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extorsão

Escolas em Copacabana foram extorquidas por detentos de presídio de Magé que ameaçavam atentados violentos para quem não pagasse. Bandidos se passavam por traficantes do CV

Uma investigação de anos atrás que resultou em processo que teve decisão recente com a Justiça negando que um dos condenados progredisse para regime aberto revelou a existência de uma quadrilha dentro do presídio Milton Dias Moreira, em Japeri, que realizava extorsões a instituições de ensino em Copacabana sob ameaça de praticarem atentados violentos em caso de recusa a pagar, segundo o TJ-RJ. Segundo relatório da Justiça, o bando agiu entre 01 de agosto de 2023 a 18 de outubro de 2023 fazendo extorsões através de ligações telefônicas e redes sociais. Os envolvidos faziam ameaças de morte às vítimas e seus familiares, exigindo-lhes valores pecuniários. Os autos dizem que em agosto de 2023, funcionárias de três escolas do bairro foram constrangidas por terceiras pessoas não identificadas, que se passavam por criminosos das Comunidades Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, a realizarem o pagamento de valor pecuniário sob a ameaça de serem as instituições de ensino vítimas de atos violentos. A denúncia diz que foi exigido de um dos colégios o valor de três mil reais e das demais instituições foram cobradas quantias para a libertação de comparsas presos. Os denunciados utilizaram 58 linhas telefônicas e foram um total de 48 casos de extorsão praticados pelos criminosos. Ao todo, 11 responderam processo. O suspeito que recorreu da decisão da negativa de progredí-lo para regime aberto cumpre penas unificadas que totalizam 14 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, decorrentes de condenações por tráfico de drogas, associação para o tráfico e extorsão.

Processo sigiloso confirma indícios de extorsão a comerciantes por traficantes do TCP em Campos e cita homicídios

Processo sigiloso que tramita desde 2023 com decisão recente de negativa de habeas corpus descreve a atuação de grupo criminoso ligado à facção “Terceiro Comando Puro – TCP” na região da Baixada Campista, a sistemática das extorsões praticadas contra comerciantes e donos de olarias. Segundo a denúncia, o traficante conhecido como Mega seguindo ordens de um bandido preso seria o responsável por exigir valores periódicos de comerciantes locais, bem como pela guarda de armas e drogas, em atuação articulada com outros integrantes do grupo na Vila dos Pescadores. No relatório, há informações no sentido de que a facção Terceiro Comando Puro (TCP) domina diversas localidades da Baixada Campista (Tocos, Baixa Grande, Praia do Farol de São Thomé etc.), impondo aos comerciantes o pagamento de quantias mensais ou semanais, sob ameaça de represálias e até de morte, existindo referência, inclusive, à sensação de terror instalada na região após homicídios ali ocorridos, que passaram a ser utilizados como reforço das ameaças dirigidas às vítimas. No que concerne especificamente à Praia do Farol de São Thomé, registra-se que a arrecadação dos valores decorrentes das extorsões na Vila dos Pescadores seria administrada justamente pelos gerente Mega e Ana Paula com o recolhimento efetuado por outros corréus, quadro que revela vínculo concreto do paciente com a empreitada criminosa. O teor do relatório de inteligência destacou a existência de depoimentos de vítimas que confirmam ameaças e exigências de pagamento, bem como documentos investigativos – dentre os quais o Registro de Ocorrência nº 134-01169/2024 – que apontam, de maneira expressa Mega e como um dos responsáveis pela arrecadação dos valores das extorsões na região da Vila dos Pescadores, em benefício da facção “Terceiro Comando Puro”. Desse modo, verifica-se que a decisão vergastada não se baseou em meras suposições. O modus operandi empregado, consistente na cobrança de “taxas” extorsivas de comerciantes, proprietários de olarias e moradores da região, sob ameaça de represálias físicas, inclusive com referência aos homicídios de Sandro Siqueira Barcelos e Amaro Nilton de Souza1, demonstra a sofisticação, estabilidade e violência da estrutura criminosa ligada à facção criminosa TCP, o que reforça a imprescindibilidade da custódia cautelar para garantia da ordem pública.

Traficante que comandava a venda de drogas na Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou garotos de programa a extorquir rapaz. Vítima apanhou e ainda perdeu R$ 20 mil

Um traficante que comanda a venda de drogas na região da Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou que uma quadrilha formada por garotos de programa extorquissem um homem na região. O caso ocorrido em 2024 veio a tona recentemente com a Justiça reduzindo a pena para um dos acusados para 16 anos e oito meses de prisão. A denúncia diz que em junho daquele ano, o bando disse para a vítima. “sou mafioso, conheço muita gente por aqui. Então, você vai fazer o que eu mandar”,com violência configurada em tapas e restrição de liberdade de A.S.M, com intuito de obter para si senha bancária, permitindo assim que realizassem diversas transferências para uas contas bancárias, causando um prejuízo total à vítima no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). O grupo roubou o celular do rapaz, sua identidade e chaves. Conforme apurado nos autos, a vítima entrou em um aplicativo de relacionamento chamado Grinder, por meio do qual fez contato com um dos suspeitos, que se identificou como garoto de programa, sendo, então, acordado um encontro sexual, pelo prazo de três horas, no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), no bairro de Copacabana. Após encontrar com o denunciado, a vítima foi informada acerca da existência de uma terceira pessoa interessada em participar do encontro, sem que fosse mencionado qualquer acréscimo no valor acertado. Nesse contexto, o supeito e a vítima se dirigiram ao Hotel Atlântico Prime, no Centro, onde encontraram com outro envolvido. Todos então se dirigiram ao apartamento de um terceiro denunciado, de nome social Maria Eduarda, na rua do Riachuelo, nº333, no Centro, local onde fizeram uso de diversas substâncias entorpecentes e mantiveram relações sexuais. Ao final do ato sexual, dois dos criminosos passaram a ameaçar a vítima dizendo serem mafiosos e conhecedores de muita gente, afirmando que a vítima deveria fazer o que eles mandassem, bem como agredindo-a com tapas pelo corpo. Nesse contexto, os denunciados exigiram a senha bancária da vítima e na posse de seu aparelho de telefone celular realizaram uma transferência bancária para a conta de nome social Maria Eduardo, no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais). Como não era mais possível a realização de novas transferências bancárias, em razão da hora, os denunciados mantiveram a vítima em cárcere por cerca de quatro horas, até o amanhecer, ocasião em que, após o ofendido entregar todas suas senhas, efetuaram diversas transferências, desta feita, em favor de Maria Eduarda e do traficante . Por fim, não satisfeitos em causar um prejuízo de aproximadamente R$ 20.000,00 (vinte mil reais) à vítima, os denunciados, com desígnios autônomos e diante da grave ameaça proferida a todo tempo acerca de suas posições como criminosos em comunidades do Rio de Janeiro, além da violência consistente em desferir tapas pelo corpo da vítima, subtraíram o celular, a identidade e as chaves do ofendido. Apesar de Maria Eduarda e o traficante não tenham tido contato físico com avítima durante a execução dos crimes, restou apurado que participaram diretamente do planejamento e da divisão dos produtos dos crimes, possuindo, desta forma, completo domínio funcional dos fatos. Nesse sentido, registra-se que Maria Eduarda, foi o idealizador da empreitada criminosa, cedendo, inclusive, seu apartamento para consumação dos crimes. Ademais, foi beneficiário direto de parte das transferências bancárias exigidas da vítima. Um dos envolvidos no crime acabou condenado e teve sua pena reduzida.

Escuta revelou cobrança de taxa a comerciantes por traficantes do TCP em Meriti, apontou Justiça

Relatório da Justiça revela que traficantes da comunidade Trio de Ouro, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, tinham um esquema de extorsão contra comerciantes da região. A descoberta veio a partir da prisão, em 2024, do traficante conhecido como Pagodeiro, apontado como gerente do tráfico na região.Uma conversa entre bandidos provou a existência do esquema. (“É pô. Quer dar uma de maluco porra. Tá querendo dar 50 litros de gasolina por semana. Manda ele se ligar pô, ele tem que mandar é o dinheiro. Falei com ele no outro dia ali. O Marclei botou ele no viva voz, eu falei com ele. Tem que mandar o dinheiro lá que pediu porra. Ele combinou aí contigo aí. Esse maluco aí. De mandar. Esse cara aí do posto de gasolina.” A investigação revela que os traficantes empregavam em sua atuação violência e grave ameaça contra grupos rivais de bairros em que o tráfico de drogas era exercidopela facção criminosa rival, inclusive com emprego de arma de fogo como meio de intimidação coletiva e prática de outros crimes violentos correlatos.Segundo o relatório, Pagodeiro era responsável por várias execuções praticadas pelo grupo. Homem de confiança de Pagodeiro, Pape era o encarregado pelo recolhimento das taxas ilegais cobradas dos comerciantes, ou seja, recolha dinheiro proveniente das extorsões realizadas naquela região. O criminoso conhecido como Marclei também recolhia as taxas. Messi era o responsável pela compra de armas de fogo que são utilizadas pelo grupo. Um vereador foi apontado como fornecedor de suporte logístico e operacional ao grupo em troca de benefícios financeiros e eleitorais. Consta nos autos mensagens de texto e áudios recuperados que indicam a utilização de maquinário público para construção de barricadas feitas pelos traficantes, viabilizando o domínio armado territorial do grupo. Uma mulher foi apontada na investigação como líder financeira do grupo. Consta nos autos uma série de transferências bancárias de origem suspeita suspeitas, bem como comprovantes de transferências e registros de mensagens entre ela e seu companheiro

