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Após mandar soltar suspeito de atacar equipes do Barricada Zero e balear servidor de Caxias, Justiça determinou prender de novo

No final de novembro, agentes públicos e trabalhadores civis que participavam da Operação Barricada Zero do governo estadual foram atacados a tiros por traficantes do Comando Vermelho na comunidade do Corte Oito, em Duque de Caxias. Na ocasião, um servidor da Prefeitura de Caxias foi baleado. Na ocasião, um bandido vulgo Siri foi baleado e hospitalizado e foi reconhecido por fotografia por testemunhas. A Justiça, no entanto, não considerou o reconhecimento válido e informou que não se mostrava possível a conversão da prisão em flagrante do custodiado em prisão preventiva Além disso, argumentou que o preso era primário, não ostentando nenhuma anotação criminal e a suposta arma de fogo utilizada para a execução da conduta a ele imputada não foi apreendida. Justificou ainda que o custodiado foi apontado como suposto autor dos fatos ora em análise tão somente porque ingressou no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes para atendimento médico após ter sido atingido por disparo de arma de fogo. Assim, a Corte considerou a fragilidade dos elementos de convicção carreados aos autos, deixou de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva e determinou a sua soltura. A decisão que soltou Siri foi objeto de Recurso em Sentido Estrito interposto pelo Ministério Público, ao qual foi atribuído efeito suspensivo em sede de plantão judicial, reconhecendo a plausibilidade da tese acusatória e o risco concreto à ordem pública. Agora a Justiça diz que a liberdade dos acusados representa risco real à ordem pública, não apenas pela gravidade concreta do fato, mas pelo contexto de criminalidade organizada que subjuga a população local. “A manutenção da custódia é imprescindível para interromper a atuação da facção criminosa, que utiliza poder bélico para impor suas regras e desafiar o Estado, colocando em risco a vida de policiais e cidadãos. Medidas cautelares diversas da prisão não se mostram adequadas ou suficientes diante da periculosidade evidenciada”, dizem os autos. No dia dos fatos, policiais prenderam Siri e identificaram Capetinha como o outro autor. A identficação só fo possível porque ele apresentava o pé lesionado e enfaixado, mesma lesão que SIri apresentava no momento de sua captura, levando a conclusão que ambos foram atingidos no mesmo momento quando empreendiam fuga com uma motocicleta;Siri e Capetinha são parceiros na traficância da localidade. Uma testemunha que também pertence ao tráfico declarou que os dois montaram num motocicleta e viu Siri dando tiros na direção da viatura. A testemunh efetuou cerca de 3 (três) tiros para o alto. Siri e Capetinha seguiram na motocicleta e chamaram o declatante, mas ele negou e fugiu para a área de mata (…) enquanto estava tentando se esconder na região de mata, avisou no grupo de whatsapp dos integrantes do tráfico no Corte Oito que estava escondido e viu mensagens dizendo que os comparsas haviam baleado uma pessoa próxima a retroescavadeira que retirava barricadas em apoio a equipe da PMERJ

Assassinato de PM na Barra teria custado R$ 200 mil

O assassinato do PM Marcos Antônio Cortiñas López na Barra da Tijuca em fevereiro deste ano pode ter custado R$ 200 mil.,   O crime teria sido motivado pela briga do Comando Vermelho contra o grupo paramilitar pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Em depoimento prestado nos autos do Inquérito Policial nº 901-00206/2025 um.suspeito  após ser questionado sobre o homício em questão, afirmou que um hoimem foi em sua casa na Vila Kennedy e teria lhe oferecido R$ 200 mil  para executar a vítima, mas que não pôde fazê-lo porque tinha sido baleado no pé dias antes, ficando a cargo de um indivíduo identificado como “Chel” a execução da empreitada criminosa. . Dois.envolvidos no crime foram presos..Jefferson Senra Amaral e um.outro, Caio Felipe da Cruz, apontado como autor dos disparos. Para a polícia, os envolvidos estão ligados à Tropa do RD, braço do Comando Vermelho responsável por guerras na Zona Oeste do Rio contra milicianos.

