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guerra de facções

CV tomou comunidade do TCP em Meriti

A Tropa do Esquilo, ligada ao Comando Vermelho (CV), expulsou integrantes da Tropa do Lacosta, da facção Terceiro Comando Puro (TCP), do Conjunto Trio de Ouro, em Vilar dos Teles, na Baixada Fluminense. Há informações de que três traficantes teriam morrido na ação De acordo com relatos, a invasão ocorreu no fim da noite de ontem, após um intenso tiroteio na comunidade. Após a tomada do território, o local passou a ser chamado pelos criminosos de “Dois de Ouro”. Moradores relataram que receberam orientações para interromper o pagamento de taxas de água, luz e condomínio que antes eram cobradas por traficantes ou milicianos ligados à facção rival. Os invasdores mandaram um recado. “Ai lacosta, messi foca, nunca mais vcx vão ter sossego seus fd… problemão vcs arrumou vermes até dezembro vou subir a serrinha pode esperare, 2 de ouro vermelhou“ FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Astrolg1 Submundo Criminal (Telegram)

CV conquistou quase 500 territórios em sete anos no RJ

Em sete anos, o Comando Vermelho conquistou quase 500 territórios no Estado do Rio de Janeiro.  Mais da metade foram tomados das milícias como a Gardênia Azul e a Muzema.  As últimas conquistas da facção foram os morros do Fubá e do Campinho e o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, tomados do TCP este ano.  O CV se mantém como grupo dominante em termos de número de territórios no RJ. São mais de 2.000 áreas dominadas pela facção.  Há maior incidência de confrontos em áreas com a presença do Comando Vermelho, seja porque é o grupo que mais conquista territórios, seja porque é o que mais perde territórios para outros grupos armados, ou ainda porque é o grupo cujos territórios dominados apresentam maior incidência de confrontos com a presença policia   A retomada do Comando Vermelho foi impulsionada pelo crescimento na Baixada Fluminense e no Leste Metropolitano mas há expansão também pela nova Zona Sudoeste da capital.  FONTE:Geni/UFF

Como o Comando Vermelho expandiu para a Grande Jacarepaguá

A expansão do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, verificou-se tal fato se intensificando de alguns anos para cá, objetivando uma aglomeração de comunidades dominada por tal facção criminosa, voltada não somente para tráfico de drogas, mas também para roubo e desmanche de automóveis, e outros crimes correlatos. Numa primeira investida do Comando Vermelho na região, comandada pelasprincipais lideranças estabelecidas no Complexo da Penha, tem-se que a área dos “APs da CDD” foi usada como uma base, pois é uma localidade historicamente dominada por tal facção criminosa, sem históricos de confrontos com outros grupos criminosos. Uma vez estabelecido na Gardênia Azul, o Comando Vermelho começou um processo de expansão para as demais comunidades ao redor. As primeiras investidas foram na região do Anil, principalmente na Região pela Estrada de Jacarepaguá e pelos fundos da comunidade da Gardênia, pela região de mata e água. Ressalta-se que, seguindo pela Estrada de Jacarepaguá (Av. Engenheiro Souza Filho/ Estrada do Itanhangá) também há acesso às comunidades do Rio das Pedras, Muzema, Tijuquinha, Vila da Paz e Morro do Banco. Atualmente, exceto Rio das Pedras, ainda dominada pela facção criminosa milícia, atualmente todas essas comunidades se encontram ocupadas pelo Comando Vermelho, contudo, ainda em conflito com a milícia, que tenta retomar tais áreas. outro lado, a comunidade da Cidade de Deus (CDD), através da Estrada dos Bandeirantes, dá acesso à comunidade do César Maia (Fontela), Cascatinha e Pombo Sem Asa, na região das Vargens (Vargem Pequena e Vargem Grande), regiões historicamente sem influência de grupos criminosos, mas que nos últimos anos vem sofrendo com a atuação de milícias e da facção TCP, e mais recentemente com o Comando Vermelho, que inclusive já se estabeleceu na comunidade César Maia. Quase todas as comunidades na zona oeste acima apontadas eram até 2022 ou 2023 dominadas pela facção criminosa milícia. Todavia, usando como base de comando e até mesmo operacional o Complexo da Penha, o Comando Vermelho vem empregando forte expansão, à custa de dezenas de vidas perdidas anualmente. Essa contextualização, além do notório dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas e atividades correlatas, como roubo de automóveis e de carga, colocam os principais traficantes do Complexo da Penha, e seus fortemente armados e leiais soldados, como de altíssima periculosidade. A investigação mediante a obtenção de centenas de arquivos de mensagens (texto e áudio), fotografas e filmagens vinda da telemática de alguns dos denunciados e de seus comparsas, permite a esse MM Juízo visualizar a ostensividade do arsenal de guerra do Comando Vermelho no Complexo da Penha e regiões, como também permite nitidamente se perceber uma inegável estrutura hierárquica de comando imposta pela facção criminosa. Os bandidos possuem atuação de alta ou média hierarquia na cadeia de organização criminosa do Comando Vermelho, ou então são soldados do tráfico de drogas, dispostos a matar ou morrer em nome do predomínio de tal facção criminosa na região do complexo da Penha e arredores. Atualmente, é certo que o Comando Vermelho se espalha por toda a região da grande Jacarepaguá e arredores, avançando violentamente em áreas então dominadas pela milícia, ocupando comunidades na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá e Vargens, em nome de interesse de formar o hoje informalmente denominado “complexo de Jacarepaguá”. As lideranças do Complexo da Penha estimulam essa expansão assaz violenta, que ceifa a vida de dezenas de pessoas anualmente, colocando em pânico regiões outrora relativamente mais tranquilas no Rio de Janeiro. As mortes na Grande Jacarepaguá mais que dobraram com a guerra entre tráfico e milícia, cabendo ressaltar que em dois anos foram 684 (seiscentos e oitenta e quatro) homicídios contabilizados na região. O Complexo da Penha, por conta de diversos fatores, como a dificuldade de realização exitosa de operações policiais ao longo dos anos, acabou se tornando um esconderijo fortificado de traficantes fluminenses e até mesmo de outros entes federativos, um verdadeiro “bunker” do Comando Vermelho FONTE: TJ-RJ

