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Relembre como foi a última prisão de Doca, o maior chefe do CV na rua

Relembre agora como foi a última prisão do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal líder do Comando Vermelho em liberdade e chefão do Complexo da Penha. Doca foi preso com comparsas no dia 24 de janeiro de 2007, por volta das 15:30h no interior de uma casa situada à Rua Sete, na comunidade denominada “Vila Cruzeiro”, no “Complexo da Penha”, na posse de grande quantidade de substância entorpecente, a saber: 4,488 kg de maconha, distribuídos em 2.079 pequenos sacos plásticos, um tablete e mais dois sacos; 20,3 g de haxixe; e 5,34 kg de cocaína, assim como mantinham sob guarda e ocultavam seis armas de fogo, sendo que quatro de uso restrito ou proibido e/ou com numeração suprimida, nove carregadores ao total, além de quase mil e setecentas munições. De acordo com a peça inicial acusatória, a apreensão do material entorpecente e do armamento, assim como a prisão em flagrante dos réus decorreram de uma operação policial conjunta envolvendo policiais civis do CORE e da DRFC e policiais militares do BOPE e de Batalhões da Polícia Militar da região, denominada “Operação Abafa”. Tal operação contou com a participação aproximada de 200 policiais, inclusive autoridades, além do emprego de veículos blindados e helicópteros, que ingressaram na favela sob intenso tiroteio e explosões de granadas. O confronto durou cerca de 11 horas e houve cinco mortes além de moradores feridos. Por conta da prisão, Doca foi condenado a 14 anos de prisão, mas sua sentença foi reduzida e nove anos depois ele foi solto. Finalizou o Ministério Público a sua narrativa acrescentando que nas embalagens dos tóxicos apreendidos constavam inscrições relativas à organização criminosa “Comando Vermelho”, o que, aliado ao restante do material apreendido no local, isto é, diversos aparelhos de telefone celular, rádios transmissores, cadernos com anotações referentes à venda ilícita de entorpecentes, binóculos, calculadora e dinheiro, , Na época, segundo a Justiça, Doca era réu primário e portador de bons antecedentes criminais e foi condenado a 14 anos de prisão.

Quatro bandidos presos e três fuzis apreendidos no Morro do Estado (CV). TCP debocha

Ação de monitoramento e inteligência do 12° BPM resultou na apreensão de três fuzis, materiais táticos e drogas, no Morro do Estado, em Niterói, neste sábado (13). Quatro criminosos do Comando Vermelho foram presos. Ocorrência encaminhada à 76ª DP.. Os traficantes do TCP postaram foto no próprio morro logo após prisão dos rivais.

Sequestro, tortura, pedido de resgate de R$ 70 mil e prisão em Meriti

No último dia 31 de otubro, dois rapazes Guilhermo e Daniel passavam próximo ao Shopping Grande Rio, em São João de Meriti, quando foram abordadas por três sequestradores, que chegaram a bordo de uma motocicleta e de uma veículo particular, sendo certo que um deles identificou-se como policial e determinou que os ofendidos parassem o carro. Na sequência, mediante violência e grave ameaça consistente em puxão de cabelo, emprego de armas de fogo e ameaças de morte, as vítimas foramarrebatadas e levadas a um cativeiro. No mesmo dia, por volta das 18h, os sequestradores passaram a fazer ligações e a enviar mensagens via whatsapp a vítima Steven, patrão de Guillermo e Daniel, informando sobre o sequestro e exigindo o pagamento da quantia de R$ 70.000 (setenta mil reais), que deveria ser enviada para a conta bancária de uma mulher chamada Sara. Steven compareceu à 52ª DP, sendo encaminhado para a (DAS), que passou a assumir as investigações. No decorrer da investigação, os policiais foram até a residência de Carla, tendo ela dito que emprestava sua conta bancária para Yuri, em troca de 5% dos valores de cada pix recebido em sua conta. Além disso, Carla forneceu parcialmente o endereço de Yuri, situado na Rua Caiapó. os policiais se dirigiram ao local apontado e localizaram a residência, onde os pais do mesmo informaram que não sabiam o paradeiro dele, mas indicaram o endereço de sua namorada. Os agentes se dirigiram ao endereço apontado, onde localizaram Yuri escondido embaixo da cama e efetuaram a sua prisão, além de terem apreendido três aparelhos celulares. Aos policiais civis, Yuri indicou a localização do cativeiro, tendo os agentes se dirigido ao local, onde encontraram Amilton fazendo a guarda do cativeiro e a vigilância das vítimas. Na ocasião, Amilton tentou empreender fuga ao se deparar com a equipe da DAS, entretanto, não logrou escapar e foi preso. A prisão flagrancial dos pacientes foi convertida em preventiva em 04/11/2025 pelo Juízo da Central de Custódia da Comarca da Capital. As vítimas relataram que Amilton mantinha vigilância armada, controlava a alimentação e restringia o contato externo, demonstrando plena ciência da ilicitude e adesão ao plano criminoso. Durante o período de cárcere, as vítimas eram liberadas apenas para necessidades fisiológicas e sofriam constantes ameaças de morte.Um dos sequestradores, descrito como homem gordo e pardo, mostrava-se o mais violento, desferindo tapas, golpes com pedaços de madeira e queimaduras com maçarico. Os autores exigiam o pagamento de R$ 70.000,00, afirmando conhecer toda a rotina da vítima e ameaçando aumentar o valor caso o resgate demorasse. Também subtraíram o telefone celular da vítima, um iPhone 16E preto, reforçando a natureza patrimonial da ação.

