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operação policial

Dois mortos, oito presos e dois fuzis apreendidos em operação na Vila Kennedy (CV)

Policiais civis e militares realizam, nesta quarta-feira (19/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”, na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio. O objetivo é combater a expansão do Comando Vermelho e as atividades ilegais praticadas no território explorado pela facção. Até o momento, oito criminosos foram capturados na ação e outros dois foram mortos . Dois fuzis e uma pistola foram apreendidos .”Essa é mais uma etapa da Operação Contenção e mostra o combate ao Comando Vermelho, em suas diversas atividades delituosas. A facção se aproveita da expansão territorial para praticar toda gama de crimes, fortalecendo sua estrutura financeira. Por meio de investigação e ações estratégicas, estamos enfraquecendo a organização criminosa”, afirma o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. No decorrer da operação, os policiais encontraram grande quantidade de drogas escondida pelos criminosos em uma unidade de ensino, o que demonstra a prática recorrente da facção de utilizar escolas como bunkers para ludibriar a ação das forças de segurança. FONTE: PCERJ

Saiba como se estruturava a quadrilha do ‘Mentor das Barricadas’ do CV preso hoje no Rio

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, a quadrilha comandada por Cosme Rogério Ferreira Dias, o Mentor das Barricadas do Comando Vermelho é especializada em furtos qualificados de cabos de telecomunicações (inclusive subterrâneos), receptação qualificada desses materiais e subsequente lavagem de capitais, com atuação em diversas localidades do Estado do Rio de Janeiro. A investigação aponta a existência de núcleos de comando, financeiro, intermediário e operacional, com funções definidas. As subtrações ocorriam de forma meticulosa, com o uso de equipamentos especializados (bombas d’água e guilhotinas hidráulicas), veículos pesadose táticas de dissimulação, como o emprego de uniformes e ordens de serviço falsificadas para simular legitimidade. O material subtraído era, então,escoado para empresas de reciclagem controladas pelos próprios líderes da organização, onde se iniciava um complexo ciclo de lavagem de dinheiropara ocultar a origem ilícita dos lucros. Cosme e esposa faziam parte do Núcleo de Comando, responsáveis pelas decisões estratégicas, pelo financiamento das operações e pela coordenação geral do esquema criminoso Núcleo de Aporte Financeiro: Integrado por um conjunto de “laranjas” e operadores financeiros que, por meio de empresas de fachada emovimentações bancárias simuladas, eram responsáveis por ocultar e dissimular a origem dos recursos ilícitos, reinserindo-os na economiaformal. Núcleo Intermediário: Formado por gerentes operacionais que atuavam como elo entre o comando e os executores, transmitindoordens, organizando a logística das ações de furto e efetuando os pagamentos aos membros do núcleo operacional. úcleo Operacional: Composto pelos executores diretos dos furtos, responsáveis pela atuação em campo, desde a subtração física doscabos até o seu transporte para os locais de receptação. Cosme foi identificado como o líder máximo da organização. Em conversas interceptadas, é tratado como “patrão” por Erick, o segundo na hierarquia.É proprietário de uma empresa de comércio de metaais , utilizada como fachada para a receptação dos materiais furtados. No bojo do RO nº 044 01848/2025, seu próprio funcionário o aponta como um dos maiores receptadores de cobre do Estado. A análise do RIF 124.730 (indexes 806 e 967) demonstra que Cosme e sua empresa movimentaram milhões de reais em conjunto com Erick em um curto período, sem contrapartida aparente, evidenciando a movimentação de capitais ilícitos. Sua posição de comando torna sua prisão indispensável para desmantelar a cúpula da organização. Erick era o braço-direito de Cosme. com papel central na coordenação financeira e logística. Mantinha contato direto com todos os núcleos, gerenciando pagamentos e repassando ordens. Utilizava sua empresa de reciclagem para preparar os cabos furtados para revenda e também lavar o dinheiro do crime, dando aparênciade legalidade à operação. As investigações revelaram que Erick chegava a financiar a defesa jurídica de membros presos, demonstrando seu papel de garantidor da continuidade e coesão do grupo. Sua liberdade permitiria a manutenção da estrutura operacional e financeira da organização. Cynthia, esposa de Cosme, desempenhava função crucial na gestão financeira e na ocultação do patrimônio. Um caminhão registrado em seu nome foi apreendido transportando 60 kg de cobre de origem ilícita, conforme RO nº 044-01848/2025, fato que Cosme lamenta em conversa com Erick. Sua participação ativa na blindagem patrimonial e no fluxo financeiro a torna peça-chave, cuja custódia é necessária para estancar a lavagem de capitais. O Núcleo de Aporte Financeiro – a análise conjunta da conduta destes réus revela um padrão de atuação como “laranjas” e operadores de empresas de fachada. As investigações demonstraram que todos eles, sem exceção, realizaram vultosas transações financeiras com os líderes da organização, em valores absolutamente incompatíveis com suas rendas declaradas e atividades econômicas formais. Em uma conversa com Erick, uma pessoa chegou a discutir para transportar material. No Núcleo Intermediário, os membros atuavam como gerentes de campo. Foram flagrados em interceptações telefônicas e telemáticas planejando furtos, definindo horários, discutindo a necessidade de ferramentas específicas como “talhadeiras” e articulando a logística com os caminhões.Dois deles foram abordados juntos na posse de mais de R$ 45.000,00 em espécie, cuja origem tentaram justificar com uma nota fiscal ideologicamente falsa emitida por Cynthia. . “Paquetá” mencionado em conversas e planilhas de pagamento, confirmando seu papel na coordenação e recebimento de valores. Sobre o Núcleo Operacional – os integrantes exerciam uma função híbrida. Além de participarem da execução de crimes, como demonstram as anotações criminais e as transações financeiras diretas com o núcleo operacional, atuavam como intermediários financeiros, recebendovalores de Erick e repassando a outros membros, como um que possuía 47 anotações criminais, demonstra altíssima periculosidade e profundo envolvimento com a criminalidade. A prisão de ambos é necessária tanto para garantir a ordem pública, dada suapericulosidade, quanto para interromper o fluxo financeiro intermediário. FONTE: TJ-RJ

Preso chefe de Morro da Zona Sul do Rio dominado pelo CV

Policiais do Patamo abordaram três suspeitos na Rua Marquês de Abrantes, no Flamengo, após perceberem que eles demonstraram nervosismo ao ver a guarnição. Com o trio, foram encontrados três envelopes de erva seca semelhante à maconh4 e R$ 300 em espécie. Todos foram encaminhados para a 10ª DP. Na delegacia, os agentes identificaram que um dos detidos era TH)m, chefe do Comando Vermelho no Morro Azul e foragido da Justiça desde o Dia dos Pais. Ele teria oferecido R$ 50 mil aos PMs para não ficar preso, oferta não aceita pelos agentes. Os outros dois homens também foram identificados e ficaram à disposição da polícia para as medidas cabíveis. FONTE: PMERJ

‘Mentor das Barricadas’ e outros 20 foram presos no Rio em operação contra o CV

Policiais civis e militares deflagraram, nesta terça-feira (18/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”, a principal ofensiva contra a expansão territorial do Comando Vermelho. O objetivo é atacar a estrutura financeira e logística da facção. Entre os alvos, estava o homem apontado como “Mentor de Barricadas”, Cosme Rogério Ferreira Dias, que financia e viabiliza material para a construção das barreiras que impedem o direito de ir e vir dos moradores e limita o acesso a serviços básicos. 21 riminosos foram presos entre eles o principal.alvo .A ação visa a cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 217 milhões em bens e valores e interdição de oito ferros-velhos. O principal alvo da operação, o “Mentor de Barricadas”, se apresentava como empresário do ramo da reciclagem. As investigações, porém, revelaram que ele liderava o braço financeiro da organização criminosa. financiava o Comando Vermelho, lavando dinheiro oriundo da receptação de cobre, fornecia materiais para construção e reforço de barricadas e atuava como elo entre os ferros-velhos e o tráfico, promovendo a integração logística e financeira da facção. As diligências correm no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais.Segundo as investigações, parte dos recursos para erguer e manter as barricadas é proveniente da receptação e comercialização de cobre e outros metais furtados. “Essa fase da ‘Operação Contenção’ representa um golpe direto na espinha estrutural e econômica do Comando Vermelho, visando asfixiar financeiramente a facção e restringir sua capacidade de domínio territorial”, comenta o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração comprovou que ferros-velhos ligados ao tráfico de drogas funcionavam como núcleos de lavagem de dinheiro e de apoio operacional, sendo fundamentais também para financiar a instalação e reconstrução de barricadas, que impedem a entrada de forças policiais, para custear atividades de vigilância armada e manutenção de pontos de venda de drogas e para fortalecer o controle territorial em comunidades da Zona Norte, Baixada Fluminense e Região Metropolitana. As análises financeiras conduzidas pela DRF revelaram movimentação ilícita superior a R$ 217 milhões, valor incompatível com as atividades declaradas pelos investigados. Diante das provas, foram representados e deferidos ordem de bloqueio integral de valores e ativos financeiros vinculados à facção e seus operadores, sequestro de imóveis de luxo no Recreio dos Bandeirantes, utilizados para blindagem patrimonial, sequestro de veículos de alto padrão, pertencentes ao núcleo financeiro, interdição de oito ferros-velhos, centrais no escoamento de cobre furtado e lavagem de capitais, e afastamento compulsório de sócios e responsáveis legais, para cessar imediatamente a continuidade da atividade criminosa. FONTE: PCERJ