Guerra na Carobinha. CV tenta expulsar a milícia. Facção também atacou paramilitares em Nova Iguaçu

Guerra na região da Carobinha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. De acordo com relatos de moradores, integrantes da Tropa do RD e da Tropa do Maromba, junto à EQP Zeus, estão tentando expulsar milicianos que atuam na área. Os invasores são da Muzema, Morro do Banco, Tijuquinha e Vila Kennedy. Há informações de milicianos mortos durante o confronto, mas as mortes ainda não foram confirmados pelas autoridades. Moradores relatam tiroteios intensos, ruas bloqueadas e grande movimentação de homens fortemente armados. A região permanece em alerta, e o medo domina as comunidades próximas. Há relatos de que o CV também atacou o Cabucu, em Nova Iguaçu e mataram um miliciano conhecido como Cerol. FONTE: Baú do Rio OFC (Facebook)

Comunidade disputada pelo CV e TCP em Belford Roxo voltou a ter guerra

Houve nova guerra na última noite entre traficantes na comunidade do Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo. O local que voltou a ser dominado pelo Terceiro Comando Puro foi novamente atacado por bandidos do Comando Vermelho. Há relatos de que um traficante foi morto. O tiroteio foi intenso e pode ser ouvido em bairros viziinhos. “Não se tem um momento de paz.”, disse um morador. “Bala comeu firme,cuidado morador ao voltar pra casa…” “Eu estava chegando do trabalho, só loucura” FONTE: Belford Roxo um grito de socorro (Facebook)

Menina de 11 anos e sua mãe foram baleadas em Jacarepaguá. Teria sido ataque do CV contra um miliciano

Uma menina de 11 anos foi baleada com 5 tiros durante um ataque a tiros na Colônia, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio, na noite de ontem (30). A mãe da criança também foi baleada. Elas foram socorridas. O carro em que estavam foi metralhado. Segundo revelou uma fonte à reportagem, teria sido um ataque do Comando Vermelno contra um miliciano que estava no veículo. A regiâo vive uma disputa entte quadrilhas rivais nos últimos meses. FONTE: Fogo Cruzado e Milícia RJ News (Twitter)

Idosa que morreu em Costa Barros durante guerra de facções foi morta por traficantes do TCP que tentavam matar rival do CV que entrou em uma casa e fez reféns

Sobre a morte de uma idosa no início desta semana em Costa Barros durante guerra de facções, a informação obtida na Justiça é que o crime foi praticado por traficantes do Terceiro Comando Puro. Segundo PMs envolvidos na ocorrência, eles tiveram informação de que na Estr do Botafogo, 600, havia um homem armado fazendo duas pessoas de refém dentro de uma casa; No local estava tendo uma invasão dos bandidos do Chapadão ( C.V) no interior do Complexo da Pedreira, ( TCP ); Os policiais foram até o local e constataram que de fato havia dois moradores no interior daresidência sendo feitos de refém pelo traficante Célio Santos da Silva. Foram iniciadas negociações com Célio para que ele se entregeasse . O suspeito se entregou e com ele foi apreendido dois fuzis de calibre 7.62mm com numeração raspada, 2 carregadores, sendo 1 fuzil Parafal M964 estava carregado de 6 munições e outrofuzil HKG3 com 5 munições; Célio disse estaria fugindo dos elementos da Pedreira por isso procurou abrigo na casa de Marli Macedo dos Santos, que recebeu diversos disparos de arma de fogo dos elementos da Pedreira tentando acertar Célio. Marli foi baleada e foi socorrida ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, onde faleceu,. Dentro da casa também estava o irmão de Marli, o mesmo não ficou ferido; declarante efetuou disparos de arma de fogo e nenhuma outra equipe da Policia Militar.”. FONTE: TJ-RJ

Mulher sem envolvimento com o crime foi morta em suposta guerra do tráfico em Maricá

Adriana Francisca da Silva foi morta na noite de quarta (29) na localidade da Estação, em Ponta Negra, cidade de Maricá. Segundo a polícia, a vítima não tinha envolvimento com o tráfico. Segundo relatos, homens armados invadiram a área por volta das 22h e fizeram diversos disparos. Moradores se esconderem em casas e comércios. Adriana morreu antes da chegada do socorro. A polícia investiga se o ataque estaria relacionado com disputa entre facções pelo controle do tráfico na região. Drogas teriam sido roubadas durante a ação. Na manhã de hoje (30) uma granada foi encontrada perto da entrada da Estação. O Esquadrão Antibombas foi acionado e removeu o artefato com segurança. FONTE: Página RLagos (Facebook)

Traficantes do CV entraram na Carobinha (milícia) e gravaram vídeo exibindo armas pesadas

Traficantes da Vila Kennedy (CV) entraram na noite de ontem na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, dominada por milicianos. Os bandidos gravaram um vídeo exibindo armas pesadas. “Tropa do homem.,o investimento é alto. Nós está aquin, no quadrado”, os crias está na pista”, disseram os bandidos. Não se sabe ainda se eles ficaram na favela. No último fim de semana, os milicianos da Carobinha haviam ido na Vila Kennedy e balearam um mototaxista. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Quadrilha de Doca (CV) usa aplicativo de mensagens para transmitir ordens. Bandido virou réu em 39 processos por homicídio e expandiu facção

Alvo principal da operação nos complexos da Penha e do Alemão, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, é o chefe” do Complexo da Penha e de outras comunidades menores, sendo um dos responsáveis pelas recentes “guerras expansionistas” do “Comando Vermelho”, nas áreas da Zona Oeste da cidade (Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Itanhangá e Rio das Pedras). Doca formou um grupo para invadir e dominar comunidades existentes na Zona Oeste, para implementar o tráfico de drogas. Só na região da Grande Jacarepaguá, Doca tomou nos últimos anos da milícia as comunidades da Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio Pai João, Jordão, Teixeiras, Covanca, Bateau Mouche, Chacrinha, Fontela, Dois Irmãos, entre outros.Tomou também os morros do Campinho, do Fubá e Macacos. A quadrilha de Doca tem um extenso grupo de conversas pelo “Whatsapp”. Essas conversas eram, em sua maioria, sobre o monitoramento da movimentação de viaturas policiais, o comércio ilícito de drogas, contabilizando o lucro, planejando ações criminosas, negociando veículos roubados, entre outros. Investido pelo poder do dono, o traficante Marcinho VP, que está preso, Doca exerce o comando efetivo da organização criminosa nas comunidades, pondo em prática as ações determinadas pelo “dono” ou determinando outras com o fim de atingir os objetivos estabelecidos por ele. Exerce uma liderança mais intelectual e administrativa na estrutura da associação criminosa, gerenciando os recursos obtidos por meio das atividades criminosas e estabelecendo as ações dos “soldados” necessárias a garantir o domínio territorial da organização e a sua expansão. No TJ-RJ, chegaram a ser abertos contra Doca 39 processos por homicídio doloso. O caso de maior repercussão foi o dos médicos que não residiam no Rio e foram mortos na praia da Barra da Tijuca em outubro de 2023. As vítimas estavam na cidade encontravam em razão de suas participações em um congresso internacional de medicina, que ocorria naquele fatídico final de semana, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. Ocorre que, na noite em que ocorreu o crime, as vítimas -Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença -, que eram amigos e aproveitaram o congresso para se reencontrar, decidiram confraternizar no “Quiosque do Naná”, situado em frente ao hotel Windsor, local em que também se encontravam hospedadas, quando, por volta da 1h manhã, foram abordadas por três elementos, fortemente armados, que desembarcaram de um automóvel (Fiat Pulse, cor branca, com teto preto), e, sem que nada dissessem, em típico ato de extermínio, desferiram mais de 30 (trinta) disparos de arma de fogo contra os quatro médicos, levando três deles a óbito naquele mesmo local, restando a vítima Daniel sobrevivente, colocando em risco exponencial todos os demais clientes e funcionários do estabelecimento, os quais ficaram profundamente abalados, Uma das vítimas fatais tinha características muito semelhantes às de Taillon de Alcântara Pereira Barbosa (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – líder da milícia que domina a região de Rio das Pedras, sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”. Os executores do crime em análise faziam parte da denominada “Equipe Sombra”, destacamento composto por ex-milicianos que foram acolhidos pela cúpula do“Comando Vermelho”, na intenção de eliminar os líderes da milícia da região da Grande Jacarepaguá e, assim, expandir o domínio da mencionada facção criminosa naquela localidade. Assim, agindo com erro em relação à pessoa, acreditando estarem executando o miliciano Taillon, integrantes do “Comando Vermelho” – a mando do denunciado Juan Breno Malta Ramos, vulgo BMW, subordinado a Doca e Gadernal chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Gadernal é homem de confiança de Doca e líder de suas tropas e chefe de sua segurança de ” do Complexo da Penha. Ele é responsável por definir estratégias de “guerra” contra facções rivais e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da facção criminosa FONTE: TJ-RJ

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