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Procuradoria pede condenação em regime fechado de acusados de ser os mandantes da morte de Marielle

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação dos acusados de ser os mandantes do homicídio da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. O Ministério Público Federal denunciou, em 2024, Domingos Inácio Brazão, João Francisco Inácio Brazão, Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Ronald Paulo de Alves Pereira por homicídio Os irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca também foram denunciados por organização criminosa (art. 2º, § 2º, da Lei nº 12.850/2013). Segundoa Procuradoria, as provas produzidas confirmam que os irmãos Brazão e Robson constituíram organização criminosa dedicada a atividades de milícia, com a finalidade de obtenção de lucro e constituição de redutos eleitorais. As investigações apontaram que o objetivo era explorar atividades imobiliárias ilegalmente, por meio de práticas de “grilagem” e com o uso do poderio informal das milícias, bem como o de constituir currais eleitorais nas áreas dominadas pela facção. A atuação política de Marielle ameçava os negócios ilícitos da organização crimosa e o domínio territorial de milícias do Rio de Janeiro, o que motivou a execução da vereadora. Cumprimento da pena – O vice-procurador-geral manifesta-se pelo cumprimento da pena em regime fechado, cuja fixação deve ser acima do mínimo legal, diante das circunstâncias dos três homicídios. Ele pontua ainda que, além das três qualificadoras existentes em relação a Marielle, os crimes contra Anderson Gomes e Fernanda Gonçalves Chaves apresentam a nota distintiva de que eles foram vítimas para assegurar a impunidade de outro crime. O MPF pede ainda a perda do cargo público dos agentes denunciados e a indenização aos familiares das vítimas a título de danos morais e materiais sofridos em decorrência dos crimes. FONTE: Procuradoria Geral da República

Preso ex-PM condenado por morte de vereador eleito em Niterói em 2012. RELEMBRE DETALHES

A Polícia Civil prendeu um ex-PM que foi condenado a 22 anos de prisão pelo assassinato do então vereador eleito por Niterói Lúcio da Nevada. O crime foi cometido em 2012. O assassinato ocorreu a mando de um vereador que, com a eleição de Nevada, passaria para a condição de suplente. Coube ao então PM a contratação de matadores de Nevada, que foram buscados em Magé, além da vigilância dos hábitos e locais frequentados pela vítima, na obtenção espúria do veículo usado no crime e das linhas de telefonia móvel em nome de terceiros fictícios para plajejar o assassinato. O crime foi cometido mediante emboscada onde os executores prosseguiu com o elemento não identificado até as proximidades da casa dos pais de Nevada, onde permaneceram posicionado sorrateiramente aguardando a saída da vítima. No momento que o vereador eleito deixou o imóvel e ingressou em seu carro, foi alvejado por diversos tiros. Nevada ainda encontrou forças para sair do carro, oportunidade na qual foi friamente atingido por novos disparos. Já lançado ao chão, a vítima foi mais uma vez abatida a tiros, de modo a não pairar dúvida acerca do resultado morte. Foi um desfecho frio, covarde e ignominioso de um homicídio. Segundo o processo judicial, a permanência do vereador apontado como mandante na Câmar, garantiria o obtenção de vantagens nos espúrios “esquemas” de corrupção, peculato, falsidades, etc.. conforme restou apurado nas investigações. O participante do crime foi preso no bairro de Jurujuba, em Niterói, FONTE: PCERJ e TJRJ

Justiça mandou afastar por seis meses quatro PMs suspeitos de matar homem durante o primeiro turno das eleições municipais em Mesquita

