Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Notícias

RD puxador de guerra do CV na Zona Oeste do Rio tem prisão decretada por homicídio de homem que foi atraído para a morte com proposta de trabalho

,A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante RD apontado como puxador de guerra do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio pelo homicídio dr Wesley Ferreira cometido em 10 de fevereiro. Uma testemunha afirmou que o crime foi ordenado por RD e executado por um comparsa vulgo Jotinha. . A vítima foi atraída para a morte pois foi chamada por uma mulher para realizar orçamento de uma obra. A vítima foi executada por disparos desferidos do interior de um automóvel. Sua morte foi encomendada para garantir o poder de organização criminosa disposta a tomar o comando da localidade onde o fato ocorreu e onde a vítima morava. O local onde o fato ocorreu (não revelado nos autos disponíveis para consulta) é de difícil – quiçá de impossível acesso para a atividade da polícia preventiva e investigativa – onde impera a lei do silêncio, razão pela qual deixa os moradores vulneráveis e expostos, abalando a comunidade, repercutindo de forma negativa, gerando sensação de impunidade, sendo merecida a prisão dos denunciados. Jotinha e a mulher também.tiveeam as prisões desempregadas. FONTE: TJ- RJ

PM foi morto no Valqueire

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte do PM Tulio de Siqueira Maia. Lotado no 24° BPM (Queimados), o policial foi morto ao ser baleado na cabeça por criminosia no Valqueire Diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (23/7), um policial militar que estava de folga foi ferido por disparo de arma de fogo na Av.  Intendente Magalhães e socorrido ao  Hospital Estadual Carlos Chagas. Infelizmente, o policial não resistiu aos ferimentos.  Ocorrência em andamento na DH. 

PM divulga balanço parcial de operação na Maré

Nesta quarta-feira (23/7), unidades subordinadas ao Comando de Operações Especiais (COE) – Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e Batalhão de Ações com Cães (BAC) – , equipes de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM), do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), da Subsecretaria de Inteligência (SSI) e do 22ºBPM realizam uma operação nas comunidade Vila do João, Salsa Merengue, Esperança e Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. A ação tem como principal objetivo prender criminosos envolvidos em disputas territoriais.  Durante as buscas, as equipes encontraram um imóvel utilizado como laboratório de refino e preparo de entorpecentes, além de uma estufa para o cultivo de maconha em um edifício de três andares e um local de desmanche de veículos clonados, onde localizaram dois veículos de luxo.  Até o momento, os agentes apreenderam um fuzil, duas replicas de fuzis, duas pistolas, farta quantidade de drogas e munições.  De acordo com os policiais, durante a incursão na Comunidade Vila dos Pinheiros, a equipe foi atacada a tiros por indivíduos armados. Um homem foi ferido e socorrido ao Hospital Federal de Bonsucesso. A operação continua em andamento.

Operação da PM em áreas do TCP na Maré tem tiros, barricadas, fuzil apreendido e laboratório de drogas estourado. Há relatos de um baleado

A Polícia Militar faz nesta manhã operação em comunidades dominadas pelo Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré como Timbau, Baixa do Sapateiro e as vilas do João e Pinheiro. Houve troca de tiros. Há relatos de um baleado Traficantes ordenaram que se atuassem fogo em lixeiras e colocasse no meio da rua para atrapalhar a polícia. Na ação, até agora foi apreendido um fuzil e estourado um laboratório de drogas. Equipes do BAC apreenderam mais de 30 quilos de cocaína e diversos materiais e maquinários usados na endolação das drogas. Segundo denuncia, o carro de um morador foi violado e quebrado.por PMs.

Oruam xingou policiais de “fdp e c” e desafiou autoridades nas redes sociais dizendo para irem prendê-lo no Complexo da Penha e que é filho de Marcinho VP (CV)

