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operação policial

Adolescente foi detida suspeita da morte de mãe que foi jogada em um poço em São Gonçalo

Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares apreenderam, nesta sexta-feira (12/12), uma adolescente e prenderam um homem envolvidos no assassinato de uma mulher, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. O corpo da vítima foi encontrado após 15 horas de buscas, concretado dentro de um poço. De acordo com as investigações, a vítima, mãe da adolescente, foi morta com golpes de madeira na cabeça, por não aprovar o relacionamento dos dois. Após o crime, eles colocaram o corpo da vítima em um tonel de água, puxaram o objeto até o quintal da casa do homem e o concretaram no fundo de um poço. Havia um registro de ocorrência de desaparecimento da adolescente e da mãe, mas durante as diligências do caso, ficou esclarecido o que realmente havia acontecido. Na última quinta-feira (11/12), após ser questionada pelos policiais, a adolescente contou os fatos e apontou a localização do corpo da mãe e o envolvimento do namorado.  Durante buscas nesta sexta, os agentes da DHNSG e da Core, com apoio de policiais militares, realizaram diligências no Complexo do Anaia, em São Gonçalo, e conseguiram localizar o homem, que também confessou a participação na morte. Na casa, os policiais civis encontraram o tonel com o corpo, que estava aterrado e concretado, no fundo de um poço, no quintal da residência.  O criminoso foi conduzido à delegacia e vai responder por homicídio e ocultação de cadáver. A adolescente foi apreendida e vai responder por fato análogo aos mesmos crimes.

Principal alvo da ação contra o CV em Anchieta tem condenação de oito anos por tráfico. Ele era oriundo da Penha e foi chamado para organizar a facção em Magé na década passada

Rafael da Silva Titara, o Galo, principal alvo da operação da Polícia Ciivl na comunidade do Az de Ouro, em Anchieta, tem uma condenação de oito anos por tráfico de drogas. Ele foi preso em 28 de Fevereiro de 2014 no bairro de Maria Conga, em Magé. Portava na ocasião, um radiotransmissor, um telefone celular, além de 1,82g da substância entorpecente Cloridrato de cocaína, acondicionada em 03 (três) sacos plásticos transparente contendo 22,64g e outras três embalagens com 7,62g da substancia entorpecente Cannabis Sativa L., popularmente conhecida com maconha, com a inscrição “MAGÉ10 C.V.R.L.” Disse aos policiais seria o gerente do pó de 30 e trabalhava para Pina da Penha. Falou ainda que que veio da Penha a mando de Pina para dar um jeito na comunidade; que os traficantes estavam esculachando moradores e ele deveria colocar ordem no local A operação de hoje serviu para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Na ação, 13 pessoas foram presas.

Policia tenta prender 36 traficantes do CV que agem em Anchieta que têm sofrido ataques do TCP

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e da 14ª DP (Leblon) realizam, nesta sexta-feira (12/12), ação para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Até o momento, nove pessoas foram presas. Essa quadrilha vem sofrendo nas últimas semanas diversos ataques de traficantes do Terceiro Comando Puro liderados pelo bandido vulgo Neném. Os agentes buscam cumprir 108 mandados judiciais, sendo 36 de prisão preventiva e 72 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Anchieta, na Zona Norte, e em Nilópolis e Mesquita, na Baixada Fluminense.O trabalho investigativo das unidades mapeou toda a estrutura criminosa que controlava a área e identificou os integrantes da quadrilha e suas funções específicas dentro da máquina do crime. Entre os 36 criminosos identificados estão líderes operacionais, gerentes do tráfico, distribuidores de armas e responsáveis pela arrecadação e movimentação financeira. Os agentes descobriram que a facção mantinha na região um de seus principais braços armados.Ao longo das apurações, as equipes comprovaram que o núcleo financeiro da quadrilha realizava diversas transferências e movimentações financeiras destinadas a sustentar o tráfico local, abastecer o arsenal de guerra e financiar as atividades ilícitas.A “Operação Trunfo Final” recebeu esse nome em referência direta ao ás de ouros, carta que simboliza poder, supremacia e domínio, mesma forma que a facção se via dentro da comunidade. A ação reforça a metáfora de que, no tabuleiro do crime, nenhum “ás” é maior que o trunfo, representado pela ação coordenada e estratégica das forças de segurança.

Rabicó do Salgueiro (CV) movimentava milhões com a venda de drogas e participava pessoalmente das negociações de armas e entorpecentes

Alvo principal da operação policial hoje no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo o traficante Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, movimentava milhões com a venda de drogas em seu principal reduto, e participava pessoalmente das negociações para a aquisição de munições, armas e entorpecentes para a quadrilha.. Uma investigação feita anos atrás mostrou que o bandido chegou a ter pouco mais de R$ 5 milhões em caixa.  A apuração relatou gastos da quadrilha com recargas, prestação de um carro preto, viagens, almoço, cadastramento de telefones celulares, internet, kit gás e até com uma casa que estava sendo construída para Rabicó em Santa Catarina. O trabalho mostrou conversas entre Rabicó e o antigo aliado Thomaz Jahyson Vieira Gomes, o então 2N, em que o chefe afirmou estar comprando 23 caixas de munição calibre 556 de fuzil. 2N rebateu dizendo que tinha um amigo com 50 caixas de munição para fuzil AK-47, 50 de 9 milímetros e 10 de 45, ambos de pistolasRabicó então afirmou a 2N que iria  pagar R$ 500 nas munições de AK, mas não queria as ´de 9mm´, e precisava que as munições fossem entregues imediatamente.2N´ explicou a ele que as munições vinham vindo do Paraguai, mas já se encontravam do lado brasileiro da fronteira e chegavam em uma semana´   2N virou 3N e se tornou inimigo mortal de Rabicó. Já falecido, 3N chegou a querer  tomar o Complexo do Salgueiro. Em outro trecho, Rabicó questionou se um comparsa entregou R$ 300 mil para um matuto (fornecedor de drogas e armas) no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Há um caso em que Rabicó falou para um aliado que alguém teria que levar 50kg de ´cavalo´ (cocaína pura) e, por isso, tinham separar R$ 250 mil, R$ 70 de frete por quilograma, totalizando R$ 3.500. Rabicó comentou com mais um aliado que já havia comprado 500kg de maconha e separado seis fuzis Parafal 7,62mm, 24 pentes e caixas de munição. Em seguida, afirmou que a intenção era comprar um caminhão para levar apenas as armas e munições para o Rio de Janeiro. Ele chegou a dizer que havia depositado para um fornecedor a quantia de R$133.000,00, divididos em parcelas de R$9.500, por 14 bancos diferentes e pediu a confirmação se o dinheiro do depósito já havia caído na conta do ´mano dos bicos´ (fornecedor de armas). Chamou a atenção também a negociação de Rabicó com outro chefão do Comando Vermelho, Luís Cláudio Machado, o Marreta. Rabicó encomendou 50 kg de drogas e perguntou a Marreta tem pedra (referência a 1kg) para adiantar, dizendo que 30 ou 20 pedras bastam. Rabicó ainda perguntou ao comparsa se ele tinha como arrumar cinco caixas de munições para AK-47.Rabicó também negociou com o traficante Monstrão da Mangueira. Em uma escuta, ele perguntou ao aliado  se conhecia alguém que possa levar 50kg para ele. ´Monstrão´ disse na época que tem um amigo que faz frete para ´nós´ (sic) (referência ao núcleo de traficantes liderado por ´Marreta´) e que cobra ´100 por kg´ (sic).Em outro inquérito, Rabicó já preso foi apontado, além das transações relativas ao comércio de drogas e armas, comandar o tráfico na comunidade do Salgueiro, dando ordens, detalhando e fiscalizando cada integrante da quadrilha, tudo do interior do ComplexPenitenciário de Gericinó, em Bangu, por meio de contatos telefônicos. Um dos trechos captados, ele fala com a mulher que menciona que mandou preparar bucho de boi para refeição, conforme ele havia pedido e que lhe entregaria na próxima visita.Em outra escuta, Rabicó deu uma bronca em um subordinado: ” irmão, se liga. Eu tô te pedindo, tô falando e você tem que cumprir essa porra aí ou então sai …então, veja bem o que eu tô falando para você. Se você não está satisfeito de trabalhar comigo, parceiro, e de ouvir o que eu tô falando, você deixa meu bagulho aí, certo parceiro. Mais recentemente, Rabicó foi reconhecido por motoristas como.participante de roubos de cargas na Rodovia BR-101 no ano passado. Chamado de chefe pelos comparsas, ele empunhava fuzil nas ações. Ele autorizou os roubos de veículos na estrada como forma de complementar os lucros de sua quadrilha.

