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Justiça decretou prisão de chefão da maior milícia do RJ que é suspeito de envolvimento no homicídio do dono de uma padaria que se recusou a pagar a taxa da farinha

A Justiça decretou a prisão preventiva do chefe da maior milícia do RJ, vulgo PL (sucessor de Zinho), e de seu comparsa Jotinha pelo homicídio do dono de uma padaria que havia se recusado a pagar a taxa da farinha. Os autos não informam onde ocorreu o crime a data certa. mas dizem que imagens de câmeras de segurança flagraram os autores dos disparos chegaram ao local de motocicleta e usando capacetes. Essa motocicleta esteve, momentos antes, em uma padaria próxima conhecida por reunir paramilitares. “As câmeras de segurança desta padaria mostram dois homens chegando ao local, sendo que um deles era o indiciado Jotinha existindo imagens dele colocando uma arma na cintura”, diz a decisão judicial. Uma testemunha que está presa atualmente disse que a vítima Rafael Oliveira Braga, foi morta pelo motivo do mesmo se recusar a comprar farinha com a milícia do Orelha, o qual se reporta ao miliciano PL, monopolizando a venda da farinha. “O fato criminoso imputado aos denunciados é de extrema violência, posto que a vítima foi abatida com tiros, quando estava em seu local de trabalho, quando o dia ainda iniciava, o que evidencia a gravidade concreta do crime.”, dizem os autos. Orelha foi morto pela milícia após comandar a invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, para tentar matar a própria testemunha deste processo por outra desavença. Segundo o seu relato, o pão custava R$ 0,30, porém, a milícia obrigou as padarias a vender a unidade do pãozinho pelo valor de R$ 0,60; Perguntado quem foi o autor imediato do homicídio de Rafael, o declarante acredita que foi o miliciano Jotinha. Acrescentou que Jotinha foi um dos milicianos que atentaram contra sua vida no dia 17/09/2025, no sítio do Tenebra, Varanda, Santa Cruz, fato em que foi alvejado por nove disparos de arma de fogo 9mm. A testemunha disse entrou para a milícia em 2014, foi preso em 2019 e solto em 2021, saindo da milícia e abriu um bar. Chegou a ficar no mesmo presídio que PL. Contou que quando vivia nas comunidades Nova Jersey, Gouveia e adjacências sempre se deparava com o miliciano Erlan, vulgo Orelha e com o vulgo Jotinha, e com o miliciano de vulgo Pivete. Falou que Orelha e vulgo B2 eram os responsáveis pela localidade Gouveia, Nova Jersey e Varanda, porém Bruno “B2” foi morto recentemente, desta forma apenas o miliciano Orelha se tornou frente das localidades Nova Jersey, Gouveia e Varanda; Disse que Jotinha e Pivete eram seguranças de Orelha, Quando o miliciano Orelha tinha algum assunto para resolver, o mesmo enviava o miliciano Jotinha, Quando algum comerciante se negava a pagar a taxa da milícia, Orelha enviava Jotinha para resolver o assunto. Falou que Orelha se reportava ao miliciano PL. Se resolvesse matar alguém, PL tinha que permitir; Acrescentou que sempre via Jotinha armado com pistola e fuzil, fazendo uso de um automóvel Honda, modelo HRV, na cor preta. Ele ambém se locomovia no interior da comunidade de Nova Jersey, Gouveia e Varanda fazendo uso de motocicletas;

Depois de um ano e meio do crime, Justiça decretou a prisão preventiva de 11 traficantes do TCP suspeitos de matar homem em Cabo Frio por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos bandidos

Depois de um ano e meio do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de traficantes do Terceiro Comando Puro Derick, Jô ou Barriga, Gorila, Zu, Gustavo, Baiano, PT, Bicudinho, Testa, PL ou Polegar e Pônei por um homicídio cometido em Cabo Frio em outubro de 2024 por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos envovlidos. Consta nos autos que no dia 07/10/2024, por volta das 02h40min, na Rua do Pomar, bairro Jacaré, os suspeitos efetuara disparos de arma de fogo contra a vítima Joel Campos Josuel, vulgo “joca” que foram a causa de sua morte. A denúncia aponta que o crime foi cometido devido aos ciúmes de Pablo, integrante do tráfico da facção TCP, em face do irmão da vítima, G, que estaria tentando reaproximar-se da ex-namorada e atual companheira de Pablo, I.C.A, além de disputa territoriais do tráfico, ensejando a qualificadora do motivo torpe O crime cometido com emprego de tortura e por recurso que dificultou a defesa da vítima, eis que Joel foi abordado pelo grupo, em superioridade numérica, além de sofrer intenso castigo físico antes de sua morte. Por fim, os denunciados teriam ocultado o cadáver da vítima, O pai de Joel, ao saber pelo filho Gabriel sobre o desaparecimento de Joel, passou a buscar informações sobre o filho, indo á residência dele, no bairro Jacaré, onde soube que integrantes do tráfico o teriam abordado quando chegava em casa do trabalho, efetuando disparos de arma contra ele além de espancar a vítima e a colocarem em um veículo com destino a um local denominado ‘Chiqueirinho” onde segundo soube, Joel teria sido executado, sem notícias do corpo. Ouvido, ele relatou que em busca de informações sobre o filho Joel, soube por um vizinho dele que Joel vestia uma camisa branca e bermuda quando foi abordado e levado pelo grupo, após ter sido alvejado com vários tiros e em seguida colocado em um carro, seguindo para local desconhecido. No local apontado, a irmã da vítima teria encontrado o telefone celular de Joel destruído enquanto o pai verificou que havia manchas de sangue na entrada do referido beco, não notando se havia munições deflagradas. Esclareceu, ainda, que a vítima era usuário de maconha e residia próximo ao beco onde foi abordada pelo grupo, além de ter sido preso em 2018 por envolvimento no tráfico, estando hoje trabalhando como mototáxi para entrega de lanches, em que pese não ter localizado a moto usada pelo filho, uma Yamaha descrita no id. 17. Outro irmão de Joel, da mesma forma que o pai, buscou investigar no bairro notícias do irmão Joel e por duas vezes prestou declarações nformando que moradores da rua Pomar visualizaram o momento que a vítima chegava em casa e foi derrubado da moto que conduzia e em seguida alvejado com vários disparos e obrigado a entrar em um veículo, sem notícias de seu paradeiro. Disse ter ouvido informações que a motivação seria sobre o envolvimento de seu outro irmão Gabriel com a companheira de uma liderança do tráfico de nome Pablo, negando que Joel tivesse envolvimento com a facção TCP. O irmão Rosildo juntou a imagem que circulava no bairro e apontou o homem com quem a moça teria envolvimento (de bigode com as mãos na cabeça), além de identificar o terceiro que aparece nas fotos, de cor escura e com bigode que sob ordens de Pônei”, teria efetuado dispqaros contra seu irmão. G, , irmão de Joel e pivô do crime, primeiramente se recusou a comparecer na delegacia temendo pelas ameaças que recebeu dos denunciado mas devido ao sofrimento da família sem notícias de Joel procurou um policial civil para que o acompanhasse à DP. Ele contou que no dia 07/10/2024, na madrugada, por volta das 02h40min, chegava em casa na companhia de seu irmão Joel que conduzia sua motocicleta Yamaha e foi derrubado pelo grupo que efetuaram disparos contra a vítima, além de espanca-lo violentamente, arrastando-o para o alto do morro, enquanto Joel implorava por sua vida. Segundo ele, a motivação seria ciúmes de Pablo pois G relacionou por anos com I.C.A, hoje companheira de Pablo (vulgo polegar ou PL) com quem tem uma filha, sendo comum entregar lanches na residência da genitora da moça onde Pablo agia com desconfiança e rispidez ao ver a mulher ecebendo as entregas. Nos meses de agosto e setembro de 2024 surgiram boatos de que ele e a vítima estariam “vacilando” pois levavam informações da facção local, TCP para a facção comando vermelho devido ao livre tráfego para entrega dos lanches, ressaltando que era uma falsa justificativa pois na verdade a desavença teria sido por causa da moça e partido dos denunciados Pablo e Pônei . G presenciou a abordagem de seu irmão pelos denunciados enquanto se escondia temendo que também fosse alvejado pelo grupo, pontuando que Joel implorava por sua vida enquanto era agredido, mesmo após ter levado vários tiros, aduzindo ter ouvido o diálogo em que perguntavam à vítima sobre Gabriel dizendo que ele seria o próximo a ser executado. Além disso, relatou os envolvidos que participaram das agressões à vítima Pônei, PL/Polegar, Bicuinho/BK, Zu, Jô/Barriga, Baiano, Gustavão, DK/Huulk, Gorila, Testa e PT : Destacou, ainda que Pônei incentivava os outros envolvidos a disparar a vítima aos gritos de “mata o joca”, tendo três deles sido os primeiros a disparar contra Joel que, mesmo ferido com os tiros, foi espancado e depois carregado para o alto do morro, não sabendo até a presente data a localização do corpo de seu irmão.