Uma testemunha afirmou que o rapper Oruam xingou o delegado Moyses Santana de fdp durante incidente que acabou levando o filho do traficante Marcinho VP a ter a prisão temporária decretada. A testemunha disse que Oruam se encontrava com alguns amigos em sua residência; que em determinando momento o rapper e os outros saíram do imóvel com a finalidade de jantar. Em seguida, ele ouviu uma confusão na rua e percebeu que se tratava de uma abordagem policia. Disse que viu alguns amigos do rapper sendo abordados e saiu do imóvel com o fim de “proteger” Oruam. Neste momento, a testemunha afirmou que reconheceu o delegado como sendo um dos policiais que realizavam a abordagem; que neste momento seu cliente e seus amigos começaram a resistir a abordagem policial, com a finalidade de atrapalhar a ação legítima dos policiais. Segundo ele, os amigos de Oruam atearam pedras portuguesas contra a equipe policial; que a equipe policial teve que retrair e solicitar apoio a fim de resguardar sua integridade física; que após a equipe policial se afastar a fim de se proteger, Oruam e seus amigos se evadiram do local. Falou que ouviu Oruam xingar o delegado de fdp, que logo em seguida as equipes de apoio chegaram ao local; que o declarante acompanhou as equipes durante as buscas dos autores pelo imóvel onde reside Oruam; que no local foi encontrado apenas o amigo do rapper, chamado Pablo, que foi o principal instigador contra a abordagem policial e um dos homens que resistiu a abordagem, causando todo o incidente; que nada mais disse nem lhe foi perguntado”. O delegado Moyses Santana disse que na noite de ontem recebeu informação de que o foragido Menor Piu estava na residência de Oruam no bairro do Joá. Ele determinou a reunião de um grupo de policiais com o fim de diligenciar até o local e aguardar o momento em que o alvo deixasse a residência para efetuar o cumprimento do mandado de busca e apreensão de adolescente infrator. Segundo o delegado, Menor Piu é integrante da facção Comando Vermelho, sendo um dos maiores roubadores de veículos do estado e, também, é segurança pessoal do traficante Doca . Ele ostenta diversas fotos portando armas de fogo em suas redes sociais Moyses e o policial Alexandre chegaram ao local, em uma viatura descaracterizada; que permaneceram no interior da viatura realizando o monitoramento da residência; que, em determinado momento, perceberam uma movimentação na frente da residência e identificaram que Menor Piu estava saindo com um grupo de pessoas; que decidiram realizar a abordagem e determinaram que todos os indivíduos, em torno de 05 (cinco) encostassem na parede e realizaram a revista pessoal; que logo em seguida anunciaram a apreensão do adolescente bem como de seu aparelho de telefone celular e cordão e o conduziram a viatura; que no momento em que se aproximaram da viatura, Pablo , começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam apareceu na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro. O delegado disse que Alexandre foi atingido por duas pedras; que em consequência da resistência a ação policial, Menor Piu acabou se evadindo; que seu telefone e seu cordão foram apreendidos pela equipe policial. Logo depois, Oruam e seus comparsas desceram e partiram em direçao ao declarante e seu companheiro proferindo diversos xingamentos tais como “C… fdp..e em seguida, “, proferindo ameaças de morte contra o declarante e Alexandre afirmando, ainda, ser filho de Marcino VP ; que os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe. Segundo Santana, a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; que logo em seguida as demais equipes chegaram ao local; que na chegada foi verificado que Pablo, ao avistar a aproximação das equipes se evadiu para o interior do imóvel; que então as equipes ingressaram no imóvel com a finalidade de buscar os autores dos crimes localizando PABLO Pablo no interior da residência. Oruam e os demais se evadiram do local antes da chegada das equipes policiais; que Pablo foi autuado em flagrante pelos crimes de desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio público qualificado. O delegado disse que logo em seguida Oruam iniciou uma série de postagens em redes sociais onde desafia a polícia a efetuar sua prisão no interior do complexo da Penha, área sob forte influência da facção Comando Vermelho e local de residência de Menor Piu; que seguiu desafiando as forças do estado afirmando ser filho de Marcinho VP, um dos principais líderes da facção Comando Vermelho atualmente preso em presídio federal; que, por fim, ressalta que é o segundo integrante da facção Comando Vermelho que encontrado homiziado no interior da residência de Oruam no período de 06 (seis) meses, demonstrando estar estável e permanentemente associado a traficantes da referida facção; que, em 26fev25 foi preso um integrante da facção que possuía mandado de prisão preventiva pendente pelo crime de organização criminosa e portava uma pistola com numeração suprimida e kit rajada no interior da residência de Oruam; que nada mais disse”. O policial Alexandre disse que assim que anunciaram a apreensão de Menor Piu, Pablo começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro; que o declarante foi atingido por duas pedras; Disse que Oruam desceram e partiram par cima dele e do delegado proferindo diversos xingamentos tais como “Cuz” e ‘fdp”.e o rapper afirmou ainda que era fiho de Marcinho VP . Os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe; que a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; FONTE: TJ-RJ

Em vídeo, Oruam disse que iria se entregar e que não é bandido. Ele se apresentou à polícia. ASSISTA

Assista ao vídeo publicado pelo rapper Oruam em suas redes sociais dizendo que vai se entregar após ter a prisão decretada pela Justiça. Ele se apresentou à polícia no início da noite de hoje. Na gravação, ele disse que não é bandido e que vai dar à volta por cima com sua música.

