Criminoso suspeito de atirar e matar policial civil e que foi morto hoje foi acusado de participar de outros dois roubos a telefones celulares, um no Leblon e outro em Rio Bonito, segundo o TJ-RJ
Lucas do Nascimento da Conceição, o Lukinha, envolvido na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor e que foi morto hoje pela polícia, foi acusado de participar de um roubo no dia 02/06/2019, em estabelecimento empresarial localizado no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, segundo informações do TJ-RJ. Ele e comparsas ubtraíram a quantia de R$ 360,00 em espécie da loja de departamento, além de 11 (onze) aparelhos celulares expostos à venda no local, devidamente avaliados em R$ 21.239,00. Em sede policial, as testemunhas do ocorrido relataram a mecânica delitiva, tendo afirmado o emprego de arma de fogo na oportunidade. Além disso, noticiada a presença de elemento não identificado no lado externo da loja, dando cobertura aos comparsas, a fim de garantir o sucesso da empreitada criminosa Lukinha foi acusado de participar também em dia 25 de maio de 2019 de um roubo na Casas Bahia localizada na Rua Getúlio Vargas, Centro, Rio Bonito, RJ, Na ocasião, segundo processo no TJ-RJ, ele e comparsas armados privaram a liberdade de dois funcionários e de dois clientes e teriam subtraído para si, 103 telefones celulares e cinco tablets, como descrito às que eram destinados à venda, causando um prejuízo avaliado em R$154.088,68 Os denunciados teriam ingressado no estabelecimento como se fossem clientes, tendo cada um comprado um espremedor de frutas e pago a compra em caixas distintos com o intuito de serem posteriormente direcionados ao setor de estoque. Um deles teria rendido os estoquistas e teria ordenado que os levassem ao local em que os aparelhos celulares estavam estocados. Os criminosos teriam ordenado que enchessem duas sacolas com celulares e tablets, trancando, após, os funcionários, juntamente com dois clientes, no estoque do estabelecimento. Segundo narrado na denúncia, um terceiro elemento não identificado teria permanecido fora do estabelecimento dando cobertura aos denunciados, trocando informações através de fones de ouvido, tendo após, viabilizado a fuga em uma motocicleta. Lukinha, no entanto, foi absolvido da acusação. O funcionário do estabelecimento comercial que teve os pertences subtraídos, na qualidade de vítima, afirmou em seu depoimento em juízo que não reconhecia com certeza Lukinha.