A Justiça decidiu afastar por 180 dias quatro PMs suspeitos da morte de Renato de Oliveira da Silva durante uma confusão em outubro do ano passado em Mesquita durante o primeiro turno das eleições municipais. Os réus deverão desempenhar atividades administrativas a cargo dos respectivos superiores hierárquicos. O crime ocorreu no contexto de uma discussão generalizada entre apoiadores políticos dos candidatos a chefia do Poder Executivo do Município de Mesquita/RJ, onde os réus, seguranças de um dos candidatos, foram acionados para conterem a confusão. Restou evidenciado, ainda, que os réus se utilizaram de um veículo ônix branco e que todos portavam armas de fogo, conforme relatado pelos próprios acusadoS em delegacia. Apesar de nenhuma das testemunhas ouvidas em sede policial afirmar ter presenciado os PMs efetuando os disparos de arma de fogo contra a vítima, restou evidenciado pelos depoimentos prestadosio que os disparos que atingiram fatalmente a vítima partiram de um carro branco. O relatório de imagem apresenta a cena do local onde supostamente a confusão generalizada teria acontecido e o momento da chegada do veículo ônix branco, em que um dos PMs sai do carro com a arma em punho. No entanto, não há nos autos imagens da perseguição do veículo ônix branco à motocicleta em que a vítima estava, nem mesmo do momento em que a vítima é atingida pelos disparos de arma de fogo. As provas constantes nos autos até o momento não são aptas a fundamentar a expedição de um decreto prisional em desfavor dos réus. Ressalte-se que para decretar a prisão preventiva é necessário um standard de prova superior àquele necessário para o recebimento da denúncia. Além do afastamento das funções públicas, os PMs terão que ter comparecimento bimestral ao cartório da Serventia Judicial, para informar e justificar suas atividades, com consequente atualização constante de endereço e telefone; (ii) proibição de contato com os familiares da vítima e testemunhas do processo por qualquer meio de comunicação, inclusive redes sociais; (iii) proibição de ausentar-se da região metropolitana do Rio de Janeiro por mais de 15 dias sem prévia autorização do Juízo; e (iv) comparecimento a todos os atos do processo. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Deputado federal foi alvo de disparos em área em disputa entre o CV e a milícia no Rio

O: carro do deputado federal Sargento Portugal. (Podemos) foi alvo de pelo menos seis disparos em Antares em Santa Cruz, , na Zona Oeste do Rio. Ele não se feriu nem seu motorista. O parlamentar estava indo para um projeto social quando houve o ataque. Antares tem sido palco de disputas entre traficantes e milicianos. A polícia investiga se foi atentado ou tentativa de assalto. FONTE; Baú do Rio OFC ,(Telegram)

Mais um prefeito de cidade do Grande Rio desafiou o crime

Mais um prefeito de cidade da Região Metropolitana do Rio desafiou o crime organizado. Desta vez foi o alcaide de Maricá, Washington Quaquá (PT) que chegou a dizer que os bandidos vão para a vala, Ele disse que vai armar a Guarda Municipal! “Não vamos dar mole para a bandidagem. Nossa cidade terá uma segurança forte e preparada, com uma Guarda equipada e valorizada. Vamos construir um grupamento com toda a estrutura necessária, além de implantar o plano de cargos e salários para garantir melhores condições aos nossos agentes. E tem mais: serão 7 mil novas câmeras com inteligência artificial, monitorando cada canto da cidade. Bandido em Maricá não terá vez!” ACESSE O LINK E ASSISTA O VÍDEO: https://www.facebook.com/reel/999853892122762 FONTE: Facebook oficial do prefeito

Acusado de estupro, ex-vereador Gabriel Monteiro será solto

A Seap informa que recebeu da Justiça, no início da noite desta sexta-feira (21/03), o alvará de soltura de Gabriel Luiz Monteiro de Oliveira, e está realizando os procedimentos de praxe para que o citado deixe a prisão. O ex-vereador e ex-PM estava preso desde novembro de 2022l suspeito de estupro. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica e está proibido de deixar Rio, fazer o comparecimento periódico em juízo e não pode manter contato com avítima. FONTE: SEAP

Preso homem que tentou invadir o STF e fez ameaças a ministros do órgão

Um homem foi preso ontem em Brasília suspeito de ter tentado invadido durante a semana a sede do Supremo.Tribunal Federal. Durante a ação, o suspeito proferiu diversas ameaças, ofensas e hostilizações a ministros do Supremo. Durante as investigações, realizadas pela polícia do DF, foram obtidos diversos indícios de que o homem planejava ações extremistas. Na ação policial, o homem foi abordado, resistiu à prisão e desacatou os policiais, sendo necessário o uso moderado da força. Por esse motivo, acabou autuado em flagrante pelos delitos de Resistência e Desacato. Na residência dele, foram localizados bilhetes confirmando as suas intenções violentas, bem como um artefato para a construção de bomba caseira.Além disso, foi apreendido um casac Além disso, foi apreendido um casaco de uso exclusivo da Polícia Militar do DF, utilizado indevidamente pelo acusado, um aparelho celular e um computador. FONTE: Polícia Civil do Distrito Federal

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