantes ligados ao CV, gerando um ambiente de tensão e conflito entre facções. O celular dela não atende e permanece desligado. A imprensa divulgou que Erika não costumava desaparecer. Um morador relatou que Erika teria sido vista no fim do mesmo dia saindo de um imóvel acompanhada de um homem que aparentava ser policial militar, com a jovem possivelmente algemada. Esta versão não é oficial,. Erika respondia a outros processos por roubo. A família afirma desconhecer qualquer conflito recente que pudesse motivar o desaparecimento. Um parente relembrou, no entanto, que ela chegou a ser capturada por criminosos e baleada nas mãos, de acordo com publicação O crime que levou o mandado de prisão para Erika foi cometido em 2019, Na ocasiáo, houve diversos crimes de roubo (foram 7 vítimas identificadas) .Narraram as vítimas que os custodiados, juntamente com outros indivíduos, mediante emprego de arma de fogo, exigiram seus pertences como veículo, telefones celulares, carteiras e máquina de cartão. Após abordagem policial, o veículo em que estavam os custodiados empreendeu fuga. Na fuga, de dentro do veículo, foram efetuados disparos de arma de fogo na direção da guarnição que os perseguia.

Chefões do CV da Penha foram denunciados por morte de irmãos mas Justiça rejeitou e decretou a prisão de outros dois suspeitos

A polícia investiga o envolvimento de traficantes da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na morte de dois irmãos chamados Lábaro e Júlio César Viana de Oliveira. Os crimes ocorreram entre janeiro e fevereiro do ano passado em um intervalo de uma semana. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foram denunciados por um dos crimes três chefões do Comando Vermelho, Marcinho VP, Doca e Abelha mas a Justiça rejeitou a acusação contra eles. Não há nos autos disponíveis explicação sobre a suposta participação deles. Foi decretada, porém, as prisões preventivas de outros dois suspeitos. Julio César foi morto no dia 7 de fevereiro na Rua Delfim Carlos, nº 53, em Olaria onde possuía um estabelecimento comercial. Os autores teriam efetuado os disparos de dentro de um veículo clonado, modelo Honda HR-V, cor cinza, placa SUK2B35, evadindo-se do local, na sequência, em direção à comunidade “Vila Cruzeiro” Lábaro foi morto no dia 31 de janeiro. Um relatório da Justiça aponta que um dos suspeitos dos dois crimes é um traficante conhecido como Romarinho; Um tio dos irmãos contou que moradores da região lhe afirmaram que o autor da morte de Lábaro seria Romarinho e que em relação a Júlio, Romarinho também estaria envolvido. A testemunha afirmou ainda que Júlio lhe disse após a morte do irmão que estava sendo ameaçado de morte por Romarinho Outro suspeito citado no documento é um bandido de vulgo Grampola, que era homem de confiança de Romarinho. Uma outra testemunha do processo também disse que estava sob ameaça de morte. Romarinho e Grampola tiveram as prisões preventivas decretadas.

Filho de Orlando Jogador teve prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em dois homicídios motivados por guerra de facções em Belford Roxo

Filho do lendário traficante Orlando Jogador, Everton Alan Soares da Conceição, vulgo Popeye, teve a prisão preventiva decretada no último fim de semana suspeito de envolvimento em dois homicídios em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Também tiveram as prisões decretadas os criminosos vulgos Novinho e Pivete pelos mesmos crimes. Todos os envolvidos são ligados ao Comando Vermelho. As vítmas foram Andrey de Araújo da Silva Rego e Fabrício de Souza Faustino. Segundo os autos, Novinho e Pivete teriam atuado como executores diretos dos homicídios, deslocando-se até o local dos fatos e efetuando os disparos que vitimaram fatalmente as vítimas, no contexto de disputa territorial entre facções criminosas Já Popeye é apontado como liderança criminosa local da facção, exercendo poder de comando sobre os executores, sendo responsável pela coordenação das ações armadas, definição de alvos e manutenção da estrutura associativa, caracterizando domínio funcional do fato. Os autos apontam que se trataram de dois homicídios qualificados, perpetrados em plena via pública, durante o dia, com emprego de arma de fogo de uso restrito, em cenário de conflito armado entre facções criminosas,

Traficantes do TCP são suspeitos de torturar homem por causa de furto em clínica em Italva (RJ)

Quatro traficantes do Terceiro Comando Puro, além de um menor de idade, são suspeitos de torturar um homem na cidade de Italva, no Noroeste Fluminense, após este ser acusado de praticar um furto em uma clínica odontologica situada em região dominada pela facção. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O crime é apurado no inquérito policial º 148-00752/2025. De acordo com os autos, a vítima reconheceu, em sede policial, um dos suspeitos como um de seus torturadores, bem como os policiais militares ouvidos relataram que o mesmo seria integrante da facção criminosa autodenominada “Terceiro Comando Puro” em atuação no local. Não há mais detalhes disponíveis sobre o crime porque o processo em 1ª instância encontra em sigilo.

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