Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

extorsão

Em áudio, suposto chefe do CV diz que não está havendo cobranças de taxas no Campinho, Fubá e Praça Seca. OUÇA

Circula nas redes sociais um áudio que supostamente seria do traficante Tiriça o chefe da Equipe Caos do Comando Vermelho que domina morros da Praça Seca, Campinho e Fubá afirmando que ninguém ligado à facção está cobrando taxas via pix, pois estariam ligando para comerciantes das regiões cobrando em nomes do C.V.

Maior milícia do RJ teria mandado aumentar o preço do gás e obriga comerciantes a comprar água com eles senão recolhe

Denúncias publicadas em rede social apontam que a milícia do PL (sucessor de Zinho) tabelou o preço do gás em todas as áreas que domina na Zona Oeste do Rio. Todos os depósitos de gás tiveram que aumentar o valor para 110 reais, antes era 90, o motivo é que os depósitos estavam vendendo mais baratos que os depósitos da milícia Tem o lance da água de 1,5L também. Os comércios são obrigados a comprar com os paramiltares. Do contrário, mandam recolher. Em Palmares tem o depósito do Gordão, que está ameaçando os moradores de lá, Manguariba, Sagrada e Jesuítas a comprar com eles. Mesma coisa acontece com o carvão.

Fundador de facção conhecida por extorsões por telefone dentro de presídios do Rio está em estado terminal

Segundo informações da Justiça, o criminoso Avelino Gonçalves Lima, que comanda a facção criminosa Povo de Israel, conhecida por extorsões por telefone de dentro do complexo de Bangu, estaria nas últimas. Ele está internado no Hospital do Grajaú, em leito de terapia intensiva, acometido por adenocarcinoma em estágio avançado. A sua defesa requereu a retirada das algemas do paciente e a autorização para uma visita da esposa dele, para fins de despedida digna.Segundo os boletins médicos datados de 08/08/2025 e 09/08/2025 Avelino encontra-se em estado de inconsciência (sedoanalgesia) e sob ventilação mecânica invasiva, cuja condição clínica configura quadro terminal de natureza irreversível. Diante de tal cenário, constatado o risco de letalidade iminente, a Justiça autorizou a uma visita singular e supervisionada da esposa dele a ser realizada em horário previamente agendado e sob rígido controle das autoridades responsáveis, de modo a permitir o momento de despedida diante do quadro médico, com a remoção temporária das algemas que mantêm o paciente preso ao leito hospitalar, somente durante a visitação, condicionada à estrita supervisão da equipe de segurança, pra fins de garantia da integridade de todos os envolvidos. Intime-se a Secretaria de Administração Penitenciária e o hospital para cumprimento imediato desta decisão e para que garantam o pleno respeito à dignidade do apenado. Conhecido como Alvinho, ” é considerado um dos fundadores e líder da organização criminosa autodenominada Povo de Israel, cuja origem se deu no âmbito do sistema prisional fluminense e sua finalidade seria a de proporcionar aos seus membros (presos neutros, não faccionados ou expulsos de outras facções), proteção, poder e pertencimento a uma comunidade unida. A influência da facção limita-se aos muros das prisões do Estado do Rio de Janeiro, diferente do que ocorre com outras facções, como o Comando Vermelho, Terceiro Comando Puro e Amigo dos Amigos. O grupo promove, no interior das penitenciárias, diversos crimes, como rebeliões, extorsões (através de celulares), tentativas de fugas, punição de seus membros, resistência e uso da força contra policiais penais. O PVI teria se estabelecido em 13 (treze) unidades prisionais.

Confira detalhes atualizados da atuação da milícia alvo de operação hoje na Baixada, desde a função de cada um na quadrilha e conversas sobre homicídios. “Vamos deixar sem cabeça”.

