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processo judicial

Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho por homicídio relacionado à máfia dos cigarros

A Justiça do RIo de Janeiro decretou hoje a prisão preventiva do bicheiro Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, por um homicídio supostamente relacionado a máfia de cigarros, segundo informações que constam no site do TJ-RJ. Segundo os autos, Adislinho agiu dolosamente, comandando as atividades ilícitas dos demais denunciados, concorreu para o crime, induzindo os executores a matarem Fabricio Alves Martins de Oliveira. O crime em análise foi realizado de forma organizada, mediante tocaia para surpreender a vítima, com a utilização de vestes da polícia, em um local público (posto de combustível), com armas de grosso calibre, inclusive fuzil (Auto de apreensão id. 866 – munições, inclusive calibre 7.62), tendo sido efetuados 14 disparos (Laudo de exame em local de morte violenta. O crime, está relacionado a disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio clandestino de cigarros.O teor das interceptações telefônicas revela a atividade da organização voltada ao comércio ilegal de cigarros. Foram coletados elementos de informação acerca da participação dos acusados no crime. Um dos acusados, Alex de Oliveira Mattos atia no comércio ilegal de cigarros e a investigação apontou sua relação com a morte de FabrícioHá conversas entre Alex e sua esposa sobre Fabrício, indicando repulsa em relação a este diante de supostos “botes” praticados em transações anteriores. Em conversa com Alex, outro suspeito, José Ricardo Gomes Simões, há menção a homicídios praticadosinclusive mediante paga, além de tratarem sobre a possibilidade de morte de outro sujeito que também estaria envolvido no comércio ilegal de cigarros. Na mesma conversa, os acusados falam especificamente de Fabrício e de sua companheira, , com questionamentos acerca da razão de Fabrício estar vivo. Salienta-se que o diálogo se deu aproximadamente 5 (cinco) meses antes da morte do assassinato. Os autos apontam ainda Daniel Maia como envolvido e um trecho de conversa com Simões que indica o envio de foto de um homem chamado Rafael discutindo-se a sua localização. Em seguida, Danielnforma que está buscando informações sobre o indivíduo. A investigação apurou que Rafael ” estaria envolvido no comércio de cigarros. Cumpre ressaltar que Rafael nha relação com Fábio, sujeito que foi executado ao sair do enterro de Fabrício. Ademais, Fábio era primo de Rafael. Rafael disse que Fábio , lhe falou que Fabrício atuava no comércio ilegal de cigarros. Ainda no que se refere a Daniel, este possuía em sua galeria de fotografias imagens dos documentos de Fabrício no dia da sua morte. Em relação a Adilsinho, ele é apontado como “01”, responsável pela tomada de decisões, sendo possível concluir que a morte de desafetos exigiria sua concordância ou ordem. Ainda sobre ele,, este é citado por Rafael em suas declarações que não descartava a possibilidade de Fabrício ter sido morto pela “máfia de Caxias” Os envolvidos são pessoas perigosas e voltadas para o cometimento de ilícitos penais encaixados na alta criminalidade. A investigação revelou que os acusados integram uma organização criminosa que explora, ilegalmente, o comércio de cigarros contrabandeados ou fabricados em território nacional sem autorização do órgão competente. A constituição de organização criminosa armada e estruturada para a exploração ilegal de cigarros contrabandeados, por si só, evidencia a gravidade concreta do crime e justifica a decretação da prisão preventiva, especialmente para a garantia da ordem pública, objetivando tanto a interrupção das atividades ilegais da organização, bem como tutelar a saúde pública dos consumidores.

