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guerra de facções

Polícia faz operação para conter a guerra entre os traficantes Lacoste (TCP) e Doca (CV)

As polícias Militar e Civil realizam uma operação contra os confrontos por disputas territoriais nas comunidades da Serrinha, Juramento, Campinho e Fubá, na Zona Norte. A ação desta terça-feira (26/08) é parte da “Operação Contenção”, uma vez que os conflitos na região ocorrem por conta de uma busca do Comando Vermelho por expandir sua atuação na Zona Oeste, ocupando a área que liga as duas regiões, entre Campinho e a Praça Seca. Até o momento, três pessoas foram presas, um fuzil e drogas apreendidos, veículos recuperados e 18 seteiras destruídas. As investigações apontam que os territórios se tornaram palco de intensos confrontos armados entre CV e Terceiro Comando Puro (TCP). De um lado, traficantes como Wallace de Brito Trindade, o “Lacoste”, e William Yvens da Silva, o “Coelhão”, expandem sua influência a partir da comunidade da Serrinha. Do outro, o Comando Vermelho, sob a liderança de Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, promove ofensivas sistemáticas a partir do Morro do Juramento, empregando grupos de ataque especializados. De acordo com a DRE-CAP, criminosos vêm promovendo um cenário de guerra urbana, marcado pelo uso de armamento pesado, granadas, munições traçantes e explosivos. Casos recentes demonstram a gravidade da situação. Em maio deste ano, uma mulher de 56 anos foi morta por bala perdida no Morro do Juramento, durante dois dias de tiroteios intensos e, em junho, um trabalhador morreu no Morro do Fubá, alvejado enquanto recolhia ferro-velho. Esses episódios somam-se a uma série de homicídios de criminosos e ataques recíprocos das facções que afetam diretamente moradores inocentes, obrigados a viver sob toque de recolher imposto pelo tráfico, com escolas e unidades de saúde paralisadas e a rotina do comércio local comprometida. A “Operação Contenção” é realizada de forma sistemática e prolongada, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Já são mais de 40 presos, sete criminosos neutralizados e 11 adolescentes infratores apreendidos. Os agentes também recuperaram mais de 250 armas utilizadas pelos bandidos.

Moradores voltaram a viver noite de terror no Morro dos Macacos (CV). “Foi uma guerra horrível”

Moradores voltaram a viver uma madrugada de terror com novos confrontos pesados no Morro dos Macacos, em Vila Isabel. Há relatos de que os traficantes do Terceiro Comando Puro tentaram retomar o controle da comunidade perdido para o Comando Vermelho recentemente. “Foram bastante tiros,durante a madrugada, quando isso terá fim”, disse uma internauta. “A galera tendo q trabalhar daqui a pouco já e a bala voando”, afirmou outro “Foi uma guerra horrível.”, falou mais uma “Foi a madrugada inteira, até quando isso ?”, relatou mais uma moradora

Guerra iminente em Caxias?

Segundo informações que circulam nas redes sociais, pode estourar a qualquer momento uma guerra no Barro Vermelho ou Barro 3, em Duque de Caxias, que está ocupado pela PMERJ. De acordo com relatos, a quadrilha do traficante Bochecha Rosa do Corte 8 e a Família Beira-Mar estariam planejando um ataque que seria financiado pela caixinha do Comando Vermelho. Ontem, a Tropa do Corinthians do Barro 3 (TCP) atacou a comunidade do Dick, no Gramacho, matando um rival. Também houve ataque do CV à comunidade da Gerusa e a facção perdeu um soldado.

Guerra entre milicianos se acirra em Jacarepaguá com relatos de baleados e perda de armas. Envolvidos ganhariam apoios de peso

A guerra entre milicianos se acirra em Jacarepaguá. Ontem, foi dia de novos confrontos entre os grupos de Fabi e André Boto com relatos de que houve vários baleados. A PM interveio no local e apreendeu três fuzis. Fabi tomou o maior prejuízo porque além de perder fuzis (além dos três apreendidos há relatos que teve mais quatro) ainda teve homens baleados.Boto teria contado com a ajuda de milicianos de Rio das Pedras no embate que teriam emprestado soldados e armas. Ele tem o apoio também do ex-PM Batata, chefe do Novo Escritório do Crime, e envolvido com a contravenção. Fabi estaria tendo apoio agora do Catiri, Santa Cruz e do Play do Jordão, todos que haviam lhe negado ajuda antes, e supostamente de integrantes do Comando Vermelho.