Confira agora detalhes atualizados da investigação sobre a milícia que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio em Nova Iguaçu e Belford Roxo. Foram cumpridos 11 mandados de prisão A investigação começou a partir do ano de 2023 até os dias atuais especialmente nos bairros Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá. O band praticava diversos delitos como extorsão, homicídios, dentre outros”. Os criminosos exigiam indevida vantagem econômica, constrangeram, mediante grave ameaça, diversos comerciantes dos citados bairros a realizar o pagamento de taxas de segurança, sendo certo que a ameaça consistia em dizer comparecer nos endereços das vítimas armados e dizer a elas que se não pagassem as aludidas taxas eles iriam retornar e fazer um mal maior.” O grupo seria liderado por Deco ou DC ou “01”, que comanda a malta de dentro do presídio. Os bandidos extorquiam comerciantes e de taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte alternativo, além de corromperem policiais civis e militares e planejarem homicídios e sessões de agressões a desafetos. Havia uma guerra com a milícia de Juninho Varão e a milícia do Jota, do bairro do Grama, em Nova Iguaçu.a ponto de vítimas comentarem com os ora denunciados que há um reinado dividido na milícia da região. Deco atuava no topo da hierarquia criminosa da milícia atuante nos bairros de Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá, possuindo o domínio final do fato sobre todas as condutas praticadas pelos integrantes do grupo, os quais se encontram a ele subordinados. Bruno e Deco praticamente diariamente, conversava sobre as extorsões realizadas pelos denunciados, bem como sobre a aquisição de veículos e armas de fogo para a milícia, além de outros assuntos envolvendo a atuação criminosa. Em diversas mensagens, os dois” falavam sobre o pagamento de cobrança de mototaxistas e de empresas de internet e TV a cabo (“gatonet”), sendo dito por Deco que “qualquer um que tiver internet e gatonet aí tem que dar uma moral para nós”, além de, também, conversarem sobre a aquisição de armas de fogo e munições para serem utilizadas pelos denunciados em suas empreitadas criminosas. Foram obtidos, ainda, diálogos em que se verifica a disputa territorial entre a milícia dominada por “Deco” com outros grupos criminosos que atuam na localidade, nos quais eles planejam a realização de um ataque à milícia rival e fazem menção à aquisição de armas de grosso calibre (espingarda calibre .12 e metralhadora) para a execução dos desafetos. Sabiá também seria um integrante da liderança do grupo, atuando de dentro do presídio, ao lado de “Deco”, na tomada de decisões, a quem o denunciado Bruno também se subordinava, conforme demonstram as conversas capturadas. Foram obtidas conversas travadas entre Bruno e Sabiá as quais revelam que estes eram, juntamente com Deco, responsáveis por autorizar a compra de armamento para a milícia, bem como planejar o ataque a grupos rivais. Há diálogos em que Sabiá informa que, em três semanas, estará na rua e que o seu primeiro objetivo é “deixar uns 4 deles fudidos aí na rua”.Bruno anui com o plano e diz que “dá para ir no miolo deles”, pois “eles são frouxos”, apesar de “no telefone serem uns leões”. Sabiá concordou e diz que “eles vão sofrer (pelo) que fizeram com eles”. Bruno citou o miliciano Carlinhos da Van como seu alvo prioritário, ao passo que Sabiá diz que “os primeiros que vão morrer são os cobradores deles que estão cobrando na Beira-Linha”. Bruno ressaltou que deixarão sem cabeça. Há de se ressaltar, também, que em determinado diálogo travado entre Bruno e Sabiá que relata que integrantes da milícia quase foram presos pela Polícia Militar e que só pegaram o Renatinho mas ele estava sem nada. Bruno ainda afirmou que “o gordão do lava-jato é X9”, ocasião em que Sabiá, sem pestanejar, determina sua execução, dizendo: “resolve ele, assim que tiver oportunidade pode resolver”. Bufalo ou Gordinho atuaria como braço direito da liderança, sendo, inclusive, o destinatário dos pagamentos de cobrança das vítimas. Ele foi preso, no dia 01 de fevereiro de 2024, escondido em uma casa de praia na Região dos Lagos em virtude de acusação de tentativa de homicídio contra dois policiais militares. As conversas obtidas revelam que tinha a função de cobrar e receber o valor das extorsões realizadas pelo grupo, especialmente através de transferências via PIX. Com a sua prisão, o denunciado Bruno passou a exercer tal função. Bruno e índio se dividiam na gerência do grupo criminoso. Eles tinham como função exercer a gerência da milícia local, exigindo dos seus subordinados a realização de suas funções, além de prestar contas, posteriormente, ao líder do grupo, vulgo Deco. Eles mantinham contatos com as vítimas do grupo, indicando a chave PIX para qual aquelas deveriam realizar as transferências bancárias em virtude das cobranças realizadas, além de, também, ser o responsável por indicar os milicianos que deveriam realizar as extorsões a comerciantes e motoristas de táxi, van e mototáxi. Foram captadas, ainda, conversas de Bruno em que este ameaça matar o motorista de mototáxi que resolve se insurgir contra o grupo. Há, ainda, diálogos em que os denunciados Bruno e índio fazem a contabilidade dos lucros e gastos da milícia, destacando, inclusive, o valor do pagamento de cada um dos integrantes, bem como conversam e decidem sobre a aquisição de outro carro ou de outra arma de fogo para o grupo miliciano. Big Mac ou Big atuava na cobrança de comerciantes extorquidos pela milícia., além de ceder sua conta para o recebimento de valores oriundos das extorsões. Ressalte-se que Big e Bruno foram presos no dia 13 de março de 2024, por estarem extorquindo comerciantes, ocasião em que foram apreendidos os seus aparelhos celulares, permitindo que, a partir da análise do aparelho celular deste último, fosse descoberta a conduta de todos os ora denunciados. Há registros de diálogos que deixam claro a personalidade violenta e impiedosa de Big e Bruno como por exemplo, um diálogo ocorrido entre eles, no qual Bruno diz que Deco e Sabiá já deram a