Mais uma ofensiva contra o CV, desta vez no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo

.As forças de segurança do RJ deflagraram, nesta quinta (11), uma nova fase da Operação Contenção no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, para conter o avanço do Comando Vermelho. Cerca de mil agentes participaram da ação e foram recebidos a tiros. Criminosos incendiaram veículos para bloquear o avanço policial. Segundo a polícka,, foram mobilizados 20 blindados, 2 aeronaves, 123 viaturas e equipes do Bope, Choque, Core e delegacias especializadas para cumprir 44 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão.  Não vamos tolerar ações de facções criminosas que ameaçam a segurança da população. Estamos atuando com força máxima, e de forma integrada, para deixar bem claro que quem exerce o poder é o Estado. Nossas forças de segurança estão mobilizadas para cumprir a lei, prender criminosos e impedir qualquer tentativa de avanço da bandidagem. Seguiremos firmes na luta contra o crime organizado, com operações estratégicas e contínuas – declarou o governador Cláudio Castro. Participam da operação 880 policiais militares do Comando de Operações Especiais – Bope, BAC, BPChoq, GAM -, do RECOM, do Comando de Polícia Rodoviária e dos Grupamentos de Ações Táticas (GAT) dos batalhões do 4º Comando de Policiamento de Área (4º CPA). As tropas contam com o apoio de 20 blindados, duas aeronaves, 123 viaturas e quatro ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate (GSAR), sendo duas delas blindadas. A Polícia Civil atua com 120 agentes da Coordenadoria de Operações Especiais (Core), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e policiais de todas as delegacias que compõem o 4º DPA: 70ª DP (Tanguá), 71ª DP (Itaboraí), 72ª DP (São Gonçalo), 73ª DP (Neves), 74ª DP (Alcântara), 75ª DP (Rio do Ouro), 76ª DP (Niterói), 77ª DP (Icaraí), 78ª DP (Fonseca), 79ª DP (Jurujuba), 81ª DP (Itaipu), 82ª DP (Maricá), 118ª DP (Araruama), 119ª DP (Rio Bonito), 120ª DP (Silva Jardim), 124ª DP (Saquarema), 125ª DP (São Pedro da Aldeia), 126ª DP (Cabo Frio), 127ª DP (Armação dos Búzios), 129ª DP (Iguaba Grande), 132ª DP (Arraial do Cabo) e 159ª DP (Cachoeiras de Macacu).

Presos policiais civis de SP suspeitos de receber propina de R$ 1 milhão de advogado do PCC

Na manhã desta quarta-feira (10/12), o MPSP,  por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria da Polícia Civil e a Polícia Federal deflagraram a Operação Mata-Nota, que tem como alvo um advogado ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e três policias lotados no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) envolvidos na prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de capitais. Com autorização da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, o advogado e dois policiais foram presos preventivamente (contra o terceiro agente público não foi necessária, no momento, a decretação da medida gravosa). A Justiça, a pedido do GAECO, também expediu mandados de busca e apreensão para cumprimento em endereços residenciais e no DENARC, bem como determinou o arresto, sequestro e bloqueio de bens no montante de R$ 1 milhão, exatamente a quantia apontada na investigação como a propina paga pelo advogado em favor dos agentes públicos. De acordo com o que foi apurado, ocorreu uma prisão em flagrante, no ano passado, de um homem que transportava 345 kg de substâncias entorpecentes em um fundo falso  de um caminhão frigorífico. Com a quebra de sigilo dos dados telemáticos, foi possível acessar um vídeo contendo diálogo acerca de pagamento para a interrupção de investigação no que tange a um traficante conhecido como “Costurado”, integrante de organização criminosa especializada em tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais, atuando na parte da logística financeira do grupo. Mesmo com a identificação de um laboratório de refino ligado a “Costurado” na cidade de Jarinu, a investigação relativa a ele foi paralisada. O vídeo, gravado em 23 de maio de 2024, registra uma videochamada entre três dos quatro alvos e a citação ao quarto alvo da operação. Pouco tempo depois deste contato, deu-se a compra de imóveis pelos agentes públicos, que, segundo demonstrou o GAECO na demanda ao Poder Judiciário, já ostentavam patrimônio incompatível com os valores que percebem do Estado. O advogado já foi condenado num rumoroso processo de extorsão mediante sequestro e associação criminosa.

