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MILICIA

PM flagrado em conversas suspeitas com miliciano ligado ao falecido Ecko e a Zinho pode ser excluído da corporação

Um policial militar está sendo submetido a Conselho de Disciplina que pode decidir pela sua expulsão da corporação por seu envolvimento com milicianos. Inicialmente no anos 2020, quando servia no 27o BPM (Santa Cruz), foi apontado o envolvimento do agente com o chefe da milícia da comunidade Reta da Base, que era homem de confiança de Zinho. Posteriormente, em julho de 2023, o PM de serviço no 41º Batalhão (Irajá) foi alvo de buscas em razão da operação desencadeada pela Coordenadoria de Seguran-ça e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), a qual visava cumprir 05 (cinco) Mandados de Prisão e 08 (oito) Mandados de Busca e Apreensão, ambos expedidos pela 1a Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, no bojo do Procedimento no 0099321-05.2020.8.19.0001, desdobramento do Inquérito Policial no 861-00653/2022, referente a homicídioconsumado e dois tentados, ocorridos na localidade de Cabuçu, em Nova Iguaçu/RJ. Os mencionados crimes foram perpetrados em decorrência de divergências quanto à cobrança de taxas a motoristas de transporte alternativo pela organização criminosa, sendo a autoria apontada para Danilo Dias Lima, vulgo “Tandera”, Gilson Ingracio de Souza Júnior, vulgo “Juninho Varão”, dentre outros. A busca e apreensão no PM deu com a finalidade de obter a quebra do sigilo e dos dados telefônicos e telemáticos de telefone celular eventualmente apreendido quando no cumprimento da ordem, tendo em vista que o policial, no mês de novembro de 2019, quando servia no 27o BPM – Santa Cruz,, manteve diversos contatos com o miliciano Mendes, braço direito do Bruno Eduardo de Andrade Gomes, vulgo “Chang Lee, e responsável por diversas negociações criminosas, com destaque para compra ilegal de armas, clonagem de veículos, corrupção de agentes públicos, venda de cigarros clandestinos, bem como monitoramento de viatura das forças de segurança pública. Consta nos autos que foram encontradas 74 troca de mensagens entre o miliciano Mendes e o subtenente no período de novembro a dezembro de 2019. No dia 03 de novembro de 2019, às 0h01min, o Mendes encaminhou um áudio para o gradu-ado informando que o encontraria na UPA, pois segundo ele, uma “viatura doida” circulava na região. No dia 30 de novembro de 2019, às 21h43min, o PM, escalado de serviçona RP Setor “A”, do 27o BPM, pediu ao Mendes para fazer contato com o “Padrinho” para ver o “Carvão”. Ocorre que, “Padrinho” no diálogo é uma referência ao Bruno Eduardo de Andrade Gomes, vulgo Chang Lee e carvão seria dinheiro. Em seguida Mendes envipi um áudio informando que aguardava resposta do “Padrinho” quanto ao pedido do policial, e relata que também estava esperando seu pagamento.

Guerra entre milícias volta a explodir no Grande Rio com três mortos essa semana

Essa semana houve duas guerras entre milícias no Grande Rio com três mortos. Hoje a tarde, milicianos de Chaperó atacaram homens de Juninho Varão do Varão que estavam fazendo a cobrança nos comércios da Reta de Piranema, em Seropedica. Um miliciano do Varão foi morto nesse ataque. Na noite de terca-feira, houve confronto entre paramilitares de André.Boto contra os do Fabi na Taquara. Houve dois mortos e dois feridos.

Policial civil foi preso por envolvimento com milícia em Queimados. Ele fornecia armas para o grupo e tentava impedir prisões de membros da quadrilha

O Ministério Público do Estado do Rio cumpriu hoje mandados de prisão e de busca e apreensâo contra integrantes de uma milícia atuante em Queimados, na Baixada Fluminense. Os cinco investigados foram denunciados pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelos crimes de constituição de milícia privada e extorsão qualificada. Entre os alvos da Operação Mibius estão um policial civil da ativa e um servidor público. O policial é acusado pelo MPRJ de fornecer armas e tentar impedir a prisão de comparsas. Já o servidor, lotado na Prefeitura de Queimados, teria atuado como motorista do grupo, transportando os criminosos no carro do Conselho Tutelar de Queimados, além de repassar informações e intermediar encontros entre os líderes da milícia. As investigações, conduzidas em conjunto com a Polícia Civil, revelaram que o grupo criminoso explorava os bairros de Fanchem, Porteira e Paraíso, praticando extorsões contra comerciantes e mototaxistas. Sob ameaça armada, exigiam o pagamento de “taxa de segurança” e recolhiam as chaves das motocicletas como forma de coação. Para dar aparência de legalidade às cobranças, os criminosos usavam a fachada de uma empresa denominada “Mibius Segurança Privada”, que distribuía cartões com telefones e chaves PIX para recolhimento das quantias extorsivas. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa e são cumpridos em endereços ligados aos investigados, em Queimados. A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP).

Miliciano que comanda a Carobinha tem prisão preventiva decretada acusado de homicídio de homem que divulgou fotos de integrantes de seu grupo na rede social. Corpo até hoje não foi achado

Cara de Égua, miliciano que comanda a Favela da Carobinha, em Campo Grande, está com prisão preventiva decretada acusado de um homicídio no ano passado de um homem que postou em rede social a foto de um integrante da sua quadrilha. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 24 de novembro de 2024, em horário não precisado, mas após às 02h30min, no interior da comunidade, os paramilitares mataram Franklin Mello Marcondes. Consta do incluso procedimento que a vítima havia postado na rede social X fotografias de um miliciano do grupo criminoso liderado por Cara de Égua. No dia dos fatos, o denunciado e diversos outros criminosos, em seis carros foram até a casa da vítima. Em seguida, os criminosos obrigaram a vítima a sair da residência, entregar o telefone e, após verem as publicações, o amarraram e o amordaçaram, colocando no porta-malas de um veículo de cor branca. Os bandidos levaram a vítima para um local não determinado, no interior da comunidade da Carobinha, onde ele foi executado. O crime foi perpetrado, portanto, por motivo torpe, uma vez que serviu para afirmar o poder da organização criminosa de natureza paramilita, em razão da vítima ter publicado, sem autorização, fotografias de indivíduos armados da referida milícia na rede social “X” no dia anterior aos fatos, o que provocou a ira dos seus integrantes.A ação foi praticada mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que foi retirada de sua residência durante a madrugada, por cerca de 20 homens armados, sem possibilidade de fuga. Cara de Égua ainda ocultou o cadáver da vítima, levando-o para local incerto e não sabido. Vale ressaltar que, até o presente momento, o cadáver não foi encontrado, o que corrobora a dinâmica de ocultação e intimidação promovida pelo grupo paramilitar.” Uma Uma testemunha disse que, no dia 24NOV2024, aproximadamente às 02H30MIN, cerca de 20 a 30 homens armados, desembarcaram de seis carros e entraram na casa do ex-marido da declarante que reside ao lado do imóvel dela e de quem é separada há onze anos; Que um de seus filhos, estava dormindo e acordou com uma arma apontada para o seu rosto. Os bandidos fizeram seu filho sair da casa, bater no portão da declarante e chamá-la; Disseram que eram d polícia. A testemunha foi ordenada a prender o cachorro, abrir o portão e sair do local com as mãos para o alto; Assim que saiu, começou a ser agredida por alguns desses indivíduos. Sua filha de 14 anos saiu com ela e também teve uma arma apontada para si.Franklin e mais três crianças. Os suspeitos mandaram ela chamar Franklin, que saiu do imóvel e mandaram ele ficar sentado. Então os homens perguntaram quem tinha havia tirado a foto. A testemunha disse que não foi ela e que não sabia de foto nenhuma. Então um dos homens adentrou no imóvel da declarante e voltou com o celular desta em mãos. Odenou que a declarante desbloqueasse o celular, o que foi feito; QU E, segioda. esse homem abriu o aplicativo “X” no celular da declarante, onde havia uma foto de um homem com vestes militares e máscara. Os milicianos perguntaram à declarante se teria sido ela a responsável pelas fotos, o que ela respondeu negativamente. Então perguntaram se foi alguém da casa; Franklin não se acusou nesse momento; No dia 23 de novembro de 2024 durante o dia, Franklin tirou duas fotos dos milicianos locais: na primeira, havia um homem de lado, segurando uma arma longa e de balaclava e, na segunda, dois homens armados de costas. Sem ela saber, Franklin instalou o aplicativo “X” no aparelho celular da declarante e postou uma das fotos utilizando a conta dela. Ele deve ter tirado essas fotos da cozinha ou do corredor da casa, pois era possível reconhecer o imóvel da declarante nas fotos por causa da bicicleta de sua filha; A testemunha então apontou para Franklin. Os milicianos começaram as agressões contra Franklin “só me dá uma surra que eu vou ralar”; Q Franklin após apanhar mais, assumiu que era o responsável pelas fotos e que o havia feito “por zoação. Ele disse que possuía um enteado na milícia. Falou ainda que tinha família em Campo Grande e deu o endereço onde residia com a mãe anteriormente; Um dos homens lhe indagou: “Tua família é melhor do que a minha?”; então, um dos homens ligou para alguém por telefone. Esse homem repetia o que o outro interlocutor falava por telefone. Ele disse que Franklin estava jurado de morte na área onde a mãe dele residia; Franklin havia roubado uma bicicleta de alguém “grande” em Campo Grande. Então disseram à Franklin e à declarante que “X9” não sobrevive; Disseram que a declarante teve sorte, pois ficaria viva. Que amarraram as mãos de Franklin e o amordaçaram, sendo em seguida colocado no porta-malas de um carro;Tiraram fotos de suas filhas de 12 e de 5 anos e da filha de Franklin de 6 anos. A declarante pediu para não fazerem nada com as meninas; Os criminosos disseram para a testemunha fingir que nada havia acontecido e para sumir com as coisas de Franklin e que, se alguém procurasse por ele ou falasse alguma coisa, voltariam para “pegar todo mundo”, A testemunha disse que não pode mais voltar para a Carobinha e tem muito medo do que possa acontecer com os seus filhos, já que conhecem muitas pessoas que residem na região da Carobinha. Ela ateou fogo nas roupas e nos documentos de Franklin; QUE os milicianos levaram o celular da declarante e tiraram fotografias dela e de suas filhas; QUE na comunidade não há barricadas, tampouco homens armados com fuzis nas ruas de dia, mas que à noite eles aparecem em pontos específicos; Contou que há confronto recente entre os milicianos da região e os traficantes oriundos da Vila Kennedy, dominada por outra facção; Em novo depoimento, a testemunha disse que viu Franklin levado na mala de um carro branco Ela deparou com seis veículos com diversos homens do lado

Milícia atacou a outra em Santa Cruz. PM achou carro com armas

A milícia do PL e do Naval deu um ataque no grupo paramilitar liderado por Waguinho na tarde de hoje na comunidade João 23, em Santa Cruz. Foi a terceira investida do bando contra os rivais nas últimas semanas. Houve relatos de tiros. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta sexta-feira (29/8), equipes do 27º BPM (Santa Cruz) foram acionadas para checar uma ocorrência envolvendo disparos de arma de fogo na Comunidade João XXIII, em Santa Cruz, Zona Oeste da Cidade do Rio. Após vasculhamento na região, os policiais localizaram um veículo – que consta como roubado -, duas pistolas, quatro carregadores de pistolas e dois coletes balísticos. Até o momento, não foram localizados feridos nas unidades de saúde da região. O policiamento segue intensificado na região.

Supostos milicianos foram mortos em Queimados

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Rafael Gonçalves Barros e Marlon de Almeida Maciel executados hoje a tarde em Queimados . Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Segundo relatos, seriam milicianos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quinta-feira (28/08), policiais militares do 24º BPM (Queimados) foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Rua José Martins de Aguiar, no bairro Roncador, em Queimados. No local, os policiais encontraram dois homens já em óbito. A área foi preservada e a ocorrência encaminhada para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Ex-presidente de associação de moradores de área dominada pela maior milícia do RJ foi morto em Santa Cruz

O ex-presidente da Associação de Moradores da comunidade de Antares, em Santa Cruz, Marquinhos, foi assassinado na tarde de hoje. A área é controlada pela maior milícia do Rio que tem como chefe o vulgo PL. A Assessoria da Secretaria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (27/08), policiais militares do 27° BPM (Santa Cruz) foram acionados para checar a entrada de uma vítima de disparos de arma de fogo,  no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local o fato foi confirmado pelos policiais. A vítima não resistiu aos ferimentos e a ocorrência ficou a cargo da 36ª DP (Santa Cruz). O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e será encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para investigar a morte de um homem identificado como Marcos Torres Leite.

Milícia é suspeita de homicídio em Nova Iguaçu

Um miliciano é suspeito da morte de um homem chamado Douglas Crystiano Almeida Silva, em Nova Iguaçu. Uma testemunha disse que Douglas foi morto por dois homens conhecidos por Gambá e Luciano e que ambos fazem parte da milícia local comandada pelo então acusado “Marquinho Alemão” e que os integrantes da milícia não agem sem a ordem dele. Afirmou que após o homicídio, os milicianos invadiram a sua casa tendo ela indagado Luciano acerca disso, quando em seguida recebeu uma ligação telefônica de “Marquinho Alemão” tendo ele dito que ela poderia transitar tranquila pela localidade que nada de ruim lhe aconteceria.Uma outra testemunha falou que no dia do crime estava em um bar jogando fliperama juntamente com a vítima Douglas e que de frente a este local ficava o bar em que os milicianos, ora acusados, costumavam ficar. No momento em visualizou a presença dos milicianos, resolveu voltar para casa e que depois de certo tempo, alguns amigos foram até sua casa e contaram que Douglas foi morto pelos milicianos Luciano e “Gambá”. Uma terceira testemunha disse que viu Luciano no beco seguindo na direção de Douglas e logo depois ouviu os disparos de arma de fogo. O corpo da vítima foi encontrado no beco acima mencionado, Luciano teve a prisão preventiva decretada. Já os apontamentos de autoria em face dos acusados “Gambá” e “Marquinho Alemão”, estão baseados em “ouvir dizer” e também pelo fato de serem conhecidos como integrantes da milícia privada atuante da localidade, em tese, comandada pelo miliciano de vulgo “alemão”. Com efeito, em face do denunciado “Gambá” a denúncia está embasada em depoimentos de “ouvir dizer”, o que não revela justa causa para a deflagração de ação penal. Já em relação ao denunciado “Marquinho Alemão”, a narrativa da acusação ainda não indica minimamente as ordens de execução do homicídio e o controle sobre as ações dos executores.

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