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Preso traficante do CV que comanda a guerra com milicianos na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam, nesta segunda-feira (20/10), uma das principais lideranças da facção criminosa Comando Vermelho na comunidade do Catiri, na Zona Oeste do Rio, vulgo Papáo .da 48. A captura aconteceu nas imediações da Vila Kennedy, na mesma região, após uma investigação minuciosa da unidade, que revelou o envolvimento do homem em uma série de ações criminosas na localidade.  As investigações apontam que o criminoso é peça-chave na guerra entre traficantes e milicianos. O narcoterrorista era responsável por coordenar ofensivas da facção contra grupos rivais, além de liderar um núcleo de atentados armados dentro da facção. Sua função incluía desde a organização de ataques, até a expansão territorial do tráfico, em áreas consideradas de alto valor para a organização criminosa. Nas redes sociais, o homem ostentava seu envolvimento com o crime e publicava fotos com armas de fogo, além de símbolos e lemas ligados a facção criminosa.Durante a ação desta segunda para capturá-lo, ele tentou fugir, mas foi preso. Além disso, durante as diligências, foi localizado um celular de um homem desaparecido. A investigação indicou que o criminoso teve participação direta em um atentado contra um veículo, ocorrido em 15 de setembro deste ano, no bairro de Padre Miguel. A vítima do ataque, que permanece desaparecida, teria sido confundida com um integrante da milícia. FONTE: Polícia Civil do RJ

Presos suspeitos de torturar morador no ‘tribunal do tráfico’ em Guapimirim

Policiais civis da 67ª DP (Guapimirim) desarticularam, na manhã desta terça-feira (21/10), criminosos envolvidos no “tribunal do tráfico”, em Citrolândia, Guapimirim. O trio foi indiciado por torturar cruelmente um morador, no bairro Parada Ideal, na mesma região. De acordo com os agentes, os criminosos invadiram a residência da vítima, arrastaram ele para fora de casa e o submeteram a agressões brutais e disparos de arma de fogo. A motivação do ataque bárbaro seria uma forma de punição imposta pelo “tribunal do tráfico”, já que o homem teria cometido furtos na região. As investigações apontam que esse é um instrumento usado por facções criminosas para controlar territórios e intimidar moradores. O crime ocorreu em 2024, mas a vítima só fez a denúncia na unidade policial neste ano, por medo da represália do crime organizado. Os traficantes foram identificados após intenso trabalho investigativo da 67ª DP. O inquérito reuniu provas robustas da autoria e materialidade do delito, o que levou ao indiciamento dos envolvidos e à representação pela prisão preventiva. Nesta terça, os três foram surpreendidos e capturados. FONTE: Polícia Civil do RJ

O poder que Beira-Mar (CV) exerce dentro do cárcere

Relatório do TRF 3ª Região mostra o poder que o traficante Fernandinho Beira-Mar exerce dentro do cárcere. O documento aponta que Beira-Mar exerce mesmo comportamento de influência negativa sobre a massa carcerária.  Ele tenta manipular, mediante pagamento de advogados, coagir a diversos outros internos a se voltarem contra a administração da unidade onde está preso (a Penitenciária Federal de Campo Grande) e contra o juiz corregedor.  Tenta, via seus advogados, tirarem o juiz de suas funções correicionais. –  Agressivo, permanece com comportamento apresentando raiva, aversão/nojo e desprezo contra os servidores (análise comportamental). –  Ele exerceria liderança negativa, manipulando outros internos e até mesmo seus advogados para seus intentos imorais e ilegais. O interno tem comportamento incompatível com as normas disciplinares do sistema federal e de forma intermitente se envolve em atos de indisciplina. Tem dificuldades no trato com outros presos e com os servidores. Beira-Mar já moveu diversas denúncias e pedidos de providências em face de autoridades administrativas da PFCG perante o Ministério Público Federal, Corregedoria do DEPEN, Juiz Corregedor e Polícia Federal, relatando gravíssimos fatos que ocorrem no interior da Unidade Prisional (denúncias de maus tratos e violações de Direitos Humanos). Tais postulações geraram represálias e reclamam imediata intervenção das autoridades competentes. Para a sua defesa, deveria haver o mínimo para assegurar a ele o direito de dialogar com seus advogados, mantidas obviamente as gravações em áudio e vídeo de todas as conversas.    Beira-Mar tem perfil de liderança, tanto no Comando Vermelho, como a qualquer preso que fica próximo do mesmo, atua dentro do Sistema Penitenciário Federal no sentido de arregimentar aliados para continuar no seu intento criminoso, sistematicamente tenta enviar recados extra-muros aos seus subordinados de atividade criminosa, através de outros presos e até dos familiares destes.-  Quando estava preso em Porto Velho, enviava bilhetes aos presos próximos, para que estes repassassem aos seus familares, para transmitirem as ordens aos seus comparsas de crime.-   Beira-Mar teve sua revolta exacerbada e ocorreu atritos com alguns agentes federais por sua insubordinação por ele acreditar fielmente que estava sendo perseguido pelo sistema. O traficante trata-se de um preso que possuí elevadas condições financeiras, tendo uma gama enorme de advogados, assim coloca os seus causídicos para solicitar diversos pedidos ao SPF, alguns com o intuito de desestabilizar o sistema, bem como atentar contra o manual de procedimentos do SPF, etc.-  Desde o seu retorno para Campo Grande, Beira-Mar tem gerando inúmeros relatórios de inteligência, tratando-se de um preso que demanda um grande trabalho de vários setores do presídio. Apontado como liderança da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Também executa o papel de articulador –fornecedor ou relações públicas do tráfico– dentro do Sistema Penitenciário Federal (SPF).  O interno também financia honorários de advogados para outros presos; além de ‘casas de apoio’ e passagens aéreas para familiares dos detentos e, ainda, custearia despesas com remédios e consultas médicas de familiares dos internos. Anos atrás, o bandido tinha o desejo de realizar fuga bem como informações que o envolvem em ameaças a autoridades do Depen.  Durante seus atendimentos advocatícios o interno demonstra muita insatisfação em relação a alguns envolvidos em seus processos e chega a falar abertamente que quem delata deve morrer, o interno chegou também a fazer ameaças veladas contra sua ex-esposa.  Beira-Mar se mostrou bastante articulado na tentativa de ajudar seus parentes envolvidos na operação “Epístola”. Durante atendimento com advogado passou orientações para que aqueles pudessem colaborar com a justiça.  Se utilizou também de outro interno custodiado na mesma ala para repassar mais orientações para sua irmã sobre o acordo de delação com o MPF em Porto Velho.  Em outra ocasião foi possível observar que Fernandinho tinha muito prestígio e respeito perante os presos ligados ao CV, quando lhes deu o conselho de que aqui devem conviver de forma respeitosa e harmoniosa mesmo com os presos ligados a facções rivais.  Ele também pôde se aproximar de liderança de facção rival enquanto esteve custodiado no isolamento da unidade, cumprindo RDD, e lá puderam conversar, dentre outros assuntos, sobre fabricação e venda de drogas bem como sobre a organização hierárquica das facções comando vermelho e primeiro comando da capital, citando inclusive algumas alcunhas de membros ocupantes de cargos.  Beira-Mar se valia do seu prestígio para, em troca de favores oferecidos a outros internos como o pagamento de dinheiro para eles e seus respectivos familiares, cooptá-los e influenciá-los de modo que as condutas deles permitam a gestão da sua organização criminosa fora do ambiente prisional, o tráfico de drogas e a lavagem do dinheiro oriundo dessas atividades ilícitas.  A subserviência dos internos cooptados por Beira Mar é resultado, basicamente, do custeio de despesas com honorários advocatícios e consultas médicas deles e de seus familiares, bem como do pagamento mensal de dinheiro e a distribuição de funções na organização criminosa, o que denota uma relação habitual, onerosa e com grau de subordinação.  É perceptível que a organização criminosa liderada por Beira Mar está ativa diante do volume de dinheiro movimentado nos pagamentos supracitados, todos efetuados, por ordem sua, a advogados e visitantes, seus e de outros internos, mesmo durante atendimentos monitorados em parlatório.  Utilizar apenas presos do CV e seus respectivos familiares não é a única estratégia de Beira-Mar para dar prosseguimento às suas articulações criminosas dentro das penitenciárias federais.  Em 2017, ele foi flagrado em conversas com internos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sugerindo aliança entre as duas facções e incentivando a prática de crimes, como sequestro de autoridades e atentados à bomba. FONTE: TRF 3ª Região

Preso no Rio, traficante que usava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) prenderam, na manhã desta terça-feira (21/10), um criminoso que utilizava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados do país. Com o bandido, os agentes encontraram uma estrutura organizada para refino dos entorpecentes. No momento da captura, o criminoso tentou se desfazer das drogas na privada, mas foi ele quem entrou pelo cano. As investigações apontaram que o homem fazia parte de uma organização criminosa especializada em distribuir drogas por meio do serviço postal, utilizando identidades falsas para despachar e receber encomendas. O esquema foi descoberto após a interceptação, em janeiro deste ano, de um pacote de maconha, nas dependências de uma empresa de entregas. Embora o envio estivesse registrado em nome de terceiros, o intenso trabalho de investigação da especializada resultou na descoberta do verdadeiro responsável pelas remessas. Os agentes identificaram que o investigado recebia pagamentos por transferências via pix e adquiria materiais típicos do cultivo e preparo de drogas. As compras reforçaram as evidências de sua atuação ativa na produção e distribuição de entorpecentes. Após intenso trabalho de investigação, análise das câmeras de segurança e troca de informações, a autoridade policial representou pela prisão do criminoso. Nesta terça, os agentes cumpriram um mandado de prisão temporária por tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de apreenderem drogas e equipamentos utilizados no tratamento e na embalagem do material ilícito. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular completamente a rede criminosa, que utilizava o envio postal como fachada para o tráfico interestadual de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Deputado que foi preso por ligação com o CV ofereceu fuzis a R$ 120 mil a traficante, disse que comparsa iria treinar Doca e fazia joias caras para Pezão e Paulista

Preso recentemente suspeito de envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho, o deputado TH Joias ofereceu fuzis ao traficante Índio do Lixáo no valor de R$ 120 mil. Ele repassou a Índio uma imagem de print de tela de conversa com uma pessoa que oferece 2 fuzis, calibre 5,56 pelo valor de R$ 120mil. Simultaneamente, a imagem de um fuzil sobre o solo, encostado na parede e por fim, um vídeo.Além de Índio e Pezão, TH Joias tinha relação também com outros dois traficantes do Comando Vermelho_ Doca e Paulista. Ele inclusive confeccionou para Paulista e Pezão joias de alto valor, com o emprego de pedras e metais preciosos em grande quantidade. Com Índio, TH apareceu em vários registros midiáticos participando de eventos e atividades de lazer, tanto externas, quanto nas respectivas residências, incluindo as respectivas famílias, o que sugere, em princípio, estreita relação de amizade ecompanheirismo entre eles. Sobre Pezão, Índio teria intermediado vários contatos entre Pezão e TH” – que, teriam se encontrado presencialmente várias oportunidades -, para tratarem deassuntos diversos, entre os quais a confecção de joias e questões afetas àsatividades criminosas da quadrilha. Em relação a Doca, TH Joias enviou áudio para Índio sugerindo que falasse pro “dois” (Doca e Pezão) que “esse amigo os treinasse sobre como usar aparelhos antidrones TH ainda foi flagrado em uma escuta dizendo que chegaram dois equipamentos anti drones, que um foi para Parada de Lucas e outro para Complexo da Maré, ambas áreas do TCP, e falou que chegaria mais e perguntou se Pezão queria. “Chegou duas, mano. Tem mais duas pra chegar essa semana, só tá precisando do OK. Uma foi pra Parada de Lucas, a outra foi pro Complexo da Maré, e tem mais duas que o do Duduá encomendou, tá ligado? Ele já até deu uma parte lá no dinheiro, outraparte ele parcelou no cartão. Aí vai chegar essa semana agora,entendeu? Vai chegar essa semana, vê com o mano aí, se o mano vaiquerer, já separa uma pra ele, e a outra o Dudu não tem pra quem vendertambém não. Mas ele já tá comprando porque sabe que quando chegar pramostrar pra alguém, com certeza vai querer” Índio falou com TH que Pezão reclamou que a “bazuca não estava pegando” e que “esse cara que vendeu vai ter que ficar aqui uns dias” FONTE: TJ-RJ

Leia mais detalhes da operação que prendeu sete em festão da milícia em Guaratiba

Leia agora mais detalhes da operação da Draco ontem que prendeu sete homens em uma festa da milícia em Guaratiba Os agentes prenderam em flagrante Yuri Ricardo Pimenta de Araújo, Marcos Barbosa Teixeira, Victor Hugo Antão Nepomuceno, Alessandro Natividade dos Santos Júnior, Douglas Vicente Pereira de Souza, Lucas dos Santos Araújo Dórea e Luís Guilherme Bastos Alves, todos identificados como integrantes da milícia comandada por Luiz Antônio da Silva Braga, conhecido como “Zinho”. A ação ocorreu durante uma festa em homenagem a milicianos mortos, ocasião em que os autuados foram surpreendidos portando armas de fogo de uso restrito, rádios comunicadores e veículos adulterados, um deles produto de roubo. Entre os presos estava o policial militar Luís Guilherme Bastos Alves, que portava duas pistolas de uso particular e operava um drone que registrava o evento. Na ação, os agentes apreenderam seis fuzis de calibre restrito, sete pistolas (sendo cinco de procedência ilícita e duas de propriedade do policial militar), um simulacro de pistola, centenas de munições, seis porta-carregadores, quatro bandoleiras e um coldre. Também foram apreendidos três veículos: um Fiat Fastback produto de roubo, com placa adulterada SYG1B46 (placa original SYU0B02), um Peugeot 208 com sinais de adulteração e o Honda City, placas KOY6J26, de propriedade do policial militar, utilizado no evento criminoso. Foram ainda recolhidos oito rádios comunicadores, um drone DJI Mini 4 Pro, doze aparelhos celulares pertencentes aos autuados e uma bandeira de grandes dimensões contendo as imagens dos milicianos mortos Wellington da Silva Braga (“Ecko”), Carlos Alexandre da Silva Braga (“Carlinhos Três Pontes”) e Matheus da Silva Rezende (“Faustão”), com os dizeres: “Gratidão enorme da equipe Ilha e Barra à família Braga e às nossas lideranças.” Juntaram-se aos autos cópia do registro de ocorrência do roubo do veículo Fiat Fastback, pesquisas da PRODERJ referentes aos veículos apreendidos e fotografias dos milicianos presos e dos materiais arrecadados. Com efeito, restou apurado que os autuados, de forma livre e consciente, integravam organização paramilitar armada voltada à prática de crimes, notadamente a extorsão e o controle territorial ilícito na região de Guaratiba. Na ocasião da prisão, encontravam-se em posse de armamento de uso restrito e de veículos com sinais identificadores adulterados, um deles produto de crime. Os fatos evidenciam a atuação estruturada, hierarquizada e fortemente armada de grupo miliciano com elevado potencial ofensivo e poder bélico incompatível com a ordem pública. O arsenal apreendido – composto por fuzis, pistolas, munições e equipamentos de comunicação – demonstra o risco concreto de reiteração delitiva e o abalo à tranquilidade social, sobretudo diante da ligação dos autuados com organização criminosa de grande influência territorial. A presença de policial militar entre os integrantes agrava o quadro fático, revelando a infiltração da milícia em órgãos de segurança pública e comprometendo a credibilidade institucional. FONTE: TJ-RJ

Fernandinho Beira-Mar (CV) volta a ser assunto na imprensa. Veja porque as autoridades querem mantê-lo longe do RJ

Preso há vários anos, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar voltou a ser assunto da imprensa carioca nesta semana falando sobre a influência que ele ainda exerce no mundo do crime mas o jornal apresentou dados de um processo de 2017. Em 2022, um extrato de inteligência da Polícia Ciivl do Rio revelou o poder que o bandido ainda tinha no narcotráfico, informações que sustentaram mais um pedido de renovação da permanência do criminoso em penitenciária federal fora do Estado do Rio. “Beira-Mar” foi preso em uma operação internacional empreendida em território colombiano, tendo ingressado no sistema penitenciário fluminense em abril de 2002. Foi transferido para a penitenciária estadual de segurança máxima Laércio da Costa Pellegrino em 30 de abril de 2002. Nessa unidade prisional liderou, em 11 de setembro de 2002, uma rebelião que durou vinte e três horas e terminou com a morte de três internos, dentre eles Ernaldo Pinto de Medeiros, vulgo “Uê”, seu rival na estrutura do tráfico de drogas. Tais acontecimentos determinaram a sua transferência do Estado do Rio de Janeiro em fevereiro de 2003. O pedido de renovação do período de permanência do apenado no Presídio Federal se sustenta em informações coletadas pelo Serviço de Inteligência do Estado do Rio de Janeiro que comprovam que os motivos que deram ensejo à sua transferência para o referido presídio federal persistem. Com efeito, os dados contidos no relatório encaminhado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil,, apontou indícios suficientes que demonstram a extrema periculosidade do apenado, além de apresentar fatos novos que comprovam que o agravante mantém seu poder de influência na facção criminosa da qual faz parte, o “Comando Vermelho” (CV). Senão, vejamos: “(…) No caso em concreto, a autoridade administrativa trouxe elementos aptos à demonstração de participação do preso relacionado no expediente com a organização criminosa responsável pelas ações criminosas desenvolvidas, especialmente, quanto a alteração dos fatos trazidos ao conhecimento do Juízo Executório e que culminaram com a prolação da decisão pugnando a inclusão do penitente no sistema prisional federal. Diz o extrato de inteligência, que Luiz Fernando da Costa, também conhecido como” Beira-Mar “compõe a mais alta cúpula da OrCrim denominada Comando Vermelho, conhecida como comissão, conselho ou colegiado, ressaltando que o histórico do apenado já seria conhecido em razão dos extratos formulados nos períodos anteriores, discorrendo brevemente acerca da trajetória do mesmo no seio da organização criminosa, ressaltando-se os fatos que culminaram com seu ingresso em unidade federal. Diz ainda a Secretaria de Polícia Civil que: ” Diversos procedimentos policiais têm sido instaurados para apurar a prática de diversos crimes perpetrados por Luiz Fernando Moares da Costa, o que corrobora para o fato de que, mesmo estando acautelado em Presídio de Segurança Máxima Federal, com a máxima restrição de comunicação com o mundo extra cárcere, Luiz Fernando continua a praticar diversos ilícitos e a comandar celerados pertencentes ao seu grupo criminoso. Somente no ano de 2020, 8 (oito) Inquéritos Policiais (IP) foram instaurados para apurar diversas práticas criminosas pelo citado interno, bem como 37 (trinta e sete) IP instaurados no ano de 2019, dos quais 33 (trinta e três) relatados, corroborando para a prática de ilícitos penais, como tráfico, associação criminosa, roubo de carga, dentre outros, por parte de Luiz Fernando. De acordo com representação por prisão preventiva nos autos do Inquérito Policial 062 -02010/2020, o qual apura a prática dos crimes de associação para o tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, Luiz Fernando exerce o comando central de atividades ilícitas em diversas comunidades em Duque de Caxias, baixada fluminense, dentre as quais a Comunidade de Parada Angélica, da qual toda a atividade mercantil de drogas ilícitas praticadas nas citadas localidade devem ter sua prestação de contas voltadas a “Fernandinho Beira-Mar”, o que o coloca como principal liderança do tráfico ilícito de entorpecentes nas localidades que historicamente estão sob seu jugo. Como citado anteriormente, a orcrim Comando Vermelho baseia-se em posições hierárquicas internas, e transmissões de ordens verticalizadas, sendo certo que nenhuma atividade ilícita é praticada sem o consentimento, aval ou simples anuência da principal liderança da localidade”. Ressalta que: “Luiz Fernando goza de grande prestígio entre os criminosos, atingindo inclusive os criminosos acautelados, tanto no sistema penitenciário Estadual, quanto no Federal. O interno em referência é considerado um grande articulador, sendo apontado como um dos principais responsáveis por pagamentos de gastos com advogados, medicamentos, consultas médicas particulares, entre outras despesas de outros apenados pertencentes à sua orcrim e seus familiares.” “No ano de 2021, uma operação policial no Rio de Janeiro visou a prisão de diversos membros pertencentes à orcrim Comando Vermelho que atuam em outros estados na federação, como Amazonas, Pará, Ceará, dentre outros, e que estariam homiziados no Rio de Janeiro. O intuito desses foragidos, além de se esquivar da justiça de seus estados, seria estreitar acordos financeiros e de fornecimentos de armas e drogas para seus estados, ampliando o alcance de atuação de OrCrim CV no Brasil, fortalecendo o poderio bélico e capacidade de comercialização de drogas ilícitas, bem como garantir rotas de entrada de drogas no Brasil advindas de outros países. Informações apontam para uma possível participação de Luiz Fernando Moraes da Costa em tratativas, acordos de comércio de produtos ilícitos e assistência jurídica a integrantes do CV advindo de diversos estados com a intenção de apoiar a execução de ações criminosas perpetradas, o que corrobora com sua participação na organização para as principais ações criminosas envolvendo a orcrim a que pertence, mesmo estando acautelado”.Necessário destacar ainda, conforme pontuado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil, que o apenado recebeu um total de 43 visitas no ano de 2017, 61 visitas no ano de 2018, 61 visitas no ano de 2019, 22 visitas em 2020 e 05 visitas em 2021. E, no período entre 01 janeiro de 2020 a 29 de janeiro de 2021, o apenado recebeu um total de 20 atendimentos com 06 advogados diferentes. Ressalta-se que quase todos os seus visitantes residiriam no Estado

Bebê de cinco meses chegou morto na UPA de Bangu após ser agredido pela mãe, que foi presa

Uma bebê de 5 meses morreu na manhã dee ontem após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu, na Zona Oeste do Rio. Segundo funcionários, a criança apresentava sinais de agressões e maus-tratos e chegou no local já morta. A mãe da bebê, moradora da comunidade Vila Aliança, foi presa em flagrante pelo crime de tortura. Além da bebê, outra filha da mulher, uma menina de 8 anos, também foi levada à UPA. Ela não precisou de atendimento médico, mas, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), também apresentava sinais de maus-tratos. A Polícia Militar informou que agentes do 14º BPM (Bangu) foram acionados para verificar a entrada de uma criança na UPA de Bangu com suspeita de agressões e maus-tratos. Ao chegarem à unidade, os policiais constataram que uma bebê de apenas 5 meses já havia chegado sem vida. FONTE: Pagina Bangunao vivo (Facebook)

Preso no Rio suspeito de coordenadr esquema milionário de jogos de azar para financiar o CV no Mato Grosso

Ederson Xavier de Lima, conhecido como Boré, que foi preso em uma praia de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, em 28 de setembro, é apontado pela Polícia Civil de Mato Grosso como o chefe de um esquema milionário de jogos de azar ilegais que atuava em mais de 20 cidades do estado. A quadrilha explorava raspadinhas clandestinas e usava o lucro para financiar atividades da facção Comando Vermelho (CV). Segundo as investigações, Boré coordenava o esquema à distância, a partir do Rio de Janeiro, utilizando apenas o celular. Ele recebia pedidos, fazia pagamentos de prêmios e administrava as contas bancárias de laranjas para lavar o dinheiro obtido com as raspadinhas ilegais. FONTE: Portal dos Procurados do Disuqe Denúncia

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