Polícia impediu ataque do CV a área do TCP na Zona Norte do Rio. Houve confronto. Quatro suspeitos foram baleados e um morreu. Inocentes foram atingidos

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis e militares frustraram, na madrugada desta quarta-feira (10/12), um ataque armado que seria promovido por integrantes do Comando Vermelho contra criminosos rivais do Terceiro Comando Puro, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Os agentes apreenderam dois fuzis, duas pistolas, carregadores de armas, radiotransmissor, um veículo e grande quantidade de munição. Um criminoso foi neutralizando durante ataque com as forças de segurança e quatro estão sob custódia. A ação conjunta reuniu equipes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e do 16º BPM (Olaria), que já monitoravam o grupo há semanas. As investigações apontaram que o grupo criminoso, ligado à comunidade do Juramentinho, em Vicente de Carvalho, vinha promovendo ataques sucessivos em áreas dominadas pelo grupo rival na região do Amarelinho, onde os narcoterroristas vestiram uniformes escolares para não chamar atenção e surpreender os adversários. Na madrugada desta quarta, a quadrilha se deslocava para mais uma ofensiva, desta vez na comunidade Para-Pedro, em Irajá. Durante o trabalho de monitoramento, as equipes interceptaram o veículo utilizado pelos criminosos. Houve fuga, os criminosos dispararam covardemente contra os policiais e os agentes reagiram à agressão e contiveram o grupo. Quatro homens, entre eles um adolescente, foram baleados e socorridos para uma unidade de saúde da região. Um quinto indivíduo também recebeu atendimento, mas não resistiu. Há informações divulgadas na imprensa que dois inocentes foram atingidos. No veículo, os policiais encontraram um grande arsenal de guerra com fuzis, pistolas, quatro carregadores de fuzil, dois carregadores de pistola, um radiotransmissor e grande quantidade de munição. O carro utilizado pela quadrilha foi apreendido e encaminhado para perícia. Entre os capturados, um deles é apontado como autor de um roubo cometido em julho deste ano, em Mesquita. Já o adolescente ferido responde por ato infracional análogo ao crime de latrocínio ocorrido em abril, em São João de Meriti. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Sobrinho de Peixão (TCP) detido indo para a Bolívia tem duas condenações por tráfico de drogas, uma delas pelo CV

