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homicídios

Dois homens foram executados em Campos (RJ) nas últimas horas com requintes de crueldade

Dois homens ainda não identificados foram executados com requintes de crueldade em bairros distintos de Guarus, distrito de Campos dos Goytacazes, entre a noite de ontem (1º) e a madrugada de hoje (2). Uma das vítimas foi achada dentro da mala de um carro, com perfurações supostamente provocadas por pistola calibre 9mm, no Parque Santa Rosa. Já na Codin, um homem teve mãos e pés amarrados antes de ser executado com diversos tiros na cabeça. Nenhum suspeito da autoria dos crimes foi preso até agora.

Traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias tem outros homicídios pelas costas. Justiça confirma que ele manda em atirar em policiais

Apontado como mandante do ataque que deixou uma criança morta em Duque de Caxias, o traficante Bochecha Rosa ou BX é réu em quatro processos por homicídios abertos no ano passado. Uma das vítimas foi Pedro Henrique de Almeida Silva, morto em 15 de setembro de 2023. As outras foram Marlon Luiz Saué e Marcos Paulo Santos Saué Os processos revelaram ainda que BX determinou que seus subordinados  alvejassem quaisquer policiais que tentassem adentrar a comunidade para a repressão das atividades que ali desenvolviam. Em junho de 2022, seus soldados por exemplo efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais militares. Os crimes de homicídio  não se consumaram por razões alheias às suas vontades, haja vista que, por erro de pontaria, as vítimas, que repeliram a injusta agressão, não foram atingidas. BX controla  as comunidades da Mangueirinha, Corte Oito, Santuário Sapo,  Lagoinha, Morro da Favelinha de Caxias (Escadão, Curva da Morte, J. Seabra e Caixa D ́água) e do São Pedro,região conhecida como Complexo da Mangueirinha. O bando conforme restou apurado, espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo, subjugando moradores daquelas localidades, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas ilícitas a partir da prática de atividades criminosas como homicídios, roubos, extorsões, porte ilegal de arma de fogo, sequestro, tortura, tudo isso utilizado como meio de assegurar a continuidade da atividade central, qual seja, o tráfico de drogas.BX  quem autorizava ou proibia os roubos na região da Mangueirinha, bem como ordenava a execução de desafetos. Determina também a colocação de barricadas nas vias de acesso. Um vídeo gravado no interior da Comunidade do Corte Oito, onde é possível verificar homens armados com pistolas e fuzis, ostentando o poderio bélico de umas das Comunidades que formam o Complexo da Mangueirinha. Em tal vídeo observa-se uma aglomeração de pessoas, provavelmente em um baile funk no interior da comunidade, onde se vê no palco um homem cantando, cercado de criminosos fortemente armados com pistolas com carregadores alongados e fuzis com lunetas. Da audição dos áudios, extrai-se: “… mano”Bochecha… é o chefe pelos “crias” e os “crias” pelo chefe… nós vai pula na alta p… é o Bonde do “Bochecha… o elenco tá em campo, o” BX “convocou soldado perigoso preparado pro caô, seleção do Corte oito.”

Traficante Flamengo (TCP) tem duas prisões preventivas decretadas por homicídios

Nas últimas semanas, o traficante Leandro Santos Sabino, o Flamengo, um dos chefes da comunidade do Barro Três, em Duque de Caxias, teve duas prisões preventivas decretadas suspeito de homicídios cometidos em Belford Roxo e São João de Meriti. Os autos disponíveis para consulta informam os nomes de duas vítimas apenas um dos processos: Henrique Caetano Barbosa e Felipe de Andrade Costa da Motta, mas não fala sobre as datas dos homicídios. Um dos autos informa que Flamengo e comparsa foram denunciados pela suposta prática de crime doloso contra a vida, com envolvimento em organização criminosa armada, no caso, o Terceiro Comando Puro Diz ainda que o crime foi supostamente cometido com uso de arma de fogo de uso restrito, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Outra denúncia descreve a existência, em tese, de uma espécie de poder paralelo FONTE: TJ-RJ

CV estaria apoiando facção que já matou cerca de 30 integrantes do PCC no interior de SP nos últimos anos

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) tem um rival à altura no interior de São Paulo, o Bonde do Magrelo. Nos últimos anos, o PCC perdeu pelo menos 30 integrantes mortos pela quadrilha rival, muitos assassinatos destes cometidos a luz do dia. O Bonde do Magrelo teria como aliados traficantes do Comando Vermelho do Complexo do Alemão, no Rio. O elo dos Magrelos com o CV seria um ex-pastor conhecido como Senhor das Armas que já foi preso com um carregamento de fuzis no Rio, em 2018. e e tem ligação com o bandido vulgo Zeus, que comanda a Muzema, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. A onda de assassinatos é constante. Em maio, por exemplo, quatro homens foram executados a tiros em um período de 12 horas na cidade de Rio Claro. Em julho, Igor Henrique, de 18 anos, foi executado com mais de 40 tiros de fuzil. O CV quebrou a aliança com muitas facções regionais recentemente, o que levou a um crescimento maior no número de homicídios e a criação de uma nova aliança contra a facção carioca (união entre TCP, ADE, GDE, Nova Okaida, SDC, B13). Aliado a isso, já havia um confronto antigo e também problemático entre PCC versus várias facções regionais (SDC, Nova Okaida, GDE, CV-BA). FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Milicia se aliou ao PCC contra o CV em Manaus. Adolescente de 15 anos que era X9 dos paramilitares foi morta

Segundo informacões que circulam, nessa última terça feira (29), integrantes do Comando Vermelho (CV) teriam torturado e executado um miliciano no bairro Colônia Santo Antônio, em Manaus. Isabela de apenas 15 anos, foi morta pelo CV no bairro Compensa (CV). De acordo com relatos, Isabela seria uma X9 a serviço desse grupo miliciano, repassando informações do CV. Ainda segundo a família, ela teria ido de Uber até uma casa na Compensa com a justificativa de “buscar um carregador”. A milícia em questão, atua em parceria com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A principal especialidade do grupo é roubar cargas de armas e drogas pertencentes ao CV e revender esse material para o PCC. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Bandidos que mataram inocentes em Nova Iguaçu ao confundí-los com milicianos eram da Favela Grão Pará (CV). Uma das vítimas era muito parecida com um paramilitar que esteve no local do crime minutos antes para fazer cobranças. Um dos suspeitos preso ontem foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Frente da milícia disse que estava sendo ameaçado por um dos autores dos homicídios a mudar de facção

Os homens que mataram três inocentes e feriram outros dois em dezembro no Km 32 Nova Iguaçu pensando que eles fossem milicianos eram vinculados à facção criminosa Comando Vermelho e da comunidade Grão Pará, na mesma cidade Um deles, vulgo Parazinho, foi preso ontem e outros dois suspeitos, Cocão e Gerô estão com as prisões preventivas decretadas. Parazinho foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Na ação, morreram Jhonata Lima Almeida, Leanderson Luiz Ferreira e Rodrigo Assis da Silva Junior. Jhonata era muito parecido com um miliciano que esteve no local do crime minutos antes e também usava uma camisa do Flamengo como ele. Uma das testemunhas disse que soube por um amigo que horas antes do crime estava rolando uma guerra entre quadrilhas. As vítimas do homicídio estava em uma confraternização no bar do fato. Durante a confraternização, dois milicianos chegaram no bar para cobrar a “taxa” da milícia; Esses paramilitares aproveitaram para tomar cerveja no bar em uma mesa separada. Algum informante teria avisado a traficantes da comunidade do Grão-Pará que estes milicianos estariam no bar. Com isso, Gerô teria puxado o “bonde” para o local. Ele teria sido criado com as vítimas. O bandido teria falado inclusive se soubesse que o Jhonata estava no local, não teria matado eles. Gerô seria traficante da comunidade do “Dendê” dominada pelo facção criminosa TCP e teria migrado para o Grão Pará que écontrolada pelo Comando Vermelho; Que Gerô” já teria puxado outros ataques na região. Gerô conhece bem a área de Prados Verdes por ter morado ali desde criança. Ele estaria puxando esses ataques para subir no conceito com os traficantes do “Grão-Pará. A testemunha o reconheceu nas imagens de vídeo do homicídio cometido contra Jhonata, como um dos participantes no ataque. Gerô” estaria mancando por ter tomado um tiro na época que estava no “Dendê. Outra testemunha disse que viu as imagens e não exitou em apontar Gerô fortermente armado, haja vista a declarante o conhecer desde criança, pois a mesma brincava quando criança com a padrasto dele. Disse ainda acreditar que Cocão e Parazinho fazem parte do trafico local e acredita que os mesmos fizeram parte da empreitada criminosa, mas que a mesma nao os conhece pessoalmente; Que na filmagem a declarante tambem identificou o nacional que atende pela alcunha de “Piu”, tambem traficante da comunidade Grão Pará, mas que por ora nao sabe a qualificação do mesmo. Uma terceira testemunha falou que o apartamento de uma das vítimas fatais, Leanderson, havia sido saqueado no dia e que um frente da milícia, vulgo Felipinho, estava no local para reaver os pertences dele. Felipinho falou que Gerô” estaria os ameaçando a mais ou menos um mês, dizendo para os milicianos “mudarem” de facção criminosa e aderirem ao “Comando Vermelho” no Grão-Pará; Ainda falavam que quem não fosse para a outro grupo criminoso iria morrer; Após o ataque que vitimaram os inocentes, as ligações de ameaça a Felipinho continuaram; Quem estaria ligando seria o traficante de vulgo Cocão estaria falando que irão acontecer novos ataques e que até o natal faria uma arruaça; Q Cocão teria dito a Felipinho que Playboy teria “escapado dessa vez”; Felipinho teria dito que Playboy teria muita semelhança com Jhonata e que Playboy, que era um dos milicianos que teriam ido ao bar do fato fazer a “cobrança”, teria acabado de vestir uma camisa do Flamengo que seria idêntica a camisa que Jhonata estaria usando;Felipinho teria dado uma “dura” nos milicianos que estiveram no bar pelo motivo deles não poderem parar em bar para beber, e somente efetuar a cobrança. Soube que alguém que estava bebendo no bar informou aos traficantes que os milicianos estariam no local; Felipinho teria dito que já sabe quem é a pessoa que teria falado a posição dos milicianos para os traficantes, que chegou a falar para o dono do bar, mas não quis informar para a declarante a identidade desta pessoa; O miliciano afirmou ainda que no dia anterior, dia 20/12/20024, o mesmo grupo que teriam atacado no bar, teria matado Jolvani Baptista de Oliveira Júnior citado no procedimento 861-01238/2024; Leanderson tinha uma pistola de marca “taurus” que está sumid Um parente de Parazinho disse que ele já foi militar no exército, mas precisamente no Batalhão Central de Suprimentos e Manutenção. Disse que ele era usuário de drogas. Falou que ele está em Paris e achou estranho como Parazinho conseguiu dinheiro para ir pra outro país; Perguntou se Parazinho estava fechado com o tráfico haja vista ter ido para a França sem condições financeiras. Parazinho ficou revoltado com essa pergunta e ameaçou romper contato com o declarante. Ao ser mostrado a filmagem da câmera de monitoramento, ele identificou Parazino como sendo um dos autores da empreitada criminosa e o homem que deixa o aparelho telefônico cair do bolso; Que conhece todos os trejeitos do seu irmão, inclusive o modo de andar e correr; FONTE: TJ-RJ

Depois de quase sete anos, Justiça decretou prisão preventiva de dois traficantes do CV suspeitos de matar homem acusado por eles de estuprar uma criança em São Gonçalo

Depois de quase sete anos, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Comando Vermelho vulgos Macaquinho e DG por um homicídio cometido em 2018 contra um acusado de cometer estupro na comunidade Jardim Bom Retiro, em São Gonçalo. Francisco Alves de Oliveira foi morto em 27 de setembro daquele ano Na época, ele foi acusado por traficantes na localidade de ter estuprado uma criança. Por esta razão, traficantes executaram a vitima; O homem foi executado a mando do traficante que determinou sua morte para que pagasse pelo suposto crime de estupro. Ele era proprietário de um cicle. Mas este não foi o único homicídio que Testa foi acusado. Ele teria mandado matar também Leandro José Marques em janeiro de 2019. A vítima foi executada por sua suposta ligação com a faccção Amigos dos Amigos (ADA). FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP tentaram matar sete pessoas em um bar em Nova Iguacu em abril porque elas foram até o Chapadão (CV). Duas morreram e duas ficaram feridas. Quatro tiveram prisão decretada mas mandante se livrou

