Justiça decretou prisão de chefão da maior milícia do RJ que é suspeito de envolvimento no homicídio do dono de uma padaria que se recusou a pagar a taxa da farinha
A Justiça decretou a prisão preventiva do chefe da maior milícia do RJ, vulgo PL (sucessor de Zinho), e de seu comparsa Jotinha pelo homicídio do dono de uma padaria que havia se recusado a pagar a taxa da farinha. Os autos não informam onde ocorreu o crime a data certa. mas dizem que imagens de câmeras de segurança flagraram os autores dos disparos chegaram ao local de motocicleta e usando capacetes. Essa motocicleta esteve, momentos antes, em uma padaria próxima conhecida por reunir paramilitares. “As câmeras de segurança desta padaria mostram dois homens chegando ao local, sendo que um deles era o indiciado Jotinha existindo imagens dele colocando uma arma na cintura”, diz a decisão judicial. Uma testemunha que está presa atualmente disse que a vítima Rafael Oliveira Braga, foi morta pelo motivo do mesmo se recusar a comprar farinha com a milícia do Orelha, o qual se reporta ao miliciano PL, monopolizando a venda da farinha. “O fato criminoso imputado aos denunciados é de extrema violência, posto que a vítima foi abatida com tiros, quando estava em seu local de trabalho, quando o dia ainda iniciava, o que evidencia a gravidade concreta do crime.”, dizem os autos. Orelha foi morto pela milícia após comandar a invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, para tentar matar a própria testemunha deste processo por outra desavença. Segundo o seu relato, o pão custava R$ 0,30, porém, a milícia obrigou as padarias a vender a unidade do pãozinho pelo valor de R$ 0,60; Perguntado quem foi o autor imediato do homicídio de Rafael, o declarante acredita que foi o miliciano Jotinha. Acrescentou que Jotinha foi um dos milicianos que atentaram contra sua vida no dia 17/09/2025, no sítio do Tenebra, Varanda, Santa Cruz, fato em que foi alvejado por nove disparos de arma de fogo 9mm. A testemunha disse entrou para a milícia em 2014, foi preso em 2019 e solto em 2021, saindo da milícia e abriu um bar. Chegou a ficar no mesmo presídio que PL. Contou que quando vivia nas comunidades Nova Jersey, Gouveia e adjacências sempre se deparava com o miliciano Erlan, vulgo Orelha e com o vulgo Jotinha, e com o miliciano de vulgo Pivete. Falou que Orelha e vulgo B2 eram os responsáveis pela localidade Gouveia, Nova Jersey e Varanda, porém Bruno “B2” foi morto recentemente, desta forma apenas o miliciano Orelha se tornou frente das localidades Nova Jersey, Gouveia e Varanda; Disse que Jotinha e Pivete eram seguranças de Orelha, Quando o miliciano Orelha tinha algum assunto para resolver, o mesmo enviava o miliciano Jotinha, Quando algum comerciante se negava a pagar a taxa da milícia, Orelha enviava Jotinha para resolver o assunto. Falou que Orelha se reportava ao miliciano PL. Se resolvesse matar alguém, PL tinha que permitir; Acrescentou que sempre via Jotinha armado com pistola e fuzil, fazendo uso de um automóvel Honda, modelo HRV, na cor preta. Ele ambém se locomovia no interior da comunidade de Nova Jersey, Gouveia e Varanda fazendo uso de motocicletas;