Depois de sete anos do crime, PM envolvido em sequestro foi expulso da corporação

Depois de sete anos, o sargento PM Drago foi expulso da corporação depois de ser acusado de um sequestro de duas pessoas em Nova Iguaçu.Segundo as investigações da época, Drago e um comparsa também PM sequestraram as vítimas A e C, com o fim de obter vantagem econômica como condição ou preço do resgate. O crime foi cometido mediante a restrição da liberdade das vítimas, que em primeiro mo-mento, foram conduzidas a Nova Iguaçu e posteriormente, a vítima C foi conduzida para Mangaratiba -RJ, permanecendo nesses cativeiros como condição necessária para a obtenção da vantagem econômica. Consta dos autos que, na data citada, as vítimas estavam no interior da garagem do Apart Hotel Mont Blanc, momento em que foram arrebatadas e levadas ao local do primeiro cativeiro, localizado na Rua José Antônio de Arruda Câmara, Nova Iguaçu, onde permaneceram por cerca de 8h/9h. A foi libertado para que pudesse conseguir o valor exigido a título de resgate, à medida que C ainda permaneceu em poder dos extorsionários por mais de vinte e quatro horas, sendo levada para outro cativeiro na localidade de Mangaratiba, na Rua Projetada “A” n.o 51 – Nova Mangaratiba. Após o pagamento do valor de R$ 60.000,00 em espécie, a vítima foi libertada, sendo deixada em Itaguaí no final do dia 31 de julho de 2018.Drago na qualidade de extorsionário sequestrou as vítimas, participando da escolha do primeiro cativeiro e estando presente no local do segundo cativeiro, privando a vítima de sua liberdade, praticando atos essenciais para consumação do delito. Após investigações realizadas pela autoridade policial da Delegacia Antissequestro (DAS),por intermédio do Inquérito Policial n.o 907-00058/2018, constatou-se o envolvimento dos po-liciais na empreitada criminosa. Outro PM suspeito de participar do caso foi absolvido pela Justiça e considerado apto a permanecer na corporação

PM suspeito de extorquir em R$ 30 mil, agredir e ameaçar matar homem e que já foi condenado a 23 anos de cadeia poderá ser expulso da corporação. “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”.