A,Justica decretou as prisões preventivas de quatro  traficantes do Terceiro Comando Puro vulgos Cathau, WL e Chato, além de Vitor  que estão sendo acusados de abrir fogo contra sete pessoas em um bar em Nova Iguaçu em abril.deste ano matando duas delas (Bruno Thiago de Souza e Lucas Santos Azevedo)  e deixando dois feridos que sobreviveram porque receberam socorro médico eficaz. Os demais alvos  nãoforamm atingidos pelos disparos efetuados pelos criminosos, porque lograram êxito em se proteger e se abrigar do ataque. Segundo os autos, o traficante Sheik, na condição de líder da facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, atuante na Comunidade conhecida como “Três Campos”, Nova Iguaçu/RJ, determinou a execução das vítimas pelos autores imediatos, seus subordinados. O mandante, porém, não teve prisão decretada. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, controle social paralelo imposto pela facção TCP, tendo os denunciados, todos integrantes do grupo criminoso, praticado os crimes pelo fato das vítimas supostamente frequentarem a Comunidade do Chapadão, local dominado por facção criminosa rival – “Comando Vermelho “CV”.  Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção ao interior de um estabelecimento comercial, o qual era frequentado por outras pessoas que também poderiam ter sido atingidas pelos disparos realizados. Os atiradores chegaram ao local em duas motocicletas e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra as vítimas, as quais foram surpreendidos quando estavam em um momento de descontração no interior de um estabelecimento comercial. O delito foi praticado com emprego de arma de fogo de uso restrito, qual seja, de calibre .40 S&W (10 x 22) Uma testemunha disse que duas motos se aproximaram do local com os garupas portando armas de fogo, mais especificamente pistolas; O declarante se recorda que a primeira motocicleta possuía cor vermelha; Que acredita que a marca/modelo seria uma Honda CG 160; Que as motos vieram da rua Doná Madalena e chegaram na Rua Dr. Mário Pinotti manobraram em frente ao mercado Maringá e voltaram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que viu o garupa da primeira moto disparando contra todos os frequentadores do bar e que neste momento o declarante foi atingido quatro vezes e caiu ao solo;  Que após estar caído, falou que os atiradores eram da comunidade dos “Três Campos”, dominda pela facção “Terceiro Comando”; Que acredita que a motivação de deu pelo fato dos frenquantadores do bar e o dono Patrick, frequentam a comunidade do Chapadão, que é dominada pela facção “Comando Vermelho”, para beber e ir ver “pegas de moto”; Contou que o crime vitimou pessoas trabalhadoras como seus amigos Bruno e Lucas.  O declarante ficou internado no hospital Geral de Nova Iguaçu, tendo recebido alta no dia 13/04/2025 e só hoje conseguiu comparecer nessa unidade especializada para prestar esclarecimentos; Um.outro sobrevivente disse que mais cedo foi até a comunidade do chapadão, dominada pela facção criminosa comando vermelho, como costumava fazer; Que o declarante costuma beber em um bar na comunidade e aprecia os “rolézinho” de moto que lá ocorrem.Nesse dia o declarante foi com, dono do bar onde ocorreu o crime investigado por essa especializada; Que por volta de 23:00 horas do corrente dia, o declarante retornou com o amigo e decidiram beber em seu bar; Que a cerca de 00:15 duas motos se aproximaram do local com os garupas portando arma de fogo;  Que o declarante afirma que eram pistolas; Que as motos manobraram e vieram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que na frente do declarante correramquatro vitinas ; Que em ato contínuo o rapaz percebeu que havia sido baleado no ombro esquerdo;. A testemunha conseguiu identificar todos os autores da empreitada criminosa, haja vista o declarante morar na região e já os terem visto andando de motos armados impondo medo nos moradores; Disse ainda que o mandante foi Sheik líder da comunidade três campos, dominada pela facção TCP; Que acredita que devido ao declarante ir até a comunidade do chapadão, tirar fotografias fazendo o sinal do número dois e postar nas redes sociais e gostar as músicas pertencentes a outra facção, o declarante acredita que esse teria sido o motivo da empreitada criminosa; Uma moça que escapou disse q acreditar que a motivação do crime seria pelo fato dos traficantes não aceitarem que outras pessoas tirem fotos, ou façam gestos em comunidades da facção comando vermelho;  FONTE,: TJ-RJ

Preso traficante do CV que não tem uma das mãos envolvido em mortes de família em Niterói, de ex-namorada de comparsa e de ataque à delegacia

Policiais militares prenderam na noite desta quarta-feira (22), na Rua Nossa Senhora das Graças, na Comunidade do Viradouro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV) e uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade do Viradouro, em Niterói, Marcos Patrick da Silva de Aquino, vulgo “Tiquinho ou Putão”, de 35 anos. De posse de informações sobre a localização do traficante, policiais da Patamo 4ª CIA, em patrulhamento, procederam para verificar informações sobre indivíduos praticando venda de entorpecentes no local. Ao chegar ao ponto indicado, diversos traficantes empreenderam fuga, sendo possível deter o criminoso “Tiquinho”. Considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, em liberdade desde junho de 2023, ele é um dos envolvidos na execução de Filipe Rodrigues, de 24 anos, Rayssa Santos, de 23, e o bebê Miguel Filipe, de 7 meses, membros de uma família, executados dentro de um carro, na noite de 17 de março de 2024, em um acerto de contas com traficantes. Segundo as investigações, o ataque a tiros que matou a família aconteceu depois que Filipe, enganou traficantes da comunidade do Castro, ao se passar por policial militar e pedir R$ 50 mil para identificar e entregar um suposto informante. Tiquinho é conhecido no meio policial, por não ter uma das mãos após perdê-la ao tentar jogar uma granada contra policiais do 12ºBPM (Niterói), no Complexo do Viradouro, em Santa Rosa. Ele também seria uma das lideranças do tráfico de drogas da Favela Grota do Surucucu, em São Francisco, Zona Sul de Niterói. Ele também estaria envolvido na morte Thatyane Brites, de 24 anos, que foi morta pelo ex-namorado, CH da Viradouro, que era integrante do tráfico local. Ela foi executada após ir a um baile funk na comunidade para trabalhar vendendo doces e cigarros. O criminoso, também é um dos envolvidos no ataque contra a sede da 77ª DP (Icaraí), O crime aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto de 2019. Na ocasião, integrantes de um bando passaram numa moto em frente à delegacia e efetuaram diversos disparos contra a fachada da delegacia. Eles fugiram em seguida. Diante dos fatos, o criminoso foi encaminhado à 79ª DP (Jurujuba), onde foi constatado que contra o traficante, constavam dois mandados de prisão, sendo um expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Homicídio Qualificado/Concurso de Pessoas e outro pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Tráfico de Drogas, onde fora condenado a uma pena de 14 anos, em regime fechado. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele será encaminhado a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça.

Justiça transfere de Belford Roxo julgamento de irmãos PMs (um deles envolvido com a milícia) acusados de duplo homicídio contra vítimas que praticavam estelionato e que tiveram os corpos carbonizados

Dois policiais militares que são irmãos foram pronunciados perante o Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo, por suposta prática de duplo homicídio qualificado em 2021 e irão a júri popular. Entretanto, o Ministério Público solicitou o deslocamento do julgamento de competência do Tribunal do Júri para outra cidade alegando que sendo feito na Comarca de Belford Roxo ou vizinhas da Baixada Fluminense não será revestido da indispensável imparcialidade exigida por lei, uma vez que os acusados, além de serem policiais militares, há forte indicação de um deles ser integrante da milícia atuante no mesmo bairro onde os pronunciados residiam e por onde as vítimas passaram antes de serem levadas ao local em que foram brutalmente executadas. O pedido foi aceito pela Justiça.  Dos autos de origem é possível verificar que a denúncia narra que os requeridos são acusados de serem mandantes de duplo homicídio qualificado, crimes cometidos para assegurar a impunidade de outro crime, eis que os ambos e as vítimas estavam envolvidos na prática de delito de estelionato, ocorrido dias antes dos fatos em exame. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados, tendo uma das testemunhas dito que os irmãos  são policiais militares, e que já tinha ouvido comentários de que o primeiro era “um cara mau e sinistro”. Situação demonstrada que vincula os homicídios para “queima de arquivo” a respeito de crime de estelionato praticado contra terceiro.  E tais circunstâncias fáticas, que sinalizam para a necessidade de preservar o interesse e a ordem pública, uma vez que geram dúvida de que não só as testemunhas, como também os jurados locais possam ser influenciados ou coagidos, comprometendo a imparcialidade do julgamento perante o Júri Popular. O processo tramita em sigilo. FONTE: TJ-RJ

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