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denúncia

Três integrantes de grupo de extermínio foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio, três tentativas de assassinato e de aborto

Três homens foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e tentativa de aborto. Os crimes ocorreram na madrugada de 12 de abril de 2020, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, quando os acusados invadiram a residência de uma família e dispararam contra quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de oito meses. Foram condenados Guilherme Silva, Lucas de Souza e Igor da Silva. Guilherme e Lucas foram sentenciados pelo homicídio qualificado de Adriel Gomes da Silva, por três tentativas de homicídio contra familiares da vítima, além da tentativa de aborto uma mulher que estava grávida. Igor, que aguardava os comparsas no carro utilizado na fuga e participou do planejamento do crime, também foi condenado por todas as infrações penais, na condição de partícipe. Segundo a denúncia, os réus integravam um grupo de extermínio com atuação na Baixada Fluminense e teriam promovido o ataque em uma ação de “justiçamento”, após não aceitarem o envolvimento de um dos familiares com o tráfico de drogas. Adriel foi executado com diversos disparos de arma de fogo, enquanto os demais moradores foram alvejados. A vítima que estava grávida, mesmo baleada, sobreviveu e conseguiu dar à luz após ser socorrida. FONTE: MPRJ

Justiça decretou prisão de traficante da Gardênia Azul (CV) suspeito de matar homem que teria dado golpe na boca de fumo

Apesar de o crime ter ocorrido no ano passado, a Justiça decretou na semana passada somente a prisão preventiva de um traficante da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, suspeito de matar um homem que teria dado um golpe na boca de fumo. Uma testemunha que levou os criminosos até a casa da vítima e os avisou que o alvo estava lá Disse que foi abordado pelos criminosos Gazoy do Juramento, Loirinho do Gardênia e Playboy da VK da Vila Kennedy quando ia na boca comprar maconha. Foi obrigado a entrar no carro já que os bandidos disseram que era papo de vida ou morte. Após informar aos suspeitos de que a vítima, Pablo Soares de Almeida, estava em casa, os criminosos foram lá e o mataram. Perguntada sobre o motivo dos caras do tráfico estarem atrás de Pablo, a testemunha, afirmou que soube que ele tinha dado uma volta na boca e que ele estava pagando e devendo. Segundo relatos da testemunha, Pablo teria confessado que matou o mestre de baterias Paulão e também um homem conhecido como Tuninho, investigado no IP 901-00490/2024; Pablo teria roubado 4 cargas de maconha do ponto de vendas da ponte na Gardênia próximo à praça;.Por isso os traficantes queriam matar ele. Após matar Paulão, Pablo passou a “meter bronca. Ele andava armado e dizia que não gostava de ladrão. A testemunha disse ainda que Loirinho era o frente da boca e disse acreditar que ele matou Pablo para ficar de fente na boca, pois antes de morrer a vítima era o responsável pela venda de drogas deste ponto. Disse que Playboy da VK também ficaVA no ponto de venda de drogas próximo à Rua Vitória; Dos três acusados do crime, apenas Gazoy teve a prisão decretada já que foi o único que teve descoberta a sua qualificação. FONTE: TJ-RJ

Guerra no Juramento adentrou a noite

A guerra segue no Morro do Juramwnto, em Vicente de Carvalho, agora de noite. Relatos de que a comunidsde está dividida entre o CV e o TCP. | Traficantes do CV da Tropa do Urso (CV) Elestavam atirando contra os Rivais do TCP do alto da localidade da Maracá, no J2/Juramentinho. A Avenida Pastor Martin Luther King foi fechada, sentido Nova América, por conta da guerra. FONTE: Submundo Criminal e Pega Visão (Telegram)

Muriqui onde casal foi morto tem guerra do tráfico

Existe uma guerra do tráfico no Morro da Cachoeira, em Muriqui e um homicidio lá ocorrido ha pouco tempo foi o fator preponderante para o assassinato do casal Patrick Santos Silva e Larissa Glória ontem pela manhã. Mesmo a PM tendo colocado seu efetivo no patrulhamento constante na comunidade, usando até o caveirão como base, a criminalidade não arredou o pé de implantar o tráfico no local. Dois ocupantes em uma motocicleta emparelharam e dispararam dezenas de tiros no casal. O veículo perdeu a direção e colidiu num muro. Tudo na estrada principal do Muriqui, a RJ14, em frente a padaria Top Pães. Nas imagens mostra quando dois motociclistas param ao lado do veículo, onde o garupa salta e efetua diversos disparos. A frieza cometida no assassinato foi tanta que os atiradores não se preocuparam em mostrar a cara e com as pessoas que estavam na entrada da padaria.O local tem cadeiras e é frequentado por muitos clientes. A imagem mais desesperadora é de uma pessoa com um carrinho de bebê que poderia ter sido alvejada pelos projéteis transfixados no veículo. A pessoa deveria estar com fone de ouvido, pois continua sua caminhada, diante de pessoas correndo para se abrigar e até um cachorro saiu desesperado com o barulho dos disparos. FONTE: Portal Mangaratiba (Facebook)

Em conversa captada, integrante do bando de Adilsinho disse que ele teria pago milhões para ver mandados de prisão cair

Um relatório da Justiça sobre o caso do homicídio do miliciano Marquinho Catiri em novembro de 2022 que decretou a prisão temporária do contraventor Adilsinho apontado como mandante, traz um trecho de um diálogo em que um integrante da quadrilha teria dito que os mandados de prisão em face do ‘Patrão )Adilsinho)’ caíram em razão de pagamento de “milhões”, além de dizer que “até sua filha ao ver os noticiários sabe quem que foi” e que ele (o patrão) estaria com crédito para “matar mais uns 30”. Segundo os autos, há clara demonstração que os integrantes do grupo criminoso entendem que a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como aval para continuidade dos homicídios. O documento cita que no homicídio de Catiri do qual Adilsinho era apontado como mandante foram usadas as mesmas armas do atentado contra Luiz Henrique de Souza Waddington, filho de Luiz Cabral Waddington Neto, ocorrido no Centro da cidade. O relatório informa ainda os nomes de outras supostas vítimas do bando como os desaparecimentos de Anderson Reis dos Santos e Alexandro dos Santos Marques, bem como sobre os homicídios de Fabrício Alves Martins, Fábio Alamar Leite e Bruno Kilier da Conceição Fernandes. Há informação ainda sobre José Ricardo Gomes Simões, um dos envovlidos na morte de Catiri, em que ele possuiria magens que indicam o comércio ilícito de cigarros, uma imagem de um controle de drone, datada de 18/11/2022, a qual exibia na tela imagem aérea do local do crime, e imagem da entrada da comunidade onde ocorreram os fatos As investigações citam outros integrantes da venda de cigarros, com diversos diálogos que indicam o que acontece quando se comercializa cigarros de fontes diferentes, com menção ao homicídio de duas pessoas e sequestro e desaparecimento de outras duas. Em uma das conversas, um investigado Daniel Maia frisa a importância de se manter firme com o comércio de apenas um provedor, bem como a tentativa de monopólio em diversas regiões. O documento informa que Adilsinho exerce grande influência e posição de liderança em grupo criminoso responsável por diversos homicídios na comarca do Rio de Janeiro e região metropolitana, o que naturalmente dificulta a localização de testemunhas. Há, ainda, dificuldade em arrecadar provas documentais, pois, com o desenvolvimento tecnológico, há várias plataformas que possibilitam que os comandos sejam repassados aos subordinados sem “deixar rastro”, que menciona a utilização de aplicativos de troca de mensagens criptografadas, com autodestruição programada. Encontra delineada a relação entre os até então denunciados pela morte de Catiri, George Garcia de Souza Alcovias, José Ricardo Gomes Simões e Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, com o indiciado Adilsinho por vários documentos juntados aos autos, dos quais merecem destaque: – Registro de Sem Alma na lista de visitantes e funcionários do imóvel do investigado, cadastrado como ‘segurança’, conforme relação fornecida pelo condomínio e juntada aos autos; FONTE: TJ-RJ

CV decretou membro do PCC em Manaus acusado de matar criança dr dois anos e seu pai

Um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi decretado pelo Comando Vermelho (CV) após assassinar um pai e seu filho de apenas 2 anos na comunidade Valparaíso, em Manaus. As vítimas eram inocentes e não tinham qualquer envolvimento com facções criminosas. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

TCP vem atacando o Juramento (CV) para forçar rivais a deixarem o Fubá e o Campinho

Segundo relatos nas redes sociais, os traficantes do Terceiro Comando Puro têm promovido novos ataques ao Morro do Juramento (CV) em Vicente de Carvalho para forçar os rivais a deixarem os morros do Fubá e do Campinho. Os bandidos estão recebendo apoio da Tropa do Corinthians do Bairo 3, em Duque de Caxias e de refugiados do Morro dos Macacos. O traficante Doca da Penha (CV) mandou reforços para o Juramento, Barão e Saçu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na madrugada desta quinta-feira (26/06), policiais militares do 41° BPM (Irajá) foram acionados para uma ocorrência de disparos de arma de fogo na área de mata, da localidade do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, agentes do Grupamento de Ações Táticas da unidade foram deslocados até o local do fato. Os policiais realizaram buscas na parte alta da comunidade, no entanto, os suspeitos fugiram no momento da chegada das equipes. O policiamento permanece reforçado na região. FONTE: PMERJ e Apuração Informe BR News (Whatsapp)

Boato da prisão de RD (CV) é falso

Páginas ligadas ao tráfico de drogas nas redes sociais lançaram uma contrainformação de que o traficante RD teria sido preso com o objetivo de confundir e prejudicar o trabalho dos setores de inteligência das polícias. A prisão, no entanto, não ocorreu. O bando chegou a divulgar que RD teria sido preso por agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e encaminhado para a 41ª DP, após supostamente se recusar a pagar um valor de R$ 5 milhões para ser liberado. A informação, no entanto, é falsa. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunçào

Traficantes do CV refizeram grafite de urso gigante em homenagem a chefão da facção

Os traficantes do Comando Vermelho refizeram mais uma vez o grafite do urso gigante em homenagem ao chefão da facção Doca no Morro do Divino, na Praça Seca. Há algumas semanas os bandidos haviam feito o mesmo desenho mas os rivais do TCP foram lá e riscaram tudo FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Puxador de guerra do CV na Zona Oeste postou foto com comparsas

O traficante e ex-miliciano RD do Barbante postou foto na rede social com comparsas. De acordo com informações, o grupo estaria se reunido para invadir a comunidade do Barbante e o Largo do Correia, em Campo Grande. Após receberem informações que traficantes do CV teriam voltado pra região de mata próximo ao largo do Correia, na zona oeste, policiais do 27BPM fizeram uma varredura na localidade para evitar o avanço de traficantes na área dominada pela maior milícia do Rio. Enquanto isso: Fabiano, vulgo “Sementinha”, foi morto durante a guerra do tráfico na Comunidade do Juramento. Ele morava na Rua 2, em Cosmos, e havia pulado para a equipe do ex-miliciano RD. Fabiano também participou da morte de um policial penal, durante um assalto a um depósito de bebidas em Santa Cruz. FONTE: Campo Grande ao Vivo (Telegram) e PMERJ

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