Em 17 de fevereiro de 2022, um homem foi atraído até um bar localizado no município de Ni-lópolis/RJ, por meio de um contato telefônico de uma mulher chamadal Edla, que se apresentou falsamente como vítima de violência doméstica para obter sua localização. No local, o rapaz foi violentamente agredido pelo sargento PM Peres e por outro indivíduo não identificado, sendo, em seguida, forçado a entrar em um veículo utilizado pelo grupo criminoso. Na sequência, duas mulheres e o PM dirigiram-se à rEsidência da vítima, onde arrombaram a porta e subtraíram diversos bens, como uma televisão de 43 polegadas,dois ventiladores, um aparelho celular, pares de tênis e outros objetos pessoais. Enquanto isso, a vítima permanecia no interior do veículo, sob agressões físicas. Após o roubo, a vítima foi levada à força até o bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Riode Janeiro, onde, entre as 20h do dia 17 e as 08h do dia 18 de fevereiro de 2022, foi mantida sob vigilância, sendo agredida e ameaçada de morte com arma de fogo pelo sargento, com o objetivo de extorquir-lhe a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), sob a ameaça direta de execução: “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”. Ainda durante o trajeto, o PM manteve contato telefônico com o mandante dos crimes, “Caio Padrinho”. Em determinado momento, pararam em uma choperia para conversarem pessoalmente, mantendo a vítima confinada no veículo. Em seguida, ela foi levada a um local ermo, nas proximidades da Estrada do Pontal, onde sofreu novas agressões e ameaças. Ao final, foi deixada em uma quitinete no chamado “Beco do Índio”, sob a guarda de um homem., com ordens expressas para não deixá-la sair até o pagamento ser realizado. O sargento Peres está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá decidir pela sua exclusão dos quadros da corporação. Ele foi condenado a 23 (vinte e três) anos, 6 (seis) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, em regime inicialmente fechado,

Suposto traficante do CV gravou vídeo acusando milicianos de Rio das Pedras de extorquirem comércios em nome da facção

Um suposto traficante usou as redes sociais para denunciar que milicianos de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, estariam usando o nome de bandidos do Comando Vermelho para extorquir comércios na região. Ele divulgou uns papéis que estariam sendo distribuídos pelos milicianos com os nomes de alguns integrantes do CV como BMW, Gadernal, e Tropa do Urso com os valores a serem pagos e a chaves pix para ser realizado os depósitos. O traficante citou ainda os nomes de alguns milicianos que estariam fazendo isso como Mágico, Pezão, Aranha, entre outros. Segundo denúncias, os paramilitares estavam cobrando R$ 350 por mês de pequenos comércios, agora e estariam extorquindo empresas de grande porte para cobrar taxas na região de Jacarepaguá. Os relatos indicam que o valor mensal arrecadado fica em torno de R$ 10 mil. Por causa das taxas altas, muitas lojas estariam fechando. Na localidade do Pinheiro, os milicianos estavam cobrando 50 reais de cada casa por mês. .

Quadrilha extorquia vítimas após encontros sexuais. Jovem chegou a pagar mais de R$ 70 mil ao bando

Policiais militares no 9º BPM (Honório Gurgel), prenderam na noite de quarta-feira (06), na Rua Rua Tacaratu, em Rocha Miranda, Zona Norte do Rio, o criminoso, João Fernando Nunes, de 47 anos. Ele fazia parte de uma quadrilha especializada em extorquir dinheiro das vítimas após encontro sexuais,  aproveitando-se que elas queriam o anonimato. Outros quatro integrantes da quadrilha já foram presos.  O ponto inicial da investigação se deu depois que um jovem procurou uma delegacia, para contar que estava sendo chantageado. Segundo a vítima, ela fez contato com um dos garotos de programa da quadrilha e, após o encontro, começou a receber mensagens ameaçando expor para a sua família o que tinha ocorrido. Para que não tivesse sua intimidade exposta, a vítima fez transferências bancárias via Pix aos criminosos, que “chegaram a ameaçar praticar violências contra membros da família do jovem”, informou a Polícia Civil. As extorsões partiam de mais de um membro da quadrilha. Investigações da 21ª DP (Bonsucesso), apontaram que uma das vítimas, seria exposta e acusada de pedofilia pela quadrilha, caso não pagasse R$ 2 mil a eles, dizendo um dos integrantes do grupo era menor de idade. Temendo ser descoberto, a vítima então transferiu o montante para a conta bancária de “João Fernandes Nunes”. No entanto, as chantagens não pararam. Assustado, a vítima fez diversas outras transferências bancárias para as contas dos integrantes, totalizando  R$ 71.770, fato este ocorrido em junho de 2024.  Diante dos fatos, o preso foi levado à 29ª DP (Madureira), e depois foi encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), e contra João Fernando, constava um Mandados de Prisão, expedido pela 29ª Vara Criminal da Capital/TJRJ, espécie de prisão preventiva, pelos crimes de Associação Criminosa / Crimes contra a Paz Pública, Extorsão / Crimes contra o Patrimônio. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontra acautelado à disposição da Justiça.  L