Homem foi preso suspeito de estuprar mulher, matar o filho dela e ainda tentar assassinar avó da criança

Crime bárbaro na Baixada Fluminense. Policiais civis da 57ª DP (Nilópolis) capturaram, na noite desta quinta-feira (05/03), um homem que estuprou uma mulher, matou o filho dela e ainda tentou matar a mãe. Ele foi localizado após diversas diligências na Via Light, na altura do mesmo município. A investigação começou no início da tarde, quando a mulher procurou a delegacia para denunciar ter sido vítima de estupro horas antes. O criminoso era o ex-namorado dela. Após o fim de um relacionamento de um ano, ele não aceitava a separação. Na noite de quarta, ele foi à casa dela, onde a mulher morava com o filho e a mãe, para tentar novamente uma reconciliação. Sob o pretexto de ter dificuldade para conseguir transporte para ir embora, ele pediu para ficar no imóvel até a manhã. Durante a madrugada, o homem abordou a mulher e a estuprou, ameaçando-a com uma faca. Ele ainda subtraiu uma televisão da casa dela antes de ir embora. A mulher procurou atendimento médico e, em seguida, compareceu à 57ª DP, onde foi ouvida por equipe especializada. A investigação teve início imediatamente e equipes passaram a procurar o criminoso em Nilópolis e Duque de Caxias, comparecendo a endereços ligados a ele e seus familiares. À tarde, o criminoso retornou à residência da mulher, enquanto ela fazia exame de corpo de delito. Ele matou o menino, de apenas 11 anos, e tentou matar a mãe da ex-namorada. Um vizinho ouviu os gritos por socorro e encontrou o homem estrangulando a mãe dela, depois de já tê-la esfaqueado no braço. O homem fugiu em seguida. Uma equipe da Polícia Militar foi acionada imediatamente por populares e auxiliou no socorro do menino e da senhora, mas ele não resistiu. A idosa está hospitalizada. Ao tomarem conhecimento dos novos crimes, os policiais da delegacia de Nilópolis intensificaram as buscas e conseguiram localizar o criminoso sendo agredido por populares. a A multidão foi contida e o criminoso capturado. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado tentativa de homicídio.

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

CAMPOS (RJ): Polícia diz que casal está envolvido na morte de uma cuidadora de idosos que moveu contra eles ação trabalhista. Vítima foi estrangulada e ainda atearam fogo no corpo

Um casal foi apontado em investigação como autor do assassinato de uma cuidadora de idosos em Campos dos Goytacazes, por conta de um processo trabalhista. A vítima tinha cinco filhos e estava grávida de cinco meses. Seu corpo ainda não foi oficialmente encontrado., A informação é do portal NF Notícias. A mulher foi estrangulada e depois teve o corpo queimado. Um dos suspeitos foi preso essa semana e confessou o crime. Já a mulher teria funcionado como álibi dele. Ela também foi presa. Greice Kelly Gomes do Nascimento, de 31 anos, havia trabalhado como cuidadora para os sogros do homem suspeito e ajuizou uma ação contra a esposa do acusado no valor de R$ 52, 7 mil. Segundo a polícia, o homem passou a enviar mensagens intimidatórias para a vítima Chegou a ameaçar procurar os caras da boca para resolver a situação. No dia 17 de novembro, Greice entrou no carro do autor achando que receberia um dinheiro mas o homem já estava com tudo preparado, tinha gasolina. Ele parou o carro em um posto próximo, estrangulou a vítima e ateou fogo. Uma ossada foi achada no dia 30 de novembro justamente no local onde ela sumiu mas até hoje não foi feito exame de DNA para identificar se ela é de Greice.

Homem acusado de matar rapaz durante Carnaval de rua em Guadalupe deu sua versão para os fatos. Disse que a vítima foi para cima dele com suposta intenção de agredir, por isso atirou

Com prisão temporária decretada pela morte de José Ailton de Sales Júnior durante uma festa de Carnaval em Guadalupe, Carlos Alberto Ribeiro Júnior deu à polícia sua versão para ter cometido o homicídio. Segundo os autos, Carlos compareceu espontaneamente à delegacia, acompanhado de advogado, para confessar a autoria desse delito.Ele informou que, no dia 18/02/2026, por volta das 02:00h, chegou sozinho à Rua Marcos de Macedo, próximo à Lona Cultura de Guadalupe, onde estava ocorrendo uma festa de rua de carnaval. Afirmou que, enquanto bebia cerveja em um dos quiosques, a vítima, que conduzia uma motocicleta em alta velocidade, teria passado por ele, quase o atropelando. Em razão disso, uma discussão teria sido iniciada entre os dois, ocasião em que a vítima o ameaçou. Nesse momento, afirmou que se formou uma aglomeração de pessoas ao redor de ambos, momento em que “resolveu dar um tiro para o alto”, afastando-as. Contudo, informou que a vítima “veio em sua direção como se fosse lhe agredir”, motivo pelo qual “efetuou um disparo na direção de Ailton com a intenção de pará-lo e na altura dos pés”. Acrescentou que, logo após o disparo, evadiu do local, pois “populares vieram em sua direção para lhe agredir fisicamente”. A mãe do rapaz afirmou que reconheceu o corpo de seu filho no Instituto Médico Legal (IML). Além disso, informa que José Ailton “fora baleado e socorrido para o Hospital Carlos Chagas (…) porém quando lá chegou já era cadáver.

Mulher foi morta e três pessoas baleadas em roubo a residência na zona rural de São Jose de Ubá

Uma mulher foi morta e três pessoas baleadas durante um roubo a uma residência na madrugada do último sábado (28) na localidade de Vila Mangueira, zona rural de São José de Ubá, no Noroeste Fluminense. Segundo informações, quatro homens encapuzados chegaram ao imóvel e renderam as vítimas. Durante a ação, os criminosos atiraram contra as vítimas. Uma mulher foi baleada na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Os criminosos procuravam por dinheiro. Eles arrombaram uma espécie de cofre, de onde levaram uma certa quantia em dinheiro, além de celulares e outros objetos.

Após vítima lhe dar um beijo na bochecha durante uma festa familiar de Carnaval e disse que ia pegá-lo, homem ameaçou esfaqueá-la e depois a atropelou e a matou com golpes na cabeça em Nova Iguaçu. LEIA DIÁLOGOS QUE CONFIRMAM O CRIME

A Justiça decretou ontem a prisão preventiva de Luiz Augusto Barbosa Mendonça. Segundo o TJ-RJ, ele é acusado de matar um homem por atropelamento e pancadas na cabeça em Nova Iguaçu depois de uma discussão banal durante uma confraternização de Carnaval. Narra a denúncia que “no dia 15 de fevereiro de 2026, por volta das 02:30, na Estrada Francisco Amorim Viana, Prados Verdes em Nova Iguaçu, o suspeito atropelou e depois golpeou a vítima Edivaldo dos Santos na cabeça, provocando-lhe as lesões que foram a causa de sua morte, .Consta nos autos que após um desentendimento banal ocorrido em uma confraternização familiar de carnaval, o acusado pegou o seu veículo e atropelou a vítima que estava andando na rua. Ato contínuo, o denunciado desceu do carro, pegou a chave de rodas, e com a vítima caída no chão, golpeou sua cabeça diversas vezes, causando extensa desestruturação craniofacial e evisceração encefálica, provocando a sua morte. O crime foi praticado por motivo fútil, em razão de um desentendimento ocorrido entre autor e vítima, motivado por falas e atitudes desta que se encontrava em estado de embriaguez. O crime foi praticado de forma que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que o denunciado utilizou seu veículo automotor para perseguir e surpreender a vítima, que caminhava sozinha, desarmada e totalmente desprevenida rumo à sua residência. Após, com ela caída no chão, ainda a golpeou diversas vezes, sem que esta pudesse se defender da injusta agressão. O crime foi praticado de forma cruel, com sofrimento desnecessário à vítima, diante da multiplicidade dos atos executórios, iniciados com o atropelamento intencional do ofendido em via pública e consumados com reiterados golpes na cabeça utilizando uma chave de roda metálica. Uma testemunha narrou que o suspeito de ser o autor do crime faz uso de cocaína e maconha. Ela disse que Luiz e Edivaldo tiveram qualquer tipo discussão e aparentemente se davam bem. Segundo ela, na madrugada do crime, Luís entrou em sua residência e após alguns minutos, voltou totalmente transtornado e com uma faca. Edivaldo não entendeu o que acontecia porque eles estavam conversando antes do aujtor entrar em casa. As pessoas foram para cima de Luiz e conseguiram tirar a faca dele. Depois disso, ele disse que ia dormir. Depois de alguns minutos, Luiz pegou seu carro, saiu cantando pneu e foi na direção em que Edivaldo havia ido embora. Minutos depois, ele retornou com o para-brisa dianteiro rachado e disse” pode ir lá no ponto azul que eu matei o Deco. O autor não informou porque matou Edivaldo. As pessoas foram até o ponto azul e viram a vítima morta, Uma outra testemunha disse que enviou uma mensagem para Luiz após o crime. “Cara que merda vocês fez? Você tem uma filha pequena. Nem pensou nelas” e o suspeito respondeu. “Cara, ele falou que ia pegar”. A testemunha retornou dizendo. “Tu é doido? Estragou sua vida, sua família, ele ia te pegar nada, só falava besteria quando estava doidão, bêbado. Você acha que ele bêbado ia fazer alguma coisa com você?” Luiz voltou a responder. “Cara, ele sentou no meu colo, depois ele levantou, me deu um beijo na bochecha e falou no meu ouvido. Na hora que ele falou no meu ouvido, ele falou. Vou te pegar. E falou que o santo dele, não sei quem, que vai te pegar, e falei eh. Depois disso, dei um empurrão nele, e tomei minhas providências, poh. Vou ficar esperando o cara me pegar? Antes ele do que eu”. A mulher de Luiz disse que após ingerir bebida alcoólica e possivelmente algum tipo de droga alucinógena, que não sabe especificar, seu esposo saiu de casa portando uma faca e dizia: “Eu vou matar ele, eu vou matar ele”. Ela contou que o esposo, após cometer o crime, voltou ao local da festa conduzindo o carro em alta velocidade e disse. “Matei teu tio lá no ponto azulPosteriormente, o acusado foi ouvido na delegacia e disse que quatro meses antes do crime, a vítima passou a implicar com ele , afirmando reiteradamente que iria “pegá-lo”. O primo da vítima passou a alertá-la do perigo. Ele disse que durante a festa, Edivaldo teria sentado ao seu lado, lhe deu um beijo na bochecha e disse. “Eu vou te pegar, você não vai ver mais suas filhas”. Diante disso, levantou-se e foi buscar uma faca. Posteriormente, pegou seu veículo e foi ao encontro da vítima. Que, de imediato, atropelou Edivaldo fazendo com que este caísse ao solo; Logo após, pegou uma chave de roda e desferiu alguns golpes na cabeça da vítima; Em seguida, retornou à sua residência com o objetivo de buscar sua habilitação e cartão de crédito. Ao retornar, informou às pessoas que estavam no local que havia matado Edivaldo; Posteriormente, dirigiu-se até a ponte do Rio Grandu, onde arremessou a chave de roda no rio. Disse que permaneceu escondido em área de mata próxima ao Rio Grandu até o dia 17 de fevereiro; Entrou em contato com sua irmã, solicitando que esta providenciasse advogado para sua defesa. Disse que razão de ameaças proferidas por familiares da vítima, não retornou à sua residência.

Mãe disse acreditar que filho desaparecido há quase três anos e que morava na Gardênia Azul (CV) teria sido morto por traficantes por supostamente se envolver com milicianos de Rio das Pedras

Depois de quase três anos, a Justiça abriu processo que vai julgar suspeitos do desaparecimento de um rapaz chamado Bruno, então com 24 anos, que sumiu na comunidade Rio das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 1 de abril de 2023. Segundo os autos disponíveis, a mãe do rapaz relatou à polícia que acreditava que aconteceu algo com seu filho, porque Bruno nunca ficou sem se comunicar mais de dois dias com sua mãe. Ela conversou com a namorada do filho e ouviu que Bruno nteria sido vítima de homicídio e enterrado na localidade conhecida como “Areinha”., de acordo com o TJ-RJ. Segundo o processo, a namorada do rapaz enviou um “print” com um perfil de instagram (@cristian_cardoso97) informando que Bruno era “cria daqui” ,”fechou com os meleca da RP” “já sabe o fim”, ou seja, era morador da comunidade da Gardênia Azul, e estava envolvido com a milicia da Comunidade de Rio das Pedras. Os autos revelam que a mãe soube por boatos que Bruno foi vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado; A Justiça diz que ela recebeu uma informação de que um homem cujo vulgo é “Jota”, não gostava de Bruno e que teria sido ele quem matou seu fillo. A mãe do rapaz disse acreditar que Jota faça parte da quadrilha de traficantes da Gardênia e executou Bruno por estar envovldio com os milicianos de Rio das Pedras, local onde estava residindo há pouco tempo, cerca de três meses. Consta dos autos também que Bruno teria sido vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado. Uma testemunha que trabalhava em uma imobiliária informou que ficou sabendo do desaparecimento de Bruno através da mãe do mesmo, que mandou mensagem no domingo 02/04/2023. Ele disse que viu Bruno algumas vezes reunido com milicianos de Rio das Pedras. Na página do TJ-RJ, pelo número do processo, porém, não há dados ainda sobre os suspeitos do crime. No item autor do fato, consta como ignorado. A Polícia Civil representou pelo afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos. O fato é apurado no IP 957-00401/2023 da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Mulher está presa preventivamente suspeita de matar o marido a facada em Niterói

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, está presa preventivamente decretada Andreza Cores Lima. Ela é suspeita de matar o companheiro a facada no dia 7 de fevereiro deste ano, em Niterói. Conforme auto de prisão em flagrante, apurou-se que, naquela data, de madrugada, na Travessa do Holofote, bairro Santana, Niterói/RJ, ocorreu a morte de Levemberg Futuroso da Costa, cujo corpo foi encontrado em via pública, em decúbito dorsal, apresentando ferimento perfurocortante na região do tórax, provocado por arma branca. Consta que a autora dos fatos, Andreza Cores Lima, companheira da vítima, encontrava-se no local e assumiu ter desferido o golpe de faca que ocasionou o óbito, após discussão entre o casal. As diligências iniciais e os relatos colhidos indicam que a relação entre autora e vítima era marcada por desentendimentos frequentes, brigas e agressões recíprocas. Não foram constatadas lesões corporais na autora quando submetida a exame específico. Após os trabalhos preliminares no local, a autora e as testemunhas foram conduzidas à unidade policial, onde se formalizou a prisão em flagrante, diante da presença de indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva, enquadrando-se a conduta, em tese, no crime de homicídio qualificado. Em síntese, de acordo com as informações do caderno policial, Andreza Cores Lima, após discussão com Levemberg Futuroso da Costa, desferiu contra este um golpe de faca na região torácica, causando-lhe ferimento grave que resultou em sua morte, fato ocorrido logo após o evento, com a autora ainda presente no local, assumindo a prática do ato, circunstância que caracterizou a situação de flagrância.

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