Três mortos em confronto com PMs em Caxias

Policiais do 15° BPM foram alvos de disparos feitos por criminosos armados na comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. A guarnição reagiu e, após o confronto, três criminosos foram encontrados feridos, sendo socorridos ao Hospital Adão Pereira Nunes, onde não resistiram.. Armas e drogas foram apreendidas. FONTE: PMERJ

Veja mais detalhes da ofensiva contra as barricadas do tráfico. RJ tem mais de 13 mil obstáculos mapeados

A Operaçâo Barricada Zero lançada hoje pelo Governo do Rio de Janeiro contará com um sistema de bonificação para policiais civis e militares que retirarem as barricadas e também impedirem o retorno dessas barreiras para os territórios .A ação envolve limpeza, recuperação de vias, reorganização urbana e devolução dos espaços públicos à população. O trabalho em conjunto será fundamental para que, por intermédio da ação policial, as prefeituras possam auxiliar com a ação direta do maquinário para retirar carros, pedaços de ferro, cimento ou qualquer outro instrumento utilizado como barreira. A operação também prevê que valas abertas por criminosos serão aterradas com concreto imediatamente. Também caberá ao Governo do Estado prover os kits de demolição e corte aos municípios, utilizando, inclusive, maquinários contratados por diferentes secretarias que atendem ao poder público estadual.   O planejamento será guiado por diagnósticos técnicos produzidos a partir de ferramentas de inteligência do ISP, que mapeou 13.604 pontos de bloqueio espalhados pelo estado, obstáculos que vão desde lixeiras, entulhos e caçambas até verdadeiras estruturas de engenharia construídas para impedir o acesso das forças de segurança. Com o início da operação, esses dados serão atualizados em tempo real pelas polícias Civil e Militar, ampliando a precisão do mapeamento e garantindo maior efetividade das ações. A operação contará com 50 kits de demolição, cada um composto por retroescavadeira, rompedor hidráulico e caminhão, operados por equipes das secretarias de Infraestrutura e Obras Públicas, das Cidades, de Habitação e da Emop, com apoio das prefeituras. A Operação Barricada terá caráter contínuo, com monitoramento permanente e novas ações sempre que necessário para evitar que os bloqueios retornem. O cronograma inicial contempla 12 municípios da Região Metropolitana: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Japeri, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Itaboraí, Duque de Caxias, Queimados, São João de Meriti, Nilópolis, Mesquita e Maricá. FONTE: Governo do RJ

Maior cortador de veículos do TCP foi preso na Baixada

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (17/11), dois narcotraficantes envolvidos na receptação de automóveis. Um deles é apontado como o maior cortador de veículos da facção Terceiro Comando Puro. Eles foram capturados em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que o criminoso é o responsável pelo corte de centenas de automóveis nos últimos meses, que recebia de assaltantes. De acordo com os agentes, ele determinava o desmanche e realizava a venda dessas peças para outros receptadores. A maioria do material era revendida em estabelecimentos comerciais localizados em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada, e em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A especializada já havia capturado dois receptadores que compraram peças do criminoso, transportando peças para o estado de Minas Gerais. Na ação desta segunda, foi apreendido um caminhão clonado, utilizado para o transporte das peças produtos de crime, além de todas as partes de um veículo, já cortadas e prontas para revenda em estabelecimentos de Nova Iguaçu. Após consulta no sistema, ficou constatado que o esse carro havia sido roubado em Duque de Caxias, na última quinta (13/11). As investigações apontam que, no mesmo dia do crime, o rastreador foi retirado e o carro foi levado para a comunidade do Timbau, no Complexo da Maré, onde foi cortado pelo criminoso. O narcotraficante já estava sendo monitorado há três meses e foi capturado junto com um comparsa, que o auxiliava nos crimes. Eles foram conduzidos à delegacia e responderão pelos crimes de receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Os agentes da DRFA-CAP já haviam prendido, em agosto, o principal cortador de outra facção, do Comando Vermelho. Na ocasião, além dele, outros quatro criminosos foram capturados na ação, no Gogó de Guadalupe, na Zona Norte. A prisão do receptador e seu comparsa faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. Desde setembro de 2024, já são mais de 670 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em mais de R$ 42 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores. FONTE: PCERJ

Governo do RJ lança ofensiva contra barricadas do tráfico

O governo do Rio deu início hoje a operaçã o “Barricada Zero”, a maior of3nsiva já realizada contra obstáculos instalados por grupos cr!minosos nas vias urbanas. A ação começou pelo Jardim Catarina, em São Gonçalo, onde dezenas de ruas permanecem bl0queadas, dificultando a circulação de moradores, comerciantes e serviços essenciais. .A proposta central é unir forças: máquinas e equipamentos das prefeituras serão integrados às equipes da Polícia Militar para ampliar de forma expressiva a capacidade de remoção em todo o estado. Atualmente, a PM trabalha com seis kits exclusivos — formados por retroescavadeiras e caminhões basculantes. Com o reforço das secretarias estaduais de Obras, Agricultura e Meio Ambiente, mais 20 kits serão incorporados. Esse número deve triplicar com a entrada efetiva das prefeituras. A ação seguirá uma estratégia por quadrantes, priorizando áreas críticas como os complexos do Alemão, Penha e Israel. O governo afirma que a operação será contínua: sempre que barricadas forem reinstaladas, as equipes retornarão imediatamente ao local. Só após a estabilização completa de cada região a PM avançará para a etapa seguinte. Entre os municípios com atuação decisiva estão Rio e São Gonçalo — ambos enfrentam grande concentração de bl0queios e terão participação estratégica na execução do plano. FONTE: Governo do RJ

Preso um dos líderes do tráfico no Complexo da Pedreira (TCP)

PMs do 41º Batalhão (Irajá) prenderam um dos líderes do tráfico no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, vulgo Menor D ou Dinho. O criminoso tem 31 anotações criminais, incluindo 14 por homicídio e 12 por roubo, além de sete mandados de prisão em aberto,[ Menor D foi preso junto com dois comparsas. Eles tentavam deixar o Complexo da Pedreira para fugir de uma operação quando foram capturados. Na ação, dois fuzis e um veículo foram apreendidos. A ocorrência foi encaminhado à 38ª DP O traficante Dinho é considerado braço direito do Arafat, preso há vários anos. O criminoso é apontado como frente das favelas comandadas pelo Arafat (Bairro 13 ou B13, Terra Nostra, Final Feliz, Chaves, Parque Colúmbia e Joana D’arc FONTE: PMERJ

Saiba o que foi encontrado com ex-cabo do Exército preso suspeito de fabricar armas artesanais

Na semana passada, a polícia prendeu um ex-cabo do Exército suspeito de comandar um esquema de venda de armas de fogo artesanais. Salienta-se que, segundo os depoimentos prestados em sede policial, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, foram encontrados na residência do custodiado um fuzil calibre 5,56, sem numeração aparente, um revólver calibre 44, com numeração 5695, 19 (dezenove) munições calibre 44, 14 munições calibre 32, 4 munições calibre 5,56, 3 munições calibre .38, um carregador de fuzil calibre 5,56, diversos projeteis de calibre 38, uma coronha de espingarda, 3 (três) componentes de arma de fogo, 4 (quatro) armas de ar comprimido, 4 (quatro) estojos deflagrados de calibres diversos. De acordo com os policiais, o local dispunha de estrutura montada com bancada, torno, fresa, esmeril, compressor, duas máquinas de solda, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para fabricação artesanal de armas de fogo. Segundo a polícia, ele recebia um pagamento mensal dos criminosos em troca de seus serviços O ex-militar consertava armas para as milícias de Nova Iguaçu e também produzia fuzis para vendas na internet por valores que variavam entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. A apreensão de farto material bélico e maquinário próprio para fabricação de armas revela a habitualidade da conduta delitiva e o envolvimento do custodiado com atividade criminosa organizada. O ex-militar está com a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-RJ com informações da Agência Brasil

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