Matheus Malaquias Santa Rosa, sobrinho do traficante Peixão, que foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem condenações por trárico de drogas na década passada. Em uma delas, foi flagrado em 2017 no interior de Parada de Lucas, com 170 gramas de maconha, além de dois radiotransmissores. Pegou nove anos e quatro meses de detenção em regime fechado. A outra condenação veio por sua participação no tráfico na comunidade do Mato Dentro, em Maricá. Na ocasião, portava uma mochila e um radiotransmissor. Ele admitiu na época que traficava na localidade que é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Havia na mochila 390 sacolés de Cloridrato de Cocaína e 11 sacolés de maconha.Foi condenado a três anos de prisão, A ação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil flagraram familiares de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando ir para a Bolívia. A abordagem aconteceu na BR-262, em Campo Grande (MS), após o recebimento de informações da Polícia Civil. Por volta das 12h, equipes da PRF foram acionadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para abordar dois veículos que seguiam da capital com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O traficante estaria acompanhado da família e fugindo para o país vizinho. Durante a fiscalização, os motoristas disseram ter sido contratados por um conhecido, que mora na Bolívia, para realizarem o transporte dos passageiros do Rio de de Janeiro até Corumbá. Eles contaram ter ido de avião até a capital fluminense, onde pernoitaram e seguiram para o Mato Grosso do Sul. Os condutores transportavam a esposa, três filhos e um sobrinho do traficante, mas ele não foi encontrado. Em uma revista nos veículos, os policiais encontraram várias joias, as quais continham inscrições fazendo referência ao foragido da justiça que é líder de uma facção criminosa. O sobrinho do indivíduo afirmou ser o dono dos materiais. Todos os envolvidos foram detidos por suspeita de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos, valores e promoção, constituição, financiamento ou integração, pessoalmente ou por interposta pessoa, de organização criminosa. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Miliciano alvo principal de operação hoje do MP e que tentou fugir, fez parte do bando de Zinho

Um dos líderes da milícia que age em Duque de Caxias e Belford Roxo, Diego dos Santos Souza, o Cabeça de Ouro, e que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio fez parte do maior grupo paramilitar do Estado na época em que seu líder, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, ainda estava solto. Cabeça de Ouro estava o grupo que em 2023 trafegava em via pública na Zona Oeste do Rio portando fuzis e que teria feito três mulheres reféns em uma residência, fazendo ameaças às vítimas sendo que uma delas foi agredida com um tapa no rosto pelo próprio Cabeça de Ouro. Os criminosos disseram na ocasião que o terreno onde ficava a casa era de propriedade da milícia. O bandido estava com um fuzil calibre 556, dois carregadores e cinquenta e oito munições. Segundo as investigações da época, o bando fazia parte da milícia do Zinho, preso em dezembro de 2023. Cabeça de Ouro foi preso hoje na operação. Ele tentou fugir mas acabou detido.

MP denunciou 13 membros de milícia que atua em Caxias e Belford Roxo. PM e policial civil estão envolvidos

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça 13 integrantes de uma milícia, com atuação em Belford Roxo e Duque de Caxias. Entre os alvos estão o policial civil Jaime Rubem Provençano e o policial militar Gilmar Carneiro dos Santos, conhecido como “Professor Gilmar”. À época dos fatos, em 2024, o policial civil estava lotado na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), e o policial militar no 39º Batalhão da Polícia Militar, em Belford Roxo. Segundo as investigações, eles teriam participado do vazamento de informações sobre operações e dado suporte às atividades da organização criminosa. A pedido do GAECO/MPRJ, o Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa decretou a prisão preventiva de todos os denunciados. Eles vão responder pelo crime de constituição de milícia privada. Os mandados da Operação Golden Head são cumpridos nesta terça-feira (09/12) pelo MPRJ, com apoio das corregedorias da Polícias Civil e Militar. As diligências ocorrem em endereços na Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Belford Roxo e Duque de Caxias, além de unidades prisionais.  Investigação do GAECO/MPRJ O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) conduzido pelo GAECO/MPRJ revelou que a milícia é liderada por Diego dos Santos Souza, o “Cabeça de Ouro”, e por Carlos Adriano Pereira Evaristo, o “Carlinhos da Padaria”, que comandavam as ações de dentro do sistema prisional. A cobrança dos valores era gerenciada por Angelo Adriano de Jesus Guarany, o “Magrinho”, responsável por articular a comunicação entre os líderes presos e os cobradores nas ruas. Os promotores descrevem que a organização praticava extorsões contra comerciantes e mototaxistas. Também há registros de torturas, execuções e disputas armadas por território. O grupo atuava nos bairros Wona, Lote XV e Vale das Mangueiras, em Belford Roxo, e no bairro Pantanal, em Duque de Caxias. As investigações reuniram provas sobre a existência de controle financeiro, prestação de contas e ordens transmitidas por mensagens. A apuração também identificou disputas armadas com um grupo rival, registros de traições, coações de integrantes e planejamento de ataques.

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