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Crime organizado se infiltrou nas eleições e política de Macaé

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 8ª Promotoria Eleitoral que atua junto ao núcleo de Garantias da Justiça Eleitoral, obteve 21 mandados de busca e apreensão contra quatro suspeitos dos crimes de corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro e organização criminosa no município de Macaé. Os mandados obtidos pelo MPRJ são cumpridos, nesta terça-feira (02/12), pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Nova Capistrum. A investigação da Delegacia da Polícia Federal em Macaé apura a infiltração de grupos criminosos na política local, por meio da atuação de facções criminosas e milícias na coação de eleitores, no financiamento ilícito de campanhas, no uso de empresas contratadas pelo poder público para lavagem de dinheiro e apoio político-territorial a candidatos no município. Ainda segundo a investigação, entre os alvos estão empresários, agentes políticos e servidores públicos apontados como articuladores do esquema. Também estão entre os investigados indivíduos com forte influência no tráfico de drogas e na liderança de grupo paramilitar (narcomilícia) que exerce domínio territorial em comunidades da região. As investigações ainda mapearam o uso de empresas clandestinas de internet e distribuidoras de gás em Macaé e no Estado da Paraíba, além de indícios de peculato, caixa dois eleitoral e ameaças.

CV movimentou R$ 30 milhões em venda de drogas e exploração de serviços em menos de um ano em Meriti. Operação contra a facção prendeu vereador

Policiais civis e militares deflagraram, nesta sexta-feira (14/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”. O objetivo da ação é combater a expansão da facção criminosa Comando Vermelho nas localidades da Bacia do Éden, Castelinho e regiões adjacentes, no município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Até o momento, oito pessoas foram presas. Um deles o vereador Marcos Aquino, flagrsdo com uma pistola e cargas de medicamentos Cabe fiança A operação é resultado de uma investigação policial da DRE-CAP desenvolvida por 11 meses. Neste período os traficantes movimentaram R$ 30 milhões em venda de drogas e exploração de Serviços. A ação visa ao cumprimento de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. O vereador preso nâo era alvo mas seu irmão sim. além de pessoas próximas, todas investigadas por possível envolvimento com o núcleo da facção que atua na região. Além do cumprimento das medidas cautelares, a ação busca conter o avanço territorial da organização criminosa, prender integrantes já identificados, arrecadar novas provas, identificar patrimônios ilícitos para posterior bloqueio judicial, bem como apreender drogas, armamentos e remover barricadas e obstáculos que restringem o direito de ir e vir da população local.   FONTE: PCERJ

Deputado que foi preso por ligação com o CV ofereceu fuzis a R$ 120 mil a traficante, disse que comparsa iria treinar Doca e fazia joias caras para Pezão e Paulista

Preso recentemente suspeito de envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho, o deputado TH Joias ofereceu fuzis ao traficante Índio do Lixáo no valor de R$ 120 mil. Ele repassou a Índio uma imagem de print de tela de conversa com uma pessoa que oferece 2 fuzis, calibre 5,56 pelo valor de R$ 120mil. Simultaneamente, a imagem de um fuzil sobre o solo, encostado na parede e por fim, um vídeo.Além de Índio e Pezão, TH Joias tinha relação também com outros dois traficantes do Comando Vermelho_ Doca e Paulista. Ele inclusive confeccionou para Paulista e Pezão joias de alto valor, com o emprego de pedras e metais preciosos em grande quantidade. Com Índio, TH apareceu em vários registros midiáticos participando de eventos e atividades de lazer, tanto externas, quanto nas respectivas residências, incluindo as respectivas famílias, o que sugere, em princípio, estreita relação de amizade ecompanheirismo entre eles. Sobre Pezão, Índio teria intermediado vários contatos entre Pezão e TH” – que, teriam se encontrado presencialmente várias oportunidades -, para tratarem deassuntos diversos, entre os quais a confecção de joias e questões afetas àsatividades criminosas da quadrilha. Em relação a Doca, TH Joias enviou áudio para Índio sugerindo que falasse pro “dois” (Doca e Pezão) que “esse amigo os treinasse sobre como usar aparelhos antidrones TH ainda foi flagrado em uma escuta dizendo que chegaram dois equipamentos anti drones, que um foi para Parada de Lucas e outro para Complexo da Maré, ambas áreas do TCP, e falou que chegaria mais e perguntou se Pezão queria. “Chegou duas, mano. Tem mais duas pra chegar essa semana, só tá precisando do OK. Uma foi pra Parada de Lucas, a outra foi pro Complexo da Maré, e tem mais duas que o do Duduá encomendou, tá ligado? Ele já até deu uma parte lá no dinheiro, outraparte ele parcelou no cartão. Aí vai chegar essa semana agora,entendeu? Vai chegar essa semana, vê com o mano aí, se o mano vaiquerer, já separa uma pra ele, e a outra o Dudu não tem pra quem vendertambém não. Mas ele já tá comprando porque sabe que quando chegar pramostrar pra alguém, com certeza vai querer” Índio falou com TH que Pezão reclamou que a “bazuca não estava pegando” e que “esse cara que vendeu vai ter que ficar aqui uns dias” FONTE: TJ-RJ

Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

PM pode expulsar policial da reserva que fez aliança com traficante do TCP para obter votos para eleição a vereador em Belford Roxo em 2020

Um PM vulgo Dinho Resenha poderá ser expulso da corporação acusado de ter organizado um grupo criminoso para atuar em sua campanha eleitoral para o cargo de vereador do Município de Berford Roxo/RJ nas Eleições de 2020. As práticas delitivas perpetradas pelo policial da reserva, durante o pleito eleitoral de 2020, incluem corrupção, tendo em vista o pagamento de propina a policiais miliares, além de pagar taxa de segurança a milicianos, chamados de “Melequinhas”, em virtude do militar da reserva ser dono de dois estabelecimentos, O policial que agia em conjunto com outro PM, em razão dos votos obtidos no pleito eleitoral de 2020, já se preparavam para arrecadar o máximo de dinheiro possível para poder corromper ainda mais eleitores e ganhar as próximas eleições, buscando, inclusive, a aproximação com lideranças do tráfico de drogas da região para a obtenção do maior número possível de votos. Dinho, inclusive, esteve com o falecido traficante Genaro e ele teria gostado do seu projeto político. O PM disse que passou por 05 (cinco) bocas de fumo de Genaro, o que confirma o livre acesso do político e ora denunciado à comunidade dominada pelo tráficode drogas graças à autorização e vinculação com a liderança local. O policial chegou a dizer em uma gravação que o Bado caiu em São Leopoldo e que estava dando tudo certo porque o maluco que assumiu é mais bom de onda. E falou que o Genaro era mais disciplinado que o Bado.

Legislativo do Rio aprovou prêmio para policiais civis que matarem bandidos em operações

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um projeto que inclui uma gratificação para policiais civis que matarem criminosos em operações. A medida recria a antiga “gratificação faroeste”, extinta em 1998.  A gratificação vai incidir em casos de apreensão de armas de uso restrito ou grande calibre, atuação em operações policiais, e mortes de criminosos. O aumento pode variar de 10% a 150% sobre a remuneração do agente, dependendo do critério estabelecido. A proposta ainda tem que ser sancionada pelo governador Cláudio Castro.

Funcionários fantasmas ligados à milícia eram lotados na Prefeitura de Nova Iguaçu

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, por peculato e falsidade ideológica, dois funcionários fantasmas da Companhia de Desenvolvimento de Nova Iguaçu (Codeni), órgão da administração municipal. A denúncia aponta que os funcionários foram indicados por um ex-policial civil que, antes de ser morto, havia sido expulso da corporação por envolvimento com a milícia. Uma terceira pessoa, também identificada na ação penal como miliciano e que recebia parte do salário de um dos funcionários, foi denunciada por peculato. A denúncia, oferecida pela 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial do Núcleo Nova Iguaçu, descreve que Cristiane Fernandes Vieira foi contratada em julho de 2021 por indicação do ex-policial civil David de Oliveira Maciel, morto em 2022, e demitido da corporação por participação em esquema de exploração de TV a cabo clandestina, atividade explorada pela milícia. Cristiane era companheira de Washington das Neves Melo, que possui oito anotações criminais por homicídio, além de condenações por associação criminosa armada e porte ilegal de arma de fogo, tendo cumprido pena na Penitenciária Bandeira Stampa, unidade destinada à custódia de milicianos. Segundo a denúncia, no período em que foi contratada pela Codeni, Cristiane só comparecia ao local de trabalho apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto, tendo repassado mais de R$ 13 mil, do total de R$ 41.250 que recebeu em salários, para Washington. A investigação também apontou que Ademilson Teixeira de Souza, outro indicado por David, foi contratado no mesmo dia que Cristiane para exercer a função de vigilante. A denúncia destaca, porém, que o cruzamento de dados de geolocalização do celular de Ademilson, realizado pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), comprovou que o servidor nunca compareceu ao local de trabalho informado, apesar de assinar as folhas de ponto como se tivesse exercido a função. Diante dos fatos, o MPRJ requereu a condenação dos denunciados pelos crimes praticados e a devolução aos cofres públicos dos valores recebidos indevidamente por Ademilson e Cristiane. A denúncia também pede a suspensão do exercício da função pública de Ademilson. —