Adolescente foi detida suspeita da morte de mãe que foi jogada em um poço em São Gonçalo

Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares apreenderam, nesta sexta-feira (12/12), uma adolescente e prenderam um homem envolvidos no assassinato de uma mulher, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. O corpo da vítima foi encontrado após 15 horas de buscas, concretado dentro de um poço. De acordo com as investigações, a vítima, mãe da adolescente, foi morta com golpes de madeira na cabeça, por não aprovar o relacionamento dos dois. Após o crime, eles colocaram o corpo da vítima em um tonel de água, puxaram o objeto até o quintal da casa do homem e o concretaram no fundo de um poço. Havia um registro de ocorrência de desaparecimento da adolescente e da mãe, mas durante as diligências do caso, ficou esclarecido o que realmente havia acontecido. Na última quinta-feira (11/12), após ser questionada pelos policiais, a adolescente contou os fatos e apontou a localização do corpo da mãe e o envolvimento do namorado.  Durante buscas nesta sexta, os agentes da DHNSG e da Core, com apoio de policiais militares, realizaram diligências no Complexo do Anaia, em São Gonçalo, e conseguiram localizar o homem, que também confessou a participação na morte. Na casa, os policiais civis encontraram o tonel com o corpo, que estava aterrado e concretado, no fundo de um poço, no quintal da residência.  O criminoso foi conduzido à delegacia e vai responder por homicídio e ocultação de cadáver. A adolescente foi apreendida e vai responder por fato análogo aos mesmos crimes.

Principal alvo da ação contra o CV em Anchieta tem condenação de oito anos por tráfico. Ele era oriundo da Penha e foi chamado para organizar a facção em Magé na década passada

Rafael da Silva Titara, o Galo, principal alvo da operação da Polícia Ciivl na comunidade do Az de Ouro, em Anchieta, tem uma condenação de oito anos por tráfico de drogas. Ele foi preso em 28 de Fevereiro de 2014 no bairro de Maria Conga, em Magé. Portava na ocasião, um radiotransmissor, um telefone celular, além de 1,82g da substância entorpecente Cloridrato de cocaína, acondicionada em 03 (três) sacos plásticos transparente contendo 22,64g e outras três embalagens com 7,62g da substancia entorpecente Cannabis Sativa L., popularmente conhecida com maconha, com a inscrição “MAGÉ10 C.V.R.L.” Disse aos policiais seria o gerente do pó de 30 e trabalhava para Pina da Penha. Falou ainda que que veio da Penha a mando de Pina para dar um jeito na comunidade; que os traficantes estavam esculachando moradores e ele deveria colocar ordem no local A operação de hoje serviu para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Na ação, 13 pessoas foram presas.

Namorado foi detido suspeito de ter provocado incêndio que matou mãe e duas filhas pequenas em Santa Cruz

Uma mulher e suas duas filhas pequenas morreram em um incêndio ocorrido em uma residência em Santa Cruz. O namorado da mãe foi detido suspeito de ter provocado as chamas. A Delegacia de Homicídio da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de Regiane Kelly Teixeira, Myllena Teixeira dos Santos e Isabela Teixeira Guimarães. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime. A  Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 27º (Santa Cruz), nesta sexta-feira (12/12), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. No local, os agentes localizaram o corpo de uma mulher e duas crianças. Logo, procederam ao isolamento da área para o cumprimento do procedimento pericial. Um homem foi encaminhado ao hospital Pedro II. O Corpo de Bombeiros também esteve presente na ação. A ocorrência segue em andamento.

Policia tenta prender 36 traficantes do CV que agem em Anchieta que têm sofrido ataques do TCP

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e da 14ª DP (Leblon) realizam, nesta sexta-feira (12/12), ação para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Até o momento, nove pessoas foram presas. Essa quadrilha vem sofrendo nas últimas semanas diversos ataques de traficantes do Terceiro Comando Puro liderados pelo bandido vulgo Neném. Os agentes buscam cumprir 108 mandados judiciais, sendo 36 de prisão preventiva e 72 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Anchieta, na Zona Norte, e em Nilópolis e Mesquita, na Baixada Fluminense.O trabalho investigativo das unidades mapeou toda a estrutura criminosa que controlava a área e identificou os integrantes da quadrilha e suas funções específicas dentro da máquina do crime. Entre os 36 criminosos identificados estão líderes operacionais, gerentes do tráfico, distribuidores de armas e responsáveis pela arrecadação e movimentação financeira. Os agentes descobriram que a facção mantinha na região um de seus principais braços armados.Ao longo das apurações, as equipes comprovaram que o núcleo financeiro da quadrilha realizava diversas transferências e movimentações financeiras destinadas a sustentar o tráfico local, abastecer o arsenal de guerra e financiar as atividades ilícitas.A “Operação Trunfo Final” recebeu esse nome em referência direta ao ás de ouros, carta que simboliza poder, supremacia e domínio, mesma forma que a facção se via dentro da comunidade. A ação reforça a metáfora de que, no tabuleiro do crime, nenhum “ás” é maior que o trunfo, representado pela ação coordenada e estratégica das forças de segurança.

Muito tempo antes de ser preso pela última vez no caso TH Joias, Índio do Lixão (CV) participava de esquema de envio de armas e munições de cidades fronteiriças para favelas da facção. Chegou a pedir para trazer 15 fuzis de Roraima

O traficante Índio do Lixão ficou conhecido da mídia após sua prisão em setembro durante a investigação que levou a prisão o então deputado estadual TH Joias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. Mas na década passada ele já tinha atuação destacada no tráfico fazendo parte de um esquema de envio de trazia armamentos e drogas das cidades fronteiriças do país para o Rio de Janeiro, mais especificamente para as Comunidades comandadas pelo Comando Vermelho, como a Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio.. Por conta das investigações, um carregamento de quatro pistolas vindo do Paraná para o Rio de Janeiro foi apreendido. “Indio” seria um dos “batedores” desse carregamento; que esse fato teria permitido, inclusive, sua fuga; Um outro integrante do grupo, conhecido como Junior Paulista dirigiu-se para a cidade de Guaíra para trazer, a pedido do indivíduo conhecido como “mentor” (não qualificado à época), uma carga de fuzis. Junior Paulista ficou aguardando a chegada dos “batedores” que seriam enviados pelo acusado “Indio. Que ambos se comunicavam durante todo o percurso; que ficou bem claro que”Indio” havia contratado o transporte; que o acusado Junior Paulista ficou incumbido de trazer o carregamento de fuzis e munições; que existem vários diálogos nesse sentido, dando conta, inclusive, dos valores que seriam repassados através dos “batedores” para a compra do armamento e das munições Foi operado um novo transporte pelo grupo criminoso vindo de Boa Vista, Roraima; que Junior Paulista também a pedido de “Indio” se dirigiu para a cidade do Norte do país para adquirir 15(quinze) fuzis. Indio chegou a mandar uma mensagem para Junior pergutando se ele conseguiria chegar ao Rio de Janeiro em tal data e ele respondeu que não porque estava no meio da Transamazõnica e só conseguia andar a 20km/h. Junior trocou muitas mensagens com “Indio”, inclusive enviando fotos; que mandaram uma foto de uma balsa de Rondônia para Manaus, indicando o veículo em que se encontravam; que eles mantinham com duas pessoas lá, uma de vulgo “Nike” (não qualificado); que eles também mantinham contato com um detento da localidade; que “Nike” seria o responsável para repassar o armamento; que por algum motivo o armamento não foi entregue; que o dinheiro foi repassado para “Nike”, mas ele não entregou o armamento; que depois de algum tempo, o acusado Erasmo, muito ansioso, decidiu retornar; que naquele momento acreditaram que o armamento havia sido repassado. Na negociação no Paraná, o traficante Mentor chegou a dizer que mandaria R$ 25 mil a Júnior Paulista comprar munições de calibres 9mm e 556. ( Em outra conversa, Mentor disse para Junior Paulista que mandou R$76.500,00 para a compra de três fuzis e dez caixas de munição, além de um carregador de Pistola Glock. Hoje, foi noticiado que a Justiça determinou o retorno de Indio do Lixão para o Rio de Janeiro por conta das suas delicadas condições de saúde e da falta de estrutura da penitenciária federal de Catanduvas (PR) para atendê-lo. Foi revelado que ele possuía diversos problemas de saúde em razão de ter sofrido disparos de armas de fogo ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, foi relatado que Índio estaca correndo sério risco de morte estando internado sob custódia policial no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias..

Presos policiais civis de SP suspeitos de receber propina de R$ 1 milhão de advogado do PCC

Na manhã desta quarta-feira (10/12), o MPSP,  por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria da Polícia Civil e a Polícia Federal deflagraram a Operação Mata-Nota, que tem como alvo um advogado ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e três policias lotados no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) envolvidos na prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de capitais. Com autorização da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, o advogado e dois policiais foram presos preventivamente (contra o terceiro agente público não foi necessária, no momento, a decretação da medida gravosa). A Justiça, a pedido do GAECO, também expediu mandados de busca e apreensão para cumprimento em endereços residenciais e no DENARC, bem como determinou o arresto, sequestro e bloqueio de bens no montante de R$ 1 milhão, exatamente a quantia apontada na investigação como a propina paga pelo advogado em favor dos agentes públicos. De acordo com o que foi apurado, ocorreu uma prisão em flagrante, no ano passado, de um homem que transportava 345 kg de substâncias entorpecentes em um fundo falso  de um caminhão frigorífico. Com a quebra de sigilo dos dados telemáticos, foi possível acessar um vídeo contendo diálogo acerca de pagamento para a interrupção de investigação no que tange a um traficante conhecido como “Costurado”, integrante de organização criminosa especializada em tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais, atuando na parte da logística financeira do grupo. Mesmo com a identificação de um laboratório de refino ligado a “Costurado” na cidade de Jarinu, a investigação relativa a ele foi paralisada. O vídeo, gravado em 23 de maio de 2024, registra uma videochamada entre três dos quatro alvos e a citação ao quarto alvo da operação. Pouco tempo depois deste contato, deu-se a compra de imóveis pelos agentes públicos, que, segundo demonstrou o GAECO na demanda ao Poder Judiciário, já ostentavam patrimônio incompatível com os valores que percebem do Estado. O advogado já foi condenado num rumoroso processo de extorsão mediante sequestro e associação criminosa.

Sobrinho de Peixão (TCP) detido indo para a Bolívia tem duas condenações por tráfico de drogas, uma delas pelo CV

Matheus Malaquias Santa Rosa, sobrinho do traficante Peixão, que foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem condenações por trárico de drogas na década passada. Em uma delas, foi flagrado em 2017 no interior de Parada de Lucas, com 170 gramas de maconha, além de dois radiotransmissores. Pegou nove anos e quatro meses de detenção em regime fechado. A outra condenação veio por sua participação no tráfico na comunidade do Mato Dentro, em Maricá. Na ocasião, portava uma mochila e um radiotransmissor. Ele admitiu na época que traficava na localidade que é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Havia na mochila 390 sacolés de Cloridrato de Cocaína e 11 sacolés de maconha.Foi condenado a três anos de prisão, A ação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil flagraram familiares de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando ir para a Bolívia. A abordagem aconteceu na BR-262, em Campo Grande (MS), após o recebimento de informações da Polícia Civil. Por volta das 12h, equipes da PRF foram acionadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para abordar dois veículos que seguiam da capital com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O traficante estaria acompanhado da família e fugindo para o país vizinho. Durante a fiscalização, os motoristas disseram ter sido contratados por um conhecido, que mora na Bolívia, para realizarem o transporte dos passageiros do Rio de de Janeiro até Corumbá. Eles contaram ter ido de avião até a capital fluminense, onde pernoitaram e seguiram para o Mato Grosso do Sul. Os condutores transportavam a esposa, três filhos e um sobrinho do traficante, mas ele não foi encontrado. Em uma revista nos veículos, os policiais encontraram várias joias, as quais continham inscrições fazendo referência ao foragido da justiça que é líder de uma facção criminosa. O sobrinho do indivíduo afirmou ser o dono dos materiais. Todos os envolvidos foram detidos por suspeita de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos, valores e promoção, constituição, financiamento ou integração, pessoalmente ou por interposta pessoa, de organização criminosa. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

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