Após ser agredido por milicianos, homem se ofereceu para trabalhar para o CV. Começou como olheiro e virou cobrador e zelador de condomínios explorados pelos traficantes no Itanhangá

Um homem preso em outubro na comunidade da Tijuquinha no Itanhangá admitiu que trabalhava como cobrador de traficantes do Comando Vermelho em condomínios ao redor e tinha a incumbência de retirar as câmeras instaladas pela milícia para vigiar o tráfico. Mas curiosa mesmo foi a história que contou sobre como decidiu ajudar o Comando Vermelho. Segundo ele, no 01/01/2025, após ter levado seu sobrinho no dia anterior à comunidade “Sítio Pai João, foi agredido por integrantes da milícia local na áreaconhecida como “Entrada 48”, tendo sua motocicleta quebrada; Em razão da agressão sofrida, no mesmo dia, procurou um homem de vulgo “Gordinho” e se ofereceu para trabalhar para a facção criminosa do“Comando Vermelho”, iniciando como olheiro da comunidade; Atualmente sua função é gerenciar condomínios como zelador, trabalhando lá há mais ou menos seis meses. Recebe o valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para gerenciar os condomínios como zelador; Disse que recebe em espécie através do dinheiro pago pelos condôminos para a manutenção do condomínio e pagamento de seu salário. Não trabalha de carteira assinada. Utilizava parte do dinheiro arrecadado para a manutenção dos locais e o restante é enviado através de PIX, em uma conta do NUBANK, através da chave de e-mail condominionovo2930@gmail.com; Contou ainda que também teve como tarefa retirar as câmeras de segurança das redondezas quando a facção do “Comando Vermelho” assumiu o controle da área; Ao ser perguntado quem seria o criminoso de vulgo “Gordinho”, o depoente preferiu permanecer em silêncio; Quando foi preso, estava com um revólver Taurus calibre 38, com numeração suprimida, e 42 munições, R$ 580,00 em espécie, 2 fichas preenchidas e 5 talonários de cobrança

Veja como ficou a situação judicial de TH Joias, assessor, traficantes e policiais envolvidos com ele

O TRF manteve prisão do ex-deputado estadual TH Joias, emvilvido com o Cimando Vermelho. Os eens apreendidos serão destinados à Polícia Federal A denúncia do MPF seguiu em análise após a prisão do relator original, desembargador Macário Ramos Júdice Neto, acusado de vazamento de decisão judicial. 🔎 O processo foi desmembrado: DESMEMBRAMENTO📝Os crimes serão julgados separadamente. Parte dos suspeitos terá o processo analisado no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Permanecem no TRF-2:

Ísis Valverde afirmou à polícia que homem que a perseguia lhe provocou sensação de medo, insegurança e ameaça. Suspeito teve a prisão preventiva decretada

O homem que foi preso acusado de perseguir a atriz Ísis Valverde durante 20 anos na última terça-feira (16) se dirigiu à portaria do condomínio da artista local em que foi reconhecido pelos funcionários do condomínio por reiteradamente se dirigir ao local, assim como por possuir restrição judicial imposta em seu desfavor de se aproximar daquela residência. Ísis afirmou que na data encontrava-se na cidade de São Paulo, não estando fisicamente presente em sua residência no momento dos fatos.Declarou que tomou conhecimento, por intermédio de terceiros, de que o investigado Cristiano Rodrigues Kellermann compareceu ao condomínio onde reside, em flagrante reiteração de condutas anteriores já objeto de registro policial. Afirmou que a reiteração da conduta do investigado lhe provocou sentimento de medo, insegurança e ameaça, especialmente diante do histórico de perseguições, importunações e abordagens indevidas por ele praticadas. Relatou que, mesmo estando em outra unidade da federação, sentiu-se profundamente abalada ao ser informada do ocorrido, temendo não apenas por sua integridade física, mas também pela segurança de seus familiares. Ela consignou que as atitudes do investigado geram constante estado de apreensão, interferindo em sua tranquilidade, rotina e sensação de segurança. A atriz declarou, de forma expressa e inequívoca, que deseja representar criminalmente em desfavor de Cristiano Rodrigues Kellermann, requerendo a adoção das providências legais cabíveis para sua proteção e a de sua família”. Um policial contou que o dia 16 de dezembro de 2025, por volta das 21h30min, o declarante informou que recebeu uma ligação do chefe de serviço, ocasião em que foi cientificado de que Cristiano estaria no condomínio. Esclareceu que o Cristiano é a pessoa que, segundo registros anteriores, frequentemente ameaça e importuna a atriz. Relatou que, após a comunicação recebida, deslocou-se até o condomínio na companhia de seu colega Wellington. informou que, ao chegarem ao local, foram recebidos pelo segurança do prédio. Consignou que, ao tentar entrevistar Cristiano, a diligência mostrou-se dificultada, uma vez que o indivíduo apresentava discurso desconexo, afirmando possuir “dez amigos”, realizando gestos repetitivos como bater na própria cabeça, alternando declarações de que estaria sendo ameaçado e, em outros momentos, afirmando que a vítima estaria sendo ameaçada. Declarou que, em razão da fala confusa e desorganizada apresentada por Cristiano, não foi possível concatenar de forma lógica as ideias por ele expostas durante a tentativa de entrevista”. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra o custodiado, em 30/11/2025, em razão da prática do crime de perseguição tipificado no artigo 147-A do Código Penal em face da mesma vítima. Foi decretada a sua prisão preventiva. Segundo a policia, desde janeiro deste ano, o suspeito passou a apresentar um comportamento invasivo e obsessivo, o que levou a vítima, temendo por sua segurança, a procurar a unidade policial. A partir disso, agentes da especializada instauraram um inquérito e iniciaram diligências para apurar os fatos. Em uma segunda ocasião, o homem retornou ao condomínio onde fica a residência da atriz. Ao tomarem ciência do fato, as equipes se deslocaram até o local, mas, ao chegarem, o criminoso já havia fugido. Na terceira investida, o homem voltou ao endereço e tentou contato direto, insistindo em se encontrar com a vítima. Diante da ação, e em razão do monitoramento contínuo realizado pela delegacia, os policiais foram imediatamente ao local, montaram um cerco tático e conseguiram localizar o criminoso. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de perseguição. Segundo as investigações, o perseguidor chegou a contratar um detetive particular para obter dados pessoais e sensíveis da vítima, como endereço e telefone. Em depoimento, ele admitiu persegui-la há mais de 20 anos e relatou diversas tentativas de aproximação em diferentes locais.

Hackers invadiam sistema do TJ-RJ para apagar mandados de prisão de traficantes do CV

o O sistema era manipulado, mas o crime não passou despercebido. Policiais civis da 126ª DP (Cabo Frio) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (18/12), a “Operação Firewall”, uma ofensiva contra a manipulação criminosa de dados públicos. A ação acontece contra um grupo criminoso responsável por invadir plataformas informatizadas de administração pública, com o objetivo de beneficiar integrantes do Comando Vermelho. Agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Militar fluminense, e em Minas Gerais, em conjunto com a Polícia Civil do estado. Até o momento, duas pessoas foram presas. A investigação teve início em julho deste ano, após equipes da unidade, em ação conjunta com policiais militares, identificarem que criminosos estavam oferecendo a remoção de mandados de prisão do sistema do Tribunal de Justiça mediante o pagamento de R$ 3 mil. Em todas as divulgações do esquema criminoso, havia alusões diretas ao Comando Vermelho, oferecendo o serviço aos integrantes da facção criminosa. Diante da gravidade dos fatos, as equipes iniciaram um amplo trabalho de inteligência para apurar o esquema e desmantelar a rede criminosa. Segundo as investigações, os hackers usavam VPN com senha dos servidores da justiça para acessar o sistema do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP). No momento do acesso, como não era possível apagar os mandados, eles alteravam os dados que permitiam a localização da ordem judicial. Dessa forma, quando policiais consultavam o sistema pelo nome correto, o mandado não era identificado, dando a falsa impressão de inexistência do mesmo.Ainda segundo o apurado, os criminosos ainda ameaçavam os contratantes dizendo que, se não pagassem o valor, emitiriam outra série de mandados contra eles. Para desmantelar o esquema, as equipes identificaram, inicialmente, os bandidos responsáveis pela divulgação dos anúncios nas redes sociais e, na sequência, passaram a seguir o fluxo financeiro para chegar aos demais envolvidos. Com isso, agentes constataram que a namorada de um desses homens cedia sua conta bancária para a movimentação do valor arrecadado de forma criminosa. Por meio da mulher, foi detectado um intercâmbio financeiro com outros criminosos de Minas Gerais.Por fim, os policiais localizaram o líder do esquema. O criminoso já trabalhou em empresas de certificados digitais e conseguiu “apagar” um mandado de prisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Ao perceber o êxito, passou a oferecer os serviços a terceiros. O homem havia sido preso por agentes da 36ª DP (Santa Cruz) em setembro deste ano, por violação do segredo profissional, associação criminosa e estelionato.Enquanto o criminoso trabalhava nessa empresa de certificados digitais, ele realizava a quebra de autenticação em duas etapas, decodificação de certificados digitais, manipulação de dados cadastrais de magistrados e emissão fraudulenta de alvarás judiciais.Até o momento, as investigações apontam que não houve envolvimento de servidores no crime. Segundo os agentes, esses profissionais seriam vítimas de roubo de dados de login e senha.

Jovem foi morta a facadas no Chapadão na frente das filhas

Uma jovem de 22 anos foi brutalmente assassinada a facadas no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A vítima foi identificada como Júlia Rodrigues. O crime ocorreu na presença das duas filhas da jovem, o que causou grande comoção entre moradores da região. Durante o ataque, uma das crianças, de apenas 2 anos, acabou sendo atingida no braço. Ela foi socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde, onde recebeu atendimento médico. O estado de saúde da criança é considerado estável. De acordo com as primeiras informações, o autor do crime é o ex-namorado da vítima, que fugiu logo após o ataque mas acabou detido.. Familiares de Júlia relataram que ela vivia um histórico de violência doméstica no relacionamento e agora cobram justiça. O crime reacende o alerta sobre a violência contra a mulher e a necessidade de denúncias e medidas de proteção. O caso segue sob investigaçso. . 9

Dois PMs, sendo um deles do BOPE, presos suspeitos de vazar informações para chefões do CV vão a conselho de disciplina que pode expulsá-los da corporação

Os dois PMs presos na semana passada suspeitos de vazamento de informações para chefes do Comando Vermelho estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina que pode decidir pela expulsão dos dois da corporação. O sargento do BOPE Rodolfo Henrique da Rosa teria repassado, ao menos, duas ações policiais realizadas nos Complexos da Penha e do Alemão, sendo uma delas deflagrada em janeiro de 2024. Já o cabo Luciano da Costa Ramos Júnior, que atuava no Tribunal de Justiça, fornecia ao núcleo da facção dados que ele afirmava obter por intermédio de uma segunda fonte ligada ao BOPE, ainda não identificada. Ambos mantinham contato direto com três traficantes vinculados ao núcleo dirigente da facção criminosa. Segundo a PMERJ, as informações de natureza confidencial em poder dos policiais militares no exercício legal e funcional da aplicação da lei devem ser mantidas em segredo, a não ser que o cumprimento do dever ou as necessidades da justiça estritamente exijam outro comportamento;

Bacellar falou com TH Joias sobre operação poucos minutos após PF informar ao gabinete do desembargador preso a cerca da data designada para ação policial

Outro ponto importante que reforça a suspeita sobre o desembargador federal Macário fluminense) sobre a ação policial. Um dia antes da operação, realizada em 3 de setembro, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, conversou com TH Joias por volta do meio-dia no interior do Palácio Tiradentes (sede do Legislativo fluminense) minutos após a Polícia Federal comunicar ao gabinete do desembargador a cerca da data designada para a operação. O delegado da Polícia Federal Samuel José de Escobar Massena Fayad disse em depoimento que o desembargador já tinha ciência da operação bem antes do dia 3 de setembro. Segundo relatos, na véspera da ação, foi feito contato com o assessor de Macário que disse ao delegado que os mandados seriam expedidos ainda no dia 2 de setembro. O assessor mandou mensagem para Macário dizendo que pretendiam cumprir mandados contra o Índio do Lixão ainda no dia 2 e os demais no dia 3. A PF concluiu que a atuação de Macário aponta a prática – em andamento – de crimes de obstrução de investigação da organização criminosa, inclusive no exercício do cargode desembargador federal, assim como na prática de crimes de violaçãode sigilo funcional, favorecimento pessoal e promoção de organização criminosa.

COINCIDÊNCIAS SUSPEITAS: Conversa entre TH Joias e Bacellar na véspera da operação ocorreu no exato momento que presidente da Alerj jantava com desembargador federal preso ontem

Na véspera da operação para prendê-lo, o então deputado estadual TH Joias chegou em sua residência por volta das 19h acompanhado de outros indivíduos, onde acompanha o processo de desmanche de sua residência até aproximadamente 21:40h. Durante esse período, o parlamentar realizau, de maneira concomitante, a troca de seu aparelho celular para passar a se comunicar por meio de outro terminal. Foi por meio deste novo número que TH mandou mensagem para o presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar e, posteriormente colheu orientações do que fazer com seu estoque de carnes para churrasco, insinuando, em tom jocoso, que os policiais que realizariam a busca no dia seguinte o subtrairia. Ouvido em sede da PF, Bacellar reconheceu que sabia que ocorreria uma operação policial que teria como alvo um parlamentar, em razão de um zum-zum- zum que percorria os corredores do parlamento fluminense. Além disso, ele confirmou que foi procurado por TH Joias na véspera da ação policial que lhe indagou acerca do tema. Sabedor de todo esse cenário, bem como do histórico notório de vinculação de TH Joias com o Comando Vermelho, Bacellar se manteve inerte quando se deparou com o vídeo encaminhado pelo ex-parlamentar, visto que estava diante de flagrante ato de obstrução de justiça, e não comunicou as autoridades para tomada de providências. Não seria difícil para ele tomar tal atitude, visto que, no exato momento em que recebeu o vídeo, Bacellar supostamente estava jantando com o Desembargador Relator do caso no Tribunal Regional Federal da 2a Região, Macário Ramos Judice Neto, preso ontem, na Churrascaria Assador, situada no Aterro do Flamengo. Como visto, tal zum-zum-zum e a conversa entre Bacellar e TH Joias coincidiu com o momento no qual Macário foi avisado por sua assessoria acerca da data precisa da deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Foi possível inferir a total ciência de Macário sobre o que acontecia, naquele momento, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, visto que ele foi o provável emissor da informação sigilosa repassada ao alvo.

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