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denúncia

Zinho pode ter perdido o comando da maior milícia do RJ

Bastidores do crime apontam que o miliciano Zinho, que está preso desde dezembro de 2023, não estaria mais no comando do maior grupo paramilitar do Rio. Segundo relatos, ele teria supostamente tomado um golpe de seus subordinados vulgos PL ou Jorjão e Naval. PL, inclusive, seria o novo chefe da milícia. Apesar de não estar mais a frente, Zinho ainda receberia dinheiro da quadrilha na cadeia. Segundo informações que chegaram até a reportagem, Martinha Sapatão e Zero queriam assumir tudo a mando do Zinho E o PL e o Naval não aceitaram e tomaram tudo e ainda expulsaram os dois. Circula que PL”, teria se associado aos milicianos do Catiri, em Bangu, que por sua vez abandonaram seus antigos aliados da Baixada Fluminense. Essas supostas mudanças teriam provocado também rebuliço dentro do sistema penitenciário com os presos da cadeia Bandeira Stampa (Bangu 9) se reunido para saber que bandeira levantar. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Bandido baleado durante ataque a PM que deixou criança morta em Caxias é integrante da tropa do BX do Corte Oito (CV) envolvida na guerra do Fubá e do Campinho

Apontado como um dos responsáveis pelo ataque a um PM ontem em Duque de Caxias que terminou com a morte de um menino de quatro anos e deixou a mãe dele baleada em estado grave, Caiky de Assunção Barbosa dos Passos é integrante do Comando Vermelho. O criminoso faz parte do bando do traficante Bochecha Rosa (BX), chefe do tráfico no Corte Oito. A mando de BX, ele vinha dando ataques no Garibaldi, São Bento e Parque Fluminense e vende drogas em uma das comunidades. Caiky responde a processos por roubo inclusive na região de Madureira, onde seu chefe age na guerra pelos morros do Fubá e do Campinho.Ele foi baleado ontem durante o ataque e está itnernado. Sobre o PM que foi alvo dos atiradores, ele foi citado e depois retirado de um processo de 2019 que julgou milicianos presos durante uma partida de futebol na Vila Rosário. Na ocasião, ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos por diversos disparos de arma de fogo, tendo vários elementos empreendido fuga. Após a troca de tiros, os agentes da lei prenderam, dentro de um bar, um dos suspeitos na posse de uma pistola, calibre .380, municiada com 6 (seis) cartuchos íntegros, cuja numeração de série se encontrava raspada. . O PM teve uma arma apreendida neste fato e requisitou a sua devolução.

PM preso suspeito de entregar colega de farda a bandidos do CV em Paraty também é acusado de receber propina da facção para repassar dados sigilosos de operações e localização de policiais. Quadrilha é investigada por dois assassinatos de agentes da lei na cidade

O PM preso suspeito de fornecer a traficantes do Comando Vermelho informações sobre um colega de farda que acabou sofrendo um atentado em Paraty é acusado também de receber pagamentos regulares da organização criminosa para repassar dados sigilosos sobre operações policiais e localização dos agentes. A quadrilha do traficante BMW, preso e apontado como o mandante do atentado contra o PM, é investigada pelo envolvimento nos assassinatos de mais dois policiais em Paraty. Um deles do cabo Elieze Oliveira da Silva, de 38 anos, lotado no 33º BPM, assassinado em um quiosque na Praia do Pontal na noite de 30 de novembro do ano passado, e do policial civil recém-aposentado Brício Fioretti, morto com pelo menos 20 tiros no portão de casa, no bairro Corumbê. As investigações começaram com a tentativa de homicídio praticada contra o cabo Heiver, da Polícia Militar, lotado na 2ª CIPM, ocorrida na manhã do último dia 17 de junho. Na ocasião, os ocupantes de um Volkswagen T-Cross dispararam tiros, inclusive com fuzil calibre 5,56 mm, contra o policial quando ele chegava em casa. Graças à destreza do agente, que reagiu imediatamente ao ataque, ele sobreviveu ao atentado.

PM forneceu informações sobre colega de farda a bandidos. Vítima sofreu atentado em Paraty mas sobreviveu

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam, nesta quinta-feira (31/07) cinco criminosos envolvidos na tentativa de homicídio de um policial militar em Paraty, na Costa Verde. O crime ocorreu em 17 de junho deste ano, quando a vítima foi atacada ao chegar em casa. Na ocasião, os autores passaram em um veículo e efetuaram os disparos, inclusive de fuzil. O policial reagiu e sobreviveu ao atentado. As investigações da DRE identificaram os envolvidos, inclusive o mandante da execução, que está no sistema prisional. Segundo os agentes, durante a apuração dos fatos, ficou evidenciado o envolvimento de um policial militar, que teria fornecido informações estratégicas sobre a rotina da vítima, favorecendo o planejamento do crime. O material apreendido na operação passará por perícia, a fim de subsidiar e buscar novos elementos para a investigação.

Traficante Flamengo (TCP) tem duas prisões preventivas decretadas por homicídios

Nas últimas semanas, o traficante Leandro Santos Sabino, o Flamengo, um dos chefes da comunidade do Barro Três, em Duque de Caxias, teve duas prisões preventivas decretadas suspeito de homicídios cometidos em Belford Roxo e São João de Meriti. Os autos disponíveis para consulta informam os nomes de duas vítimas apenas um dos processos: Henrique Caetano Barbosa e Felipe de Andrade Costa da Motta, mas não fala sobre as datas dos homicídios. Um dos autos informa que Flamengo e comparsa foram denunciados pela suposta prática de crime doloso contra a vida, com envolvimento em organização criminosa armada, no caso, o Terceiro Comando Puro Diz ainda que o crime foi supostamente cometido com uso de arma de fogo de uso restrito, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Outra denúncia descreve a existência, em tese, de uma espécie de poder paralelo FONTE: TJ-RJ

Polícia pediu prisão de Pezão do Alemão (CV) por homicídio mas Justiça negou e mandou a polícia para investigar mais

A Polícia Civil do Rio pediu a prisão preventiva do traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, apontado como o chefe do tráfico no Complexo do Alemão pelo homicídio de Geraldo Carlos Barboza dos Reis. Além de Pezão, foram acusados do crime o falecido traficante Professor, além do bandido vulgo 2D ou Macaco Russo. O caso é apurado no procedimento n° 901-00093/2025 O Ministério Público opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados destacando que a investigação ainda carece de elementos informativos que corroborem os informes recebidos pelo setor de inteligência da delegacia de que seriam os ora indiciados os autores do crime em questão. A Justiça determinou que retornem os autos à delegacia de origem para prosseguimento das investigações com a realização das diligências mencionadas pelo MP. FONTE: TJ-RJ

CV estaria apoiando facção que já matou cerca de 30 integrantes do PCC no interior de SP nos últimos anos

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) tem um rival à altura no interior de São Paulo, o Bonde do Magrelo. Nos últimos anos, o PCC perdeu pelo menos 30 integrantes mortos pela quadrilha rival, muitos assassinatos destes cometidos a luz do dia. O Bonde do Magrelo teria como aliados traficantes do Comando Vermelho do Complexo do Alemão, no Rio. O elo dos Magrelos com o CV seria um ex-pastor conhecido como Senhor das Armas que já foi preso com um carregamento de fuzis no Rio, em 2018. e e tem ligação com o bandido vulgo Zeus, que comanda a Muzema, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. A onda de assassinatos é constante. Em maio, por exemplo, quatro homens foram executados a tiros em um período de 12 horas na cidade de Rio Claro. Em julho, Igor Henrique, de 18 anos, foi executado com mais de 40 tiros de fuzil. O CV quebrou a aliança com muitas facções regionais recentemente, o que levou a um crescimento maior no número de homicídios e a criação de uma nova aliança contra a facção carioca (união entre TCP, ADE, GDE, Nova Okaida, SDC, B13). Aliado a isso, já havia um confronto antigo e também problemático entre PCC versus várias facções regionais (SDC, Nova Okaida, GDE, CV-BA). FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Denúncia do MP esmiuçou acordo entre as facções CV e ADA e a milícia para ocupação de comunidades de Jacarepaguá

A denúncia do Ministério Público Estadual do Rio esmiuçou o acordo entre as facções criminosas (CV e ADA) e milícias para a ocupação de áreas em Jacarepaguá. Segundo o documento, o líder da ADA Celsinho da Vila Vintém mandou seus subordinados ocuparem a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, e forneceu as armas para a ação. E a ocupação ocorreu sem resistência alguma já que o miliciano que mandava no local, André Boto, ‘vendeu’ a área para Celsinho. “O grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta de Celsinho, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área. Celsinho cormpou a área do Boto, Toda área de Curicica foi negociada com Boto”, disse um traficante preso no dia 10 de março de 2025 quando Celsinho ordenou uma ocupação na área,. Em outra operação da PMERJ em fevereiro, traficantes da ADA presos disseram que foram “recrutados” diretamente por Celsinho a dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo;. Esse mesmo traficante afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. O acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul. O líder do CV, vulgo Doca, determinou a ida de comparsas até a Gardênia Azul. Tal movimentação foi orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com Boto, ele teria pedido apoio a Doca inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Tráfico da Serrinha (TCP) diz que guerra deles é com o CV e vai deixar a polícia fazer seu trabalho

Traficantes do Complexo da Serrinha.(TCP) em Madureira, soltaram um comunicado nas redes sociais dizendo que vão deixar a polícia fazer o seu trabalho porque a guerra deles é contra o Comando Vermelho. Hoje, o BAC (Batalhão de Ações com Cães), apreendeu um fuzil, uma pistola, rádios transmissores, munições e drogas na comunidade Com o apoio dos cães, as equipes localizaram os materiais ilícitos..

Bandidos que mataram inocentes em Nova Iguaçu ao confundí-los com milicianos eram da Favela Grão Pará (CV). Uma das vítimas era muito parecida com um paramilitar que esteve no local do crime minutos antes para fazer cobranças. Um dos suspeitos preso ontem foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Frente da milícia disse que estava sendo ameaçado por um dos autores dos homicídios a mudar de facção

Os homens que mataram três inocentes e feriram outros dois em dezembro no Km 32 Nova Iguaçu pensando que eles fossem milicianos eram vinculados à facção criminosa Comando Vermelho e da comunidade Grão Pará, na mesma cidade Um deles, vulgo Parazinho, foi preso ontem e outros dois suspeitos, Cocão e Gerô estão com as prisões preventivas decretadas. Parazinho foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Na ação, morreram Jhonata Lima Almeida, Leanderson Luiz Ferreira e Rodrigo Assis da Silva Junior. Jhonata era muito parecido com um miliciano que esteve no local do crime minutos antes e também usava uma camisa do Flamengo como ele. Uma das testemunhas disse que soube por um amigo que horas antes do crime estava rolando uma guerra entre quadrilhas. As vítimas do homicídio estava em uma confraternização no bar do fato. Durante a confraternização, dois milicianos chegaram no bar para cobrar a “taxa” da milícia; Esses paramilitares aproveitaram para tomar cerveja no bar em uma mesa separada. Algum informante teria avisado a traficantes da comunidade do Grão-Pará que estes milicianos estariam no bar. Com isso, Gerô teria puxado o “bonde” para o local. Ele teria sido criado com as vítimas. O bandido teria falado inclusive se soubesse que o Jhonata estava no local, não teria matado eles. Gerô seria traficante da comunidade do “Dendê” dominada pelo facção criminosa TCP e teria migrado para o Grão Pará que écontrolada pelo Comando Vermelho; Que Gerô” já teria puxado outros ataques na região. Gerô conhece bem a área de Prados Verdes por ter morado ali desde criança. Ele estaria puxando esses ataques para subir no conceito com os traficantes do “Grão-Pará. A testemunha o reconheceu nas imagens de vídeo do homicídio cometido contra Jhonata, como um dos participantes no ataque. Gerô” estaria mancando por ter tomado um tiro na época que estava no “Dendê. Outra testemunha disse que viu as imagens e não exitou em apontar Gerô fortermente armado, haja vista a declarante o conhecer desde criança, pois a mesma brincava quando criança com a padrasto dele. Disse ainda acreditar que Cocão e Parazinho fazem parte do trafico local e acredita que os mesmos fizeram parte da empreitada criminosa, mas que a mesma nao os conhece pessoalmente; Que na filmagem a declarante tambem identificou o nacional que atende pela alcunha de “Piu”, tambem traficante da comunidade Grão Pará, mas que por ora nao sabe a qualificação do mesmo. Uma terceira testemunha falou que o apartamento de uma das vítimas fatais, Leanderson, havia sido saqueado no dia e que um frente da milícia, vulgo Felipinho, estava no local para reaver os pertences dele. Felipinho falou que Gerô” estaria os ameaçando a mais ou menos um mês, dizendo para os milicianos “mudarem” de facção criminosa e aderirem ao “Comando Vermelho” no Grão-Pará; Ainda falavam que quem não fosse para a outro grupo criminoso iria morrer; Após o ataque que vitimaram os inocentes, as ligações de ameaça a Felipinho continuaram; Quem estaria ligando seria o traficante de vulgo Cocão estaria falando que irão acontecer novos ataques e que até o natal faria uma arruaça; Q Cocão teria dito a Felipinho que Playboy teria “escapado dessa vez”; Felipinho teria dito que Playboy teria muita semelhança com Jhonata e que Playboy, que era um dos milicianos que teriam ido ao bar do fato fazer a “cobrança”, teria acabado de vestir uma camisa do Flamengo que seria idêntica a camisa que Jhonata estaria usando;Felipinho teria dado uma “dura” nos milicianos que estiveram no bar pelo motivo deles não poderem parar em bar para beber, e somente efetuar a cobrança. Soube que alguém que estava bebendo no bar informou aos traficantes que os milicianos estariam no local; Felipinho teria dito que já sabe quem é a pessoa que teria falado a posição dos milicianos para os traficantes, que chegou a falar para o dono do bar, mas não quis informar para a declarante a identidade desta pessoa; O miliciano afirmou ainda que no dia anterior, dia 20/12/20024, o mesmo grupo que teriam atacado no bar, teria matado Jolvani Baptista de Oliveira Júnior citado no procedimento 861-01238/2024; Leanderson tinha uma pistola de marca “taurus” que está sumid Um parente de Parazinho disse que ele já foi militar no exército, mas precisamente no Batalhão Central de Suprimentos e Manutenção. Disse que ele era usuário de drogas. Falou que ele está em Paris e achou estranho como Parazinho conseguiu dinheiro para ir pra outro país; Perguntou se Parazinho estava fechado com o tráfico haja vista ter ido para a França sem condições financeiras. Parazinho ficou revoltado com essa pergunta e ameaçou romper contato com o declarante. Ao ser mostrado a filmagem da câmera de monitoramento, ele identificou Parazino como sendo um dos autores da empreitada criminosa e o homem que deixa o aparelho telefônico cair do bolso; Que conhece todos os trejeitos do seu irmão, inclusive o modo de andar e correr; FONTE: TJ-RJ

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