Homem com esquizofrenia está com prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe com uma facada no pescoço em São Gonçalo

Segundo processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a polícia está a procura de Guilherme Vieira de Ávila, que tem a prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe. Regina Célia Vieira Pestana de Ávila com uma facada no pescoço em São Gonçalo. Após o crime, o acusado fugiu do local dos fatos e permanece em paradeiro desconhecido, Regina foi encontrada morta no interior da sua residência apresentando ferimentos compatíveis com golpes de arma branca na região do pescoço. Segundo investigações, a vítima residia exclusivamente com o filho, que apresenta histórico de transtorno psiquiátrico grave, havendo relatos de que havia interrompido uso de medicação, situação que estava gerando conflitos no ambiente doméstico. De acordo com o depoimento de uma filha da vítima descrito nos autos, Guilherme era esquizofrênico, em tratamento desde por volta de 20 anos de idade. Segundo ela, o tratamento oscilava, com Guilherme parando de tomar remédios quando entendia estar bem. Quand ocorria isso havia estresse com Regina. No geral, era um bom relacionamento entre Guilherme e Regina, nunca tendo havido agressividade entre os dois; A irnã de Regina contou que ela vinha comentando das dificuldades enfrentadas com o filho. A vítima lhe informou a resistência por parte de Guilherme em tomar os remédios necessários para o tratamento. Falou que Guilherme nunca agredira Regina, porém Regina percebia que Guilherme provocava pessoas na rua. Disse que Guilherme não estava querendo tomar os remédios e sempre foi gentil e trabalhador. Ela contou que não estava conseguindo falar com Regina e acompanhou a sobrinha ao imóvel, a fim de verificar se havia ocorrido algo. Elas acionaram chaveiro e ao entrar no imóvel viram o corpo de Regina no colchão, reconhecendo-o cabalmente. A casa não estava revirada, sem sinais de arrombamento

SAQUAREMA: Inconformado com o fim do relacionamento, homem invadiu casa de ex e atirou no atual companheiro dela e só não a matou porque arma falhou. Depois, foi na casa da ex-sogra e executou seu ex-cunhado

Lucas Ventura da Silva Souza está com prisão temporária decretada pela Vara Criminal de Saquarema, na Região dos Lagos Segundo informações do TJ-RJ, inconformado com o fim do seu relacionamento com uma mulher chamada Amanda, ele invadiu a residência dela, efetuando disparos de arma de fogo contra o seu atual companheiro, que se encontra em estado grave de saúde. Ela só não foi atingida porque, no momento do disparo, a arma falhou, logrando êxito em fugir. Em seguida, o acusado invadiu a casa de sua ex-sogra e atirou contra seu ex-cunhado, que veio a óbito. Segundo a Justiça. há, ainda, necessidade de apuração quanto à origem da arma utilizada por Lucas, inexistindo nos autos qualquer indício de que possuísse autorização legal para portá-la. Foi deferida pela Justiça as medidas protetivas pleiteadas para proibir o suposto autor do fato de manter contato com a vítima, seus familiares e testemunhas, por qualquer meio de comunicação, aproximar-se deles a distância inferior a 500 (quinhentos) metros, bem como proibir de freqüentar o local de residência da vítima a fim de preservar a sua integridade física e psicológica da ofendida.

Peixão abandonou Paracambi e entregou comando do tráfico na cidade para o irmão que foi flagrado em escuta de dentro do presídio negociando drogas e apontando envolvimento de policial com o crime. Ele foi condenado ano passado a pena irrisória

Nos últimos anos da década passada, o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, controlava o Complexo de Lages, em Paracambi, cidade da Região Metropolitana do RIo. Segundo relatos de policiais, naquela época, a polícia passou a intensificar a repressão ao tráfico na região e Peixão começou a perder muita coisa. O bandido acabou largando de mão e entregou o comando da área para seu irmão Aldo, que tem o vulgo de Sardinha. Aldo, na época, estava preso mas mesmo assim dava as diretrizes do tráfico. Chegou a ser flagrada uma conversa dele sobre a entrada de drogas no presídio e sobre o suposto envolvimento de um policial com o tráfico. O nome do agente não foi citado, Sardinha: Fortaleci 1 kilo de maconha pro amigo aí, ele faou que era 6 mil, mas 4 era do polícia e 2 era dele, assim em termo, o cara que faz a correria.: O cara que tinha o contato do policia aí tinha falado que 2 era do correria, que era do contato do policia 4 era do polícia. Sardinha usava o telefone da esposa na cadeia e chegou a ser flagrado também uma outra conversa que dizia que estava devendo R$ 28 mil de maconha para alguém. Como líder do tráfico, Aldo determinou que o bandido vulgo Neymar, que teria perdido uma carga de dinheiro para a polícia, fosse destituído do cargo de frente de Lages e que um criminoso conhecido como Duda de Acari assumisse o posto. Em uma conversa com Aldo, Duda disse que matou um policila que havia dadoi vários” derrames ” em sua gestão; que Sardinha o repreendeu na ligação e disse que sua função não era criar problemas e nem matar ninguém e sim fazer dinheiro. Duda chamava Sardinha de Paizão. No processo resultante desta investigação, Sardinha foi condenado a três anos de prisão no ano passado

