Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Justiça decretou preventivas de três milicianos de Belford Roxo suspeitos de matar mulher por causa de furto de celular

A Justiça decretou a prisão preventiva de três milicianos que mataram uma mulher porque ela havia praticado o furto de um celular em Belford Roxo.Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h40min, no Caminho do Jango, birro Nova Aurora, os criminosos abriram fogo contra Fabiana Souza da Silva, que veio a óbito. Consta da denúncia que, no mesmo dia, os denunciados executaram outra vítima, que foi capturado junto com Fabiana, fato apurado no IP nº 861-0006/2025. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teve o intuito de demonstrar o poder do grupo paramilitar constituído sob a forma conhecida como “milícia”, que domina os bairros Nova Aurora e Shangrilá, por existiram notícias de que a vítima teria praticado um furto de celular na região no ano de 2024. Além disso, consta que o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi surpreendida pela superioridade numérica e armada dos denunciados, que a capturaram e a executaram com diversos disparos de arma de fogo, bem como com emprego de arma de fogo de uso restrito. Por fim, consta que o crime foi cometido por integrantes de milícia privada, sob o pretexto de prestação de serviço de segurança, vez que os denunciados são integrantes da “milícia” que domina o local, tendo praticado o crime a pretexto de extirpar da área criminosos que não estiverem associados a eles. FONTE: TJ-RJ

Doca e Abelha são suspeitos da morte de homem no Chapadão (CV) acusado por eles de ser miliciano

Chefes do Comando Vermelho como Doca e Abelha além dos traficantes Meia Hora e Marcelinho são suspeitos do  homicídio de Pierry Rocha Marques Branco Segundo consta dos autos, a vítima teria sido executada por integrantes do tráfico de drogas na Comunidade do Chapadão, sob a alegação de que seria miliciano. A narrativa apresentada por uma  testemunha indica que ambos se dirigiram à comunidade para recuperar uma motocicleta, sendo que apenas ele foi liberado, enquanto Pierry permaneceu sob o domínio dos traficantes, culminando em sua execução. A autoridade policial fundamenta a representação na teoria do domínio final do fato, imputando aos representados a condição de líderes do tráfico local pediu a prisão dos criminosos. O Ministério Público, contudo, manifestou-se contrariamente à medida, sob fundamento de que ainda há diligências pendentes, especialmente a nova oitiva da testemunha a qual poderá esclarecer pontos relevantes para a elucidação dos fatos.  FONTE: TJ-RJ

Depois de quase 12 anos, traficante responsável por ataque a Fórum de Bangu que deixou criança e policial mortos foi condenado a 95 anos de prisão

O traficante Alexandre Bandeira de Melo, conhecido como Piolho, foi condenado a 95 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, na terça-feira (02/07). Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado, ambos por duas vezes. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o réu e outros comparsas invadiram o Fórum de Bangu, na Zona Oeste do Rio, no dia 31 de outubro de 2013, com o objetivo de resgatar detentos. Na ação criminosa, uma criança e um policial foram mortos. A ação penal ajuizada em janeiro de 2014 apontou Alexandre Bandeira de Melo como o mandante da invasão, além de responsável por fornecer apoio e auxílio aos executores dos disparos. Outras pessoas forma denunciadas por homicídio e tentativa de homicídio e ainda serão julgadas. Os acusados, que planejavam seus próprios resgates, integravam o tráfico de drogas na comunidade da Vila Vintém e estavam presos em Bangu IV. O acusado seria o Chefe do Tráfico no Morro do Dezoito e umas das lideranças da facção ADA.Os jurados acolheram integralmente a tese da Promotoria de Justiça, que demonstrou a existência de premeditação, motivo torpe e o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. O réu participou da sessão por videoconferência, uma vez que está custodiado em presídio federal. FONTE: MPRJ

Presos por morte de advogado no Centro do Rio tiveram as prisões preventivas decretadas por mais um homicídio ligado a máfia dos cigarros

Os presos envolvidos na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo no ano passado no Centro do Rio tiveram as prisões preventivas decretadas por mais um homicídio ligado a máfia dos cigarros. São eles o PM Leandro Machado da Silva, vulgo Rabananda, Cezar Daniel Mondego de Souza, o Visáo, Eduardo Sobreira Moraes e Ryan Patrick Barboza de Oliveira. O crime em questão foi cometido em 09/01/2024, na Rua Joaquim de Oliveira, 20, Porto da Pedra, São Gonçalo, tendo como vítima Thiago Trigueiro Gomes. Dois indivíduos invadiram o depósito de bebidas da vítima no endereço e o carona teria descido e efetuado diversos disparos de arma de fogo contra a vítima, que, sem possibilidade de qualquer reação, veio a óbito. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que os acusados tiveram ciência de que a vítima estaria comercializando cigarros falsificados ou paraguaios da marca GIFT em desacordo com a ordem local, haja vista que para a negociação do referido produto deveria seguir as regras impostas pelo grupo criminoso da região e, em retaliação, ceifaram a sua vida No local foram apreendidos dois aparelhos celulares da vítima, e que nada foi roubado, o que pode configurar uma execução. Nesse sentido foram ouvidas várias testemunhas, todas uníssonas no sentido de afirmar que a vítima era muito reservada. Afirmam que não sabem quem poderia ter feito isso, que Thiago, a vítima, usava muito seus telefones celulares, sendo que quaisquer informações importantes talvez possam estar contidas em seus aplicativos Vale lembrar que o assassinato do advogado também teria sido motivado pela máfia do contrabando de cigarros. FONTE: TJ-RJ

Justiça negou a prisão de Peixão (TCP) e integrantes do seu bando que foram indiciados por homicídio de um homem e ferimentos em outras duas pessoas que estavam em carro roubado na Penha Circular

A Justiça negou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de integrantes da sua quadrilha (Dino, Porquinho, Geremias e Artilheiro). Eles foram indiciados pelo homicídio de Kaio Rodrigo Santos de Souza e lesões em outras duas vítimas, ocorrido em 26/11/2024, na Penha Circular, com base na teoria do domínio final do fato. As investigações apontam que a vítima fatal e os feridos estavam em um veículo roubado e foram alvejados por traficantes rivais do TCP.Apesar de as vítimas sobreviventes confirmarem os disparos, elas não identificaram os atiradores, e não há testemunhas ou câmeras de segurança. Para a Justiça, decretar a prisão preventiva, é essencial que haja provas mínimas que liguem os investigados ao crime. A teoria do domínio do fato exige a demonstração de um nexo causal entre a conduta do investigado e o crime, e não apenas a sua posição de liderança. No presente caso, o Ministério Público concorda que não há elementos de prova que vinculem os indiciados ao crime. O relatório de inteligência, embora detalhado, não se baseia em provas concretas. Portanto, a mera liderança na facção não é suficiente para justificar a prisão, pois a teoria do domínio do fato não pode substituir a falta de provas de autoria. Foi determinado ao Ministério Público prosseguir nas investigações, apontando efetivamente os elementos de prova que trazem os indícios de autoria. FONTE: TJ-RJ

Polícia investiga se homem acusado de matar mulher com golpe na cabeça e enterrar parcialmente corpo em Japeri teria sido condenado à morte pelo ‘tribunal do tráfico’

A polícia investiga a suposta morte de um homem chamado Ronaldo Martins da Silva, que teria sido executado por traficantes em Japeri após ter matado a companheira Lindalva Jovencio Antônio em março deste ano. O corpo de Lindalva foi achado em 5 de março na Estrada do Bananal, próximo da comunidade do Guandu. O cadáver estava parcialmente enterrado e com sinais de morte violenta.. Ela teria levado um golpe forte na cabeça causando hemorragia cerebral. Lindalva tinha saído de cassa dois dias antes sem motivos aparentes. Em conversa informal com policiais, uma mulher informou que Ronaldo era o suspeito em razão de seu histórico violento e comportamento agressivo. Ronaldo era usuário de medicamentos controlados e tinha histórico também de internação psiquiátrica. Essa testemunha e seu filho foram levados à delegacia onde a mulher afirmou que foi sequestrada por traficantes do Guandu acusada de envolvimento na morte de Lindalva junto com Ronaldo. Ela disse que Ronaldo foi capturado, condenado e executado pelos criminosos e o corpo jogado no Rio Guandu. A mulher afirmou que foi ameaçada de morte mas acabou liberada pelos bandidos.. Até agora, não houve confirmação da morte de Ronaldo pois seu corpo não foi localizado. Por conta disso, ele está com prisão temporária decretada. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou as prisões preventivas de traficantes do TCP suspeitos de matarem vice-presidente da associação de moradores de Vargem Pequena que peitou criminosos