Rapper Oruam tem prisão preventiva decretada

O Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decretou, nesta terça-feira, 22 de julho, a prisão preventiva do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, mais conhecido como Oruam, pela prática dos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele é filho do líder máximo do Comando Vermelho, Marcinho VP. Os crimes teriam ocorrido no momento em que uma equipe policial tentava cumprir, na casa do cantor, no bairro do Joá, uma diligência de busca e apreensão de um adolescente, em razão da prática de atos infracionais análogos ao tráfico de drogas e crimes patrimoniais, expedida pela Vara da Infância e Juventude da Capital. De acordo com a Polícia Civil, o adolescente seria integrante de uma facção criminosa, um dos maiores ladrões de veículos do estado e segurança pessoal do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca. “Analisando os autos, verifico que, no presente momento, mais adequado se faz a decretação da prisão preventiva (e não da prisão temporária), conforme sugerido pelo Ministério Público, conforme passo a expor. A prisão preventiva encontra respaldo nos artigos 311 a 313 do Código de Processo Penal e se faz pertinente para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado. E os requisitos se fazem presentes, de acordo com os elementos probatórios”, destacou a decisão do Plantão Judiciário. “Oruam é um marginal, bandido, delinquente, criminoso e associado para o tráfico, um bandido da pior espécie!” declarou Felipe Curi, secretário de Polícia Civil, FONTE: TJ-RJ

Rapper filho de Marcinho VP (CV) se envolveu em confusão com a polícia no Joá. Ele tentou impedir a apreensão de menor envolvido com roubos de veículos e que é segurança de chefão da facção

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) receberam informações de inteligência apontando a presença de um adolescente infrator — vulgo Menor Piu – um dos principais roubadores de veículos do estado e segurança do traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca” — em uma residência no Joá. Uma equipe diligenciou ao local, onde permaneceu monitorando o alvo em viatura descaracterizada. Ao sair da casa, junto com outras quatro pessoas, foi abordado pelos agentes, ocasião na qual foi anunciada a apreensão dele, bem como dos bens que portava, um celular e um cordão. Durante a abordagem, o morador da residência e mais oito indivíduos surgiram na varanda, proferiram xingamentos e atacaram os agentes com pedras, vindo a ferir um dos policiais. Tais elementos desceram e continuaram proferindo insultos e ameaças contra a equipe. Um deles, inclusive, o rapper Oruam, filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, uma das principais lideranças do Comando Vermelho, como forma de intimidação. Ele será indiciado por associação ao tráfico de drogas. Um dos homens que participou do ataque aos policiais correu para dentro da casa, o que obrigou a equipe a entrar para capturá-lo. Ele foi autuado em flagrante por desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça, dano e associação para o tráfico. O morador do imóvel e os demais se evadiram do local, posteriormente realizando novos ataques aos policiais por meio de redes sociais. Vale destacar que esta é a segunda vez, em menos de seis meses, que um integrante da facção criminosa é localizado no interior da mesma residência. FONTE: PCERJ

Relatório do TJ-RJ aponta que havia um grupo que extorquia garotas de programa e ambulantes no Centro de Niterói. Criminosos foram condenados

