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processo judicial

Traficante do TCP que hoje agiria no Muquiço está com prisão preventiva decretada desde o ano passado por um homicídio cometido anos atrás durante guerra com o CV em São Gonçalo

Integrante da facção criminosa Terceiro Comando Puro e atuante hoje na Favela do Muquiço, em Deodoro, o traficante Grisalho está com prisão preventiva decretada desde o ano passado por conta de um homicídio cometido anos atrás durante uma guerra com o Comando Vermelho em São Gonçalo. A mãe da vítima disse ter visto os traficantes do Caixa d’água assassinarem seu filho. Contou que o executor diisse que estaria matando Mileno, pois ele era integrante da facção Comando Vermelho, de Santa Luzia; O autor ainda disse que a facção Terceiro Comando agora era dominante na região, afirmando ainda que a vítima era do “Bonde do Schumaker”, traficante falecido anos atrás. Grisalho na época era o chefe do tráfico na região de Vila Três e redondezas, tendo a pouco tempo mudado da facção Comando Vermelho para Terceiro Comando. Segundo a testemunha, na ocasião, Grisalho ordenou que integrantes de facções rivais fossem executados para dominar o tráfico local e que aquela area agora seria pertencente à facção Terceiro Comando. Ao procurar uma mulher no Jardim Catarina posteriormente à morte de seu filho, a testemunha foi intimidada por um traficante armado conhecido como Tiaguinho, que disse a declarante para não aparecer mais lá. Segundo os autos, o delito foi praticado por motivo torpe, qual seja, o tráfico de drogas e seus consectários comerciais, ou seja, em represália ao fato da vítima ser integrante da facção criminosa autodenominada Comando Vermelho, rival à integrada pelo denunciado e seus comparsas à época (TCP). O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que ela foi surpreendida pela ação de seus algozes quando se dirigiu até a localidade da “Caixa d’água” com o fim de expor o conflito ocorrido entre a sua genitora, e um elemento identificado apenas por “Marcinho”, sendo de inopino alveja por diversos disparos. Ocorre que a vítima acabou sendo reconhecida como morador de bairro dominado pela facção criminosa autodenominada Comando Vermelho, ou seja, rival à facção criminosa que dominava o bairro Jardim Miriambi, o TCP, e que tinha, à época, como uma das lideranças Grisalho e quem deu a ordem para que integrantes da facção rival fossem executados. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mãe e filho são suspeitos de homicídio em Seropédica. Vítima ficou desaparecida durante uma semana e corpo foi achado nas margens de um rio

Mãe e filho estão com prisões decretadas pela morte de um homem que desapareceu no dia 22 de dezembro de 2024 e foi achado morto `às margens do Rio São Francisco, em Seropédica. A vítima Clóvis Roberto Ramos de Araújo, conhecido como Clovinho, foi morto com disparo de arma de fogo. O corpo .foi lançado ao rio numa clara tentativa de ocultação do crime. Clovinho foi morto depois que teve uma briga séria com a mulher mas o motivo não foi revelado nos autos. A acusada era companheira da vítima.Mãe e filho chegaram a comparecer ao sepultamento do corpo de Clovinho e não chegaram a demonstrar preocupação quando ele estava desaparecido tendo o suspeito viajado para a Região dos Lagos para passar o Natal mesmo com o padrasto sumido. O suspeito do crime teria postado ameaças nos “status” do whatsapp a respeito das pessoas estarem apontando ele como autor do homicídio de Clóvis. Ele costumava andar armado e postava fotos das armas em rede social. As pessoas apontam mãe e filho como autores do fato, mas ninguém quer comparecer para depor, pois todos têm medo do rapaz. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi espancado até a morte em Nova Iguaçu. Motivo: teria usado cocaína na frente de crianças

Um homem chamado Daniel Simplício foi espancado até a morte no dia 26 de janeiro em frente de sua casa, em Nova Iguaçu, por três agressores. O motivo do crime alegado por um dos assassinos: a vítima teria usado cocaína na frente de crianças e mostrado o órgão genital para elas. A Justiça decretou a prisão preventiva de dois acusados do fato: de vulgos Léo e Cabelinho. Uma testemunha afirmou que os agressores inúmeros golpes em Daniel. Deram chutes e socos na cabeça. Segundo seu relato, eles pegaram um bambu e bateram na vítima com ele. Pegaram também uma muleta com a companheira de Daniel e a usaram nas agressões. Cabelinho, de acordo com o declarante, teria sido espancado depois por populares e ficou hospitalizado. Daniel ainda chegou a ser levado para o Hospital da Posse, mas não resistiu aos ferimentos. Um dos acusados, Léo, prestou depoimento e disse que no dia dos fatos Cabelinho foi até a sua casa e ordenou que fosse com ele dar uma lição em Daniel. Se não fosse, iria se arrepender. e que iria chamar os traficanttes para executá-lo. Léo contou que ficou com medo e teve que ir junto.. Chegando no local, segundo o que ele conta, Cabelinho questionou Daniel sobre ele usar cocaína na frente das crianças e mostrando o órgão genital para elas.. Daniel teria assumido o erro, pedido desculpas mas Cabelinho não aceitou e passou a agredí-lo. Em seguida, chegou um outro homem que também participou das agressões à víti,a. Léo relatou que Daniel estava sangrando na cabeça e teria pedido aos cúmplices que parassem. Falou, inclusive, que teria ajudado a socorrer Daniel. Falou que, após o crime, parentes de Daniel ficaram lhe enviando mensagens o acusando do fato e, por conta disso, teve que sair de casa e morar debaixo de um viaduto FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante que foi para o TCP aterroriza Cabo Frio com ameaças a rivais e e moradores. Ele teve prisão decretada essa semana acusado de matar um membro do CV com 11 tiros, sete na cabeça

Nesta semana, a Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante que trocou o Comando Vermelho pelo Terceiro Comando Puro e que é suspeito de matar um homem que é integrante de sua antiga facção com 11 tiros em Cabo Frio. O criminoso fez disparos de arma de fogo efetuados contra a vítima Yan, motivado por guerra de facções, tendo supostamente o bandido se aproximado da vítima que conversava em uma esquina com outra pessoa e efetuado onze disparos de arma de fogo contra o rival., além de perseguir a vítima até que esta caísse ao chão para finalmente finalizar os disparos em uma execução típica das guerras de tráfico. Segundo os autos, o assassino é pessoa conhecida na comunidade pela seus crimes, sendo apontado como autor de vários homicídios, egresso do sistema prisional, onde se filiou ao TCP prometendo executar rivais do CV além de ameaçar moradores até mesmo por meio de redes sociais. O crime foi praticado sem qualquer confronto, estando a vítima, segundo populares, em uma esquina, quando foi abordado pelo autor que estava na garupa de uma moto, sem uso de capacete ou qualquer acessório que pudesse esconder seu rosto, acertando a vítima com onze disparos, sendo sete na região da cabeça, O criminoso é conhecido como Yago das Casinhas por se referir ao local conhecido como Minha Casa Minha Vida, no bairro Jardim Esperança onde a facção dominante é o TCP. Há notícias de estar Yago estar cometendo vários homicídios na região, inclusive três deles no Alecrim, chegando a postar nas redes sociais que irá matar mais gente não se importante se são traficantes ou trabalhadores, além de soltar fogos às 05 horas no campinho para afrontar os integrantes do Morro do Limão que são de facção contrária. Yago foi preso atuando pela facção TCP e ao sair da prisão disse que iria “matar” os integrantes da facção contrária. Populares firmaram que Yago estaria “tocando o terror” na região, sendo autor de cinco homicídios além de desafiar a facção rival soltando fogos no campinho de areia próximo ao Morro do Limão, bem como postar vídeos com ameaças a moradores e integrantes do tráfico. Ele tem extensa ficha criminal no Portal da Segurança, com várias anotações por crimes violentos e passagem por presídios. A vítima do homicídio levou sete tiros na região da cabeça, indicando ter havido uma execução, típica de guerra de tráfico. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeior

Miliciano que hoje é o maior rival de Zinho foi homem de confiança do irmão dele

Hoje, o maior rival da milícia de Zinho, o paramilitar Waguinho, de 59 anos, fazia parte da mesma quadrilha dele na época que era comandada pelo falecido Wellington da SIlva Braga, o Ecko, segundo processo criminal de 2018. Na época, Waguinho era homem de confiança de Ecko. Chegou a ser interceptado por intermédio de outro alvo, vulgo Pará, com quem conversava acerca da extração irregular de areia para construção. Nessa ligação, Waguinho afirmou estar vendendo areia a preços irrisórios, prejudicando o comércio local. Tal atitude seu deu em razão do mesmo integrar a quadrilha há bastante tempo e não se conformar com a liderança do miliciano conhecido como “Pingo” morto em operação policial deflagrada em 14/11/2018. Waguinho tinha outros dois apelidos_ Fred e Velho_ . Suas atividades também eram a cobrança de taxa de segurança de comerciantes, exploração de TV clandestina e comercialização de gás. Já naquele época Waguinho exercia liderança no Conjunto João 23, em Santa Cruz, seu reduto principal hoje. Sempre andava de fuzil.Foi condenado neste processo a 12 anos de prisão. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Milícia RJ News (twitter)

Justiça mandou polícia apurar envolvimento de segurança em morte de funcionário de empresa em Três Rios após receber denúncia de que suspeito tinha dívida milionária com a vítima

Após mais de um ano do crime, a Justiça mandou a polícia apurar a participação de um segurança na morte de um funcionário de uma empresa ocorrida em novembro de 2023 na cidade de Três Rios, no interior fluminense. O suspeito estava junto da vítima no dia em que ela sofreu um atentado e morreu. Foi inclusive baleado. Mas o filho da vítima disse que o suspeito tinha duas dívidas com o pai, uma delas no valor de R$ 1 milhão e outra, R$ 15.000 que venceriam próximo da data do crime, dia 22 de novembro. Para investigar melhor o caso,, a Justiça autorizou essa semana a quebra de sigilo nos aparelhos celulares apreendidos durante o inquérito policial. O suspeito disse a policiais que acompanhava a vítima Moacir da Silva Pereira ao que seria uma visita a um sitio que estava exposto a venda quando foram surpreendidos por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta. Afirmando que ele e Moacir deixaram o interior do carro, o investigado relatou disparos feitos por um dos rapazes na direção de Moacir e na sua direção. Em uma narrativa extensa e questionável, ele falou de sua relação com Moacir, com a empresa na qual a vitima fatal trabalhava e com negócios envolvendo compra e venda de armas de fogo. Afirmando trabalhar como segurança, disse narrou que acompanhava Moacir quando ele tinha que levar altos valores da empresa para a qual trabalhava. …” Com o intuito de esclarecer o episódio e encontrar informações sobre toda a dinâmica do ocorrido, a Justiça representou a Autoridade Policial pela conveniência de ser afastado o sigilo dos dois aparelhos de telefonia celular apreendidos para que possuam ser encaminhados para perícia onde deverá ser feita a extração de seu conteúdo para posterior consulta. O Ministério Público ofertou parecer onde manifestou-se favoravelmente ao deferimento da representação formulada pela autoridade policial. Assiste razão ao Ministério Público. Verifica-se que a medida pleiteada é o único meio para se alcançar os esclarecimentos devidos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Disputa entre o CV e o TCP teve atentado e morte em Paracambi

