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homicidio

Miliciano foi preso em Caxias suspeito de estrangular e matar homem e filmar crime

Um miliciano foi capturado ontem (17) por ser suspeito de matar um homem por disputa entre grupos paramilitares em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O preso Vinicius Esteves de Magalhães filmou o momento em que estrangula a vítima. O assassino teria levado o carro da vítima Ricardo Alvarenga da Silva para sua própria residência, um sítio onde o automóvel foi posteriormente encontrado . Vinicius foi preso por policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e responderá por homicídio qualificado por motivo torpe. Contra ele constava mandado de prisão, expedido Órgão expedidor: DUQUE DE CAXIAS 4 VARA CRIMINAL, Nº do Mandado de Prisão: 0008839-09.2024.8.19.0021.01.0001-21 FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

CABO FRIO: Homem teve prisão preventiva decretada suspeito de matar a facadas suposto estuprador de sua sobrinha

Em Cabo Frio, um homem matou outro a facadas por desconfiar que ele tinha abusado sexulamente de sua sobrinha. A filha da vítima Natanael de Freitas Marinho encontrou com a esposa do assassino que disse que se não fosse o seu marido, ela mesmo mataria o pai dela. A filha de Natanael disse que ao chegar no local encontrou uma faca com sangue próximo ao portão, do lado de dentro do quintal da residência de seu pai; que, teria apanhado a faca e guardado a mesma em casa, com medo de que alguém pudesse pegá-la; que, ao chegar na 126ª DP. Os PMs que foram acionados para a ocorrência levaram a faca para a delegacia. A mulher do suposto assassino relatou que o marido teria agredido Natanael Marinho da Silva após ter conhecimento de um suposto abuso sexual perpetrado por este em desfavor da sobrinha do casal. O estupro, segundo relata, teria ocorrido há aproximadamente um ano antes do crime, quando a menina estava com dez anos de idade, mas só tiveram ciência recentemente, mais precisamente há uma semana antes dos fatos, ocasião em que a menor lhes contou sobre o suposto abuso sexual. A declarante que embora tenha levado a garota para a Delegacia, não foi realizado, na ocasião, os exames necessários para constatação do abuso sexual, bem como admite ter conversado com a filha de Natanael sobre o marido ser o autor dos fatos, no entanto, alegou não ter conhecimento sobre seu paradeiro. O autor do crime está com prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ataque do TCP ao CV deixou morador morto na Ilha

Traficantes do Morro do Dendê ( TCP ) na Ilha do Governador atacaram a comunidade da Vila Joaniza, na Ilha do Governador, dominada pelo Comando Vermelho. A ação acabou resultando na morte de um morador da comunidade conhecido como Seu Nino, um morador muito querido na região. Os bandidos do Dendê também levaram drogas e material tatico, alem de exibir .o vídeo nas redes sociais. FONTE: Diário das Comunidades (WhatsApp)

Mãe de homem morto em São Gonçalo perguntou ao suposto assassino o motivo dele ter cometido o crime e ouviu a resposta. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”

A mãe de um homem que foi assassinado em São Gonçalo em novembro chegou perto do suposto assasino do seu filho e perguntou o motivo dele ter cometido o crime com tanta maldade e crueldade e ele disse, de forma fria. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”. O corpo de Fabiano da Silva Alves foi encontrado no início de dezembro em estado avançado de putrefação na Rua José Rufino da Costa, 1500, Portão do Rosa, São Gonçalo, próximo ao campo do Fluminensinho, sendo que ele estava desaparecido desde o dia 28 de novembro de 2024. Consta dos autos que policiais militares foram acionados para comparecerem ao local dos fatos ante a notícia de existência e um cadáver. Para além de confirmar o encontro do corpo, os agentes da lei se depararam como o suposto auto do crime agredido e amarrado por populares, pairando sobre ele a culpa da morte de Fabiano. Fabiano e seu assassino já teriam entrado em luta corporal há seis meses, logo após a separação da declarante, motivado por um relacionamento que a vítima teria tido com a ex-namorada do suspeito. Havia boatos de que Fabiano teria estuprado seu assassino dois meses antes do crime mas Fabiano negava. A mãe e algumas pessoas da comunidade começaram a procurar por Fabiano pelos possíveis locais próximo ao manguezal. Os moradores a ajudaram nas buscas e conseguiram encontrar o corpo por volta de 17h dentro do mangue já em avançado estado de putrefação. O local do encontro do corpo era em uma trilha mais a frente a casa de Fabiano. A mãe da vítima entrou em contato com a polícia militar pedindo apoio; Ela retornou até os traficantes para perguntar sobre a retirada do corpo da comunidade e neste momento encontrou o assassino amarrado em uma árvore no campinho do Fluminensinho; Ele estava machucado. As pessoas da comunidade falaram ele estava relacionado a morte de Fabano, que ele seria o possível autor. Os dois chegaram a ser amigos.O suposto assassino foi levado para o Hospital Alberto Torres. Ouvido preliminarmente autorizou à Autoridade Policial que tivesse acesso a seu celular, sendo possível verificar uma confissão e registro fotográficos da cena do crime. Ele está com prisão decretada. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Preso foi espancado até a morte no complexo de Bangu esta semana

Um preso foi espancado até a morte nesta semana na cadeia Jonas Lopes de Carvalho, no complexo prisional de Bangu. No último dia 10, um policial penal estava de serviço quando ouviu presos da galeria A6 batendo grades. Os agentes foram até as galerias conferir o que estava acontecendo e encontraram o detento Vitor Hugo Assis de Oliveira deitado com ferimentos provocados por agreessões, mas ainda com vida. O preso ainda falava e a emergência médica foi acionada. Enquanto aguardavam, chegou uma funcionária que constatou que não havia mais sinais vitais e logo em seguida, chegou o SAMU que constatou o óbito.Cinco presos assumiram a autoria do crime. Todos os os autores foram ouvidos na unidade prisional e seriam conduzidos para a Delegacia de Homicídios para serem ouvidos novamente. Todos os envolvidos tiveram as prisões preventivas decretadas FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Ataque em partida de futebol deixou morto e ferido em Santíssimo

:Um rapaz conhecido como Bebê foi executado com vários tiros na Praça do São Victor, no bairro Santíssimo, na Zona Oeste do Rio. No momento do crime, uma partida de futebol estava acontecendo quando os atiradores chegaram e abriram fogo contra a vítima. Segundo informações, há mais um ferido.que foi levado ao Hospitsl Rocha Faria. Ha relatos de que o homem morto seria da Vila Kennedy (CV) e o ataque feito por milicianos. Segundo boatos na região, ele era envolvido com o tráfico, tendo ligações com traficantes da Nova Holanda e da Vila Kennedy, além de transportar drogas para o bairro São Victor. Apesar das suspeitas, Bebê era bastante conhecido pelo seu talento no futebol. Seu envolvimento com o crime ainda será investigado. FONTE: Campo Grande ao vivo (Telegram e Facebook)

Comunidade dominada pelo CV na Zona Oeste do Rio que teve dez presos ontem registrou tiroteio pesado durante a madrugada. Um homem foi morto

Após uma operação policial realizada ontem que terminou com dez traficantes do Comando Vermelho presos e armas apreendidas, a comunidade César Maia, em Vargem Pequena, teve tiroteio durante a última noite em um suposto ataque de milicianos de Santa Cruz . Um homem morreu. Vídeos dos tiros foram divulgados nas redes sociais. “A bala está comendo na favela, o bagulho está doido”, disse uma pessoa em um dos vídeos divulgados Na página da comunidade no Instagram, foi pedido cuidado na rua por causa dos tiros. Moradores afirmaram que, por conta dos disparos, a localidade ficou sem luz. FONTE: Página Conjunto Cesar Maia (Instagram), Milicia RJ News (twittter) e Pega Visão News RJ (Telegram)

Condenados envolvidos na morte de congolês que foi espancado em quiosque na Barra

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Fábio Pirineus da Silva a 19 anos e seis meses de prisão de prisão e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca a 23 anos e sete meses de cadeia. Eles são acusados de espancarem até a morte o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos. O crime aconteceu no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, no dia 24 de janeiro de 2022. No dia dos fatos, Moise discutiu com um homem conhecido como Baixinho no quiosque. Em seguida, um outro homem, vulgo Tota, derrubou a vítima e a imobilizou. Com Moise já caído, Fábio, vulgo Bello passou a agredí-lo com um bastão de madeira. Depois, ele passou o bastão para Aleson, que continuou batendo no congolês. Moise foi amarrado pelos agressores e foi deixado caído e indefeso. As cenas demonstraram que os três réus espancaram Moïse com um taco de beisebol por 39 vezes, além de socos, chutes e tapas, até levá-lo à morte. A sessão de violência durou cerca de 13 minutos. O vídeo ainda revelou o momento em que dois dos matadores posaram para uma foto ao lado de Moïse já imobilizado no chão e aparentemente desacordado. Na ocasião, um dos assasinos ainda fez um gesto com as mãos conhecido popularmente como hang loose (uma saudação positiva normalmente utilizada por surfistas). “Moïse foi “agredido como se fosse um animal peçonhento”,descreveu na denúncia ajuizada pelo MPRJ. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Ministério Público Estadual do Rio

Polícia de SP concluiu inquérito sobre execução de delator do PCC

A polícia de São Paulo concluiu o inquérito sobre o assassinato do delator do PCC Antônio Vinícius Gritzbach, no Aeroporto de Guarulhos, em 8 de novembro De acordo com a investigação, a execução foi encomendada por Emílio Carlos Gongorra, o “Cigarreiro”, com a ajuda de Diego Amaral, o “Didi”. A motivação foi vingança, conforme interceptações telefônicas realizadas pelos policiais. Além dos dois, uma terceira pessoa, apontada como olheiro no dia do crime, segue foragida. Três policiais militares que executaram o assassinato seguem presos no Presídio Militar Romão Gomes. Os PMs, conforme os delegados, foram contratados para o crime por meio do homem que atuou como olheiro. A Polícia Civil remeteu o relatório de quase 500 páginas ao Poder Judiciário.  Os delegados representaram pela conversão da prisão temporária em preventiva de seis pessoas por homicídio. FONTE: Secretaria de Segurança de São Paulo

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