Segundo a Justiça fluminense, havia um grupo intitulado ‘Milícia de Niterói’ constituindo para o fim específico de cometer crimes de extorsão, roubo e lesão corporal na região do Centro da ex-capital do Estado do Rio de Janeiro tendo como vítimas garotas de programa que laboram no local. Eles também cobravam vantagem indevida dos trabalhadores ambulantes e autônomos da rua São João. Três integrantes foram condenados a penas de 10 e 12 anos de prisão. Os criminosos em janeiro de 2024 usando uma faca assaltaram duas mulheres e roubaram delas R$170,00 (cento e setenta reais) em espécie e um aparelho celular, O líder do grupo realizava o -monitoramento e segurança de algumas das ruas no Centro de Niterói, tais quais a Visconde do Uruguai, São João e Visconde de Itaboraí.partir da contratação de ambulantes do local e algumas lojas e mediante o pagamento de “taxas” O bando instalou o medo na região, cometendo crimes de roubo e lesão a fim de constranger as vítimas a realizarem os pagamentos futuros ou puni-las, quando não o fazem. As garotas de programa, por exemplo, afirmaram que pagavam a “taxa de segurança”, entre R$ 100,00 (cem reais) e R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para o grupo autodenominado “Milícia de Niterói” e, diante da sua não aceitação em realizar o pagamento, os criminosos passaram a receber valores para ameaçar, agredir e roubar as vítimas. Momentos antes do roubo citado acima, um dos bandidos com o nítido intuito de intimidar as vítimas a respeito da cobrança dos valores semanais, se aproximou das mulheres e disse; “É né? Vocês estão fazendo programa né? Não pagam nada, acho melhor vocês saírem daí, os caras estão vindo aí, fiquem espertas Cinco minutos depois das ameaças, outros homens chegaram e as abordaram,; “Não corre não, senão vou furar as duas”.com uma faca nas mãos. Um dos integrantes do grupo disse que lhe ordenaram que ameaçasse pessoas na rua, para que elas se sentissem com medo da rua e de possíveis roubos. Falou que o bando exigia R$150,00 para as meninas que trabalham na rua; e que havia sempre grave ameaça para as pessoas pagarem estes valores, sob a ameça de poderem ser roubadas ou agredidas; Um policial civil afirmou que quando ainda estava lotado na 76ª, que se recorda da investigação do grupo ”milícia de Niterói”, que inicialmente teve um registro de roubo contra uma das vítimas, que ai começaram a ter denúncias de comerciantes e pessoas que trabalhavam na rua, que estavam sendo vítimas de extorsão, que estava sendo cobrado valores para que seja possível trabalhar ali; que as próprias meninas – 14 – começaram a ir lá na delegacia, e elas falaram de mais alguns casos, então foram alguns episódios de violência contra elas; que era proposto para elas o valor de 150 reais por semana para que pudessem trabalhar tranquilamente; que elas disseram que já trabalhavam lá há muito temo, que em outros momentosoutras pessoas já tentaram cobrá-las, que elas nunca pagaram, mas que dessa vez tiveram que recorrer à delegacia, que todas tiveram depoimentos muito coerentes, que todas reconheceram sem muita dificuldade os autores, FONTE: TJ-RJ

Quatro regiões da capital tiveram 57% do total de confrontos entre facções criminosas no Rio no primeiro semestre deste ano. SAIBA QUAIS SÃO

Segundo a plafaforma Fogo Cruzado, os tiroteios ocorridos no Morro dos Macacos, Complexo do Fubá, Catiri e Complexo do Juramento representaram mais da metade (57%) dos 154 tiroteios entre facções rivais mapeados no primeiro semestre deste ano, no Rio de Janeiro, além de 36% das vítimas atingidas no período Favela do Catiri: 16 tiroteios, sendo 8 (50%) em disputas entre grupos armados. Morro dos Macacos: 57 tiroteios, sendo 24 (42%) em disputas entre grupos armados Complexo do Fubá: 54 tiroteios, sendo 22 (41%) em disputas entre grupos armados Morro do Juramento: 54 tiroteios, sendo 34 (63%) em disputas entre grupos armados Os dados do relatório semestral do Instituto Fogo Cruzado apontam um crescimento no número de tiroteios envolvendo disputas entre diferentes grupos armados na região metropolitana do Rio. Houve aumento de 48% nos registros em comparação com os primeiros seis meses de 2024. Com média de três registros por dia, o primeiro semestre de 2025 acumulou 1.233 tiroteios/disparos de arma de fogo na região metropolitana do Rio de Janeiro. O número indica uma queda de 8%, em comparação com o mesmo período de 2024, que acumulou 1.346 tiroteios. Neste primeiro semestre, o número de pessoas baleadas na região metropolitana do Rio voltou a crescer. Ao todo, 816 pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo: 406 morreram e 410 ficaram feridas. Houve aumento de 6% no número de mortos e de 14% no de feridos, em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 744 baleados, sendo 383 mortos e 361 feridos. Acompanhando a tendência dos anos anteriores, o primeiro semestre de 2025 também revelou que mais da metade das vítimas foram baleadas durante ações/operações policiais. Foram, ao menos, 424 pessoas atingidas nessas circunstâncias. O número representa 52% das vítimas de disparos de armas de fogo registradas no período. Entre as seis regiões que compõem o Grande Rio, a Zona Norte concentrou 44% do total de tiroteios mapeados no ano. A Baixada Fluminense teve o maior número de mortos por arma de fogo, com 142 vítimas. A distribuição da violência armada no primeiro semestre de 2025 aconteceu da seguinte forma: Zona Norte (Capital): 542 tiroteios, 112 mortos e 135 feridosBaixada Fluminense: 245 tiroteios, 142 mortos e 84 feridosZona Oeste (Capital): 238 tiroteios, 90 mortos e 95 feridosLeste Metropolitano: 143 tiroteios, 43 mortos e 75 feridosZona Sul (Capital): 35 tiroteios, 13 mortos e 15 feridosCentro (Capital): 30 tiroteios, 6 mortos e 6 feridos FONTE: Instituto Fogo Cruzado

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima