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Grupo que extorque comerciantes no Camelódromo da Uruguaiana é alvo de operação. Oito já foram presos

O Ministério Público e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO-IE) da Polícia Civil fazem operação para prender integrantes de uma quadrilha que age no Cameldóromo da Uruguaiana, no centro da capital fluminense. Entre os alvos estão um policial civil aposentado e um policial penal. Eles tentam cumprir 11 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão. Ao todo, 14 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão, usurpação de função pública e lavagem de dinheiro. Oito já foram presos. Segundo as investigações, o grupo se apropriou da administração da Associação Comercial da Uruguaiana, utilizando segurança armada e ameaças para extorquir comerciantes, mediante a cobrança de “taxa social” e “taxa de segurança”. Em caso de inadimplência, os comerciantes eram submetidos a cortes de energia e expulsões. Além das extorsões, o bando razia a gestão ilegal de espaços públicos, promovendo a venda e locação irregular de boxes. Também praticava lavagem de dinheiro, utilizando empresas de fachada e laranjas, inclusive uma lavanderia, para mascarar a origem dos recursos. A denúncia descreve a atuação de integrantes responsáveis pela contabilidade, intimidação armada e administração das extorsões, além da participação de agentes públicos. Foi apurado, ainda, que eram realizadas vendas de boxes de forma irregular, uma vez que o espaço do camelódromo é público, só podendo ser cedido seu uso por ordem e autorização da Prefeitura do Rio. Os valores variavam entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Os mandados são cumpridos no próprio camelódromo e em endereços na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes e na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os agentes obtiveram informação de que o líder do grupo estaria no estado do Ceará. Com o apoio da Polícia Civil daquele estado, ele foi capturado em Fortaleza. FONTE: Ministério Público Estasdual e Polícia Civil

Preso falso traficante que extorquia comerciantes em Araruama

A polícia prendeu ontem um homem que se passava por traficante para extorquir comerciantes em Araruama, na Região dos Lagos. O suspeito entrava em contato com as vítimas, alegando fazer parte do tráfico de drogas local e solicitando transferências via PIX Nas ligações, o bandido dizia que o dinheiro seria usado para “ajudar os parceiros a saírem da cadeia” e ameaçava diretamente as vítimas, dizendo que, caso não realizassem os pagamentos, iria até suas casas “aterrorizá-las”. FONTE: Polícia Civil do RJ

Dono de apartamento de luxo na Barra onde foram encontradas 240 armas em operação contra o CV denunciou em 2017 esquema de extorsão a camelôs da Uruguaiana

O dono do apartamento de luxo na Barra da Tijuca onde foram encontradas as 240 armas durante operação contra o Comando Vermelho Jhonnatha Schimitd Yanowich havia denunciado em 2017 à DRACO um esquema de extorsão por parte de uma associação no camelódromo da Uruguaiana. Ele disse na ocasião que ao adquirir nove boxes teria que pagar R$ 5.000 para manter cada um aberto. Se não pagasse, os espaços seriam fechados. Em 2018, Jhonnatha teve sua casa assaltada na Barra da Tijuca. Na ocasião, os bandidos levaram, 08 (oito) relógios, 680 munições de 380 e .38, R$ 38.000,00. US$ 40.000,00 (quarenta mil dólares), 01 (uma) pistola Taurus 838, 01 (uma) pistola Glock 380, numeração 001, 03 (três) pares de brincos, 05 (cinco) anéis, 01 (um) RG, 01 (um) CPF, 01 (uma) CNH e 01 (uma) carteira funcional de juiz arbitral, de propriedade de Jhonnatha que foi abordado, com sua esposa e três filhos, mediante grave ameaça consistente em emprego de armas de fogo, de ver a cabeça de seu filho cortada, ocasião em que tiveram suas liberdades restringidas e foram mantidas em poder dos roubadores dentro de sua residência por cerca de três horas,. Na época, Jhonnatha alegou que era colecionador e possuía diversas armas, de vários calibres. Entre os dez presos na operação de ontem, um deles, Sérgio Sinigalha Alvarez, foi condenado anos atrás acusado de ser armeiro do CV.Ele atuava tanto em Niterói e São Gonçalo como também no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Sidney Emerson da Silva foi investigado em um inquérito da Polícia de São Paulo sobre tráfico de drogas e armas. Um dos integrantes da quadrilha era membro do PCC sendo responsável pela guarda e distribuição de armas e drogas na zona norte da cidade de São Paulo e em alguns bairros em Guarulhos. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ, TJ-RJ e TJ-SP

SEAP pediu a Justiça para grampear telefones de Doca (CV), Peixão (TCP), Rabicó do Salgueiro (CV) e Índio do Jardim Novo (ADA) para apurar crimes praticados dentro do Complexo de Bangu

A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro representou à Justiça no ano passado pela interceptação das comunicações telefônicas com a finalidade de apurar a autoria e as demais circunstâncias dos crimes de extorsão e associação criminosa praticados por internos do sistema carcerário fluminense, mais especificamente, por internos do Complexo de Gericinó, Bangu, nesta Comarca. A pasta tenta dentificar os fatos delituosos cometidos no interior das unidades prisionais e seus autores, argumentando ser notória a utilização de terminais telefônicos para a execução de crimes de diversas naturezas e a contribuição de policiais penais corruptos para o ingresso de aparelhos e modens. Segundo a SEAP, foram apontados alvos importantes da investigação, que são integrantes ou até mesmo liderança das facções criminosas que exercem domínio armado sobre diversos territórios em nosso estado, indicando os terminais telefônicos que habitualmente fazem uso para organizar as atividades criminas, como também manterem-se na situação de foragidos. A interceptação de alguns terminais não se mostrou producente , tendo em vista que não geraram registros de áudio e/ou foram detectadas apenas conversas sem interesse para a investigação. O Subsecretário de Inteligência da SEAP informou que restam ainda vários elementos sem identificação e sem qualificação suficiente, razão pela qual recomenda a renovação do afastamento do sigilo das comunicações telefônicas e dos dados telemáticos de terminais de líderes de quadrilhas como: Doca – chefão do Complexo da PenhaComparsa de Juninho Varão – chefão da milícia de Nova Iguaçu e SeropédicaUma conhecida advogada de integrantes do Comando VermelhoTraficante Rabicó, chefão do Complexo do Salgueiro, em São GonçaloIndio, chefe do tráfico no Jardim Novo (ADA), em RealengoComparsa de Johny Bravo da RocinhaPeixão, chefe do tráfico no Complexo de Israel (TCP)Companheira do traficante Professor, do Alemão (CV) A SEAP considerou imprescindível a medida cautelar, diante da notória existência das associações criminosas armadas e estruturalmente organizadas que cometem crimes graves de dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, e diante da impossibilidade de se adotar outros meios de investigação igualmente eficientes, sendo o afastamento do sigilo o meio de identificação do modus operandi do grupo criminoso e de seus integrantes, FONTE: Conteúdo de processo do TJ-RJ disponivel no site juridico Jusbrasil

Mulher usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar extorsões via whatsapp. Em uma delas, uma vítima foi cobrada por não ter comparecido a suposto encontro com garota de programa e teria que ressarcir os paramilitares

Grupo usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar o que se chamava de gulpe da p… extorsão. O caso foi descoberto no ano passado. Na ocasião, um homem procurou a 17ª DP (São Cristóvão) .alegando que teria sido vítima de extorsão ocorrida perpetrada através de mensagens recebidas WhatsApp nas quais o interlocutor se identificava como “miliciano” e exigia o pagamento de valores, em razão da contratação de uma “garota de programa” e, por não ter comparecido ao encontro, a vítima teria causado prejuízo para a milícia, o qual deveria ressarcir. Após um trabalho de inteligência, foi descoberto nas contas google regisrradas em nome de uma mulher chamada Rayene foram localizados vários “prints” de mensagens idênticas às enviadas a vítima destes autos, indicando a prática de outros delitos de ameaça e extorsões. Na sua conta, foi encontrado ainda um passo a passo de como aplicar o golpe (golpoe das p.. extorsão) que indica que o mesmo modus operandiera utilizado na prática de outros delitos. O PM cujas fotos foram enviadas à vítima informou que havia tomado ciência anteriormente de que suas fotos vestindo fardamento estão sendo utilizadas por um grupo criminoso especializado em extorsões. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP estariam exigindo taxa de R$ 1.800 de moradores de condomínio em Madureira

O síndico de um condomínio residencial que fica no Morro do São José, em Madureira, convocou moradores para uma assembleia que vai debater uma suposta cobrança de uma taxa de R$ 1.800 mensais que estaria sendo.imposta por traficantes do Terceiro Comando.Puro a partir de maio. A Polícia Civil já tem conhecimento do fato e está investigando. O Morro São José é controlado por bandidos do Complexo da Serrinha, que tem como chefes os criminosos vulgos Lacoste e Coelhão. Hoje, circulou informação nas redes sociais que um integrante da quadrilha pulou para onComando Vermelho e levou um fuzil. FONTE: Pega Visào RJ (Telegram)

MP arquivou e não investigou denúncias recebidas pela sua Ouvidoria sobre supostas propinas pagas a PMs pelo tráfico e milícia

O Ministério Público Estadual do Rio engavetou denúncias recebidas por sua Ouvidoria a respeito de supostas propinas recebidas por PMs.. Em uma delas, uma moradora afirmou que a frente do tráfico da Favela da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, possuía um telefone so parra falar com os policiais do batalhao que ela pagaria arrego. “Ela manda matar quem deve e a família nao pode procurar a policia senao morre tambem agora ela manda colocar drone na chatuba e tem um telefone so pra falar com os policia do batalhao que ela paga arrego”, disse. O MP argumentou que a denúncia anônima é genérica e não indicou as circunstâncias de fato específico a ser objeto de apuração, tampouco vítimas ou testemunhas da ação delitiva, não sendo acompanhada por qualquer elemento de convicção, de forma a aferir a sua plausibilidade, impondo-se o seu indeferimento/rejeição. Em outra notícia crime enviada à sua Ouvidoria, um denunciante disse que milicianos do Catiri, em Bangu, cobravam uma taxa de R$ 150,00. No entanto, houve reajuste determinado pelos milicianos e a taxa passou a custar 500,00.. Narrou que tudo ocorre com a anuência do batalhão da área pelo fato dos policiais receberem propina para não interferir nas ações dos milicianos. Conta inclusive que certo dia a viatura de nº 523164, com quatro policiais armados de fuzis, estava na Rua Solidão, às 21 horas e saíram apenas às 21h30 com certa quantia nas mãos (não detalhou). “A notícia se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como para corroborar a autoria delitiva atribuída pelo noticiante aos elementos identificados , haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos noticiados, nem tão pouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação”, afirmou o MP. Mas essa não foi a única denúncia sobre o Catiri recebida pela Ouvidoria do MPRJ Uma outra pessoa comunicou que os milicianos andam armados sem nenhuma restrição, pois os policiais somente aparecem no local para receber propina. “notitia criminis anônima em epígrafe encontra-se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como acerca da autoria delitiva, haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos, tampouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação. Adicione-se que não há qualquer indício de materialidade para iniciar uma investigação, haja vista que há apenas uma narrativa especulativa, desacompanhada de quaisquer elementos de prova.”, afirmou o MP. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Comerciantes do Centro de Meriti vinham sendo extorquidos por milicianos

Comerciantes do Centro de São João de Meriti estavam sendo extorquidos por milcianos. No último dia 17, policiais flagraram Yago da Silva Portela e Brayne Augusto Santos de Barros exigindo dinheiro a título de “pagamento de segurança”.A milícia é liderada por um indivíduo conhecido como “VN”. Os dois estavam em uma motocicleta Honda CG 160 Titan, utilizada nas extorsões. Com Brayne foram encontrados um celular azul e R$ 380,00 em dinheiro; com Yago, um celular preto, R$ 120,00 em dinheiro e a referida motocicleta. Os dois admitiram que a motocicleta pertence ao grupo criminoso e que vinham atuando como cobradores de “taxas de segurança” impostas aos comerciantes locais. No termo de declaração, Brayne confessou que havia ingressado na milícia uma semana antes, por necessidade financeira, pois precisava sustentar um filho de um ano. Declarou que, no dia do fato, saiu para fazer cobranças com o comparsa Yago, utilizando a motocicleta da milícia. Revelou que recebeu o valor de R$ 380,00 da loja Benet, correspondente ao pagamento de quatro lojas, e foi preso logo após se dirigir à madeireira para nova cobrança. Já Yago confirmou que está no grupo há cerca de um mês, tendo sido recrutado diretamente por “VN”. Disse que convidou Brayne, seu amigo próximo, para integrar a milícia. Narrando os mesmos fatos, indicou que arrecadou R$ 120,00 de outro estabelecimento e estava filmando a ação dos policiais no momento em que foi detido. Também confirmou que ambos atuavam como cobradores e que havia uma disputa territorial com o Comando Vermelho na região. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Absolvidos na Justiça, PMs que se uniram a miliciano para extorquir homem em Magé poderão ser expulsos da corporação após seis anos do crime

Depois de seis anos do crime, a PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de dois policiais militares que se uniram a um miliciano de Magé para extorquir um homem lhe atribuindo o delito de tráfico de droags. O caso aconteceu em dia 14 de janeiro de 2019, na Rua 103, Bairro Ipiranga,Município de Magé/RJ. Na ocasião, a vítima alega, que veio ser agredida e extorquida pelos indiciados em razão do recebimento de uma indenização pecuniária da Empresa Construcap, a qual foi responsável pela morte de sua filha menor, ocorrida em acidente de trânsito, no dia 03 de janeiro de 2015, Ocorre que os PMs, ao tomarem conhecimento do valor recebido de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), em conluio com o miliciano “André Careca”,chefe da milícia “Família Suruí”, arquitetaram o flagrante forjado contra a vítima, com a finalidade de obter vantagem econômica indevida no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Dianteda negativa em ceder à empreitada criminosa, os indiciados efetuaram da vítima e de seu companheiro, sobre a alegação de que ambos estariam envolvidos com o tráfico de drogasda localidade. Os PMs foram absolvidos na Justiça. A vítima relatou ter sido agredida fisicamente pelos indiciados e testemunhas confirmaram as agressões físicas com uso do ventilador,A vítima teme pela sua vida, visto que no dia 09 de maio de 2020, por volta das 15h, quando visitava familiares no bairro onde residia, veio a sofrer tentativa de homicídio, cuja au-toria é imputada ao miliciano André Careca, o qual desceu do veículo com uma pistola prateada e realizou vários disparos em sua direção. Em outra oportunidade, a vítima observeou Em outra oportunidade, a vitima observou o miliciano utilizando uniforme da PMERJ na presença do PM Andrezinho, que foi excluído da corporação. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM investiga suposta extorsão cometida contra estrangeiro em posto policial em Rio Bonito

A Polícia Militar do Rio investiga uma suposta extorsão cometida por agentes de uma guarnição do CPRv contra um cidadão de dupla nacionalidade (americana e brasileira) no posto policial de Rio Bonito. O caso ocorreu em 3 de fevereiro. Quatro policiais estariam envolvidos.  Segundo a denúncia, a vítima teria sido obrigada pelos PMs a realizar um pix em nome de um cidadão para ser liberada e seguir viagem. A informação sobre o caso chegou até a PM através da Divisão Anti-Sequestro (DAS). Os PMs envolvidos já foram ouvidos mas ficaram calados e já foi determinado que a Corregedoria da corporação abra um inquérito para apurar o fato.  FONTE: Página Reage Jaqueira (Twitter) e PMERJ

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