A hierarquia da quadrilha e as conversas que provam a associação entre traficantes do Comando Vermelho e políticos no Rio de Janeiro. Foi sugerido que bandido se candidatasse a vereador

Veja agora como era a hierarquia da quadrilha alvo de operação esta semana do Ministério Público Estadual do Rio e da Polícia Federal que culminou com a prisão do deputado estadual TH Joias, de um delegado da PF, de um ex-secretário estadual do RJ, de PMs e de traficantes, Sabe-se que TH Joias e seu assessor parlamentar Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, seriam operadores, de uma complexa rede demovimentação financeira criminosa, com transferências vultosas, tendo sido identificadas supostas transações de grande vulto em reais e dólares, realizadas por meio de operadores financeiros clandestinos e frequentemente convertidas em bens de alto valor, como veículos de luxo e propriedades imobiliárias. O núcleo de liderança do bando era de TH Joias e do traficante Pezão, sendo que este último era quem estabelecia as diretrizes que devem ser seguidas pelos membros da ORCRIM, possuindo total domínio sobre as ações perpetradas pelos seus subordinados; O núcleo político ficava por conta de Alessandro Pitombeira Carracena, figura central que conecta as instituições públicas ao crime organizado;Núcleo logístico era formado por Dudu e Gabriel DIas de Oliveira, o Índio do Lixão, além do deputado da PF Gustavo Stteel. e Leandro Ferreira Marçal Eles eram os responsáveis pelas principais frentes da organização criminosa, atuando como intermediários entre os chefes de facções criminosas e autoridades públicas; O núcleo financeiro ficava por conta de Igor Bernardes Brandão e Pedro Lucas Bezerra de Carvalho, que exerciam a função de ocultar e dissimular bens, valores e direitos advindos das práticas criminosas cometidas pelos membros do Comando Vermelho; Tinha o núcleo operacional formado por policiais como Rodrigo da Costa Oliveira, o Costa, Wallace Menezes Varges de Andrade Tobias, o Tobia (ex-PM), Alexandre Marques dos Santos de Souza, Leandro Alan dos Santos e Kleber Ferreira da Silva, que são agentes da lei que integram a segurança detraficantes de drogas e de armas do Comando Vermelho, além promoveremo vazamento de operações policiais. Há várias conversas que demonstram demonstram a correlação entre o mandato de parlamentar de “TH Joias” e o Comando Vermelho Veja conversas e descobertas Em 29/01/2024, ÍnDIO” diz que “mano”, ou seja, “Pezão”, quer falar com “TH” no dia seguinte. A finalidade seria pedir que “TH” atue no sentido de retirar o batalhão de choque do Gardênia Azul e trocá-lo por “PM normal”. Em seguida, TH Joias manda print de ligação em curso com Carracena. “Índio” pergunta “qual o papo”, ou seja, o que Carracena tinha a dizer sobre o assunto. “ TH Joias diz que Carracena alaria com o comandante geral para entender o que pode ser feito Em 31/1/2024, “Índio” diz a “TH” que ambos foram convidados para jantar com Pezão e que “pedido do dono é uma ordem Em 25/4/2024, “Índio” pede que “TH Joias” confirme se acontecerá uma operação no Alemão e na Penha no dia seguinte. “TH Joias” responde que vai ver e manda print de tela, no qual se verifica uma ligação em curso com Kleber Política Águia Segundo a investigação, TH Joias e Dudu obtiveram lucros superiores a R$ 200.000,00 ao venderem antidrones a facções criminosas cariocas; Outra informação relevante é que a mando de TH Joias, Dudu destinou vaga de assessoria parlamentar na ALERJ à esposa de “Índio” como contrapartida por “ajudar” “TH Dudu e TH Joias intermediaram operação de câmbio de R$ 344.500,00 para Pezão”, a pedido de “Índio”, mas desviaram o dinheiro para uso pessoal; Dudu disse que conversou com TH e Carracena e sugeriu que Indio se candidatasse a vereador em Duque de Caxias; Dudu também intermediou a venda de cocaína para Índio. Em 30/11/2023, “Índio” envia a “TH Joias uma foto de dinheiro em espécie, e diz que tem R$ 148.000,00 para entregar a TH, de modo queR$ 100.000,00 são “do mano”, ou seja, de “Pezão”. Diz, ainda, que vai dar a “TH Joias” mais R$ 90.000,00 para entregar ao Carracena. Em 29/1/2024, “TH Joias” diz que Carracena está acordado para falar com “o mano”, ou seja, “Pezão. De acordo com diálogos capturados entre TH Joias e índio, por volta de 18h do dia 31 de janeiro de 2024, Carracena avisou ao grupo sobre operação policial que aconteceria naquele dia. Àquela altura, ao anoitecer, Índio tranquilizava TH informando “Areal tudo na paz aqui”, referindo-se à região do Complexo do Alemão em que se abrigaram, em seguida TH respondeu: “Carracena me ligou cedo” “bateu tudo que ele falou”.

