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processo judicial

Ronnie Lessa e Cristiano Girão foram condenados a 90 e 45 anos de prisão pela morte de casal na Gardênia Azul em 2014

O ex-bombeiro militar e ex-vereador Cristiano Girão e o ex-PM Ronnie Lessa foram condenados a 45 e 90 anos de prisão respectivamente pelo assassinato de um casal na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, em 2014. No dia 14 de juno daquele ano, as vítimas André Henrique da SIlva Souza e Juliana Sales de Oliveira foram executadas a tiros na comunidade. Foram realizados 33 disparos de fuzis AK-47 e AR-15, de calibres 5,56mm e 7,62mm. O crime foi cometido com objetivo de manter o domínio dos acusados na Gardênia Azul e assim continuar com o recebimento de valores de taxas ilegais e aluguéis. Girão foi o mandante e Lessa o executor dos disparos FONTE: TJ-RJ

Milicianos acusados de torturar, matar e sumir com os corpos de dois adolescentes em Queimados vão a júri popular

Os milicianos vulgos Sardinha e PTK vão a júri popular pelas mortes de dois adolescentes em Queimados, em 2020. Os corpos até hoje não foram localizados. O crime ocorreu entre os dias 1 e 2 de março de 2020. Os criminosos , efetuaram disparos de arma de fogo contra as vítimas Marlon Douglas Alves da Silva e Pedro Lucas Lemos que morreram, Consta nos autos que no dia dos fatos, os adolescentes Pedro e Marlon estavam junto de um envolvido na porta da residência de Pedro, quando um grupo de milicianos ocupando o veículo GM/Prisma na cor prata e Renautl/ Duster na cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem na mala do veículo prisma e os conduziu até um local conhecido como Guaxa, local próximo ao um Brizolão. Neste local os adolescentes Marlon e Pedro foram torturados e mortos. O crime foi praticado por motivo torpe, em razão de os adolescentes terem sidos mortos em razão de envolvimento com entorpecentes e prática de atos infracionais por parte de Pedro. O crime foi cometido mediante emboscada, uma vez que um dos envolvidos, amigo da vítima e previamente acordados com os milicianos, atraiu as para rua local onde seriam raptados e mortos. No mesmo dia, os assassinos, ocultou os cadáveres das vítimas Marlon e Pedro, colocando os corpos em local incerto e não sabido. Sardinha era apontado como um dos líderes da milícia, estando todos os demais denunciados subordinados ao seu comando. Os envolvidos tinham participação em crimes de homicídios, ameaças, extorsões, entre outros. Os bandidos ainda ameaçaram a mãe de uma das vítimas. “Para de fazer barulho”, “Você deveria ter medo da gente”. FONTE: TJ-RJ

Líder do novo ‘Escritório do Crime’ é suspeito de ser braço-direito de integrante da cúpula da quadrilha de Rogério Andrade

O ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, apontado como o líder do novo´Escritório do Crime´ alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual, foi apontado em investigações como sendo braço-direito de Flávio Mocidade, que integra a quadrilha do contraventor Rogério Andrade. Batata teria dado a ordem para o assassinato de Fábio Romualdo Alves. O crime seria fruto da disputa pelo domínio na exploração de máquinas “caça-níqueis” em regiões controladas por Rogério Andrade, tendo ocorrido uma desavença dentro da própria organização criminosa – ao que se denomina, vulgarmente, como “racha. O grupo que pertencia Flávio e Batata (supostos controladores da área que abrange o bairro de Bangu) pretendia tomar para si os postos ocupados por Márcio Araújo, vulgo “Araújo”, que, por sua vez, é apontado como a liderança que domina os bairros de Vargem Grande e Recreio, e para quem a vítima trabalhava. O bando planejou o homicídio através de rodas de conversas que ocorriam na Praça na Caixa D’agua, local de encontro para reuniões, base de saída para as atividades criminosas e entrega de armamentos, o declarante obteve informações sobre a empreitada que culminou no homicídio. Uma semana antes do crime, uma testemunha ouviu uma conversa entre integrantes do grupo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata.Segundo o declarante, que os responsáveis pela execução do crime foram Papa, Muniz, Vitinho e Bruno. Quando Bruno retornou o ouviu comentando que ele, Papa, Muniz e Vitinho tinham ‘pego o cara’.Todas as mortes que ocorrem a mando de Batata são realizadas por estes quatro indivíduos. Além disso antes, do crime, Bruno estava sem dinheiro e, depois, apareceu com muita grana. Papa é o mais cruel e geralmente executa. Falou acreditar que ele tenha sido responsável pelos disparos que mataram Fábio. Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, pode dar carteirada. O grupo teria duas pistolas Glock, calibre 9 mm, com kit rajada. As armas não ficam uma pessoa específica, mas circulam entre todos os integrantes do grupo. Possivelmente essas armas foram utilizadas na morte de Fábio”. Os acusados Batata, Rodriguinho e Bruno, atualmente, encontram-se recolhidos em estabelecimento penal por fatos alheios aos aqui tratados, enquanto Papa (foragido), segundo consulta junto ao banco nacional de mandados de prisão, possui em seu desfavor diversos mandados de prisão em aberto. FONTE: TJ-RJ

Ex-milicianos de Seropédica tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos das mortes de dois homens. Uma das vítimas teve o olho arrancado à bala

Foram decretadas no início do mês as prisões preventivas de dois ex-milicianos_ vulgos Boi e Trakinas_ pelos homicídios de dois homens em Seropédica. As vítimas foram Lucas Aguiar Rozilldo Silva, conhecido como Nelsinho, e Pedro Vinicius Rodrigues Fortes, o Peppa. Ambos receberam diversos disparos de arma de fogo sendo que Nelsinho teve o olho esquerdo arrancado por um projétil, com “zona de tatuagem”, isto é, comprovando o disparo efetuado à curta distância, causando as lesões que o levaram à morte. Uma testemunha relatou, que seis indivíduos armados com fuzis, uniformizados com roupa parecida com a da polícia, de balaclava, invadiram a casa no período da madrugada e acordaram Lucas com um tapa, perguntando onde estava a arma. Narrou que cinco homens levaram LUucas para casa de Peppa, dizendo que já sabiam de tudo; Após levarem Lucas, ouviu de 5 a 6 disparos de arma de fogo. Um dos indivíduos voltou para sua casa para chamar Trakinas e disse: “HOP. Reconheceu este indivíduo, por um mosaico de fotos apresentado pela polícia, como sendo Boi. Trakinas chegou a dizer que levariam Lucas para a 48ª DP e vasculhou o quarto da testemunha levando o seu celular e de seu fiho. A testemunha permanece morando no mesmo local e encontra-se em situação de vulnerabilidade. Os denunciados são apontados como ex-integrantes de milícia que atua na região de Seropédica e adjacências FONTE: TJ-RJ

Traficantes da Barreira do Vasco (CV) são suspeitos de matarem responsáveis pelo gatonet e pela internet da comunidade. Dono da TV a cabo clandestina foi morto porque não aceitou pagar o aumento da taxa imposta pelos criminosos

