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MILICIA

Guerra em Bangu. Traficantes atacaram o Catiri (milicia)

Relatos de guerra na última noite na comunidade do Catiri, em Bangu Os traficantes da Vila Kennedy (CV) atacaram a localidade com auxílio de drones com granadas que foram lançadas. Houve ação rápida do 14° BPM que teria ocupado a favela e foi a procura de milicianos e traficantes que participaram do confronto. A ação está em andamento. Ônibus chegaram a ser atravessados na pista por conta do conflito. ‘Minha amiga, está parada na coca cola pq não consegue entrar, disse que estão jogando granadas também”, disse uma moradora. Por conta da chegsda da policia, os traficantes fugiram para mata na região do condomínio das Garças onde houve troca de tiros.

Morador foi morto em ataque do CV à milícia em Santa Cruz

Neata semana, traficantes do Comando Vermelho fizeram um ataque na comunidade do Rodo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, dominada pela milícia do PL e do Naval. Segundo relatos, na ação, um morador que estava voltando do trabalho na hora acabou sendo morto. De acordo com relatos nas redes sociais, os traficantes estariam voltando aos poucos para o bairro. Haveria duas tropas do CV tentando entrar em Santa Cruz, a do RD do Barbante e do DK do Antares. Seriam homens treinados para matar. No início da semana, um homem foi morto na Avenida Brasil, em Santa Cruz. De acordo com relatos, esse rapaz estava se passando por milicianos e cobrando os comércios nessa área. Vale lembrar que essa parte é onde a milícia do Guandu liderada pelo Waguinho e do PL, estão disputando o controle.

Ministério da Justiça divulgou quem são os oito bandidos mais procurados do RJ. Listamos mais 23 perigosissímos e também caçados pela polícia

Nesta semana, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou o Projeto Captura com a relação dis criminosos mais procurados do Brasil. No RJ oito deles foram listados: os bicheiros Bernardo Bello e Adilsinho, o miliciano Naval, os traficantes do CV Doca, Abelha e Pezáo e do TCP Peixão e Lacoste. Mas existem muitos outros por aqui perigosíssimo e muito procurados pela polícia fluminense. Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como Juninho Varão, segundo o Ministério Público, deu um golpe em Danilo Tandera e assumiu o comando da milícia em bairros como Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, em Nova Iguaçu. Varão tem diversas passagens por homicídio, tortura e organização criminosa, e era responsável pelo controle financeiro da quadrilha, além de participar diretamente da compra de armas e munições. Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL – É um dos líderes da maior milícia do Rio ao lado de Naval. Bruno da Silva Loureiro, o Coronel. Chefe do tráfico na Favela do Muquiço (TCP) em Deodoro. É apontado como mandante do assassinato de uma jovem que se recusou a sair com ele após um baile em Sensdor Camará. José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabâo ou 31- comanda a Cidade de Davi, complexo de favelas dominado pelo TCP que abrange Senador Camará e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio. Mario Henrique Paranhos, o Neves – comanda o Morro do Dendê (TCP), na Ilha do Governador. Liderava um esquema de extorsão a motoristas de aplicativo no bairro. William Yvens, o Coelhão – braço-direito de Lacoste, chefão do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira. Lázaro da Silva Alves, o Corinthians- comanda a comunidade do Barro Vermelho (TCP) em Duque de Caxias após dar golpe.em Fernandinho Beira-Mar. Foi alvo recente de operação na Maré que terminou com três mortos entre eles um inocente e uma criança ferida. Leandro Santos Sabino, o Trem ou Flamengo – Divide com Corinthians o comando do Barro Vermelho (TCP). Lidera um esquema de extorsões a moradores de conjuntos habitacionais na região. Michel de Souza Malveira – Um dos líderes do TCP no Complexo da Maré Leandro Nunes Botelho, o Scooby- foi durante anos dono das bocas de fumo do Morro dos Macacos (TCP), em Vila Isabel, até o CV tomar. Leonardo Miranda da Silva, o Empada ou zDanado -?comanda o Complexo de São Carlos (TCP), no Estácio. Antônio Ilario Ferreira, o Rabicó – comanda o Complexo do Salgueiro (?CV), em São Gonçalo. Jorge Luiz de Moura Barbosa, o Alvarenga- comanda a Favela Parque Unido (CV), no Complexo da Maré. Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy – comanda a comunidade Nova Holanda (CV), no Complexoda Maré. Juan Breno Malta, o BMW – comandava a equipe.Sombra,,um braço do CV que matava milicianos na Zona Oeste. Esta envolvido nas mortes de três médicos na Barra da Tijuca. Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus – bandido de fora do Rio que recebeu o comando da Muzema (CV), no Itanhangá. Pedro Paulo Guedes, o Pedro Bala – um dos líderes do tráfico no Complexo da Penha (CV) John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo -um dos líderes do tráfico na Favela da Rocinha (CV) – Seria responsável pela comercialização de “gatonet” (recepção não autorizada do sinal de TV por assinatura), assinaturas de internet e gás encanado. Dentre as cobranças também está a cobrança de aluguel para de R$ 300 para jogar no campo de futebol público no alto do Vidigal. Leandro Pereira da Rocha, o Bambu – divide com Johny Bravo o comando da Rocinha Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho – comanda os morros do Fallet e Fogueteueo (CV), no Catumbi Carlos da Costa Neves, o Gardenal – apontado como um dos braços-direitos do traficante Doca no Complexo da Penha (CV). jorge Alexandre Cândido Maria – chefe do tráfico na Vila Kennedy (CV) Rodney Lima de Freitas, o RD – Ex-miliciano responsável pelos ataques do CV a grupos paramilitares na Zona Oeste. Jean Carlos Nascimento dos Santos, o Jean do 18. Comanda o Morro do Dezoito (CV) em Água Santa e liderou extorsão a empreiteira encarregada da obra do Parrque Piedade.