PM suspeito de extorquir e estuprar jovem em Niterói vai a conselho de disciplina e pode ser expulso da corporação

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros do PM Lucas de Sousa Mathias, suspeito de extorquir e estuprar uma jovem em Niterói em janeiro. De acordo com o Boletim Interno da PM, apurou-se que, em 04 de fevereiro de 2026, policiais da 82a DP, em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar, cumpriram o Mandado de Prisão Preventiva no 0800695-45.2026.8.19.0602.01.0001-11, expedidopela 2a Vara de Garantias da Comarca de Niterói/RJ, em face do investigado, no âmbito de apuração pela su- posta prática dos crimes de estupro majorado, roubo e extorsão armada. A investigação foi iniciada por meio do Procedimento no 082-00140/2026 apura os fatos vivenciados por uma jovem em janeiro de 2026, ocasião em que o acusado e seu comparsa, Dayvid N. S., sob o pretexto de cobrar suposta dívida de agiotagem no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), posteriormente arbitrariamente elevada para R$ 7.000,00 (sete mil reais), teriam invadido a residência da vítima, armados, subtraído bens eletrônicos e mantido a vítima sob restrição de liberdade, compelindo-a a ingerir bebidas alcoólicas. Consta, ainda, que, na madrugada de 04 de janeiro de 2026, o acusado,mediante emprego de força física e sob grave ameaça com arma de fogo, conduziu a vítima a local isolado,no bairro Limão, onde teria praticado o crime de estupro, afirmando tratar-se de “castigo”, ocasionando-lhe lesões corporais, posteriormente confirmadas por laudo pericial. Consta, ainda, que a vítima compareceu à unidade policial, ocasião em que realizou reconhecimento formal do policial militar como autor dos fatos investigados pela Polícia Civil.

Traficantes do TCP teriam colocado cartazes anunciando juros para quem não paga taxa em dia em condomínio em Costa Barros

Narcoterroristas do TCP colocaram cartazes em vários condomínios do programa Minha Casa, Minha Vida, doados aos moradores pela Prefeitura do Rio. Os criminosos, além de extorquirem os moradores, também cobram juros caso haja atraso no pagamento. O comunicado diz: “Esperamos que esta mensagem os encontre bem. Gostaríamos de informar uma mudança significativa nas diretrizes do nosso condomínio em relação ao pagamento das taxas condominiais. A partir de 25/01/2026, será cobrado juros por atraso.Obs.: o prazo para pagamento é até o dia 25.Agradecemos a atenção de todos e contamos com o apoio e a cooperação de cada morador.” Um morador afirma ter deixado o Condomínio Tom Jobim, no Complexo da Pedreira, após ameaças e cobranças abusivas impostas por criminosos que dominam a região. Segundo denúncias, traficantes ligados ao TCP teriam assumido a gestão informal de condomínios, cobrando taxas entre R$ 50 e R$ 250 e utilizando uma suposta associação de moradores como fachada. Além do condomínio, serviços como gás e “gatonet” também seriam explorados, elevando custos e impondo regras aos moradores. INFORMAÇÕES DE BRUNO ASSUNÇÃO

Traficantes da Pedreira (TCP) controlariam condomínios residenciais cobrando taxas. Dominariam também o gatonet e a venda de gás

No Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio, traficantes do TCP teriam assumido o controle direto de condomínios residenciais inteiros, impondo regras próprias, cobrando taxas obrigatórias e administrando serviços básicos como se fossem o próprio Estado. Moradores das localidades do Bairro 13 e Quitanda relatam que a facção passou a controlar a gestão dos mais de mil apartamentos por meio de uma suposta associação de moradores, apontada como fachada para a arrecadação ilegal. A cobrança varia entre R$ 50 e R$ 250 por unidade. Quem é ligado aos criminosos não paga. Quem não é, segundo relatos, não tem escolha. A cobrança é tratada como obrigatória. A recusa pode significar pressão, intimidação e medo. Na prática, dizem moradores, o tráfico substituiu o poder público e passou a ditar as regras dentro dos condomínios. Mas a exploração não para na “taxa condominial”. A facção também teria transformado serviços essenciais em fonte de lucro. O botijão de gás chega a custar R$ 140 em alguns pontos de Costa Barros — R$ 40 acima do valor praticado em outros bairros. Já o “gatonet”, serviço clandestino de TV e internet, sai por R$ 100 mensais no plano mais barato e alcançaria cerca de 70% das casas da região. Relatos indicam ainda que a venda de produtos básicos, a imposição de monopólios e a extorsão vêm se tornando tão ou mais lucrativas que o próprio tráfico de drogas. O controle territorial agora é também econômico: quem domina a área, domina o bolso do morador. A 39ª DP (Pavuna) investiga e monitora de forma contínua a ação de grupos criminosos na região, utilizando métodos de inteligência e estratégia para capturar todos os envolvidos. Vale ressaltar que as investigações sobre o crime citado seguem em andamento na unidade. A instituição orienta, ainda, que todos os casos sejam registrados para que possam ser investigados de forma individual e para que os autores sejam identificados e responsabilizados criminalmente. As denúncias também podem ser feitas  por meio do Disque Denúncia. O anonimato é garantido. As informações são do jornalista Bruno Assunção

PM pode expulsar quatro policiais suspeitos de extorquirem homem dentro de oficina de motos em Rio das Ostras

Depois de dois anos, a PM decidiu submeter a comselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros de quatro policiais militares acusados de extorsão em Rio das Ostras em dezemro de 2023. Segundo publicação no boletim interno da PMERJ, no dia 24 de dezembro daquele ano, os quatro policiais teriam extorquido em R$ 1.998 de um homem no interior de uma oficina de motos, no bairro Âncora. O alvo foi abordado pelos policiais militares. Por conseguinte, foi conduzido à Rua das Dálias, mesmo sem portar qualquer objeto ilícito. Em seguida, por volta das 16h31min,os acusados deixaram suas Câmeras Operacionais Portáteis (COPs) dentro da viatura e conduziram a vítima para fora, ocasião em que, mediante grave ameaça de prendê-la por tráfico de drogas, solicitaram a quantiade R$ 15.000,00 De acordo com o boletim interno, foi encaminhada denúncia anônima à Agência de Inteligência Classe “C” (AIC) da 6a Delegacia de Polícia Judiciária Militar (6a DPJM),versando sobre a conduta dos policiais militares, na companhia de um civil, no interior da comunidade dobairro Âncora, cobrando a entrega da quantia de R$ 15.000,00 A denúncia ainda destacava que, ao final, foi fechado acordo de pagamento da quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais) a ser entregue aos denunciados, por volta de 00h00min, no final da Rua das Dálias, s/n. No mesmo ato, foi enviado vídeo contendo imagens com o número de série das notas que seriam entregues aos policiais militares. Diante dos fatos comunicados, por volta das 00h00min, agentes da 6a DPJM deslocaram-se até as proximidades do local informado para entrega dos valores acordados. Ato contínuo, os policiais militares foram abordados pelos agentes correcionais, que lograram êxito na localização de uma sacola contendo R$1.998,00 em espécie, próxima da viatura. Após conferência das notas acondicionadas, verificou-se que os números de série das notas coincidiam com aqueles constantes no vídeo encaminhado junto à denúncia anônima. Diante dos fatos, foi instaurado o Inquérito Policial Militar n.o 778/118/2023,CGPM n.o 2023267473, no âmbito administrativo militar, o qual instruiu a denúncia ministerial datada de 20AGO2025, oferecida pelo Membro do Ministério Público Estadual do Estado do Rio de Janeiro (MPERJ), em exercício na Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ), tando de serviço), do Código Penal Militar, estando incursos nas penas neles previstas. E,m elação ao uso irregular da Câmera Operacional Portátil (COP), tal mérito foi objeto de apreciação administrativa durante a análise do IPM Port. 778/118/2023,CGPM n.o 2023267473, haja vista a extração do Documento de Razões de Defesa n.o 0867/118/2025, CGPM n.o 2025980439, que resultou na aplicação da punição de prisão por 01 (um) dia ao graduado, conforme publicação inserta no Boletim da PM n.o 148, de 15AGO2025, vide SISCOR/PMERJ. Por fim, é relevante consignar que no dia 16OUT2025, a Justiça recebeu a denúncia em epígrafe, inaugurando assim, a ação penal n.o 0102168-04.2025.8.19.0001, na qual os acusados figuram como réus. Nesta oportunidade, foram deferidas as medidas cautelares em desfavor dos militares cpmp a bem a decretação da suspensão da função pública e o comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades, a qual poderá ser cumprida no Fórum mais próxi-mo de sua residência, desde que comunicado a este Juízo para adoção das providências cabíveis, suspensão do porte de armas de fogos, devendo acautelar suas armas particulares e funcionais, que possam estar sob seus cuidados, nas RUMB da atual unidade em que está lotado, proibição de ausentar-se do Estado, bem como do país, sem a devida autorização judicial,

Confira detalhes do terror vivido por uma jovem extorquido e estuprada por um PM e comparsa

A investigação revelou um cenário de terror vivido por uma jovem, no dia 04 de janeiro de 2026. Sob o pretexto de cobrar uma dívida de agiotagem de apenas R$ 800 reais — arbitrariamente elevada para R$ 7 mil reais—, o policial militar Lucas de zSousa Mathias e seu comparsa Dayvid Novato Santana, invadiram a residência da vítima armados. Além de subtraírem bens eletrônicos, os criminosos sequestraram a vítima, obrigando-a a ingerir bebidas alcoólicas. Na madrugada do crime, o policial Lucas, valendo-se da força física e de arma de fogo, conduziu a vítima a um local ermo no bairro Limão, onde praticou o crime de estupro, dizendo que serveria como castigo para a vítima, causando-lhe diversas lesões corporais confirmadas por laudo pericial. Lucas foi preso mas Dayvid continua foragi O PM foi preso em uma operação cirúrgica realizada na tarde desta quarta-feira (04), policiais da 82ª DP (Maricá), e cumpriram um mandado de prisão temporária pelos crimes bárbaros que incluem estupro majorado, roubo e extorsão armada, fruto de investigação da própria 82ªDP.  A prisão ocorreu por volta das 15:00h, nas dependências do 22º Batalhão de Polícia Militar (Bonsucesso). A ação foi executada pelos agentes da 82ªDP em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A equipe da distrital demonstrou alto preparo técnico ao realizar a incursão em unidade militar, garantindo o cumprimento da ordem judicial expedida pelo 2º Juízo das Garantias de Niterói, sem comprometer a imagem da instituição. Simultaneamente à prisão do PM, os agentes cumpriram também um mandado de busca e apreensão na residência de David. Embora o investigado não tenha sido encontrado para ser preso, e já sendo considerado um foragido da Justiça, o material arrecadado comprova a periculosidade do grupo e a prática de atividades milicianas e de agiotagem. Na casa dele foram encontrados os seguintes materiais: 01 espingarda calibre 12 e farta munição; 01 pistola 9mm municiada; 02 televisões pertencentes à vítima; 02 cadernos de anotações detalhando a prática de agiotagem; Equipamento Tático: balaclava, colete balístico, placas balísticas e facas táticas e um  tucano. A autoridade policial titular da 82 DP, Dr. Claudio Vieira, destaca que o investigado Lucas de Sousa Mathias possui um histórico de violência que inclui ameaças com arma de fogo e investigação por envolvimento com milícia armada em Araruama. “A gravidade concreta do crime, onde o estupro foi utilizado como uma sórdida ferramenta de “castigo” por dívida financeira, exigia a resposta imediata e rigorosa que a 82ª DP entregou à sociedade maricaense nesta data”, destacou o delegado. Contra Dayvid Nonato Santana, foi expedido um mandado de prisão, restrito ao  Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pela 2ª Vara das Garantias de Niterói/TJRJ, pelos crimes de Estupro, Roubo Majorado e Extorsão. Cabe ressaltar, ainda, que como o referido mandado de prisão está restrito somente ao CNJ, a 82ª DP pede que quando da prisão de Dayvid Santana, ele seja encaminhado à referida distrital.   A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a justiça, independentemente da função pública exercida pelo infrator, e solicita que qualquer informação sobre o paradeiro de DAYVID NOVATO SANTANA seja repassada via Disque Denúncia  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

PM preso hoje suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde processo sigiloso de milícia em Araruama junto com ex-vereador preso no ano passado acusado de homicídio motivado por disputa dentro do grupo

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o policial militar Lucas de Sousa Mathias, que foi preso hoje em Maricá suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde a processo sigiloso por constituição de milícia que tramita em Araruama. A ação é de 2023. De acordo com informações que se pode obter, entre os réus deste processo, está o e x-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger. que fo preso no ano passado por homicídio. O processo deste homicídio também está em segredo de Justiça mas segundo o que saiu na imprensa quando o político foi preso, o assasssinato tinha ligação com uma suposta disputa dentro de um grupo de extermínio A matéria informou que a quadrilha agia como uma milícia na região controlando o transporte alternativo e serviços clandestinos.

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