Traficantes da comunidade Barreira do Vasco, em São Cristóvão, mataram no ano passado um homem responsável pela distribuição do gatonet na favela por ele não aceitar pagar um aumento na taxa exigida pelos criminosos. O chefe do tráfico, vulgo Parazinho e um dos executores tiveram as prisões preventivas decretadas este mês.  O crime foi cometido em 17 de março de 2024 em um campo de futebol que fica em frente ao estádio de São Januário. A vítima Leôncio Castor Silva estava com o irmão na calçada  quando parou um veículo Kia Cerato, modelo novo, de cor branca, placa não anotada, que fizeram disparos. Um deles era o de vulgo Sabiá e o outro era conhecido como Cartolinha ou Cartola ambos traficantes do Morro do Tuiuti, que migraram para a Barreira do Vasco. Eles são seguranças do líder do tráfico na comunidade, vulgo Parazinho. Eles haviam se mudado para a Barreira do Vasco há cerca de um ano, Leôncio trabalhava fornecendo televisão cabeada (gatonet) para moradores da comunidade Barreira do Vasco, há cerca de cinco anos. Os traficantes da região, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, respeitavam Leôncio, tendo em vista ser “cria” da referida comunidade. Em contrapartida Leôncio efetuava o pagamento da quantia de R$ 5.000,00 mensais para o tráfico de droga Antes do crime, Leôncio havia dito que Parazinho queria aumentar a quantia paga, no valor de R$20.000,00 mensais mas ele se recusou a pagar dizendo inclusive que todo o trabalho era dele, que “ele era quem subia no poste para fazer a instalação. Uma testemunha relatou que um amigo de confiança de Leôncio , que ajudava em toda a operação do gatonet, possa ter convencido o tráfico a aumentar o valor da cobrança, tendo em vista que recentemente ele virou o responsável pela cobrança do gatonet da comunidade Barreira do Vasco, substituindo Leôncio. Há relatos também de que Cartola também foi o autor do homicídio de Thiago Monteiro de Melo, que era responsável por distribuir internet para os moradores da Comunidade Barreira do Vasco;  A testemunha disse que viu Cartola na garupa de uma motoccileta  efetuando disparos contra Thiago. O declarante disse que ajudou a socorrer Thiago  ajudou a socorrer colocando ele em um carro (Uber), que passava pelo local. Thiago foi transportado para Hospital Souza Aguiar, onde veio a falecer; O  fato ocorreu em julho de  2023. Uma outra testemunha confirmou que Leôncio comandava a distribuição do gatonet na comunidade cobrando  R$ 50 por residência e que pagava R$ 7 mil mensais ao tráfico. Disse que ouviu falar  que, em dezembro de 2023, houve uma mudança no comando da favela e os novos traficantes, da mesma facção(C.V.), exigiram de Leo, R$ 20.000,00, por mês, para manter o serviço, o que fez com que Leo aumentasse o valor mensal para R$ 70,00, por residência. A declarante não sabe dizer se Leôncio, pagou ou não o novo valor aos traficantes. Ouviu, que na comunidade da Barreira, havia sido executado depois que assumiu o novo comando, o detentor do serviço de “internet” no local, e que acredita que possa ter sido pelo mesmo motivo, que Leo possa ter sido executado. FONTE: TJ-RJ

Testemunhas relataram como PM matou homem durante pagode em Nova Iguaçu. Pelos relatos, vítima morreu a troco de nada

Testemunha relatou à Justiça como ocorreu o assassinato de Jorge Mauro Ruas de Paiva, ocorrido no último sábado (10) durante um pagode em Comendador Soares, em Nova Iguaçu. O PM Vinicius Rodrigues Pacheco teve a prisão temporária decretada como principal suspeito do crime. A testemunha relatou que o PM envolvido é conhecido na região como Nico e moradores relataram que tinha um comportamento agressivo e instável. No dia do fato, Nico também estava no bar mas do outro da calçada. Por volta da 0h15, ele teria feito quatro disparos para o alto. Alguns clientes foram falar com ele para repreendê-lo. Segundo o declarante, a vítima em nenhum momento foi ao encontro do autor para reclamar pela sua conduta. Em determinado momento, viu Nico vindo de encontro a sua direção, uma vez que estava muito próximo a vítima Jorge Mauro. Neste instante, o PM estava com a arma em punho, apontou para Jorge Mauro e começou a disparar contra a vítima. Disse não saber ao certo quantos disparos ou precisar maiores detalhes da arma de fogo, uma vez que começou a correr para se proteger, porém, acredita ter ouvido uns dois ou três disparos de arma de fogo. Após uns dez minutos, retornou para o bar e viu o corpo de Jorge Mauro caído no chão. Após ver ser amigo de infância morto foi embora para a casa. Ao visualizar a foto constante no portal de segurança, acostado ao presente inquérito policial, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Outra testemunha também presenciou os fatos e reconheceu Vinicius num mosaico de fotos como sendo o autor dos disparos. Disse que Vinicius realizou um disparo de arma de fogo para o chão próximo de onde estava a declarante. Ela ficou muito assustada e tirou uma foto do atirador. Cerca de quinze) minutos após o primeiro disparo, o homem se deslocou ate o “meio da rua” e realizou mais 3 ou 4 disparos, não sabendo precisar corretamente quantos. Após isso, algumas pessoas que estavam no bar começaram a conversar com o autor dos disparos para que este não fizesse mais e Jorge Mauro não estava entre elas.Disse que o PM retornou com uma arma de fogo diferente daquela utilizada anteriormente, indo de encontro ao local que Jorge Mauro estava. Falou que viu o autor do homicídio apontando sua arma para baixo a direção de Jorge Mauro uma vez que já estava caído ao solo. Depois, o autor do homicídio foi em direção ao carro estacionado e foi embora. Após visualizar o mosaico de fotos, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Um vídeo do crime ganhou grande repercussão na mídia e nas redes sociais. Vale destacar os vídeos obtidos das câmeras de segurança e exibidos em vários sites jornalísticos, em que aparece, de forma clara, um homem (já identificado como o representado) efetuando os disparos contra a vítima, FONTE; TJ-RJ

Justiça mandou soltar mulher trans e homem suspeitos de matar dois jovens em Angra em fevereiro. Existe a suspeita de legítima defesa. Há relatos que vítimas estavam com uma lâmina para atacar os envolvidos e que praticaram homofobia

A Justiça mandou soltar um casal, entre eles uma mulher trans, suspeitos de matarem a facadas dois rapazes em Angra dos Reis, em fevereiro. A Corte argumentou que o perigo gerado pelo estado de liberdade dos imputados (não está configurado. É reconhecida a gravidade do fato, que acarretou a morte de dois jovens. No entanto, conforme narrado pela denúncia, a princípio, as vítimas proferiram xingamentos contra a mullher transgênero -, chamando-a de “viadinho”. Há dúvidas, ainda, quanto a quem deu início, de fato, às agressões com a arma do crime e a quem ela pertencia. Ou seja, não é possível descartar – ao menos por ora – a tese de legítima defesa – ainda que possa ter havido eventual excesso -, o que será apurado ao longo da instrução criminal. Foram determinadas medidas cautelares aos envolvidos como 1- Comparecimento de forma pessoaal e obrigatória mensalmente em juízo até o décimo dia de cada mês, enquanto houver o deslinde do feito, para informar e justificar suas atividades, bem como manter seu endereço atualizado junto ao Juízo e 2- Proibição de se ausentar da cidade. Na época do fato, a mulher trans afirmou que o desentendimento começou quando as vítimas a ofenderam com o termo “traveco” e, em seguida, partiram para cima dela com uma lâmina. Alegou que o homem a auxiliou na defesa. O envolvido afirmou que tomou a lâmina das vítimas e, para se defender e proteger a trans. esfaqueou os rapazes. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventivas de cinco traficantes do TCP acusados de matar rival do CV em Paraíba do Sul. Guerra de facções aterroriza cidade de 40 mil habitantes

A Justiça decretou a prisão preventiva de cinco traficantes do Terceiro Comando Puro acusados de matar um rival do Comando Vermelho em janeiro quando a vítima estava na porta de sua casa com a esposa na cidade de Paraíba do Sul, no interior fluminense. O crime ocorreu em 30 de janeiro. e vitimou Fábio Miller Rosa Franco. Fábio foi alvejado quando retornava do supermercado, na companhia de sua companheira e, ao estacionar sua moto em frente de casa – situada na Rua Deocleciano Alves de Souza, Caminho de Dentro, um veículo Fiat Argo na cor branca chegou ao local, descendo um homem que atirou na vítima. Com Fábio caído no chão, este mesmo homem se aproximou e efetuou mais disparos, entrando em seguida no banco do carona do carro, retirando-se em alta velocidade na direção ao distrito de Werneck. A companheira da vítima descreveu que Fábio era traficante de drogas com ligações com a facção Comando Vermelho, tendo desavença com traficantes do bairro Liberdade – ligados à facção rival Terceiro Comando. Alguns dos bandidos eram da cidade de Paty do Alferes. Segundo a Justiça, foi mais um episódio de uma sequência de crimes violentos, envolvendo tiroteios, que estão ocorrendo na cidade, tudo dentro de um contexto de uma verdadeira ‘guerra’ entre traficantes de facções inimigas – TCP (bairro Volante e bairro Liberdade) e Comando Vermelho. Esses fatos têm causado pânico na população, não apenas nos moradores desses bairros como também nos moradores de todo o município, pois se trata de uma cidade pequena, de quarenta mil habitantes, não acostumada com conflitos armados entre facções criminosas.” FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) e comparsas tiveram as prisões decretadas por mortes de inocentes durante ataques em outubro

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de seus comparsas Porquinho, Geremias ou Rei do Fumo, Dino e Artilheiro pela morte de dois inocentes durante ataques em vias expressas em 24 de outubro de 2024. Segundo os autos, por volta das 7h45min daquele dia, na pista sentido Centro da Linha Vermelha, nas proximidades do bairro Parque Duque, em Duque de Caxias/RJ, os os bandidos ordenaram que seus subordinados efetuassem disparos de arma de fogo de calibre 7,62mm em via pública, na direção de populares, disparos que acabaram atingindo e matando as vítimas Paulo Roberto de Souza, que exercia atividade laboral ao transportar passageiro em seu veículo GM/Ônix e Geneilson Eustaque Ribeiro,, condutor de um veículo Kia Bongo – K2500 HD, cor branca, que se encontrava parado na via, O inquérito policial apontou através dos depoimentos colhidos em sede policial que os crimes imputados aos denunciados foram cometidos de forma premeditada e coordenada, visando a intimidação da população civil e a desestabilização da atuação estatal na localidade e principalmente, afastar a operação policial que incursionava na Cidade Alta. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do CV torturaram homens em Teresópolis para obter confissão de que teriam roubado boca de fumo. Crime foi filmado. LEIA COMO FOI

Os traficantes Vinte e Um e Caçador das Paineiras e um outro sem vulgo vinculados ao Comando Vermelho estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem dois homens que foram acusados por eles de roubarem uma boca de fumo, em Teresópolis. Os bandidos impuseram às vítimas R.S.P e R.S.A intenso sofrimento físico. Segundo consta dos autos, foi feito um vídeo que registrou o momento da tortura e que foi encaminhado à Justiça por um colaborador. Os criminosos desferiram contra as vítimas diversos golpes pelo corpo, inclusive com o emprego de um pedaço de madeira. Segundo o apurado, em 21 de março do ano passado, um dos bandidos ligou para uma das vítimas e pediu para que comparecesse no local conhecido como “Matinha”, sem lhe explicar o motivo. Ao chegar na “Matinha”, a vítima percebeu que outro homem já estava sendo vítima de diversas sevícias físicas impostas pelos traficantes notadamente golpes com um pedaço de madeira, enquanto um terceiro filmava tudo. Os criminosos a esta altura, acusavam as vítimas de terem roubado a “boca de fumo”, causando prejuízo ao narcotráfico local, a qual se mantinham umbilicalmente vinculados. Na ocasião, um dos envolvidos apontou o dedo indicador para uma das vítimas, que estava caído ao chão, dizendo de forma veemente: “Tá roubando a boca!”. Neste ínterim, Vinte e Um, que filmava a ação criminosa, disse: “Ei, 21… Ei, 21… pode bater, pode bater, mano… Não estava gravando não.”.Uma das vítimas, bastante assustada, chegou a pedir aos algozes que parassem as agressões. Contudo, os criminosos prosseguiram a tortura com um pedaço de madeira, desferindo contra o ofendido cerca de 14 pauladas nas pernas, nádegas e braços, tendo ele permanecido deitado no chão, gemendo e tentando se proteger dos golpes com as mãos. Logo em seguida, a segunda vítima foi derrubada ao chão pelo Caçador e o outro começou a lhe desferir golpes com um pedaço de madeira.Enquanto é agredida, a vítima proferiu gemidos de dor e repetiu a frase a um dos agressores: “Eu roubei quem, ’21’?”. FONTE: TJ-RJ

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