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denúncia

Traficantes do CV gravaram vídeo dentro de área da milícia em Campo Grande. ASSISTA

Um vídeo divulgado hoje revelou a presença de criminosos fortemente armados na comunidade Barbante, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, um local estratégico historicamente ligado à milícia. s imagens mostram membros do “Bonde do RD”, supostamente ligados ao Comando Vermelho (CV), incluindo um homem identificado como Sapo/Baleado, ex-integrante da milícia, levantando suspeitas de uma ofensiva do tráfico na região. A aparição dos criminosos e a demonstração de força geram tensão e medo entre os moradores, que relatam viver cercados por criminosos, com receio de novos confrontos entre facções rivais. L

Traficante responsável por ataque à delegacia atua como jogador profissional de jogos eletrônicos e planejou um atentado bem maior à unidade policial

Apontado como principal responsável pelo ataque à 60a DP (Campos Eliseos) o traficante Joab atua também como jogador profissional de jogos eletrônicos online; Segundo a denúncia recebida, Joab utiliza o nome de usuário “faick22” em plataformas de jogos online, sendo seu e-mail de login identificado como “faickskelth@gmail.com”, com atuação recorrente na plataforma www.skelth.org ;  Há fortes indícios de que o investigado utiliza essa plataforma não apenas para fins recreativos, mas como meio de comunicação criptografada e dissimulada com outros membros da organização criminosa, dificultando o rastreamento tradicional de suas interações e movimentações”. Segundo relatos, Joab chegou a planejar um novo ataque a delegacia coalizando um maior número de parceiros de outras comunidades como Penha, Rua Sete, Rasta, Ana Clara e Mangueirinha” Vale aqui transcrever as informações colhidas por policiais da 60ª e 61ª DP: “Dado Informe: Informações chegadas a esta unidade operacional dão conta de um popular que se dirigiu aos policiais e deu a seguinte informação: o traficante Joab líder do tráfico da Rua 7 estáleve preparando um ataque de grandes proporções  a 60ª DP ea, ele virá com uma tropa formada por bandidos do Complexo da Penha , virá de barco e entrará com eles pelo Ana Clarax ou pela PontevPreta   juntando-se a ele virá a Tropa  do Ana Clara  a  Tropa do Rasta e a Tropa da Mangueirinha formando um bonde muito maior do que o bonde do primeiro ataque. Que de modo estratégico Joab também irá retirar seus familiares de Campos Eliseos S e os levará definitivamente para o Complexo da Penha antes ou após o ataque.  A fonte mostrou ao celular o vídeo de um menino com característica físicas semelhantes ao Joab  e disse que era o filho do traficante, que o informante disse que não estava com medo de vir a delegacia e se arriscar em colaborar com a polícia, pois é cidadão de bem e deseja o bem da população local, que o informante disse ainda que pode conferir sua credibilidade através das seguintes informações: primeiro, pode conferir que na operação da rua 7  um oitavo meliante foi baleado e conseguiu fugir roubando um uber e chegou a ser  hospitalizado em algum lugar, segundo, pode conferir que um indivíduo associado ao tráfico de vulgo DG (cpf anotado e preservado, sem passagem ou anotações, porém com endereço de campos eliseos no portal), DG estálava mobilizando o comando do Joab enquanto ele encontra-se homiziado na Penha. A autoridade policial ressaltou que o motivo do novo ataque se dá em virtude do óbito de sere comparsas de Joab  em operação policial havida no dia 27.04.2025, dentre eles estava seu braço direito Nilson  de Araújo  Tavares Oliveira.

Como o tráfico na Rocinha (CV) ramificou para São Gonçalo

Uma investigação de anos atrás revelou uma ramificação do tráfico da Rocinha em São Gonçalo.] O esquema passou a funcionar depois que uma mulher envolvida com o Comando Vermelho que morava na favela carioca se mudou para São Gonçalo e iniciou um relacionamento com um traficante que estava preso. Ela ajudava o bandido preso que usava celular na cadeia , e a auxiliá-lo em atos de traficância e outros crimes mais, na área do Complexo do Salgueiro. Em um diálogo, o traficante lamentou com a mulher a perda de meio quilo de cocaína e dois telefones celulares que estariam “entrando pra ele” no presídio, tendo a moça na conversa, prometido arranjar mais drogas para ele”; da “boa”, ou seja, de qualidade. Em outra conversa, o traficante pediu para a companheira buscar um fuzil. O diálogo em que o preso” citou o traficante “Corolla”, da Rocinha, durante uma conversa com a mulher, e o da moça propondo ao bandido a aquisição de drogas junto ao marido de uma amiga que seria um traficante morador de alguma favela entre Santa Teresa e Rio Comprido, reforçaram essa ligação que realmente havia entre o tráfico carioca e o gonçalense, O traficante, no entanto, mandou a mulher pegar drogas no Salgueiro mesmo já que ele mandava. A apuração revelou que o casal atuava como ‘longa manus’ dos traficantes chefões da Rocinha, Johny Bravo e Bambu ou Goiabada ‘, na cidade de São Gonçalo, onde gerenciavam pontos devenda de drogas sob a supervisão e as ordens dos chefes A investigação revelou ainda que interceptações e postagens em redes sociais mostramque a facção dispõe de pistolas, granadas e fuzis com aptidão para furar blindados e derrubar helicópteros, e que todo esse poder bélico tinha por objetivo garantir o sucesso da traficância nas áreas de domínio da quadrilha e impedir incursões das forças de segurança naqueles territórios. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os traficantes de droga exibiam armamento deguerra. Com intuito de rechaçar as incursões das forças de segurança pública, os denunciados costumavam montar substancioso e violentíssimo esquema de contenção armada.

PMs foram flagrados fazendo a segurança de bicheiro na Barra mas Polícia Civil não prosseguiu com a investigação

Segundo a Justiça que não informou a data do ocorrido, policiais civis da Delegacia de Homicídio da Capital, após denúncias dando conta de que indivíduos armados estariam próximo à estação de metrô Jardim Oceânico (nas proximidades da unidade policial), se dirigiram até o local de modo a confirmar as informações prévias e proceder às diligências necessárias. Chegando no local, as denúncias se confirmaram, tendo os policiais abordado os indivíduos na parte de fora do estabelecimento concessionária de veículos na (Av. Armando Lombardi,) que no ato foram entrevistados e se identificaram como policiais militares de folga,, além de outros indivíduos, um deles o bicheiro Vinicius Drumond. Constatou-se que todos, a princípio, estariam exercendo a função de segurança do contraventor, razão pela qual, dada a vedação do exercício de segurança privada por policiais militares da ativa bem como suspeitando da procedência e da regularidade das armas e veículos, todos foram conduzidos à DH-Capital para aprofundar nas diligências, de modo a possibilitar a consulta ao sistema SIGMA. Já na Delegacia, como forma de colher outros indícios da prática de possível conduta típica de associação ou organização criminosa envolvendo Vinicius e seus seguranças, considerando as circunstâncias em que os indivíduos foram encontrados, a autoridade policial procedeu à apreensão dos aparelhos celulares dos envolvidos, além de acionar a Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PMERJ, dada a possível prática de crime e infração disciplinar militar. Ato seguinte, foi constatado que um dos PMs portava munições não acauteladas da Polícia Militar, pelo que contra ele foi lavrado o devido APF Militar.Após diligências iniciais, não foi constatada outra irregularidade, tendo a autoridade policial, no exercício de sua discricionariedade regrada, optado por não prosseguir no aprofundamento das investigações sobre o fato, considerando que “as condutas foram suficientemente amparadas pelas vias administrativas/militares, mostrando-se despicienda a atuação do direito penal (princípio da intervenção mínima)”. Com isso, devolveram-se os aparelhos celulares apreendidos, com exceção dos pertencentes ao bicheiro por força de ordem judicial de apreensão expedida por este Juízo e por servir à elucidação de delito em que este figura como investigado. Considerando os referidos fatos, de rigor reconhecer que inexiste qualquer ilegalidade na apreensão e negativa de devolução dos aparelhos celulares de Drumond. Com efeito, ao contrário do alegado pelo contraventor tem-se que a apreensão dos celulares decorreu inicialmente de busca pessoal decorrente de fundada suspeita de prática de delito, à luz de elementos indiciários objetivos, na medida em que os indivíduos que acompanhavam o paciente, sabidamente contraventor, portavam armas e munições no lado de fora de estabelecimento comercial localizado na Barra da Tijuca, próximo à DH-Capital, fato inicialmente informado anonimamente à Delegacia e posteriormente corroborado pelos policiais, o que poderia vir a configurar diversos crimes, desde porte de arma de fogo sem autorização até associação/organização criminosa. A diligência fez parte da apuração do homicídio de Manuel Agostinho Rodrigues Miranda, na qual Drumond é investigado.

DRACO está monitorando chefões do tráfico na Vila Kennedy (CV)

Um inquérito da DRACO busca identificar o maior número possível de integrantes da quadrilha de traficantes da Vila Kennedy e as circunstâncias com que são praticados os crimes de roubo, sequestro e associação para a prática dos delitos na região A investigação aponta que a Vila Kennedy fica em uma área estratégica para o Comando Vermelho já que se situa próxima do Complexo Penitenciário de Bangu e a Avenida Brasil. Quando o inquérito foi aberto, houve uma intensficação do conflito entre facções criminosa principalmente contra as comunidades do Santo André E 48, áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Foram objetos de representação os celulares usados pelos traficantes vulgos Sombra e Tia Néia, apontados como líderes da quadrilha sendo que o segundo era o responsável pelos assuntos de guerra e administração das receitas oriundas das atividades ilícitas. Outros integrantes que tiveram os terminais interceptados foram Fabinho VK, Novinho, Andressa, Rômulo, Graxinha, Guilherme, Fiel, Joyce, Tiriça, Viviane,

Mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a instalar aplicativo criado pelo CV. Quem não usava, não podia trabalhar

Segundo a Polícia Civil, os mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a se cadastrar no aplicativo criado por traficantes do Comando Vermelho.Só podia entrar na comunidade quem estava cadastrado no sistema. No aplicativo havia os dizeres: “O único aplicativo que passa pelas barricadas e deixa na porta de casa”. Circulou também uma mensagem ameaçadora.  “Só para lembrar que é para todo mundo baixar. Isso não é uma decisão minha e sim de força maior. Quem não baixar para se adaptar ao sistema pode parar de trabalhar”. Depois que os mototaxistas baixavam o aplicativo, quando a corrida era aceita, eles eram obrigados a repassar os valores para os traficantes.  O aplicativo funcionou por três meses e tinha 300 mototaxistas cadastrados.

Tenentes-coronéis do Exército foram denunciados por desvio de dezenas de armas entregues pelas instituições policiais para fins de destruição

Segundo denúncia do Ministério Público Militar,  o tenente-coronel Alexandre de Almeida, chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, bem como o tenente-coronel César Augusto Pereira de Mattos, que servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, foram responsáveis pela subtração e desvio de dezenas de armas encaminhadas pelas Polícias Civil e Federal, para fins de destruição, bem como de armas entregues por ocasião do Estatuto do Desarmamento e/ou armas devolvidas para fins de retorno à cadeia de suprimento da Força Terrestre. Na época do crime (2018), milhares de armas foram entregues ao Batalhão de Manutenção eSuprimento de Armamento, para fins de destruição, muitas delas sem especificação de origem, decorrente do Acordo de Cooperação Técnica assinado entre o Comandante do Exército e a Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, em 21 de outubro de 2017, que permitiu a destruição de armas de fogo e munições apreendidas que estavam sob a guarda do Poder Judiciário (acauteladas em fóruns e delegacias de polícia) e que fossem consideradas desnecessárias pelos juízes para a continuidade e instrução dos processos, com fundamento na Resolução n° 134 do Conselho Nacional de Justiça.1 Assim, milhares de armas foram entregues pela Polícia Federal e pela Polícia Civil ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar e encaminhadas ao Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, para fins de destruição. A investigação demonstrou que parte das armas entregues para fins de destruição, foram desviadas no próprio ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, pelo tenente- coronel Alexandre de Almeida, outras foram desviadas pelo Tenente-Coronel César Augusto Pereira de Mattos,quando este servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento. As diligências demonstraram que muitas das armas foram desviadas após ingressarem no patrimônio sob administração militar, para fins de destruição, entre elas pistolas, revólveres, carabinas, espingardas e garruchas. . Diversas destas armas foram trasnferidas para o nome de um colecionador, que é primo de um militar também envolvido no esquema.

Polícia investiga denúncias de possível sequestro de presidente do Vasco

A Delegacia Antissequestro (DAS) apura a veracidade de denúncias de sequestro contra o presidente do.Vasco, Pedrinho. A especializada está seguindo todos os protocolos previstos, inclusive no que diz respeito ao suposto alvo. A delegacia comunicou ao ex-jogador e atual dirigente sobre as supostas ameaças, recebidas nos dias 27 de julho e 1º de agosto, e recomendou que ele reforçasse sua segurança. A denúncia trazia até uma previsão de data para o crime: até o dia 6 de agosto.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Morador de rua matou empresário no Centro do Rio porque vítima parou de ajudá-lo após ser destratada por ele

Morto a facadas na última segunda-feira (4), o empresário Álvaro Borges Ribeiro, de 70 anos, era conhecido por ajudar financeiramente pessoas em situação de rua na região do Centro do Rio. Segundo testemunhas, uma delas era Carlos André da Silva e Souza, autor do crime, que foi preso por policiais militares nesta quarta e levado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A motivação do crime seria um desentendimento entre os dois, já que Álvaro parou de ajudar Carlos André após ser destratado por ele. A localização e prisão do suspeito foi feita numa ação conjunta da Operação Segurança Presente no Centro, na Lapa e também com o 5º Batalhão. No dia do crime, também foi possível ver o suspeito nas imagens das câmeras.

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