A Justiça decretou no último dia 24 as prisões preventivas de quatro traficantes acusados de praticar um atentado contra três homens na cidade dr Paracambi, na Região Metropolitana do Rio. Na ação, um dos alvos chamado Carlos Alberto acabou morrendo. As vítimas sobreviventes disseram que o ataque tem relação com uma guerra entre as facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro pela comunidsde do São José. Segundo a Justiça, a decretação das prisões tem como objetivo impedir a intensificação dos confrontos que frequentemente vêm aterrorizando a região. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos tiveram a prisão preventiva decretada acusados de espancar um homem até a morte na Zona Sul do Rio. Eles agrediram uma outra vítima depois e chegaram a ser detidos, mas foram liberados sob alegação de que não havia flagrante

Dois irmão de sobrenome Da Matta tiveram as prisões preventivas decretadas essa semana suspeitos de espancarem até a morte um homem na Praia Vermelha, na Urca, na Zona Sul do Rio, em novembro. Segundo os autos, no dia 17 de novembro de 2024, por volta das 18 horas, na Praça General Tibúrcio, no bairro da Praia Vermelha, no município do Rio de Janeiro/RJ, eles agrediram fisicamente Glauber Santana da Cruz, com intuito de matá-lo, utilizando recurso que tornou impossível a defesa do ofendido, causando as lesões corporais que foram a causa eficiente da morte de Glauber em 07/12/2024. Os irmãos passaram a tarde ingerindo bebidas alcoólicas na praça quando, no inicio da noite, depois de muita conversa, mas sem motivo aparente, foram na direção de Glauber e, repentinamente, começaram a desferi chutes, socos e pontapés na vítima. Como a ação dos denunciados foi inesperada, a vítima não conseguiu se defender e, depois de alguns instantes recebendo golpes pelo corpo, caiu ao solo. Em seguida, os agressores, alternadamente, aproveitando que Glauber estava no solo, passaram a chutar e pisar em todo o corpo da vítima, por fim, desacordando-o, todavia, os denunciados não cessaram a agressão e, entre chutes e pisadelas fortes, ainda alternadamente, pularam sobre a cabeça da vítima acertando-o com os pés com todo o peso do corpo objetivando ceifar a vida de Glauber, posteriormente, encerrando as agressões, pois, diante da gravidade das lesões, acreditaram que a vítima havia morrido. Glauber ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde ficou internado do dia 17/11/2024 a 07/12/2024, todavia, não resistiu aos ferimentos e morreu em virtude de traumatismo do tórax complicado com pneumonia, provocado por ação contundente em decorrência das agressões físicas realizadas pelos irmãos.”Uma testemunha disse que Glauber tentou separar uma briga que acontecia na frente da barraca, entre dois irmãos e acabou sendo agredido por ambos. Disse que a vítima foi agredido pór socos, tapas, pontapés e por golpes de “capacete”; Uma outra testemunha viu um dos irmãos agredir Glauber com um capacete. Disse que os agressores chegaram a ser abordados pela Polícia do Exército, mas foram liberados. Contou que uma guarnição da PMERJ também esteve no local mas foi embora. Falou ainda que, em razão do consumo de álcool, os irmãos teriam sido perturbados pelo Glauber durante o dia mas não soube dizer qual o tipo de perturbação.Um outro homem disse também ter sido agredido pelos irmãos, que chegaram a dizer. “Já deixamos um f… e não falei que iria te pegar”. Ele levou vários golpes como voadoras, socos, chutes e pontapés mas conseguiu se desvencilhar e solicitar ajuda dos militares do Exército. Mesmo assim, os irmãos partiram para cima dele e os agrediram com um capacete na cabeça. Inclusive o ameaçaram de morte, dizendo que iam na sua casa, na Baixada Fluminense, Os militares tentaram contê-los, inclusive usando spray de pimenta, mas um dos irmãos agrediu um deles com um tapa na mão. Os irmão disseram que ele e Glauber eram safados e falaram que iam matá-lo e beber seu sangue. Os irmãos, desta vez, foram detidos pelos integrantes do Exército e chegou novamente uma viatura da PMERJ. Os PMs lhe disseram não se tratar de flagrante e falaram para a vítima procurar a Polícia Civil, o que foi feito, o homem agredido foi até a 10ª DP (Botafogo) Foi submetiido foi submetido a diversos exames periciais que constataram que ele sofreu lesões em sua arcada dentária. Falou que não está trabalhando com receio de novas agressões, já que foi ameaçado pelos irmãos; Para a Justiça, os acusados escaparam da prisão em flagrante, aparentemente, por erro de comunicação entre os Policiais do Exército que atenderam à ocorrência num primeiro momento e os Policiais Militares que assumiram a ocorrência na sequência, que compreenderam tratar-se apenas de uma lesão corporal leve, em face da outra vítima. Segundo testemunhas, os acusados retornaram ao local dias após os fatos, “aparentemente tranquilos” e disseram “que o intento de matar almejava evitar futuras represálias, por isso retornaram para terminar o serviço” e que “o caso não acabaria assim”, demonstrando a evidente intenção de continuar a empreitada criminosa em desfavor de outras pessoas ou, no mínimo, causar temor nas pessoas. ]FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Quatro traficantes do Batan (ADA) estão com prisões decretadas suspeitos de colocar dois rivais do TCP no porta-malas de um carro e atear fogo

Estão com as prisões preventivas decretadas os traficantes de vulgos Russinho, DG, Macha e Chapolin, todos vinculados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) da Favela do Batan, em Realengo. São acusados de colocar dois supostos traficantes rivais dentro de um carro e atear fogo. Eles atraíram Leandro Lopes do Nascimento, vulgo Corujinha, para o local conhecido como Beco do Batata sob o pretexto de que haviam capturado um homem vulgo Pará e que precisavam conversar com ele. Em seguida, os bandidos amarraram Corujinha e Pará e levaram para o alto da comunidade . Após serem brutalmente agredidas, as vítimas foram colocadas amarradas em um porta-malas de um carro. O veículo foi conduzido até a Rua Américo Gomes de Ornellas, onde atearam fogo com as vítimas dentro ainda vivas e elas vieram a óbito. As vítimas, segundo os autos, seriam associadas à facção criminosa Terceiro Comando Puro, do Conjunto Fumacê, que fica no mesmo bairro, e da Vila Aliança, em Bangu. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

NOVA IGUAÇU: Após a morte de homem, pai e irmão dele iniciaram uma vingança contra aqueles que achavam que estavam envolvidos. São suspeitos de pelo menos dois homicídios

Após o assassinato de Gabriel Santos Gomes Caldeira, seu pai e seu irmão deram início a uma vingança contra aqueles que eles acreditavam que estavam envolvidos no crime. No último dia 2 de fevereiro, na Lagoinha, em Nova Iguaçu, pa e filho mataram Paulo César Gomes da Slva e balearam R.J.V.S. As vítimas conversavam com uma mulher em frente da casa do padrasto de Paulo quando um carro Ecosport branco se apxoimou e um ocupante apontou a arma para os três e disse: “não se mexam, não se mexam”. Paulo e R. disseram: “Somos moradores” e o ocupante do carro respondeu. “Morador é o c…” Após isso, disparos foram efetuados. Paulo jogou a moça no chão e ela não foi atingida. Ele não teve a mesma sorte e acabou falecendo no local. R também foi alvejado mas conseguiu escapar com vida. Em seguida, um dos ocupantes do carro saiu. Ele é o pai de Gabriel, que foi morto no dia 2 de dezembro do ano passado. Ele começou a discurtir com uma outra mulher acusando sseu pai de ser X9 e que seu filho morreu por causa dele. A moça que acompanha as vítimas disse que um dos ocupantes do carro estava no dia do enterro de Paulo, ficando observando de longe e que carros estavam passando na frente da casa de pessoas próximas das vítimas e as intimidando. Uma outra testemunha disse que antes da morte de Paulo, um outro homicídio foi praticado pelos mesmo autores, o qual vitimou Abimael Tavares de Melo Júnior. Pai e filho estão com as prisões temporárias decretadas, FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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