Suposta mandante de homicídio de mulher para ficar com a filha dela tinha fixação na criança e exigia que ela a chamasse de mãe
Leia agora informações a respeito de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suposta mandante do assassinato de Laís Oliveira Gomes Pereira, ocorrido na semana passada, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Tudo isso com base em relatos de testemunhas. Gabrielle mandou executar o crime para ficar com a filha da vítima, tinha fixação pela criança. Ela exigia que a menina a chamasse de mãe. Gabrielle chegou a ameaçar Laís por meio de mensagens nas redes sociais, há muito tempo. Laís, no entanto, nunca mencionou estar sendo seguida, ameaçada ou observada recentemente. Não demonstrava medo. Mas a única pessoa com quem teve desavença foi Gabrielle. A suspeita, no entanto, falou que não faz ideia do que aconteceu com Laís nem da motivação nem de quem seria o autor; Gabrielle foi mencionada por testemunhas como muito controladora e queria tomar conta de tudo; A suspeita sempre queria a atenção da vítima, ligava e quando não era atendida mandava várias mensagens ficando de mal; A investigada fazia favores mas sempre deixava a entender que era ela que estava no controle da situação. Ela era possessiva com a menina e sempre queria mostrar que pode dar mais a garota do que a vítima;. Laís ficava incomodada mas não dizia nada pois queria paz; Sempre que a criança faltava a escola por qualquer motivo, quando estava com a vítima Gabrielle arrumava confusão com a vítima. Gabrielle chegou a ser proibida de pegar a menina na escola pela escola, após fazer uma confusão por não terem deixado a garota sair mais cedo sem a autorização do pai ou da mãe; Depois que começou a se envolver com o primeiro marido de Laís, Gabrielle arrumou muita confusão com a vítima, em 2022, tendo ameaçado ir no curso da vítima e bater nela (…)”. A vida de Laís virou um inferno. FONTE: TJ-RJ