Tráfico extorquia comerciantes na Baixada Campista. Quatro foram presos

Traficantes extorquiam comerciantes na região de Poço Gordo, na Baixada Campista, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Hoje, a polícia fez operação contra o grupo. O alvo principal era o chefe do bando, vulgo Magrelo, responsável direto por ameaças e extorsões praticadas contra empresários da localidade. Magrelo e outros três membros da quadrilha acabaram presos. Foram apreendidos na ação cinco celulares, três rádios comunicadores, um revólver calibre 38 com numeração suprimida, seis munições calibre 38, além de munições calibres .40 e 7.63, um cordão com pingente “B.D.M.” (sigla de Bonde do Magrelo), um caderno com anotações do tráfico e da prática de extorsões; porções de haxixe e maconha, um carregador alongado com calibre ainda a ser identificado. Os comerciantes que se negavam a pagar a taxa eram ameaçados e acabavam fechando seus estabelecimentos com medo de represálias.

Relatório do TJ-RJ aponta que havia um grupo que extorquia garotas de programa e ambulantes no Centro de Niterói. Criminosos foram condenados

Segundo a Justiça fluminense, havia um grupo intitulado ‘Milícia de Niterói’ constituindo para o fim específico de cometer crimes de extorsão, roubo e lesão corporal na região do Centro da ex-capital do Estado do Rio de Janeiro tendo como vítimas garotas de programa que laboram no local. Eles também cobravam vantagem indevida dos trabalhadores ambulantes e autônomos da rua São João. Três integrantes foram condenados a penas de 10 e 12 anos de prisão. Os criminosos em janeiro de 2024 usando uma faca assaltaram duas mulheres e roubaram delas R$170,00 (cento e setenta reais) em espécie e um aparelho celular, O líder do grupo realizava o -monitoramento e segurança de algumas das ruas no Centro de Niterói, tais quais a Visconde do Uruguai, São João e Visconde de Itaboraí.partir da contratação de ambulantes do local e algumas lojas e mediante o pagamento de “taxas” O bando instalou o medo na região, cometendo crimes de roubo e lesão a fim de constranger as vítimas a realizarem os pagamentos futuros ou puni-las, quando não o fazem. As garotas de programa, por exemplo, afirmaram que pagavam a “taxa de segurança”, entre R$ 100,00 (cem reais) e R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para o grupo autodenominado “Milícia de Niterói” e, diante da sua não aceitação em realizar o pagamento, os criminosos passaram a receber valores para ameaçar, agredir e roubar as vítimas. Momentos antes do roubo citado acima, um dos bandidos com o nítido intuito de intimidar as vítimas a respeito da cobrança dos valores semanais, se aproximou das mulheres e disse; “É né? Vocês estão fazendo programa né? Não pagam nada, acho melhor vocês saírem daí, os caras estão vindo aí, fiquem espertas Cinco minutos depois das ameaças, outros homens chegaram e as abordaram,; “Não corre não, senão vou furar as duas”.com uma faca nas mãos. Um dos integrantes do grupo disse que lhe ordenaram que ameaçasse pessoas na rua, para que elas se sentissem com medo da rua e de possíveis roubos. Falou que o bando exigia R$150,00 para as meninas que trabalham na rua; e que havia sempre grave ameaça para as pessoas pagarem estes valores, sob a ameça de poderem ser roubadas ou agredidas; Um policial civil afirmou que quando ainda estava lotado na 76ª, que se recorda da investigação do grupo ”milícia de Niterói”, que inicialmente teve um registro de roubo contra uma das vítimas, que ai começaram a ter denúncias de comerciantes e pessoas que trabalhavam na rua, que estavam sendo vítimas de extorsão, que estava sendo cobrado valores para que seja possível trabalhar ali; que as próprias meninas – 14 – começaram a ir lá na delegacia, e elas falaram de mais alguns casos, então foram alguns episódios de violência contra elas; que era proposto para elas o valor de 150 reais por semana para que pudessem trabalhar tranquilamente; que elas disseram que já trabalhavam lá há muito temo, que em outros momentosoutras pessoas já tentaram cobrá-las, que elas nunca pagaram, mas que dessa vez tiveram que recorrer à delegacia, que todas tiveram depoimentos muito coerentes, que todas reconheceram sem muita dificuldade os autores, FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima