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homicídios

PM que entrou atirando na Maré ontem e matou barbeiro foi achado morto em Caxias

O policial militar que realizou os disparos ontem no Complexo da Maré foi encontrado morto em Duque de Caxias nesta segunda-feira (21), e as investigações seguem para esclarecer o caso. No incidente de ontem, o barbeiro Robson Freire da Silva, de 20 anos, acabou morto. Segundo moradores, o policial militar teria efetuado disparos contra bandidos em uma boca de fumo na Vila do João, e Robson, que não tinha ligação com o tráfico, foi atingido. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta segunda-feira (21/7), policiais militares do 15ºBPM foram verificar informação de que um homem estaria em óbito no interior de um veículo na Rua Ferreira Viana, em Duque de Caxias. No local, a equipe verificou que a vítima seria um policial militar. A área foi isolada para a perícia. Ocorrência em andamento na DHBF.  A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Gabriel Guimarães Sá Izaú. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para identificar a autoria e esclarecer os fatos.

Polícia investiga duplo homicídio em Caxias. Outros dois ficaram feridos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Miguel Angelo Contani, de 50 anos, e de outro homem, ainda não identificado. O duplo homicídio ocorreu no Parque Fluminense, em Duque de Caxias. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na madrugada deste sábado (19/07), policiais militares do 15° BPM (Caxias) foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Vila Rosário, em Duque de Caxias. No local, os agentes encontraram dois homens em óbito por disparos de arma de fogo e outras duas vítimas foram feridas e socorridas ao Hospital Adão Pereira Nunes.  O local foi isolado para a chegada da perícia.

Polícia encontrou cemitério clandestino do CV na Praça Seca. Foram achadas diversas partes de corpos carbonizados

Agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) acharam, nesta segunda-feira (14/07), um cemitério clandestino ligado a traficantes em uma área de mata, na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. No local, foram encontrados diversas partes de corpos humanos carbonizadas. As investigações apontaram que o local era utilizado pela facção criminosa Comando Vermelho para ocultar os cadáveres de suas vítimas. Durante as diligências, os agentes receberam informações de inteligência sobre uma residência utilizada pela liderança do tráfico da região. No imóvel, os policiais encontraram grande quantidade de material entorpecente, vestimentas e acessórios táticos e equipamento para embalar drogas. A operação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. FONTE: PCERJ

CAXIAS: Traficante foi atender pedido de blogueiro para matar um homem e acabou morto por supostos policiais

Um gerente do tráfico foi morto na última sexta-feira (11) em Duque de Caxias após ir até um local a pedido de um blogueiro para matar um homem. Segundo relatos, o bandido vulgo Costela foi com um comparsa chamado Micael Prado foram até a Rua Paraná, em Santa Cruz da Serra a pedido do blogueiro para matar uma pessoa com quem ele tinha desavenças. Chegando ao local, Costela e Micael trocaram tiros com supostos policiais à paisana e acabaram mortos. Costela era gerente da boca que fica na Rua Rio de Janeiro. Micael morava na Vila Canaã e costumava ficar pelos acessos em meio aos traficantes. Nas redes socias, há mensagens de luto pelas mortes dos dois. FONTE: Portal D3 A Fenix (Facebook)

Depois de quase dois anos, Justiça decretou prisão preventiva de traficantes suspeitos da morte de policial que foi carbonizado em Niterói

Depois de quase dois anos, a Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Bigode, Amaral e Di Égua suspeitos da morte de um policial em 2023, no bairro do Pé Pequeno, em Niterói. A vítima Saltiel Paula Class foi assassinado no dia 26 de setembro daquele ano. O delito foi praticado mediante o uso de fogo, visto que o corpo da vítima foi encontrado carbonixado dentro de seu automóvel. Testemunhas disseram que afirmaram que os autores do homicídio contra o policial seriam os “frentes” da boca de Maria Paula, entre eles Bigode, Amaral e outros traficantes. Outros bandidos chegaram a ter a prisão temporária decretada pelo crime mas a Justiça revogou. Alguns destes envolvidos_ incluindo Di Égua_ tiveram as prisões temporárias decretadas também pelo homicídio de Pedro Carlos Nascimento, que teve o corpo carbonizado encontrado no interior do próprio veículo na Estrada Muriqui Pequeno, em Maria Paula, na mesma cidade. FONTE: TJ-RJ

Três pessoas foram assassinadas em Nova Iguaçu

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga as mortes de Anderson Luis Lira de Lima,  Jean Kayky Pereira da Silva e uma terceira vítima, ainda não identificada. Os três foram assassinados na tarde de hoje no bairro da Grama em Nova Iguaçu. Duas das vítimas estavam dentro de um carro, que foi alvejado por diversos disparos. O veículo ficou com várias marcas de tiros. A terceira vítima foi encontrada morta dentro de uma loja de bicicletas, próxima ao local onde o automóvel foi atacado. A área é dominada por milicianos e recentemente outras quatro pessoas foram mortas na região. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. FONTE,: PCERJ

Chegou para o MP denúncia de que contraventor alvo de atentado ontem na Barra teria supostamente se reunido com outros bicheiros em março para tramar mortes e atrapalhar investigações da DH sobre homicídios. Caso, no entanto, foi arquivado

O MPRJ recebeu uma denúncia (Notícia de Fato (Peça de Informação) nº 02.22.0010.0027033/2025-21) que foi arquivada de que no dia 10 de março deste ano o contraventor Vinicius Drumond teria participado de uma reunião na Barra da Tijuca com outros bicheiros. Ele foi alvo de atentado ontem na Barra da Tijuca. Na ocasião, todos teriam chegado acompanhados de muitos carros com muitos seguranças, sendo muitos deles supostos matadores de aluguel. A suposta reunião teria sido para tratar sobre como atrapalhar e ter mais acesso pra travar mais as investigações dos homicidios do grupo na Delegacia de Homicídios e tambem trataram sobre matar outros desafetos da quadrilha. A denúncia diz que no encontro teria ocorrido um desentedimento entre Drumond e um bicheiro por causa das cobranças sobre postura que esta trazendo exposição para o grupo e riscos de prisões pelas mortes que eles teriam cometido. O MP recebeu ainda que o grupo teria conversado tambem sobre alguns desafetos que poderiam estar atrapalhando e o bando estaria organizando as mortes destes opositores. O denunciante disse que se a delegacia e o MP fosse rápido até o condomínio poderia pegar as câmeras de acesso e filmagem de dentro do conjunto e confirmar que essas informações eram verdadeiras e ver o grupo todo junto se reunindo para tramar novas mortes Segundo os autos, o Ministério Público disse ter verificado que a dinâmica dos fatos não se baseou em nenhum elemento que permita a verificação da materialidade, com ausência de testemunhas. Assim, o comunicante não conseguiu estabelecer uma narrativa coerente e lógica, nem apresentou elementos mínimos que permitissem definir um ponto de partida para a persecução penal. Além disso, a notícia-crime é anônima; portanto, devido à ausência de dados qualificativos do denunciante, não foi possível localizá-lo. Por isso, a Ouvidoria não recebeu a denúncia anônima quando esta for desprovida de elementos probatórios mínimos e carecer de fundamentação. Deixo de cumprir o disposto na Resolução GPGJ n. 2.573/2024 pelas seguintes razões: 1. Noticiante anônimo; 2. Não há vinculação com qualquer registro de ocorrência/delegacia; 3. Não há indiciamento formal, tampouco investigação instaurada que justifique ciência das pessoas citadas. Rio de Janeiro, 19 de março de 2025 FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Traficante do CV preso ontem em motel em Caxias é investigado por mais de 20 homicídios em Teresópolis, inclusive de inocentes

A Polícia Civil afirmou que o traficante Gorilão do Comando Vermelho, preso ontem em um motel em Duque de Caxias, teria sido responsável por mais de 20 homicídios em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Segundo a polícia, o bandido causava verdadeiro terror: mandava matar quem ele suspeitava que estivesse colaborando com a polícia. Alguns inocentes também acabaram sendo vítimas dessa guerra pelo controle do tráfico, Gorilão estava tentando ocupar espaços da facção Terceiro Comando Puro gerando conflitos que deixaram pelo menos dez mortos nos três primeiros meses deste ano. O traficante mandava matar os líderes da regiões para ele poder ocupar o espaço. O criminoso já tentava controlar serviços ilegais como o chamado ‘gatonet’, e pretendia colocar barricadas em comunidades para impedir a entrada da polícia. FONTE: PCERJ

TCP e milícia atacaram o CV na Praça Seca e se deram muito mal : perderam homens e fuzis

Traficantes do TCP, com apoio da milícia, realizaram um ataque na favela do Bateau Mouche, na Praça Seca. Segundo relatos, os rivais do Comando Vermelho já esperavam pelo ataque, reagiram, resultando na morte de quatro integrantes do TCP/milícia. Um outro criminoso conseguiu fugir, mesmo ferido. Na tentativa frustrada de “baque”, o grupo perdeu quatro fuzis. Um dos mortos é o bandido conhecido como “Negão”, Ex-membro da milicia do.Batô, estava baseado na Cabeça de Porco, na Taquara. O outrro seria o Pezão da Chacrinha, que também era miliciano do Batô. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Bau do Rio OFC e Submundo Criminal (Telegram)

Bandido confessou que traficante mandou ele matar líder comunitária em Vargem Grande e também executar outro homem

Um traficante confessou ter recebido a ordem para matar Frauzenete Soares da Silva, vice-presidente da associação de moradores de Vargem Grande. Segundo ele, a determinação partiu do criminoso conhecido como GB. O bandido acrescentou que todas as mortes ocorridas na região de Vargem Grande e Vargem Pequena precisam ser autorizadas pelo traficante de vulgo GB. Segundo relatos, era comum em conversas os criminosos da facção Terceiro Comando Puro falarem e se gabarem das execuções cometidas… “ O assassino confesso disse que pegou a arma usada no crime na boca de fumo do Canal, Contou ainda que recebeu a ordem de GB para matar um outro homem, de vulgo Ferrugem, mas não sabe dizer a motivação., apenas iria cumprir as ordens. FONTE: TJ-RJ

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