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MILICIA

Onze integrantes da quadrilha do RD(entre eles o próprio), alvo de operação hoje, estão com prisões decretadas suspeitos de invadir área da milícia na Zona Oeste. Um deles até chamou a mãe com medo de morrer

Alvo de operacão hoje da Policia Civil, o ex-miliciano e agora traficante RD está com a prisão temporária decretada suspeito de participar de confronto com milicianos  na Zona Oeste do Rio. Além dele, outros dez também tiveram mandados expedidos. No dia 22/06/2025, aproximadamente 20 (vinte) criminosos armados com fuzis, integrantes da facção Comando Vermelho (C.V.), invadiram a Comunidade do Largo do Correia, anteriormente dominada por grupo de milicianos, deflagrando confrontos armados entre as facções rivais, sendo veiculadas denúncias em redes sociais sobre a invasão terriorial iniciada na noite de 19/06/2025.  Em seguida a partir do trabalho de inteligência desenvolvido por policiais civis, foi possível identificar criminosos envolvidos na invasão todos integrantes do Comando Vermelho e liderados por “RD do Barbante” e Roliço”, os quais visam controle territorial da Comunidade do Largo do Correia e bairros adjacentes da Zona Oeste, impondo suas próprias normas através de violência e terror contra os moradores locais. . “Trata-se de procedimento investigativo para apurar notícias e denúncias em Redes Sociais de Campo Grande e bairros adjacentes, sobre uma invasão iniciada na noite do dia 19/06/2025, de cerca de 20 (vinte) criminosos armados com fuzis, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (C.V) na Comunidade do Largo do Correia, a qual é dominada por um grupo de milicianos. Houve registro de confrontos armado entre os criminosos das facções rivais, sendo a Polícia Militar acionada para restabelecer a paz na comunidade, contudo, a guerra entre as facções entrou no terceiro dia consecutivo, sendo registrado diversos tiroteios neste período. Através de trabalho de inteligência de policiais civis deconsistente principalmente em informações, buscas em fontes abertas e monitoramentos de Redes Sociais, foi possível chegar a identificação de alguns criminosos envolvidos nesta invasão, sendo eles RD,  Roliço, Sapo, entre outros. Eles visavam o controle territorial da Comunidade do Largo do Correia e bairros adjacentes da Zona Oeste, impondo suas próprias normas com violência e terror aos moradores, sendo necessário, dessa forma,, a instauração de Inquérito Policial para apurar os crimes de Associação para o Tráfico de Drogas, Tráfico de Drogas, Resistência Qualificada, Constituição de Milícia Privada e Organização Criminosa.” A mãe de um dos envolvidos  testemunha recebeu uma mensagem de whatsapp, de seu filho, que dizia na mensagem: “mãe vem para o Largo do Correa, eu estou com medo de morrer, a polícia está aqui e está cercado de polícia”; Que diante destas mensagens, a declarante pediu para o filho  se entregar, e ele respondeu que a intenção dele era se entregar;. Ela entrou em contato com pai do.seu filho, e ambos foram para o bairro Largo do Correa, em Guaratiba, e chegando lá procurou a polícia militar e pediu se poderia ajudar na rendição;. Que posteriormente a declarante não conseguiu mais falar com o.filho. Ele não estava mais morando com a declarante, em Campo Grande, e havia se mudado para o bairro de Vila Kennedy/Bangu. Uma testemunha informou que: tem um filho com um dos suspeitos e disse que ele havia se mudado de Campo Grande para Penha e entrado para o tráfico de drogas. Que, soube atraves de comentários de populares e depois viu reportagens com a fotografia dele associando o mesmo a crimes.  Que, ao receber a noticia de que houve mortes nos conflitos, a declarante buscou informações sobre ele, pois soube que ele estaria com o grupo do Comando Vermelho, que tentou invadir a comunidade do Largo do Correa, que recebeu a noticia de que ele estaria bem contudo encurralado pelos agentes de segurança publica. Que, então, a declarante soube que familiares poderiam se apresentar na Delegacia a fim de tentar a rendição dele contudo, não tem contato deste para ajudar nas negociações. O suspeito é conhecido pela alcunha de “Jota A mãe de outro bandido  tem a dizer que tem conhecimento que seu filho é conhecido como “puxador de guerra”; ou seja, ele fazia parte do pessoal armado ligado à facção criminosa Comando Vermelho; que a declarante somente soube que ele era envolvido com o Comando Vermelho quando ele foi preso, há quase um ano; que o filho deveria pôr tornozeleira eletrônica, mas não pôs; que ele morava na localidade de Vila Kennedy, mas a declarante não sabe o endereço. O filho dela é cria do Largo do Correia, em Guaratiba e seu vulgo era MT. FONTE: TJ-RJ

Polícia faz operação contra ex-miliciano que virou CV e está tocando o terror na Zona Oeste do Rio

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) faz hoje operação contra o ex-miliciano RD que explora comunidades da Zona Oeste do Rio. O grupo é um braço armado do Comando Vermelho e estaria ligado a disputas territoriais visando à expansão da facção na região. Segundo apurado, a organização criminosa atua de forma violenta e estruturada nas comunidades do Barbante, Catiri, Vila Kennedy, e nos bairros de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba. As investigações, conduzidas pela DRE, identificaram que o chefe do grupo foi cooptado pela facção. O objetivo da operação é cumprir mandados de busca e apreensão a fim de reunir elementos para o inquérito em andamento, além de desarticular a estrutura da organização criminosa e frear sua expansão territorial. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. FONTE: Polícia Civil do RJ

Alvo de operação ontem que prendeu sete, entre eles um PM, chefe da milícia do Catiri tem condenação de 15 anos por sequestro

O chefe da milícia do Catiri, em Bangu, Emson Alves Pereira, o Montanha, tem uma condenação por 15 anos em regime fechado acusado de participar de um sequestro em 2015. Montanha foi alvo ontem de operação da Polícia Civil na qual foram presos sete milicianos, entre eles um PM. Foram apreendidos com eles um fuzil, três pistolas e dois veículos blindados que eram usados pela quadrilha. O bando pratica extorsões contra comerciantes e moradores que são obrigados a pagar por utilização de serviços básicos como luz, internet e gás. Segundo a denúncia, Montanha e comparsas sequestraram J.P.A.J em 9 de abril daquele ano. Consta dos autos que, após restringirem a liberdade da vítima, Montanha e um parceiro levaram-na até um terreno abandonado, na Rua Jordão, onde a mesma foi entregue aos milicianos da região. Durante todo o tempo que mantiveram a vítima em seu poder, os criminosos realizaram contatos telefônicos com familiares da mesma com o intuito de obter um valor pecuniário a título de resgate. Apenas no dia 13 de abril de 2015, a vítima foi libertada após se comprometer a pagar certa quantia em espécie para os transgressores. Assim, dois dias após a libertação, um dos bandios forneceu um aparelho celular a um comparsa para que este realizasse contato telefônico com a vítima e exigisse a quantia de R$ 50.000 (cinquenta mil reais) até o fim daquela noite. Ocorre que a vítima informou não possuir tal importância e o bando passou a exigir uma quantia ainda maior, no valor de R$ 70.000 (setenta mil reais) a ser paga no prazo de 7 (sete) dias. Em seguida, a vítima propôs entregar aos transgressores, como forma de pagamento, o seu veículo, Toyota Corolla, cor prata, o que foi aceito.A vítima, orientada por policiais da Delegacia Anti Sequestro, acordou que a entrega do automóvel seria efetuada na lanchonete “Mc Donalds”, situada na Av.Brasil, bairro Bonsucesso. Desta forma, deixou o veículo em questão no estacionamento do estabelecimento, com as chaves sobre um das rodas e deixou o local. Decorrido alguns minutos, dois dos sequestradores chegaram ao local em um veículo kombi, cor branca. Ato contínuo, um dos bandidos desembarcou, aproximou-se do veículo da vítima e, após pegar as chaves, ingressou no mesmo, oportunidade em que foi abordado pelos policiais civis. Em seguida, os agentes abordaram o outro criminoso que continuava no interior da Kombi, vindo a arrecadar 10,9g (dez gramas e nove decigramas) da substância entorpecente Cocaína, distribuída da seguinte forma: 4,3g (quatro gramas e três decigramas) em 05 (cinco) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,4g (uma grama e quatro decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 0,6 (seis decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,2 (uma grama e dois decigramas) em 03 (três) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 2,1g (duas gramas e um decigrama) em 01 (uma) embalagem composta por saco plástico incolor, fechado por nó do próprio saco; e 1,3 (uma grama e três decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por sacos plásticos incolores, parcialmente envoltos por retalhos plásticos de cor azul ou amarela, fechados por grampos metálicos (vide laudo prévio de fl. 60). Na ocasião, os agentes constaram ainda que um veículo Toyota Corolla, que também estava no estacionamento, dava cobertura ao veículo tipo Kombi e, então, realizaram a pertinente abordagem. Em seu interior, estavam Montanha e mais dois sequestradores; Feita a revista, os agentes arrecadaram uma pistola calibre .040, marca Zigana; um fuzil calibre .233, marca Colt; uma pistola calibre .040, marca Taurus, 31 (trinta e uma) munições CBC calibre .223 e 67 (sessenta e sete) munições CBC calibre .40; 01 (um) carregador calibre 5.56; 06 (seis) carregadores calibre .40, bem como vários coletes a prova de bala. FONTE: PCERJ e TJRJ

Miliciano caiu no ‘tribunal’ em Rio das Pedras por estar supostamente negociando com o CV

Na última semana um miliciano conhecido como “Rê” caiu no tribunal da própria milícia en Rui das Pedras, em Jacarepaguá. Rê era da localidade da Areinha, e foi morto com a acusação que estaria negociando com o CV, mas nada confirmado. Essa morte não caiu muito bem dentro da milícia. Muitos paramilitares da região estão insatisfeitos com a gestão atual da comunidade. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Miliciano mandou mãe parar de procurar adolescente que foi morto por ele e ainda disse que “tinha comido o corpo do seu filho”

Um miliciano envolvido nos homicídios de dois adolescentes em 2020 em Nova Iguaçu foi até a casa da mãe de uma das vítimas onde além de ordenar que ela parasse de “fazer barulho”, disse que “teria comido o corpo do seu filho. A mãe do outro disse que parou de procurar pelo corpo de seu filho por medo de sofrer represálias da milícia que domina o local e não age às escondidas. Houve diversas tentativas da Justiça de intimação da mãe de um deles para comparecimento à audiência de instrução e julgamento dos envolvidos, mas não foi encontrada em nenhum dos endereços indicados pelo Ministério Público. As vítimas Marlon Douglas Alves e Pedro Lucas Lemos Salsa foram mortos a tiros pelos paramilitares. No dia dos fatos, o grupo de milicianos, ocupando um veículo GM/Prisma, cor prata, e um veículo Renault/Duster, cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem no porta-malas do veículo Prisma e os conduziu até o local conhecido como Graxa, onde os adolescentes foram torturados e mortos.Consta, ainda, que os homicídios foram praticados por motivo torpe, pois, além de terem os adolescentes se envolvido com o tráfico de drogasPedro ainda encontrava-se praticando atos infracionais na localidade, bem como que foram praticados mediante emboscada, pois um elemento, enquanto amigo das vítimas e previamente acordado com Jackson, atraiu os adolescentes para a rua, onde foram sequestrados. Na sequência, os criminosos ocultaram os cadáveres dos adolescentes, colocando-os em local incerto e não sabido. Poucos dias após a prática dos homicídios, os milicianos buscando favorecer interesses próprios consistentes em livrar-se do risco de serem incriminados, dirigiram-se à residência da mãe da vítima Pedro, onde, mediante grave ameaça, disseram “para de fazer barulho” e “você deveria ter medo da gente”, incutindo, assim, medo na vítima para que ela desistisse e desacreditasse o registro policial O caso voltou a tona na Justiça este ano pela decisão de transferir o julgamento dos envolvidos para a capital por conta do risco de imparcialidade dos jurados. Alegou-se que o um dos suspeitos integra violenta milícia privada, com atuação voltada para a prática de crimes de extorsão, homicídios, ameaças, causando grande temor nos moradores de Nova Iguaçu e de toda a Baixada Fluminense. FONTE: TJ-RJ

DEU A LOUCA: Milícia do Varão teria feito acordo de paz com CV

Deu a louca |Haveria um.suposto acordo de paz entre a milícia do Varão e o Comando Vermelh.o. Os mesmos estão até interagindo nas redes sócias. Varão teria feito contato com o Papagaio do Grão Pará com.qiem esteve em guerra Com o CV focado nas regiões de Campo Grande e Santa Cruz,, a milícia do Varão vem vendo uma oportunidade de avançar em algumas área do bando Zinho com o enfraquecimento a cada dia que vem sendo realizado pela Equipe RD (CV). Supostamente também estaria havendo uma união com o Comando Vermelho nas áreas da milícia do Velhinho ou Waguinho, no João 23. Entretanto, Naval.que era o líder da milícia do.Zinho.e está em.guerra com o CV também teria buscado aproximação com.Varão. Essas alianças estáão difícil de compreender. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Justiça decretou preventiva de miliciano suspeito de matar homem que repassava informações para o tráfico em Bangu

A Justiça decretou a prisão preventiva de um miliciano que matou um homem em Bangu. O crime ocorreu no ano passado e o suspeito já estava preso. O bandido teria executado a vítima por supostamente essa repassar informações para facção criminosa, além de haver relatos de que o acusado exerceria a função de executor dentro da quadrilha, de modo que necessária preservação da fonte testemunhal de prova, com a garantia de um ambiente de tranquilidade, livre de qualquer influência ou temor, que certamente seria impossível de garantir, senão pela manutenção da prisão. Segundo a Justiça, a contemporaneidade da medida se mostra evidente pela continuidade de guerra entre milícia e tráfico na região dos fatos, razão pela qual há necessidade de evitar reiteração delitiva. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventivas de três milicianos de Belford Roxo suspeitos de matar mulher por causa de furto de celular

A Justiça decretou a prisão preventiva de três milicianos que mataram uma mulher porque ela havia praticado o furto de um celular em Belford Roxo.Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h40min, no Caminho do Jango, birro Nova Aurora, os criminosos abriram fogo contra Fabiana Souza da Silva, que veio a óbito. Consta da denúncia que, no mesmo dia, os denunciados executaram outra vítima, que foi capturado junto com Fabiana, fato apurado no IP nº 861-0006/2025. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teve o intuito de demonstrar o poder do grupo paramilitar constituído sob a forma conhecida como “milícia”, que domina os bairros Nova Aurora e Shangrilá, por existiram notícias de que a vítima teria praticado um furto de celular na região no ano de 2024. Além disso, consta que o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi surpreendida pela superioridade numérica e armada dos denunciados, que a capturaram e a executaram com diversos disparos de arma de fogo, bem como com emprego de arma de fogo de uso restrito. Por fim, consta que o crime foi cometido por integrantes de milícia privada, sob o pretexto de prestação de serviço de segurança, vez que os denunciados são integrantes da “milícia” que domina o local, tendo praticado o crime a pretexto de extirpar da área criminosos que não estiverem associados a eles. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventiva de traficante do CV suspeito de liderar ataque à área da milícia em Belford Roxo que deixou quatro feridos e um morto

Um ataque de traficantes da comunidade do Castelar, em Belford Roxo, dominada pelo Comando Vermelho contra milicianos do Xavantes na mesma cidade. Foi essa a conclusão da polícia para o atentado ocorrido no dia 06/05/2024, aproximadamente às 01h30min, na Rua Baldraco, em frente ao nº 8. O principal suspeito teve a prisão preventiva decretada  Na ocasião, bandidos efetuaram diversos disparos contra várias pessoas que participavam de um evento local, atingindo cinco delas. Uma morreu.(Wellington Firmino da Silva). As demais sofreram graves lesões, mas sobreviveram. A denúncia narrou que o principal.acusado do crime é integrante de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas da comunidade do Castelar. Além disso, consta que o crime foi praticado por motivo torpe, uma vez que decorreu da rivalidade entre grupos criminosos atuantes na localidade, bem como mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, eis que os disparos foram efetuados subitamente, surpreendendo as vítimas quando participavam de evento público e impedindo qualquer possibilidade de reação ou fuga eficaz. FONTE: TJ-RJ

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