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homicidio

Rapaz que foi a Rio das Pedras para encontrar com garota pode ter sido morto por milicianos após ser confundido com um paramilitar rival

O rapaz que saiu de Cosmos para encontrar com uma moça em Rio das Pedras teria sido morto por milicianos locais, segundo informações que circulam nas redes sociais. ]Informações apontam que ele teria sido confundido com um miliciano que faz parte do bando de Zinho e Naval, que são rivais do grupo que comanda Rio das Pedras. O corpo de Vitor Luiz, de 23 anos, teria sido jogado em uma lagoa. Uma outra denúncia ndica que, no mesmo dia, um morador da Cidade de Deus também foi morto pelos milicianos, por está com fotos segurando uma arma. O corpo do rapaz foi achado na lagoa. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

Um morto e quatro feridos em ataque no Recreio

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Sinvaldo Gomes de Morais ocorrida na ultima noite no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. . Na ação criminosa, outras quatro pessoas ficaram feridas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A área e disputada entre o CV, TCP e milícia FONTE: PCERJ

PM foi morto ao reagir a tentativa de assalto na Av. Brasil

O policial militar Alan Cesar foi morto a tiros nesta madrugada (18), durante uma tentativa de assalto na Av. Brasil, altura de Guadalupe, próximo ao viaduto de Barros Filho. O agente, que estava de folga, trafegava pela via quando foi abordado e reagiu à abordagem dos bandidos. Segundo a Polícia Militar, agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) foram acionados para uma ocorrência de homicídio. Chegando no local, a equipe identificou que a vítima era um PM. O corpo de Alan Cesar Elídio da Sá foi encontrado dentro de um carro abandonado na pista central da via, no sentido Zona Oeste. O trecho ficou interditado por cerca de duas horas para realização da perícia. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com a Polícia Civil, diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: Fogo Cruzado RJ e PMERJ

Traficante teria caído no ‘tribunal’ do TCP em Caxias por ter desviado dinheiro da quadrilha

Um traficante de vulgo ‘Jota’ ou ‘JP’, integrante da da Tropa do Flamengo (TCP) caiu no Tribunal do Crime da própria facção após supostanente desviar dinheiro da quadrilha. Segundo relatos, também teriam roubado a grana os traficantes LZ e Dominik mas ambos jogaram a culpa para o JP que acabou pagando com.a vida. Flamengo controla as localidades do Pantanal, Jaqueira e Barro Três, em Duque de Caxias. fONTE: Reage Jaqueira (Twitter)

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

Polícia identificou suspeito de matar PM do BOPE em briga de trânsito em Bangu. Segundo testemunhas, ele seria envolvido com o tráfico na Vila Kennedy (CV)

A polícia já identificou o homem suspeito de matar o PM do BOPE Otávio de Almeida Justa em uma briga de trânsito no último dia 7, em Bangu. Segundo testemunhal ele seria Diego Carneiro Gomes qe, de acordo com testemunhas, seria envolvido com o tráfico na Vila Kennedy. De acordo com as investigações preliminares, a vítima e o investigado teriam se envolvido em uma briga de trânsito após uma colisão de veículos (duas motocicletas), o que resultou em ofensas verbais recíprocas e vias de fato. Acrescentou que o autor dos fatos, após o entrevero se ausentou do local e retornou minutos depois, onde ainda se encontrava a vítima, quando efetuou um disparo de arma de fogo contra o abdômen dela, o que resultou em sua morte. Uma das testemunhas afirmou que na data do crime, viu uma moto ultrapassando o carro na via, pos o fluxo de veículos estava intenso, e neste momento, esta moto que ultrapassava colidiu como uma outra moto que vinha na direção oposta; Com o impacto da colisão, o PM, caiu da moto, machucando os joelhos e tendo sua moto quebrada. O responsável pela batida não caiu da moto. Otávio caído ao chão, e com a canela e o joelho muito machucados, começou a brigar com o autor, com ofensas e xingamentos; Diego retribuiu as ofensas e desceu da moto, indo em direção a Otávo com a clara intenção de querer agredi-lo fisicamente. O PM com dificuldades, levantou do chão, sem capacete, e ambos começaram a brigar, com socos; O agente do BOPE segurou o autor contra um carro e começou a dar socos em seu rosto mas depois o soltou. Diego, então, disse”eu vou ali e volto”;O autor subiu em sua moto e seguiu em direção a Avenida Brasil. Otávio atravessou a calçada e começou a falar com a declarante “vida de motoqueiro é assim, cai se machuca ou morre, assim como eu estou ralado” e pegou o telefone na tentativa de falar com alguém; Em menos de 20 minutos o autor, sem capacete, Diego retornou ao encontro de Otávio; O autor chegou próximo a vítima, parou e disse “você nunca mais vai bater na cara de um homem”; Neste momento, Diego sacou a arma; O PM respondeu ao autor “se sacou a arma, vai ter que atirar”, que nesse momento a autor atirou uma vez em Otávio e saiu em fuga, novamente em direção a Avenida Brasil. O PM colocou a mão na barriga e caiu no chão. As pessoas na rua começaram a pedir socorro. Após s o ocorrido, os funcionários da loja de depósito de gelo, que fica também próximo ao local, ajudaram no socorro de Otávio. A testemunha informou que algumas lojas têm câmeras de segurança que talvez possam ter capturado imagens do ocorrido. Minutos depois do fato chegou uma viatura da polícia miliar, e a vítima já identificada como policial militar, rapidamente foi socorrida para o Hospital Albert Schweitzer, não resistindo ao ferimento e indo a óbito. Na delegacia especializada foi apresentado um mosaico, com diversas pessoas, incluindo o suposto autor, onde a declarante, tendo certeza, apontou como autor Diego. Após a confirmação do autor, ainda foi apresentada a declarante um outro mosaico de fotos exclusivas do autor, em períodos e fotos diversas, a qual também confirmou o reconhecimento.” FONTE: TJ-RJ

Morador de rua morreu após comer refeição com chumbinho no Rio

Um morador de rua morreu na madrugada de hoje após supostamente ter comido uma refeição envenenada com chumbinho, na Rua 24 de Maio, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo relatos, o alimento teria sido entregue à vítima antes do ocorrido. O homem passou mal após consumir a refeição e equipes do SAMU foram chamadas para prestar socorro, mas ele não resistiu e morreu ainda no local. FONTE: O Informativo (Facebook)

Jovem que ia vender um carro no Juramento (CV) entrou por engano na Serrinha (TCP) e acabou morto por traficantes

Um rapaz que trabalhava e moraria em uma área do Comando Vermelho em Duque de Caxias foi vender um veículo próximo ao Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Por não conhecer o local, acabou entrando por engano na comunidsde da Fazenda, no Complexo da da Serrinha, em Madureira, área controlada pelo traficante Coelhão (TCP). O jovem foi morto pelos traficantes locais, por morar em área e facção rival. FONTE: Pega Visão (Telegram)

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