Comando Vermelho se infiltrou na administração estadual do RJ e no Poder Legislativo

Segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, atraves do deputado estadual TH Joias e do ex-secretario estadual Alessamdro Pitombeira Carracena, a facção criminosa Comando Vermelho teria se infiltrado na administração estadual do Rio de Janeiro e no Poder Legislativo para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas. A principal atividade do grupo investigado consistia na importação de armas do Paraguai e de equipamentos anti-drone da China e revenda para integrantes de facções no Rio de Janeiro, além do tráfico de drogas. Pitombeira papel estratégico que ele desempenhava dentro da estrutura política da organização criminosa Comando Vermelho (CV). Ele integrava o núcleo político do grupo, sendo responsável por fornecer informações privilegiadas, articular medidas junto a órgãos públicos e até solicitar a retirada de forças do BOPE da comunidade Gardênia Azul, em troca de pagamentos vultosos. Em uma interceptação telefônica, TH Joias afirmou: “Carracena me ligou cedo. Bateu tudo que ele falou”. O agora ex-deputado estadual TH Joias chegou a buscar 9 milhões de reais no Complexo do Alemão para trocar em dólar e fortalecer o tráfico da região. De acordo com a PF, TH e a mulher movimentaram R$ 13 milhões nas próprias contas entre 2021 e 2023. TH Joias importava equipamentos antidrone de alta tecnologia da China por um valor e os repassava para criminosos do Complexo do Alemão por um preço dez vezes superior ao original. As investigações apuraram ainda que o parlamentar infiltrava pessoas ligadas aos bandidos da facção dentro da Assembleia Legislativa do Rio. O Tribunal Regional Federal decide pela transferência para presídios federais de segurança máxima de três investigados da operação que teve como principal alvo o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias. Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, e o ex-assessor de TH, Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, foram presos durante operação integrada das polícias Civil e Federal com o Ministério Público na quarta-feira (03). O terceiro acusado é o traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefe do tráfico do Complexo do Alemão, que é considerado foragido. Quando for preso, ele deve ser levado diretamente para um presídio federal.

Vereador foi morto em Paty do Alferes

O vereador Denilson da Costa Nogueira, o “Ligeirinho”, de 56 anos, foi assassinado a tiros na tarde desta quarta-feira (3), em Paty do Alferes. O crime foi na Avenida Brasil, na localidade de Arcozelo. O vereador, filiado ao Solidariedade, estava em seu terceiro mandato. Na eleição municipal do ano passado, ele recebeu 542 votos. Ele conqujistou o primeiro mandato em 2016. O parlamentar já ocupou os cargos de secretário de Esportes, Ordem Pública e Cultura da prefeitura, que emitiu nota lamentando “profundamente” a notícia de seu falecimento. Ele era casado e deixou também quatro filhos. A Polícia Civil está investigando o crime, mas ainda não tem suspeitos identificados. O assassinato do vereador é o segundo na cidade em um ano e meio. Em maio do ano passado, Juliano Melo foi morto com quatro tiros no bairro Lameirão. Até hoje ninguém foi punido pelo crime.

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