Justiça havia decidido em 2024 que homem que matou padrasto no ultimo fim de semana em Niterói iria a júri popular por provocar morte de carteiro em acidente de trânsito ao dirigir embriagado

A Justica decidiu em 2024 que Oldenir de Almeida Filho iria  a juri popular acusado de provocar a morte de um funcionário dos Correios durante um acidente de trânsito por supostamente dirigir embriagado  A informação consta no.processo 0016652-20.2022.8.19.0066 do TJ-RJ. Oldenir foi preso ontem suspeito de matar o padrasto a tiros e balear a própria irmã no ultimo fim.de semana, em Niterói. Consta da denúncia: “No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 09h30min, na Rodovia RJ 127, altura do bairro Gonzalez, o denunciado na condução do veículo Fiat Toro , cor branca assumindo o risco de produzir o resultado morte, eis que dirigia o veículo sob efeito de álcool, em alta velocidade e sem a devida habilitação para condução de automóveis, Ele colidiu com a motocicleta Honda NXR 160, pilotada  por  vítima Laércio da Silva Ribas. Em decorrência da batida, a vítima Laércio da Silva Ribas sofreu lesões que  foram a causa única de sua morre . Logo após causar o acidente que culminou na morte de Laércio Ribas, Oldenir deixou de prestar imediato socorro à  vítima. Por fim, após fugir do local do acidente e seguir em direção ao Rio de Janeiro, na Rua Capitão Júlio Vieira, bairro Centro, em frente ao DPO da cidade, o denunciado, de forma livre e consciente, trazia consigo, para consumo pessoal, 4,4 g (quatro gramas e quatro decigramas) da substância entorpecente Cannabis sativa L. (maconha), acondicionados em 01 (um) pequeno invólucro plástico e em 1 (um) cigarro artesanal,  Após a colisão pela traseira da motocicleta, a vítima foi arremessada, caindo próximo a uma borracharia, Comunicados do acidente e da fuga sem prestar auxílio à vítima, policiais militares lograram êxito em abordar o denunciado próximo ao DPO da cidade, oportunidade em que apreenderam maconha no interior do aram sua prisão. Conduzido à Delegacia Policial, foi o denunciado submetido à exame de alcoolemia, oportunidade em que foi constatado que conduzia o veículo Fiat Toro  embriagado. Por tais razões, foi o denunciado preso em flagrante. Um.PM que participou da ocorrência disse que ouviu Oldenir falando que tinha dinheiro para pagar o dano ao veículo da vítima a quem ele chamava de “motoboy” que tinha esbarrado em seu carro. Com a voz de prisão pelo homicídio, o acusado  se alterou e tentou fugir da delegacia. O depoente se dirigiu ao local do crime, após sair da delegacia, oportunidade em que apurou que o réu, conduzindo o veículo em alta velocidade, atingiu a moto conduzida pela vítima pelas costas, saindo do local sem prestar socorro.  Uma testemunha narrou quev viu a vítima, transitando no sentido centro da cidade, quando foi atingida pelo veículo Toro, conduzido por Oldenir , de forma violenta. A vítima foi arremessada e caiu próxima ao acusado, tendo o condutor do veículo atropelador “ameaçado dar uma parada”, acelerando, em seguida, mesmo diante dos acenos do depoente. Laércio ltinha 2 filhos e netos e tinha a fama de ser o carteiro mais responsável da empresa, na direção do veículo e nos cuidados com a manutenção da moto. Oldenir afirmou que sofria desde a sua adolescência, com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que fazem com que sua vida “seja vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixam fora da realidade”. Assevera que no “dia do acontecimento,  estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado”. Sustenta que ele  não conduzia o veículo em excesso de velocidade e que estava dopado de substância medicamentosa que faz uso há anos. Assevera que o réu teria sido vítima de espancamento na Delegacia de Polícia Civil, sendo vítima de agressões severas, fato que teria sido ignorado pelo Juízo.

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar mulher no final do ano em São Gonçalo

A Justica decretou a prisáo temporária de Luiz Carlos Souza Dias pelo feminicidio de Cintia Barcelis Peres achada morta na ultima semana do ano passado, em Sâo Gonçalo. Segundo apurado até o momento, o suspeito já possui histórico de violência doméstica, roubo e tráfico, sendo certo que mantinha relacionamento conflituoso e abusivo com a vítima, a qual apenas vivia em sua companhia e do filho menor, tendo sido encontrada com um plástico envolto na cabeça e mãos amarradas. Narra, ainda, a autoridade policial que vizinhos descreveram tentativas de vender pertences da vítima após os fatos, sendo certo que, momento depois, ausentou-se o suspeito do local sem mais retornar.

Traficante do CV que saiu no Natal e não voltou foi condenado a 23 anos por morte de fotógrafo da Globo. Vítima foi considerada X9 por supostamente ajudar policiais a sequestrar bandidos, segundo relatos à Justiça

André Luiz de Almeida, o Nestor do Tuiuti, foi um dos bandidos de alta periculosidade que foi beneficiado pela saidinha de Natal e não retornou para a cadeia. Ele foi condenado a 23 anos de reclusão acusado do assassinato do fotógrafo da TV Globo Márcio Alexandre de Souza, que foi assassinado no dia 20 de junho de 2010 na Rua General Padilha, em São Cristóvão; Segundo depoimentos à Justiça na época,. Márcio teria sido morto por urn suposto envolvimento em sequestros de traficantes. De acordo com relatos, pelo menos dois traficantes teriam sido vitimas de sequestro por policiais, que exigiam dinheiro pela liberdade dos mesmos; Márcio, segundo os depoimentos, seria X9 e estaria entregando os bandidos aos policiais; O primeiro foi Edgarzinho” que era do morro da Mangueira e desapareceu, ja o outro traficante sequestrado, conhecido pelo vulgo de “Playboy” Tais sequestros teriam sido a causa da morte do fotografo Márcio. Sgundo os comentários um morado do Morro do Tuiuti teria visto a vitima em companhia dos policiais que sequestraram os traficantes “, no dia do pagamento do resgate ; Aquelas informações causaram um conflito entre os traficantes Elcio, que era o chefe do trafico no Morro do Tuiuti, e Polegar, chefe do trafico no Morro da Mangueira, porque Polegar exigia que Márcio fosse assassinado enquanto Elcio não concordava com tal atitude; Que, por causa da briga, o traficante “Polegar” expulsou “Elcio” do morro do Tuiuti; Uma testemunha disse na época que no dia do crime duas motos com quatro elementos, entre eles Nestor, ostentando armas de logo (pistola e fuzil) , se reunindo para descer do Morro nas motos comentado” que vamos pegar na General Padilha “

Jovem executada por traficantes do CV em Friburgo estava jurada de morte por ser considerada ‘inimiga da facção’

A polícia concluiu que o assassinato de Maristela Emerique de Carvalho, de 23 anos, ocorrido em outubro, em Nova Friburgo, foi motivado pelo fato de a vítima ser considerada inimiga da facção criminosa Comando Vermelho Maristela estava jurada de morte peo CV sob acusação de colaborar com grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP) ajudando o grupo a tomar bocas de fumo. Segundo as investigações, Haron, namorado da vítima, foi incumbido por Gabriel, líder do tráfico local, de levá-la ao cemitério de Riograndina, onde os demais aguardavam. No local, a vítima foi contida com o auxílio de Sophia e Rômulo, impedida de fugir e posteriormente entregue a Max Miller e Diveneta, que a colocaram em um veículo e a executaram com disparos de arma de fogo em via erma. Ela foi morta com dois disparos, um na cabeça e um nas costas. O corpo foi ocultado atrás de entulhos às margens da estrada Riograndina-Banquete, dificultando sua localização. Com efeito, há indícios de que os autores, todos vinculados ao tráfico de drogas, agiram de forma premeditada praticando homicídio qualificado por motivo torpe e mediante traição, seguido de ocultação de cadáver, em contexto de associação criminosa armada, com o objetivo de eliminar pessoa considerada “inimiga” da facção. A execução sumária de uma mulher sob pretexto de “disciplina” do tráfico demonstra a capacidade de intimidação do grupo e a sua influência sobre a comunidade local, impondo terror e desordem. Cinco suspeitos chegaram a ser detidos por envolvimento no crime O caso ganhou grande repercussão na cidade na época quando familiares procuraram a delegacia para comunicar o desaparecimento e passaram a divulgar a foto dela nas redes sociais. Maristela havia saído de casa na companhia do namorado e não retornou para casa, causando preocupação na família pois não era comportamento habitual.

Após mandar soltar suspeito de atacar equipes do Barricada Zero e balear servidor de Caxias, Justiça determinou prender de novo

No final de novembro, agentes públicos e trabalhadores civis que participavam da Operação Barricada Zero do governo estadual foram atacados a tiros por traficantes do Comando Vermelho na comunidade do Corte Oito, em Duque de Caxias. Na ocasião, um servidor da Prefeitura de Caxias foi baleado. Na ocasião, um bandido vulgo Siri foi baleado e hospitalizado e foi reconhecido por fotografia por testemunhas. A Justiça, no entanto, não considerou o reconhecimento válido e informou que não se mostrava possível a conversão da prisão em flagrante do custodiado em prisão preventiva Além disso, argumentou que o preso era primário, não ostentando nenhuma anotação criminal e a suposta arma de fogo utilizada para a execução da conduta a ele imputada não foi apreendida. Justificou ainda que o custodiado foi apontado como suposto autor dos fatos ora em análise tão somente porque ingressou no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes para atendimento médico após ter sido atingido por disparo de arma de fogo. Assim, a Corte considerou a fragilidade dos elementos de convicção carreados aos autos, deixou de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva e determinou a sua soltura. A decisão que soltou Siri foi objeto de Recurso em Sentido Estrito interposto pelo Ministério Público, ao qual foi atribuído efeito suspensivo em sede de plantão judicial, reconhecendo a plausibilidade da tese acusatória e o risco concreto à ordem pública. Agora a Justiça diz que a liberdade dos acusados representa risco real à ordem pública, não apenas pela gravidade concreta do fato, mas pelo contexto de criminalidade organizada que subjuga a população local. “A manutenção da custódia é imprescindível para interromper a atuação da facção criminosa, que utiliza poder bélico para impor suas regras e desafiar o Estado, colocando em risco a vida de policiais e cidadãos. Medidas cautelares diversas da prisão não se mostram adequadas ou suficientes diante da periculosidade evidenciada”, dizem os autos. No dia dos fatos, policiais prenderam Siri e identificaram Capetinha como o outro autor. A identficação só fo possível porque ele apresentava o pé lesionado e enfaixado, mesma lesão que SIri apresentava no momento de sua captura, levando a conclusão que ambos foram atingidos no mesmo momento quando empreendiam fuga com uma motocicleta;Siri e Capetinha são parceiros na traficância da localidade. Uma testemunha que também pertence ao tráfico declarou que os dois montaram num motocicleta e viu Siri dando tiros na direção da viatura. A testemunh efetuou cerca de 3 (três) tiros para o alto. Siri e Capetinha seguiram na motocicleta e chamaram o declatante, mas ele negou e fugiu para a área de mata (…) enquanto estava tentando se esconder na região de mata, avisou no grupo de whatsapp dos integrantes do tráfico no Corte Oito que estava escondido e viu mensagens dizendo que os comparsas haviam baleado uma pessoa próxima a retroescavadeira que retirava barricadas em apoio a equipe da PMERJ

Motorista de aplicativo achado sem vida em Rio das Pedras em novembro foi morto por engano. Alvo era seu amigo que ajudou a prender o mandante do crime anos antes

Achado morto enterrado em uma mata em Rio das Pedras em novembro após desaparecer na comunidade da Tijuqinha, o motorista de aplicativo Lucas Mendes Monteiro foi assassinado por engano. Morador do Irajá, Lucas desapareceu após ter ido comprar ouro na Tijuquinha com um amigo, para revender. Ele entrou em um veículo preto e não deu mais notícias aos familiares. Seu celular foi desligado na Rua da Chácara, depois de ter mandado uma mensagem para o amigo dizendo “Deu ruim”, segundo a Polícia Civil. De acordo com processo na Justiça, o alvo dos asasssinos era Gabriel, amigo de Lucas, que estava com ele e conseguiu fugir. O crime foi tramado dentro de um presídio de Japeri e teve como mandante um criminoso vulgo Nem da Rocinha (que não é aquele).Nem jurou de morte Gabriel após saber que foi com sua ajuda que a polícia o prendeu já que ele era colaborador dos agentes da lei e tramou seu homicídio por vingança. Para isso, Nem forjou uma negociação de compra e venda de ouro para atrair Gabriel. Gabriel chegou a ser preso e durante o tempo de cadeia manteve contato com um preso conhecido como Xororó e foi este que lhe colocou em contato com Nem. Foi marcado um encontro de Gabriel com um primo de Nem para pegar os ouros cerca de 298 gramas de diversas peças no dia 18/01/2025 no Itanhangá. Como não conhecia a área, Gabriel chamou Lucas para ir com ele mas os dois acabaram se separando pois Lucas disse que iria para o encontro da transação e pediu para ficar com a maior parte do ouro. Em conversa pelo whatsapp, Lucas disse que os caras estavam armados e `deu ruim’. Gabriel tentou contato com Lucas mas ele não atendeu e quando atendeu, uma voz de um homem disse que era da polícia e que ia até ele e desligou o telefone. Ele estava com a localização em tempo real de Lucas e viu que estavam “rodando” com ele pelo carro, devido à rapidez com que se movimentavam;Em certo momento, cruzaram com Gabriel mas elenão teve como saber qual o carro, pois passavam diversos veículos. Temendo pela sua vida, Gabriel foi embora e se dirigiu à família de Lucas para contar o fato. Posteriormente se dirigiram até a DAS (Divisão Anti-Sequestro) e foram orientados a procurar a 16DP, onde registraram a ocorrência;Gabriel disse que ha 6 anos é colaborador da polícia e que no ano de 2021 colaborou para a prisão de Nem e logo depois Nem descobriu que ele trabalhava para a polícia e que foi o declarante que “deu” sua prisão; Gabriel disse que em nenhum momento desconfiou que Nem estava envolvido no caso.e que era amigo também de Xororó. Ele contou que em uma conversa com Nem pelo whatsapp lhe enviou uma foto sua usando um cordão de ouro; Acredita que depois que Nem descobriu que o declarante era o mesmo que havia colaborado com sua prisão e armou com Xororó para poder pegá-lo; Gabriel disse que os caras ficaram rodando com Lucas para procurá-lo e que se tivessem achado, teriam matado todos. Um transexual que é irmão de Gabriel que está preso no presídio Plácido Sá Carvalo, em Bangu, revelou que existe comunicação dos detentos desta com a Cotrim Neto, em Japeri.e que os integrantes das comissões de presos se comunicam; Disse que Nem pratica extorsão de dentro da cadeia “mineirando” ouro das pessoas e que posteriormente coloca para seus comparsas fora do presidio venderem e que certamente seu irmão após ser apresentado a Nem, através de de Xororó, seria vitima de homicidio; Caso se concretizasse o crime, Xororó como é de costume entre os internos das cadeias, ficaria “forte” no contexto entre os presos e ganharia regalias no presidi. Ambas as unidades são “neutras”, ou seja, abrigam presos sem facção. Além de Nem, outros dois homens estão com prisão preventiva decretada pelo crime, entre eles Xororó. Todos são envolvidos com a milícia que agia na Tijuqinha.

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