Justiça decretou mais uma vez prisão preventiva de miliciano Juninho Varão por homicídio. Vítima era integrante do bando de Zinho

A Justiça decretou mais uma vez a prisão preventiva do miliciano Juninho Varão e de seu comparsa Shang Lee pelo homicídio de um integrante do bando de Zinho, David Barbosa do Nascimento, vulgo Luluga. A companheira da vítima comunicou seu desaparecimento desde o dia 19/01/2025, quando então o alvo teria sido abordado por elementos armados e levados em direção à baixada fluminense. Ainda em sede policial, uma testemunha aduziu que a vítima pertencia a Milícia do Zinho e que, no dia do desaparecimento, ele estava próximo ao Bar do Jerrinho quando elementos armados abordaram os clientes do estabelecimento e arrebataram a vítima. Segundo a decisão que decretou a prisão, os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em via pública, sendo certo que o local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes.

PM que atuou com Ecko e Tandera e foi sócio de Juninho Varão pode ser expulso da corporação

Recentemente preso, o sargento PM André Barbosa Cabral poderá ser expulso da corporação por seu envolvimento com a milícia da Baixada Fluminense. Ele está sendo submetido a conselho de disciplina.  Cabral era ligado aos milicianos Ecko, Tandera e seu irmão Delsinho e agiu com eles entre os anos de 2011 e 2020 praticando crimes como homicídio, extorsão, agiotagem, corrupção ativa, distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e  de internet, porte e posse ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de dinheiro, além de outros delitos. A investigação dizia que Cabral supostamente exerceria função de liderança do grupo na localidade de Valverde, Cabuçu e na Estrada de Madureira, sendo o PM apontado como uma das mais antigas lideranças da milícia naquela região. Além da liderança, Cabral seria o braço armado da milícia, cabendo-lhe, inclusive, a responsabilidade pela prática de homicídios em nome da organização. Cabral teria sido sócio do atual líder da milícia da Baixada, Juninho Varão em uma empresa que oferecia plano assistencial, acordo que teria sido rompido quando passaram a disputar lucro na atividade.   Foram encontrados diálogos e gravações de áudio entre Cabral e Warley, que era o número 2 da milícia do Varão,  as quais indicariam o envolvimento de ambos com a milícia. 

Miliciano alvo principal de operação hoje do MP e que tentou fugir, fez parte do bando de Zinho

Um dos líderes da milícia que age em Duque de Caxias e Belford Roxo, Diego dos Santos Souza, o Cabeça de Ouro, e que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio fez parte do maior grupo paramilitar do Estado na época em que seu líder, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, ainda estava solto. Cabeça de Ouro estava o grupo que em 2023 trafegava em via pública na Zona Oeste do Rio portando fuzis e que teria feito três mulheres reféns em uma residência, fazendo ameaças às vítimas sendo que uma delas foi agredida com um tapa no rosto pelo próprio Cabeça de Ouro. Os criminosos disseram na ocasião que o terreno onde ficava a casa era de propriedade da milícia. O bandido estava com um fuzil calibre 556, dois carregadores e cinquenta e oito munições. Segundo as investigações da época, o bando fazia parte da milícia do Zinho, preso em dezembro de 2023. Cabeça de Ouro foi preso hoje na operação. Ele tentou fugir mas acabou detido.

Homem morto com uma mulher em Campo Grande era envolvido com a milícia de Seropédica

O homem que foi morto junto de uma mulher durante a última noite em Campo.Grande era suspeito de envolvimento com a milícia. Yuri Garcez Honorato respondia a processo por porte ilegal.de armas e constituição de milícia privada e um inquérito sigiloso por organização criminosa. No site do TJ-RJ não constam detalhes sobre o caso. Entre os réus do processo está Chca, miliciano que atuava em Seropédica e que foi preso no ano passado. Seu bando trocou tiros com um bando rival no centro daquela cidsde que terminou com a morte de um estudante e deixou duas crianças feridas. No incidente, um bebê ficou ferido. A criança foi baleada em uma das pernas por 2 tiros e está em estado gravíssimo. De acordo com as Polícias Militar e Rodoviária Federal, o veículo foi encontrado em um canteiro da via, no sentido Santa Cruz, fuzilado. O bebê que estava no carro sobreviveu ao ataque e foi socorrido para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz. A direção da unidade informou que a criança passou por cirurgia e está internada em estado gravíssimo. O Conselho Tutelar foi comunicado sobre o caso. Os corpos de Yuri e da mulher, Letícia de Melo Noronha, foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) do Centro do Rio. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a investigação do caso. A polícia busca esclarecer a motivação do crime e identificar os autores dos disparos.

MP denunciou 13 membros de milícia que atua em Caxias e Belford Roxo. PM e policial civil estão envolvidos

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça 13 integrantes de uma milícia, com atuação em Belford Roxo e Duque de Caxias. Entre os alvos estão o policial civil Jaime Rubem Provençano e o policial militar Gilmar Carneiro dos Santos, conhecido como “Professor Gilmar”. À época dos fatos, em 2024, o policial civil estava lotado na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), e o policial militar no 39º Batalhão da Polícia Militar, em Belford Roxo. Segundo as investigações, eles teriam participado do vazamento de informações sobre operações e dado suporte às atividades da organização criminosa. A pedido do GAECO/MPRJ, o Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa decretou a prisão preventiva de todos os denunciados. Eles vão responder pelo crime de constituição de milícia privada. Os mandados da Operação Golden Head são cumpridos nesta terça-feira (09/12) pelo MPRJ, com apoio das corregedorias da Polícias Civil e Militar. As diligências ocorrem em endereços na Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Belford Roxo e Duque de Caxias, além de unidades prisionais.  Investigação do GAECO/MPRJ O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) conduzido pelo GAECO/MPRJ revelou que a milícia é liderada por Diego dos Santos Souza, o “Cabeça de Ouro”, e por Carlos Adriano Pereira Evaristo, o “Carlinhos da Padaria”, que comandavam as ações de dentro do sistema prisional. A cobrança dos valores era gerenciada por Angelo Adriano de Jesus Guarany, o “Magrinho”, responsável por articular a comunicação entre os líderes presos e os cobradores nas ruas. Os promotores descrevem que a organização praticava extorsões contra comerciantes e mototaxistas. Também há registros de torturas, execuções e disputas armadas por território. O grupo atuava nos bairros Wona, Lote XV e Vale das Mangueiras, em Belford Roxo, e no bairro Pantanal, em Duque de Caxias. As investigações reuniram provas sobre a existência de controle financeiro, prestação de contas e ordens transmitidas por mensagens. A apuração também identificou disputas armadas com um grupo rival, registros de traições, coações de integrantes e planejamento de ataques.

Polícia acha fábrica clandestina de manutenção de armas da milícia em Rio das Pedras

Em uma ação cirúrgica de inteligência, policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) desmantelaram, nesta segunda-feira (08/12), uma fábrica clandestina utilizada pela milícia para a manutenção das armas de fogo. A oficina foi localizada em um cômodo oculto, protegido por uma porta blindada, em um endereço em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio. De acordo com as investigações, o ponto logístico encontrado era utilizado para fortalecer a estrutura bélica do grupo criminoso que atua na localidade. No espaço, os policiais encontraram munições e carregadores de fuzil, além de maquinários e ferramentas empregados no preparo e na conservação de armamentos utilizados pelos criminosos. Todo o material apreendido foi encaminhado à especializada e passará por análise para aprofundamento das investigações. A ofensiva eliminou um dos principais pontos de suporte operacional do grupo paramilitar que atua na região, além de reduzir a capacidade de armamento da organização criminosa e enfraquecer sua estrutura operacional.

Preso homem de guerra da milícia na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) prenderam um miliciano integrante de um grupo criminoso atuante em comunidades da Zona Oeste do Rio. Ele foi capturado, nesta segunda-feira (08/12), em Magalhães Bastos, na mesma região. As investigações apontaram que ele atuava como “homem de guerra”, responsável pela execução de ações armadas do grupo criminoso liderado por um miliciano que atuava com violência nas comunidades do Campinho, Bateau Mouche e Fubá, e buscava ampliar seu território por meio de ações violentas. De acordo com os agentes, o bandido possui um extenso histórico criminal, com anotações por roubos de veículos, latrocínio, homicídio e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O mandado de prisão foi decorrente de uma ação criminosa, em 2017, quando o bandido teve papel central na invasão da comunidade da Chacrinha, em Jacarepaguá. Na ocasião ele atuou como um dos principais responsáveis pelo ataque armado. O objetivo, na época, era expulsar um grupo criminoso rival, que dominava a localidade. Na ação desta segunda, após intensas diligências e monitoramento, os policiais encontraram o criminoso escondido em um endereço no bairro de Magalhães Bastos, na Zona Oeste. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória pelo crime de organização criminosa.

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