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homicídios

Facção Tropa da Revolução agia para eliminar integrantes do PCC em Rondônia. Chefão foi preso no Rio

Investigação revela a existência de uma facção crimiinosa em Rondônia denominada Tropa da Revoulção (TDR01) que tinha como objetivo fomentar a prática de diversos delitos, dentre eles o tráfico de drogas, homicídios, porte e posse ilegal de armas, além de roubos, furtos e receptação de veículos bem como lavagem de capitais e a eliminação de integrantes do PCC . O líder do grupo tem vários vulgos , entre eles Patrão. Ele emitiu um salve no qual ele disse que estavam em conflito com determinados integrantes do PCC. Ele foi preso no Rio de Janeiro mas especificamente na Região dos Lagos em 2024. O bandido planejou um atentado ao Fórum de Vilhena contratando criminosos, a fim de executar rivais durante a saída do Júri, bem como, participou de tiroteios e ameaças contra rivais e agentes públicos e tem envolvimento em homicídios praticados sob o manto da facção. A esposa de Patrão era considerada como gerente do núcleo financeiro da organização, a denunciada fazia as movimentações financeiras vinculadas à facção e pagamentos via PIX para outros membros integrantes da TDR01, bem como era responsável pela aquisição de armamentos. Além disso, após a prisão do marido, a denunciada assumiu a liderança da organização. Patrão recebeu, movimentou e transferiu vultuosos valores provenientes de tráfico de drogas, tanto por meio de uma empresa de modas, quanto por terceiros faccionados. Havia um responsável promover a organização criminosa TDR01, por meio de redes sociais, com publicações com exposições de armas de fogo pertencentes ao” paiol “da facção. Os bandidos também atraíam rivais da facção para que fossem executados. Um integrante do grupo era do Comando Vermelho mas foi batizado pela facção; FONTE: TJ-RO

Traficantes do TCP atacaram áreas do CV em Anchieta

Guerra em Anchieta. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram a comunidades do Az de Ouro, Jaqueira e do.Tatâo, controladas pelo Comando Vermelho Há informações ainda não confirmadas oficialmente de mortos em ambas as facções. “Acabou a paz em.Anchieta e Nilopolis. P… é o TCP no Az de Ouro. C..Vermelho ficou de b..”, diz uma mensagem postada nas redes sociais. Os criminosos cforam comandados pelo traficante Nenem. Moradores estão relatando que os invasores mandaram cortar a luz da região, e estão gritando que TCP voltou!! FONTE: Pega Visão News (Whatsapp)

Corpos carbonizados foram achados dentro de porta-mala de veículo incendiado em Nova Iguaçu. Seriam vítimas do ‘tribunal do tráfico’

Três corpos carbonizados foram achados dentro de um carro incendiado neste sábado na localidade de Vila Beth, em Nova Iguaçu. Segundo relatos, eles teriam caído no ‘tribunal do tráfico’ da comunidade Três Campos, área controlada pelo traficante Peixão (TCP). Vídeo divulgado na internet mostra os corpos no porta-mala do veículo ainda saindo fumaça. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga o encontro de três corpos carbonizados, ainda não identificados. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime. Ainda em Nova Iguaçu, houve um confronto entre milicianos de Juninho Varão contra a Tropa do Sérgio Bala (CV) no Conjunto da Marinha. FONTE: PCERJ, Plantão Baixada RJ (Telegram) e Submundo Criminal (Telegram)

Moradora há 40 anos no Complexo do Chapadão (CV) contou à polícia que parentes considerados X9 pelos traficantes foram convocados para uma reunião no alto do morro e nunca mais apareceram

Uma mulher que vive há cerca de 40 anos na comunidade do Final Feliz, em Anchieta, no Complexo do Chapadão, disse para a polícia que alguns de seus parentes, em passado recente, envolveram-se com o tráfico de drogas local após a tomada da região pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). Segundo relato prestado, tais parentes foram posteriormente rotulados como “X-9” e, em razão disso, convocados para uma reunião na parte alta do Morro do Chapadão, não sendo mais vistos desde então, sem que suas famílias sequer tivessem o direito de velar seus corpos. Ressalte-se que a testemunha forneceu todas as informações de forma cautelosa, com a preocupação de preservar sua identidade, declarando não desejar expor detalhes que possam levar à sua identificação, razão pela qual optou pelo anonimato. Ainda assim, manifestou firme propósito de colaborar com a Polícia, visando subsidiar ações investigativas futuras. A testemunha disse ainda para os policaiis que na data de 12/08/2025 ocorreria reunião da cúpula do Comando Vermelho na comunidade do Final Feliz, precisamente, no estabelecimento conhecido como “Bar da Tia” . A testemunha frisou que, nessas ocasiões, há perceptível aumento do número de soldados armados do tráfico, fator que chama a atenção dos moradores. Destacou ainda que a reunião teria como objetivo uma prestação de contas da facção , contando com a presença de criminosos fortemente armados vindos de outras localidades. Entre os nomes citados, indicou como prováveis participantes: Pará – responsável por quase todas as bocas de fumo do Chapadão; DG “Pirata”; “Aladin” – da comunidade da Alvorada; “DN” – da comunidade do Himalaia, procurado por envolvimento no homicídio de um major do Corpo de Bombeiros; “PT”. Com base na informação recebida, o delegado determinou diligência cautelosa, com apoio da Polícia Militar. No dia 12/08/2025 foi desencadeada operação a partir das primeiras horas da manhã, empregando veículos descaracterizados, posicionamento estratégico de agentes da 31a DP e da P/2 do 41º BPM, além de viaturas blindadas em prontidão. Na Rua Severina de Oliveira , nas imediações do “Bar da Tia”, agentes visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita. Estes, ao perceberem a presença policial, acionaram rádios transmissores, o que ocasionou o disparo de fogos de artifício em pontos da comunidade, típico sinal de alerta aos demais criminosos. Na sequência, os indivíduos tentaram empreender fuga, mas foram alcançados em um imóvel, Foram apreendidos 473 (quatrocentos e setenta e três) pinos de cocaína;188 (cento e oitenta e oito) trouxinhas de maconha;160 (cento e sessenta) pedras de crack;02 (dois) rádios transmissores;02 (dois) aparelhos celulares;02 (duas) folhas com anotações financeiras expressivas, vinculadas a movimentações por PIX em nomes de integrantes da facção. Os entorpecentes estavam embalados em invólucros plásticos com inscrições alusivas ao Comando Vermelho, tais como: “CPX DO FINAL FELIZ CV CRACK R$10 PÂNICO ORIGINAL C.V. RETORNO SEMANA MALUCA PÓ 3” . As anotações apreendidas revelaram movimentações financeiras vultosas, demonstrando a robustez econômica da organização criminosa. Consta que: Em uma das folhas, registrou-se o montante de quatrocentos e vinte e um mil, setecentos e vinte e cinco reais e setenta e oito centavos). Em outra, foram identificadas anotações vinculadas a prestações do Banco doBrasil, que, somadas, totalizaram trezentos e doze mil, oitocentos e vinte e sete reais e setenta e seis centavos). Por fim, em folha diversa, verificou-se o total de cento e cinquenta e oito mil, novecentos e cinquenta e oito reais Esses valores, quando analisados em conjunto, conforme Laudo ICCE-RJ-SPE- 042648/2025, evidenciam que a contabilidade paralela apreendida guarda relação direta com o expressivo fluxo de capitais movimentados pela facção criminosa, demonstrando não apenas a elevada capacidade financeira da organização, mas também a sofisticação empregada na gestão de seus recursos ilícitos. Nos mesmos laudos periciais elaborados às folhas indicadas, a perícia técnica da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro identificou a existência de terminais telefônicos e respectivos IMEIs diretamente vinculados à facção criminosa e relacionados às anotações financeiras movimentadas via PIX. Diante de tais evoluções investigativas, para o avanço das apurações mostra-se imprescindível a análise dos aparelhos apreendidos. Com a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante nº 031-05054/2025, verifica-se que a prisão dos nacionais, somada ao contexto e às circunstâncias delituosas em que se deu, oportunizou a abertura de relevante linha investigativa. Os materiais arrecadados com os conduzidos apresentam-se como peças fundamentais à elucidação dos fatos, porquanto revelam não apenas o liame criminoso que os envolve, mas também fornecem subsídios concretos acerca da dimensão da força financeira da organização criminosa, tendo em vista as expressivas cifras já identificadas durante a análise preliminar. Ressalte-se que não há outra forma eficaz de aprofundar as investigações, uma vez que, nessas localidades, impera a lei do silêncio e do medo. Qualquer tentativa de aproximação de testemunhas às forças de segurança do Estado é rapidamente percebida pelos criminosos, que as rotulam como “X-9” e as executam sumariamente. Dessa forma, mostra-se imprescindível a decretação de medidas judiciais específicas, seja para o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos aparelhos apreendidos, seja para a quebra de sigilo dos terminais identificados na perícia documentoscópica, bem como para o rastreamento e análise das movimentações financeiras evidenciadas nas anotações colhidas. FONTE: TJ-RJ e PCERJ

PM envolvido com a milícia e suspeito do homicídio de ex-chefe de grupo paramilitar em Búzios é alvo de operação do MP

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro cumpre, na manhã desta quinta-feira (23/10), mandado de busca e apreensão contra um policial militar investigado por envolvimento com milicianos da Zona Oeste do Rio de Janeiro nos homicídios de Horácio Souza Carvalho e Maicon Batista Passos, ocorridos em 3 de maio de 2023, em Armação dos Búzios. A operação Segurança Ingrata tem como objetivo desarticular uma rede criminosa composta por milicianos e agentes públicos suspeita de participação direta e indireta nas execuções. O nome da operação faz referência à principal linha investigativa do GAECO/MPRJ, segundo a qual o policial militar, que inicialmente prestava serviços de segurança privada às vítimas, teria se aliado ao grupo criminoso responsável por ordenar suas mortes. O investigado é lotado no 12º BPM (Niterói) e foi integrante do 25º BPM (Região dos Lagos). O mandado foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Búzios. A operação conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.  FONTE: MPRJ

Doca (CV) é suspeito do desaparecimento de dois homens que teriam sido mortos no Morro do Juramento (CV)

O traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, quartel-general do Comando Vermelho, é suspeito junto de três pessoas, entre elas duas mulheres, do desaparecimento de dois homens. As vítimas são Guilherme Adriano da Silva do Nascimento e Rodrigo Valladares Dias. Segundo os autos, tudo indica, que os dois rapazes foram vítimas de homicídio praticado na mesma ocasião e pelos mesmos autores. Foram instaurados dois inquéritos policiais distintos: o IP nº 027-03262/2025, referente à vítima Guilherme e o IP nº 027-03266/2025, para Rodrigo. A autoridade policial representou pela prisão preventiva dos mesmos investigados em ambos os procedimentos. FONTE: TJ-RJ

Ao menos cinco corpos teriam sido jogados em cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

:A Polícia Civil do Rio descobriu um cemitério clandestino do Comando Vermelho no Morro do Jordão, no Tanque. No local, foi encontrado um poço com cerca de 30 metros de profundidade, onde, segundo as investigações, ao menos cinco rivais do tráfico teriam sido mortos e jogados. Os bombeiros precisaram descer de rapel e encontraram ossos ainda amarrados. FONTE: PCERJ

Homicídios cresceram no Estado do Rio nos primeiros nove meses do ano

Os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o número de homicídios dolosos cresceu 3,3% no Estado do Rio entre janeiro e setembro de 2025, com 2.215 vítimas. No mesmo período, os roubos de celular cresceram 25,5%, somando 19.780 casos — em média, um a cada 20 minutos. Em contrapartida, os roubos de veículo caíram 19,3%, e as mortes em confronto com a polícia diminuíram 7%, registrando o menor número desde 2015. Outros indicadores:•Estelionato: +3,6% (113.859 casos, recorde histórico)•Roubo de pedestre: –5,1%•Roubo em ônibus: –33,2%•Roubo de carga: +1,4%•Furto de celular: +22,2% (34.456 registros, recorde histórico)•Roubo de bicicleta: +16,7%•Desaparecimentos: +4,5% (4.693 casos) FONTE: ISP

Polícia procura cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) realizam, na manhã desta terça-feira (21/10), uma operação no Morro do Jordão, na Zona Oeste do Rio. O objetivo é apurar informações de inteligência que apontam a existência de um local utilizado como cemitério clandestino por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Corpo de Bombeiros. As equipes estão em campo realizando buscas e levantamento de dados que possam auxiliar nas investigações. A ocorrência segue em andamento. O Morro do Jordão era dominado por uma milícia mas foi tomado pelo Comando Vermelho nos últimos anos. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP recebeu denúncia de que Peixão (TCP) teria mandado matar nove pessoas em um único dia em junho de 2023

Denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual informou que o traficante Peixão teria mandado matar nove pessoas no dia 17 de junho de 2023 em Parada de Lucas. Segundo a notícia, Peixão ordenou as mortes do miliciano Allan Romariz Baista, Nenzinho da Pavuna e uma mulher chamada Débora, que era esposa do traficante Moisés Severino da Silva, o Dino, que foi durante um tempo seu braço-direito e teria sido morto também por Peixão em 14 de novembro de 2021. As outras supostas vítimas que teriam sido mortas naquele dia não foram identificadas. Ainda segundo a denúncia recebida pelo MP, as pessoas foram mortas porque Peixão achava que elas eram X9. Os corpos teriam sido jogados para jacarés comerem em um mangue que existe na Rua Doutor Adailton, em Vigário Geral. Um animal que não sumiu completamente com um cadáver acabou sendo morto . A família das vítimas não puderam dar um enterro digno e muito menos postar que está de luto senão Peixão iria matar também, de acordo com o que foi comunicado ao MP. A denúncia foi cadastrada sobre o número de protocolo 3679.6.2023 FONTE: MPRJ

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