TCP atacou área do CV em Caxias e matou um

Traficantes do Terceiro Comando Puro da Tropa do Corinthians do Barro 3, em Duque de Caxias, atacaram a comunidade do Dick, no Gramacho, que fica na mesma cidade e é reduto do Comando Vermelhi. Na ação, eles mataram um integrante do grupo rival. Vídeo da ação foi divulgado nas redes sociais. Os bandidos filmaram um corpo no chão e eles dando tiros. Vale lembrar que o Barro 3 está ocupado tem alguns dias pela PMERJ. Depois do ataque, os bandidos se exibiram na web ameaçando os rivais do Dick e Curral (CV).

CV expulsou do Fubá e do Campinho familiares de rival do TCP acusando-os de serem X9

Traficantes do Comando Vermelho que estão atuando no novo complexo de favelas da Zona Norte do Rio, que reúne os morros do Fubá e do Campinho, estariam expulsado a família do ex-miliciano e integrante do Terceiro Comando Puro, vulgo Mico. Mico era gerente do Campinho antes do CV tomar a região e também integrou a milícia do Macaquinho. Segundo relatos, a expulsão da família ocorreu sob alegação de que os parentes de Mico estariam repassando informações do CV do Campinho para Ttaficantes da Tropa do Salomão (TCP) do Complexo da Serrinha. Nenhum familiar de Mico morreu, eles só foram expulsos da comunidade.

Traficantes foram condenados a mais de 380 anos de prisão por chacina em Anchieta em 2020

A Justiça do Rio condenou dois traficantes que mataram cinco pessoas e feriram outras sete durante uma festa junina no Condomínio Jamaica, em Anchieta. Rhuam Roberto Ferreira Bourrus, vulgo “RH”, foi condenado a 155 anos e três meses de prisão, e Carlos Henrique Baraúna dos Santos, o “Kayke”, a 229 anos e três meses. De acordo com a denúncia, no dia 28 de junho de 2020, os moradores do condomínio confraternizavam durante uma festa junina, realizada na Rua Ernesto Vieira, em Anchieta, quando foram atacados pelos criminosos. Integrantes de uma organização criminosa, Rhuan, Carlos Henrique, Jonathan Alves Pereira da Silva, e um menor de idade, teriam recebido a ordem de atacar os frequentadores da festa junina, visando a morte de Kevin Cristian de Oliveira Miranda, o “Desenho”, que chefiava o tráfico na comunidade “Ás de Ouro”, dominada por outra facção rival. Na invasão ao condomínio, foram mortos Antonio Marcos Barcellos Pereira Júnior, Ian Lucas Soares Gomes, Josué de Oliveira Xavier, Rayane Cardoso Lopes e Yuri Lima Vieira. Ficaram feridos Alan da Silva Nogueira, Amanda Cristina de Oliveira Godinho, Higor Saraiva de Oliveira Gonçalves, Lucas Travanca de Araújo, Naum Henrique Lopes, Yago Breno Gomes e Rodrigo de Souza. O julgamento foi presidido pelo juiz Cariel Patriota, que destacou a crueldade dos criminosos na execução das vítimas. O magistrado assinalou, especialmente, a morte da menina Rayane, de 10 anos de idade. “O crime foi executado de forma que o pai da vítima, Naum, foi forçado a presenciar a execução de sua própria filha, de apenas 10 anos de idade. A dimensão trágica do fato é potencializada pela circunstância de que Naum, em um ato instintivo e desesperado para protegê-la, deitou-se sobre o corpo da criança e, nessa condição, também foi alvejado pelos disparos” escreveu o juiz. O magistrado também ressaltou que “A empreitada criminosa aconteceu em meio a um evento comunitário, transformando um espaço de convivência social em um cenário de barbárie. A execução pública das vítimas fatais e as lesões nas vítimas sobreviventes expuseram todos os presentes a uma cena de extremo horror e medo, violando a paz e a segurança da coletividade. O ato forçou conhecidos, amigos e familiares, como no caso de Naum ao presenciar a morte de sua filha, a testemunharem a aniquilação violenta de seus entes queridos, tornando a comunidade inteira uma vítima indireta do terror infligido. Tal fato não apenas ceifou vidas, mas causou um trauma coletivo na localidade. Portanto, essa profunda violação da paz social e a disseminação do terror em um ambiente comunitário justificam a valoração negativa deste vetor e a consequente e significativa exasperação da pena-base”. O juiz também condenou os dois traficantes por corrupção do menor, que integrou o grupo de criminosos. Jonathan Alves Pereira da Silva, que foi denunciado por sua participação na chacina, morreu no decorrer do processo. Ao final do somatório das penas aplicadas a cada crime, os réus foram condenados a um total de 384 anos e seis meses de prisão. Rhuan era primário, já Carlos Baraúna apresenta nove anotações criminais em sua Folha de Antecedentes Criminais.

Ex-integrante da milícia de Orlando Curicica vira personagem de uma nova guerra entre paramilitares em Jacarepaguá

Integrante da milícia de Orlando Curicica no passado, Fabi ou Hulk virou personagem de uma nova guerra na Zona Oeste do Rio. Ele foi apontado como o responsável pelo ataque ocorrido na noite de ontem na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, em Jacarepaguá, reduto de outro miliciano, Andé Boto. Depois que foi solto, Fabi tentou se rearticular e teria pedido ajuda a vários setores: tentou junto ao grupo de Zinho, no Catiri (Bangu, Playboy do Jordão, Nem da Malvina e até mesmo no Terceiro Comando Puro, ninguém quis apoiá-lo. Acabou recebendo apoio de homens ligados ao ex-policial civil Pulgão e de integrantes do Comando Vermelho para realizar o ataque, No entanto, seu grupo atual teria poucos fuzis e não teria condições de enfrentar uma nova milícia que estaria se formando em Jacarepaguá que tem origem nas zonas norte e oeste. Há relatos de que Fabi iria se aliar a traficantes da Cidade de Deus onde seus homens teriam curtido baile funk. Quanto a André Boto, preso há alguns anos, dias antes do ataque, ele teria retirado os fuzis da Dois Irmãos deixando os soldados apenas com pistola.André Boto foi quem começou a guerra na Gardênia Azul no ano passado, depois não sustentou e ajudou o CV a entrar. Foi ele também que vendeu as comunidades Cesar Maia e Terreirão para o CV. Tentou tomar também a comunidade do Catiri junto com o CV. Também negociou comunidades de Curicica com Celsinho da Vila Vintém (ADA) e estava em conexão com Doca, chefão do CV. Agora, conta com poucos apoios de quem não tem muita força.

CV se uniu a ex-miliciano das antigas para atacar Curicica

Intenso tiroteio na noite de hoje na comunidade do Dois Irmãos em Curicica, dominada pela milícia do Capitão América. Traficantes do Comando Vermelho teriam se unido la um ex-miliciano conhecido como ‘Hulk’, invadiram a comunidade e não teriam encontrado resistência do grupo paramilitar rival. Segundo relatos, Hulk na verdade seria o novo apelido de Fabi, um miliciano das antigas que atuava na região.

Tijuca corre risco de ser palco de uma grande guerra de facções, diz jornalista. Os confrontos já começaram

Publicação nas redes soviais do jornalista Filipe Melo, da Rádio Tupi, revela que o bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio, pode ser palco de uma grande guerra entre traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro que aliás já vem acontecendo há alguns meses. Os bandidos de ambas as facções querem formar um complexo no Maciço da Tijuca. Na região, o CV domina os morros do Borel e o Andarái e o TCP as comunidades da Chácara do Céu, Cruz e Casa Branca, para quem arrendou para traficantes de outros bairros. Recentemente, o CV dominou o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, e tem planos de reforçar o Borel para tomar tudo do TCP na Tijuca. Já o TCP conta com o apoio de criminosos do Complexo do São Carlos para enfrentar o CV. Segundo o jornalista, a população está preocupada com essa situação, que já é de conhecimento da polícia. Os bandidos estão se armando e trocam ameaças nas redes sociais. A conferir

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