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homicidio

Homem morto no Catiri era motorista de aplicativo e foi alvejado quando fazia uma corrida

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) finvestiga a morte de Luiz Alberto Silva Freitas, de 50 anos. De acordo com as informações preliminares, a vítima, motorista de aplicativo, realizava uma corrida, quando seu carro foi alvejado no Catiri, em Bangu. Dois homens, que estavam no carro, foram detidos por policiais militares e conduzidos para a sede da 34ªDP (Bangu). Com eles, foi apreendida uma pistola. Eles foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. A perícia foi feita no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, neste sábado (13/9), policiais militares do 14ºBPM foram acionados para a Estrada do Engenho, em Bangu. No local, a equipe encontrou um homem em óbito. A área foi isolada e a perícia acionada. As equipes realizaram buscas na região e localizaram dois suspeitos feridos por disparo de arma de fogo. Eles foram socorridos ao Hospital Municipal Albert Schweitzer. Com eles foi apreendido uma pistola. Um deles permaneceu internado e o outro foi encaminhado para a 34ªDP. Ocorrência em andamento.

CV atacou área da milícia em Campo Grande e matou um. Homem foi fuzilado com mais de 15 tiros

O traficante RD, braço de guerra do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio invadiu a localidade do Tingui, em Campo Grand,e, área dominada pela milícia. O bando teria feito mais de 15 disparos contra um homem conhecido como Bobina, que morreu no local. Há relatos de que outras duas pessoas foram baleadas.

EM PORTO REAL: Saiu do TCP para o CV mas ficou com uma arma. Mandaram devolver e quando foi entregar, acabou morto

Igor Oliveira de Carvalho trocou de facção, pulando do Terceiro Comando Puro para o Comando Vermelho mas ficou com uma arma da antiga facção. Igor recebeu uma ligação lhe ordenando que entregasse a arma. Assim que Igor saiu de casa para fazer a devolução, foi alvejado com disparos de arma de fogo, vindo à óbito. O crime foi cometido em 9 de março de 2025 na cidade de Porto Real, no interior do RJ. A polícia pediu a prisão preventiva de dois suspeitos do crime mas a Justiça negou. “Entende o Juizo que não restam evidenciados indícios mínimos de autoria delitiva a fim de embasar o acolhimento do pleito de decretação da prisão preventiva dos investigados, visto que não há nenhum outro elemento que corrobore os depoimentos prestados em sede policial e as imagens de câmeras de segurança mostram apenas um indivíduo disparando contra a vítima. Não obstante os investigados possuírem outras anotações criminais,tal fato, por si só, não configura motivo suficiente para decretação da restrição cautelar de liberdade, eis que carente de maiores elementos de prova a fim de se verificar mais a fundo a dinâmica dos fatos aqui apurados e angariar claros indícios de autoria da prática criminosa “, dizem os autos.

Polícia encontra um morto e dois feridos no Catiri

Um homem foi encontrado morto a tiros dentro de um carro na altura do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã de sábado (13), na Estrada do Engenho, com a área sendo isolada e a perícia acionada. Durante a varredura na região, a polícia encontrou dois suspeitos feridos por arma de fogo, que foram levados ao hospital e posteriormente à delegacia, com uma pistola apreendida, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A região vive há muito tempo uma guerra entre milicianos e Comando Vermelho.

Homem morreu e outros dois foram baleados em guerra de facções na Ilha

Um homem morreu e outras duas pessoas foram baleadas durante uma guerra de facções na ilha do Governador na tarde de hoje. Segundo relatos, traficantes do Morro do Dendè (TCP) atacaram o Morro do Barbante (CV). Os feridos foram um mototaxista e um traficante. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador) foram acionados, na tarde de sexta-feira (12/9), para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. De acordo com o comando da unidade, três indivíduos deram entrada no Hospital Municipal Evandro Freire. Um deles não resistiu aos ferimentos. Um dos feridos ficou sob custódia preventiva. O policiamento segue intensificado na região. 

Torcida Jovem do Flamengo é suspeita de matar torcedor do Vasco. Grupo nega

A Polícia Civil investiga se integrantes da Torcida Jovem do Flamengo foram os autores do homicídio do torcedor vascaino Rodrigo José na noite de ontem, em Oswaldo Cruz. Segundo relatos, os flamenguistas teriam armado uma emboscada contra membros da Força Jovem do Vasxo. Detalhe: o Flamengo não jogou ontem O confronto foi entre Vasco e Botafogo pela Copa do Brasil. A Torcida Jovem do Flamengo é a Força Jovem ganharam novamente o direito dr frequentar estádios recentemente após ficarem suspensas por alguns anos. A Jovem Fla se pronunciou nas redes sociais negando participação no crime (Leia acima)

PM foi morto em Ricardo de Albuquerque

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 41° BPM (Irajá), nesta sexta-feira (12/09), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de homicídio, na Rua Pereira da Rocha, em Ricardo de Albuquerque, Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, foi constatado o óbito de um policial militar de folga Wagner Cunha Lima que era lotado no 27° BPM (Santa Cruz). . A perícia da Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e a ocorrência segue em andamento.

Doca, Abelha, Tiriça, Pedro Bala e outros líderes do CV são acusados de mandar matar um rival do TCP no Fubá. Executores cometeram o crime para serem aceitos na facção e ainda roubaram três fuzis dos rivais

Chefões do Comando Vermelho como Doca, Tiriça, Piolho, HO, Bochecha Rosa, Pedro Bala e Abelha são acusados de matar um homem ligado ao Terceiro Comando Puro em dezembro de 2023 no Morro do Fubá, em Cascadura. A Justiça só recebeu a denúncia em agosto mas não decretou a prisão preventiva dos suspeitos. No dia 02 de dezembro de 2023, por vola de 08h45min., na área de mata no alto do “Morro do Fubá”, nesta comarca, o traficante conhecido como “Cabelinho”, apoiado por traficantes conhecidos como “Matador e Capetinha obedecendo ordens subtraíram 3 (três) fuzis, mediante violência, exercida por disparos de arma de fogo contra as vítimas Rubens Alves Avelino e J.G.B.F Rubens morreu e J.G ficou em estado grave Consta dos autos que as vítimas eram integrantes do tráfico de drogas do Morro do Fubá, ligados à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, sendo que, à época do fato, essa comunidade estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade “Morro do 18”, ligada à facção criminosa “Comando Vermelho”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. No dia do fato, seguindo o plano criminoso orquestrado pelos ora denunciados, o traficante vulgo “Cabelinho”, com o apoio de outros traficantes não identificados, visando mudar de facção criminosa e para que fosse aceito no “CV”, subtraiu os fuzis, para os líderes da organização criminosa, executando uma das vítimas e baleando a outra, causando-lhe lesões corporais graves. Durante período que não se pode precisar, mas com certeza até 02 de dezembro de 2023, os denunciados, com vontade livre e consciente, constituíram e integraram com, ao menos, outros três indivíduos ainda não identificados, de modo estruturalmente ordenado e com divisão de tarefas, organização criminosa que atua na comunidade “Morro do 18”, nesta comarca, voltada para obtenção de vantagens financeiras por meio da prática reiterada de diversos crimes, cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos. Conforme restou apurado, a comunidade “Morro do 18” é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Comando Vermelho”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, homicídios e roubos, como o denunciado acima. Com base nas investigações perpetradas, pode-se identificar que os denunciados pelo crime figuram como “chefes” do Morro do 18, exercendo liderança dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Além de controlar o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados e a realização de roubos por meio destes, os denunciados determinam ataques e execuções de traficantes de comunidades rivais e de agentes de segurança pública, com o fim de aumentar e/ou manter os domínios territoriais dos seus pontos de vendas de drogas

Suspeitos de envolvimento em homicídio ligado à máfia dos cigarros vão a júri popular. Eles eram associados a contraventor

Dois suspeitos de participarem do homicídio do empresário Cristiano de Souza vão a júri popular. O crime está ligado a máfia dos cigarros. Ele foi cometido no dia 06 de junho de 2023, por volta das 11h54min, em via pública, próximo ao nº 95 da Rua Crispim Laranjeiras, no bairro Recreio dos Bandeirantes. Um dos envolvidos foi o responsável por comprar os rastreadores usados no monitoramento da vítima e passar as informações sobre a sua localização para o restante do grupo e executores. Cristiano relatou que vinha recebendo ameaças. O outro que foi pronunciado porque foi o responsável por identificar a vítima como sendo o empresário que vinha comercializando cigarros na região de domínio da organização criminosa e em desacordo com os ditames dela O ex-PM Sem Alma também foi apontado nas investigações como participante do crime sendo o encarregado de obter o veículo utilizado na execução do homicídio e, também, providenciar o monitoramento da vítima mas não foi pronunciado. A investigação aponta para uma possível ligação com outro homicídio, o do policial Bruno Killer. Isto porque o reastreador encontrado no carro de um vizinho da vítima apresentava características semelhantes ao dispositivo instalado no carro do policial, e, ambos adquiridos do mesmo vendedor, que é um dos acusados da morte de Cristiano. Bruno também era envolvido com a venda de cigarros. Um dos acusados do crime chegou a ser visto nas proximidades do endereço de um contraventor apontado como o cheffe da máfia dos cigarros na orla da Barra da Tijuca. Sem Alma e o outro acusado da morte de Cristiano (o fornecedor do rastreador) constavam como pessoas autorizadas a entrar na residência do contraventor. Na [epoca, houve diversos homicídios relacionados à chamada “máfia do cigarro” em várias regiões do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense, envolvendo pessoas ligadas à venda de cigarros ilegais; que, dois dias após a morte de Cristiano, ocorreu outro homicídio na mesma região, no Recreio dos Bandeirantes, cuja vítima era um policial penal identificado como Bruno Killler, executado ao sair de casa por indivíduos encapuzados, em circunstâncias semelhantes ao crime de Cristiano. Depois, houve outro homicídio na Barra da Tijuca, tendo como vítima Mateus, e anteriormente ocorrera um homicídio em Campo Grande.

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