A Justiça decretou essa semana as prisões preventivas dos traficantes Negão, GB e Kikito pelo assasssinato da vice-presidente da Associação de Moradores de Vargem Pequena. Os três são integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro e o delito foi cometido porque a vítima nos últimos meses, vinha travando uma luta com os traficantes e milicianos por ser contra as cobranças realizadas por eles aos moradores e comerciantes da região, fato que teria motivado a sua morte. Negão seguindo as ordens de GB e auxiliado por Kikito, que pilotava a moto, executou a vítima Frauzenete com diversos disparos de arma de fogo no interior da casa de festas Espaço Soares, estabelecimento comercial de sua propriedade, fugindo do local em seguida. Após ser preso em flagrante em outro procedimento, Negão confessou ter recebido no dia 24/2/2025 uma ligação de GB”, na qual recebeu a ordem para executar a vítima e seu filho e ter pedido ao acusado Kikito, que o levasse de motocicleta até o local do crime. FONTE: TJ-RJ

Três integrantes de grupo de extermínio foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio, três tentativas de assassinato e de aborto

Três homens foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e tentativa de aborto. Os crimes ocorreram na madrugada de 12 de abril de 2020, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, quando os acusados invadiram a residência de uma família e dispararam contra quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de oito meses. Foram condenados Guilherme Silva, Lucas de Souza e Igor da Silva. Guilherme e Lucas foram sentenciados pelo homicídio qualificado de Adriel Gomes da Silva, por três tentativas de homicídio contra familiares da vítima, além da tentativa de aborto uma mulher que estava grávida. Igor, que aguardava os comparsas no carro utilizado na fuga e participou do planejamento do crime, também foi condenado por todas as infrações penais, na condição de partícipe. Segundo a denúncia, os réus integravam um grupo de extermínio com atuação na Baixada Fluminense e teriam promovido o ataque em uma ação de “justiçamento”, após não aceitarem o envolvimento de um dos familiares com o tráfico de drogas. Adriel foi executado com diversos disparos de arma de fogo, enquanto os demais moradores foram alvejados. A vítima que estava grávida, mesmo baleada, sobreviveu e conseguiu dar à luz após ser socorrida. FONTE: MPRJ

Justiça decretou prisão de traficante da Gardênia Azul (CV) suspeito de matar homem que teria dado golpe na boca de fumo

Apesar de o crime ter ocorrido no ano passado, a Justiça decretou na semana passada somente a prisão preventiva de um traficante da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, suspeito de matar um homem que teria dado um golpe na boca de fumo. Uma testemunha que levou os criminosos até a casa da vítima e os avisou que o alvo estava lá Disse que foi abordado pelos criminosos Gazoy do Juramento, Loirinho do Gardênia e Playboy da VK da Vila Kennedy quando ia na boca comprar maconha. Foi obrigado a entrar no carro já que os bandidos disseram que era papo de vida ou morte. Após informar aos suspeitos de que a vítima, Pablo Soares de Almeida, estava em casa, os criminosos foram lá e o mataram. Perguntada sobre o motivo dos caras do tráfico estarem atrás de Pablo, a testemunha, afirmou que soube que ele tinha dado uma volta na boca e que ele estava pagando e devendo. Segundo relatos da testemunha, Pablo teria confessado que matou o mestre de baterias Paulão e também um homem conhecido como Tuninho, investigado no IP 901-00490/2024; Pablo teria roubado 4 cargas de maconha do ponto de vendas da ponte na Gardênia próximo à praça;.Por isso os traficantes queriam matar ele. Após matar Paulão, Pablo passou a “meter bronca. Ele andava armado e dizia que não gostava de ladrão. A testemunha disse ainda que Loirinho era o frente da boca e disse acreditar que ele matou Pablo para ficar de fente na boca, pois antes de morrer a vítima era o responsável pela venda de drogas deste ponto. Disse que Playboy da VK também ficaVA no ponto de venda de drogas próximo à Rua Vitória; Dos três acusados do crime, apenas Gazoy teve a prisão decretada já que foi o único que teve descoberta a sua qualificação. FONTE: TJ-RJ

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima