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homicidio

Milícia de Guaratiba espanca pessoas e as leva ainda em coma para cemitério clandestino ou botam no carro e somem com elas

A Justiça decretou a prisão preventiva de um miliciano que atua na região de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, pelo homicídio de uma pessoa que teria supostamente praticado roubos e furtos no bairro. O nome da vítima não foi divulgado nos autos. Depoimento das testemunhas que apontam no sentido de que “é um costume do local os milicianos espancarem alguém que eles não gostam e depois passarem para levar a pessoa já em coma até um cemitério clandestino” e que “pegam as pessoas que eles espancam na rua, colocam em um carro e somem com a pessoa” Um outro envolvido no caso, Evandro Lima Inocêncio da Silva, veio a óbito após o fato, O acusado responde não só por homicído como também destruição, subração ou ocultação de cadáver. FONTE: TJ-RJ

Homem foi morto em palco de guerra entre CV e milícia em Bangu

Um homem identificado como Harllon foi morto a tiros na tarde de hoje na Estrada da Cancela Preta, em Bangu, palco de guerra entre o Comando Vermelho e a milícia. Muitas viaturas do 14BPM no local aguardando a chegada da polícia civil para a realização de perícia. Até o momento não há maiores informações sobre a motivação do crime. FONTE: Padre Miguel News (Facebook)

Soldado morreu baleado por colega em quartel do Exército no Rio

O soldado do Exército Raphael Pereira, de 19 anos, morreu em um quartel no Rio na última terça-feira (17), Ele foi baleado por outro militar. Ainda não foi confirmado se o disparo foi intencional ou acidental.. Raphael estava terminando o turno, no 11º Batalhão de Polícia do Exército, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Ele foi levar o lixo para o lado de fora da unidade e, quando estava voltando, foi atingido por um militar que estava fazendo a guarda do local. O autor foi preso em flagrante e está sendo investigado. O Comando Militar do Leste abriu um procedimento administrativo para investigar a morte e que o jovem chegou a ser levado para o Hospital Geral do Rio de Janeiro, na mesma região, mas não resistiu aos ferimentos. FONTE: Comando Militar do Leste

Ataque a tiros deixou quatro feridos e um morto em Três Rios. Alvo era um bandido do CV que morreu

Quatro pessoas foram baleadas e uma morta em um ataque a tiros em um posto de gasolina em Três Rios, no interior fluminense. Segundo informações preliminares, um veículo Renegade de cor marrom subiu a rua Barbosa de Andrade e, em frente ao posto Shell, ocupantes realizaram diversos disparos de arma de fogo. O alvo dos atiradores era um indivíduo conhecido como Pedrinho, morador do bairro Alto Pury’s w e ntegrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ele foi atingido pelos disparos, socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os feridos são três mulheres e um homem, com idades entre 20 e 33 anos. Uma das mulheres levou dois tiros (antebraço e genitália) e uma outra foi atingida por três disparos (coxa, glúteo e joelho) Pedrinho acumulava 13 passagens pela polícia, sendo três delas por homicídio. A cena do crime foi isolada para perícia. Testemunhas estão sendo ouvidas, e imagens de câmeras de segurança da região devem ajudar nas investigações. FONTE: Cidade em Fico News (Facebook)

Rapaz foi sequestrado e teria sido morto por traficantes do Complexo do Alemão (CV) por ser considerado X9. Com medo, família se mudou da favela e só registrou caso na polícia um ano depois. Corpo nunca apareceu

No dia 18 de agosto de 2023, Anderson Almeida Costa, estava assistindo ao jogo do Flamengo num bar na Rua Canitá, em frente a numérica 546, Inhaúma, interior do Complexo do Alemão. Por volta das 22h40m do mesmo dia, ele foi sequestrado por bandios. Na ação havia o veículo Corolla com quatro ocupantes e mais seis motocicletas com dois ocupantes cada, todos fortemente armados; Os traficantes mandaram todos que estavam no local ficarem quietos e disseram ainda: “ninguém viu nada, ninguém sabe de nada e ninguém fala nada”. Falaram ainda para não comparecerem na polícia para não sofrerem as consequencias. Anderson foi obrigado a entrar num veículo Corolla que se dirigindo para o interior da comunidade para desenrolar uma situação. Todos seguiram para a Grota. Um dos bandidos que teriam participado da ação é o vulgo Caoco. Era ele quem dava as ordens para os outros traficantes. Outros criminosos envolvidos eram Mamo e Filipinho O pai de Anderson questionou Caoco sobre o motivo de levarem seu filho e o bandido mandou ele ficar tranquilo. Ele disse que se Anderson estivesse devendo não iria ficar de “bobeira” fazendo churrasco na entrada da favela; O pai disse ao criminoso que estavam fazendo covardia com seu filho mas Caoco não deu ouvidos, virou de costas e foi embora. Filipinho ainda falou para ele para não se meter, pois não tem nada haver contigo não; Desde então, o pai não teve mais notícias do filho. No dia seguinte do desaparecimento, a família conseguiu acessar a conta do interior da comunidade, e todos disseram que Anderson foi morto e teve seu corpo ocultado pelo tribunal do tráfico de drogas por ser considerado como “X9”; Diante de tal situação, com medo de ser morto mudou-se da Rua Canitá n° 546, alguns dias após o desaparecimento de Anderson, o pai se mudou do local e não frequentou mais a localidade com medo dos traficantes que lá se encontram; Comentou-se que Caoco era matador da localidade sendo autor do homicídio do Michel do Depósito do Rock, Davi do Ferro velho, Manelzinho da internet da Relicário entre outros; O líder do tráfico local é o traficante Pezão. E que nenhuma morte que acontece no interior da comunidade acontece sem anuência dele. A família só registrou o fato um ano após o ocorrido, em 23/07/2024, pois tanto o comunicante como seus familiares residiam na favela e tinham medo de represálias. Após deixar a comunidade, o pai e seu outro filho se sentiram confortáveis o suficiente para relatar o acontecido. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia investiga se alvo de atiradores no Terreirão era homem que foi baleado e havia sido preso por tráfico no ano passado

A polícia investiga se o alvo dos autores de um ataque que deixou um morto e quatro feridos no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, na noite da última terça-feira, seria um homem chamado Yago, que foi um dos baleados que sobreviveu. Ele havia sido preso em agosto do ano passado na mesma comunidade 1550g de maconha, distribuídos em 253 tabletes envoltos em filme plástico incolor; 700gde pó branco,distribuídos no interior de 510 pequenos sacos plásticos fechados por grampo metálico, reconhecido como Cocaína (pó); 220g de pedras amarelecidas, distribuídas no interior de 441 sacos plásticos fechados por grampo metálico, Yago ainda tinha uma pistola CZ 9mm, com a numeração raspada, e 12 (doze) munições intactas, além de outros dois carregadores vazios, tudo de uso restrito. No dia dos fatos, policiais militares estavam em patrulhamento no “Beco do Borracheiro”, local conhecido como ponto de venda de drogas, quando avistaram o denunciado sentado na porta de uma residência, o qual, ao perceber a presença dos policiais, tentou ocultar a sacola que estava em suas mãos. Ato contínuo, os policiais realizaram a abordagem do denunciado, logrando êxito em arrecadas, dentro da sacola as drogas, armas, e R$ 100,00 em espécie. Ao ser questionado a respeito das drogas, o denunciado afirmou que exercia a função de “vapor”, asseverando que havia mais drogas na residência ao lado. Em seguida, o denunciado levou os policiais no interior do imóvel, onde foi encontrado, embaixo de uma cama, a pistola municiada, além de outros dois carregadores, um rádio transmissor e um carregador de rádio. A quantidade e a forma de acondicionamento do entorpecente apreendido, bem como as circunstâncias da prisão do denunciado, deixam claro que a droga se destinava ao tráfico. FONTE: Polícia Civil do RJ e MPRJ

Rapaz que foi a Rio das Pedras para encontrar com garota pode ter sido morto por milicianos após ser confundido com um paramilitar rival

O rapaz que saiu de Cosmos para encontrar com uma moça em Rio das Pedras teria sido morto por milicianos locais, segundo informações que circulam nas redes sociais. ]Informações apontam que ele teria sido confundido com um miliciano que faz parte do bando de Zinho e Naval, que são rivais do grupo que comanda Rio das Pedras. O corpo de Vitor Luiz, de 23 anos, teria sido jogado em uma lagoa. Uma outra denúncia ndica que, no mesmo dia, um morador da Cidade de Deus também foi morto pelos milicianos, por está com fotos segurando uma arma. O corpo do rapaz foi achado na lagoa. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

Um morto e quatro feridos em ataque no Recreio

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Sinvaldo Gomes de Morais ocorrida na ultima noite no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. . Na ação criminosa, outras quatro pessoas ficaram feridas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A área e disputada entre o CV, TCP e milícia FONTE: PCERJ

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