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Por causa de doenças, Justiça do Rio determinou retorno ao Estado de chefão do CV recentemente transferido para presídio federal

Recentemente, a Secretaria de Administração Penitenciária fluminense transferiu o traficante conhecido como Sam da Caicó, um dos criminosos mais perigosos do Rio e integrante do Comando Vermelho para o presídio federal de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná. No entanto, o Plantão Judiciário do TJ-RJ concedeu liminar ao preso determinando o seu retorno ao Rio alegando que ele sofre de várias doenças, como hipertensão arterial sistêmica (CID I10); perda auditiva neurossensorial (CID H90.3) e tiques motores crônicos (CID F95.1), Alegou a defesa que antes dessa decisão sobreveio fato novo, qual seja, a intensificação das crises convulsivas e após crise epiléptica em 21/07/2025, o aumento dos sistemas decorrentes, tendo o paciente passado por atendimento médico, quando lhe foi prescrita a necessidade de avaliação por neurologista, uma vez que as medicações ministradas não estavam fazendo efeito. Recomendou-se que ele fosse avaliado e que lhe fosse dado o tratamento adequado. A defesa afirmou que o sistema penitenciário federal não tem condições de lhe fornecer esse tratamento e que a sua saúde estaria em grande risco.Foi também dito que o paciente se amoldava ao Enunciado 24 do Sistema Penitenciário Federal, que determina que o paciente deva ser devolvido ao juízo de origem, nos casos de doença incurável que dependa de tratamento prolongado ou específico, inviável de ser prestado no âmbito das penitenciárias federais. Antes foi determinado que o paciente fosse avaliado, o que denota a seriedade do seu estado de saúde, que aparentemente se agravou nos últimos meses, tendo sido determinada a sua transferência para o presídio federal, sem que fosse convenientemente avaliado. Segundo a Justiça. a saúde é um bem protegido pela nossa Constituição, por pactos internacionais, do qual o Brasil é signatário, pela Convenção Americana de Direitos Humanos e outros institutos internacionais. “Por tais razões, excepcionalmente, concedo a liminar, apenas no sentido de que o paciente seja recambiado para o sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro, com todas as medidas de segurança cabíveis e que aqui ele seja avaliado por neurologista e por outros médicos especializados em suas doenças, devendo ser apontado o seu real estado de saúde e qual o tratamento adequado. Deve-se também oficiar, ao sistema penitenciário federal, solicitando informar se tais autoridades tem como fornecer o tratamento indicado ao paciente. Oficie-se. Esta decisão deve ser submetida ao crivo do Desembargador Relator ao qual for distribuído o presente feito” Em outra decisão polêmica, o Plantão Judiciário concedeu liminar que o traficante vulgo Sardinha tivesse o benefício de Visita Periódica ao Lar (VPL). Só que o bandido não retornou para a cadeia dentro do prazo estipulado. Ele é um dos chefes do tráfico na Cidade de Deus (CV)> Apesar de ser classificado pela Seap como preso de alta periculosidade, ele havia recebido a saída autorizada por decisão do desembargador Cairo Ítalo, que justificou o habeas corpus com base no comportamento “excepcional” registrado desde novembro de 2021.

Fundador de facção conhecida por extorsões por telefone dentro de presídios do Rio está em estado terminal

Segundo informações da Justiça, o criminoso Avelino Gonçalves Lima, que comanda a facção criminosa Povo de Israel, conhecida por extorsões por telefone de dentro do complexo de Bangu, estaria nas últimas. Ele está internado no Hospital do Grajaú, em leito de terapia intensiva, acometido por adenocarcinoma em estágio avançado. A sua defesa requereu a retirada das algemas do paciente e a autorização para uma visita da esposa dele, para fins de despedida digna.Segundo os boletins médicos datados de 08/08/2025 e 09/08/2025 Avelino encontra-se em estado de inconsciência (sedoanalgesia) e sob ventilação mecânica invasiva, cuja condição clínica configura quadro terminal de natureza irreversível. Diante de tal cenário, constatado o risco de letalidade iminente, a Justiça autorizou a uma visita singular e supervisionada da esposa dele a ser realizada em horário previamente agendado e sob rígido controle das autoridades responsáveis, de modo a permitir o momento de despedida diante do quadro médico, com a remoção temporária das algemas que mantêm o paciente preso ao leito hospitalar, somente durante a visitação, condicionada à estrita supervisão da equipe de segurança, pra fins de garantia da integridade de todos os envolvidos. Intime-se a Secretaria de Administração Penitenciária e o hospital para cumprimento imediato desta decisão e para que garantam o pleno respeito à dignidade do apenado. Conhecido como Alvinho, ” é considerado um dos fundadores e líder da organização criminosa autodenominada Povo de Israel, cuja origem se deu no âmbito do sistema prisional fluminense e sua finalidade seria a de proporcionar aos seus membros (presos neutros, não faccionados ou expulsos de outras facções), proteção, poder e pertencimento a uma comunidade unida. A influência da facção limita-se aos muros das prisões do Estado do Rio de Janeiro, diferente do que ocorre com outras facções, como o Comando Vermelho, Terceiro Comando Puro e Amigo dos Amigos. O grupo promove, no interior das penitenciárias, diversos crimes, como rebeliões, extorsões (através de celulares), tentativas de fugas, punição de seus membros, resistência e uso da força contra policiais penais. O PVI teria se estabelecido em 13 (treze) unidades prisionais.

Tijuca corre risco de ser palco de uma grande guerra de facções, diz jornalista. Os confrontos já começaram

Publicação nas redes soviais do jornalista Filipe Melo, da Rádio Tupi, revela que o bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio, pode ser palco de uma grande guerra entre traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro que aliás já vem acontecendo há alguns meses. Os bandidos de ambas as facções querem formar um complexo no Maciço da Tijuca. Na região, o CV domina os morros do Borel e o Andarái e o TCP as comunidades da Chácara do Céu, Cruz e Casa Branca, para quem arrendou para traficantes de outros bairros. Recentemente, o CV dominou o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, e tem planos de reforçar o Borel para tomar tudo do TCP na Tijuca. Já o TCP conta com o apoio de criminosos do Complexo do São Carlos para enfrentar o CV. Segundo o jornalista, a população está preocupada com essa situação, que já é de conhecimento da polícia. Os bandidos estão se armando e trocam ameaças nas redes sociais. A conferir

Confira detalhes atualizados da atuação da milícia alvo de operação hoje na Baixada, desde a função de cada um na quadrilha e conversas sobre homicídios. “Vamos deixar sem cabeça”.

Confira agora detalhes atualizados da investigação sobre a milícia que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio em Nova Iguaçu e Belford Roxo. Foram cumpridos 11 mandados de prisão A investigação começou a partir do ano de 2023 até os dias atuais especialmente nos bairros Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá. O band praticava diversos delitos como extorsão, homicídios, dentre outros”. Os criminosos exigiam indevida vantagem econômica, constrangeram, mediante grave ameaça, diversos comerciantes dos citados bairros a realizar o pagamento de taxas de segurança, sendo certo que a ameaça consistia em dizer comparecer nos endereços das vítimas armados e dizer a elas que se não pagassem as aludidas taxas eles iriam retornar e fazer um mal maior.” O grupo seria liderado por Deco ou DC ou “01”, que comanda a malta de dentro do presídio. Os bandidos extorquiam comerciantes e de taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte alternativo, além de corromperem policiais civis e militares e planejarem homicídios e sessões de agressões a desafetos. Havia uma guerra com a milícia de Juninho Varão e a milícia do Jota, do bairro do Grama, em Nova Iguaçu.a ponto de vítimas comentarem com os ora denunciados que há um reinado dividido na milícia da região. Deco atuava no topo da hierarquia criminosa da milícia atuante nos bairros de Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá, possuindo o domínio final do fato sobre todas as condutas praticadas pelos integrantes do grupo, os quais se encontram a ele subordinados. Bruno e Deco praticamente diariamente, conversava sobre as extorsões realizadas pelos denunciados, bem como sobre a aquisição de veículos e armas de fogo para a milícia, além de outros assuntos envolvendo a atuação criminosa. Em diversas mensagens, os dois” falavam sobre o pagamento de cobrança de mototaxistas e de empresas de internet e TV a cabo (“gatonet”), sendo dito por Deco que “qualquer um que tiver internet e gatonet aí tem que dar uma moral para nós”, além de, também, conversarem sobre a aquisição de armas de fogo e munições para serem utilizadas pelos denunciados em suas empreitadas criminosas. Foram obtidos, ainda, diálogos em que se verifica a disputa territorial entre a milícia dominada por “Deco” com outros grupos criminosos que atuam na localidade, nos quais eles planejam a realização de um ataque à milícia rival e fazem menção à aquisição de armas de grosso calibre (espingarda calibre .12 e metralhadora) para a execução dos desafetos. Sabiá também seria um integrante da liderança do grupo, atuando de dentro do presídio, ao lado de “Deco”, na tomada de decisões, a quem o denunciado Bruno também se subordinava, conforme demonstram as conversas capturadas. Foram obtidas conversas travadas entre Bruno e Sabiá as quais revelam que estes eram, juntamente com Deco, responsáveis por autorizar a compra de armamento para a milícia, bem como planejar o ataque a grupos rivais. Há diálogos em que Sabiá informa que, em três semanas, estará na rua e que o seu primeiro objetivo é “deixar uns 4 deles fudidos aí na rua”.Bruno anui com o plano e diz que “dá para ir no miolo deles”, pois “eles são frouxos”, apesar de “no telefone serem uns leões”. Sabiá concordou e diz que “eles vão sofrer (pelo) que fizeram com eles”. Bruno citou o miliciano Carlinhos da Van como seu alvo prioritário, ao passo que Sabiá diz que “os primeiros que vão morrer são os cobradores deles que estão cobrando na Beira-Linha”. Bruno ressaltou que deixarão sem cabeça. Há de se ressaltar, também, que em determinado diálogo travado entre Bruno e Sabiá que relata que integrantes da milícia quase foram presos pela Polícia Militar e que só pegaram o Renatinho mas ele estava sem nada. Bruno ainda afirmou que “o gordão do lava-jato é X9”, ocasião em que Sabiá, sem pestanejar, determina sua execução, dizendo: “resolve ele, assim que tiver oportunidade pode resolver”. Bufalo ou Gordinho atuaria como braço direito da liderança, sendo, inclusive, o destinatário dos pagamentos de cobrança das vítimas. Ele foi preso, no dia 01 de fevereiro de 2024, escondido em uma casa de praia na Região dos Lagos em virtude de acusação de tentativa de homicídio contra dois policiais militares. As conversas obtidas revelam que tinha a função de cobrar e receber o valor das extorsões realizadas pelo grupo, especialmente através de transferências via PIX. Com a sua prisão, o denunciado Bruno passou a exercer tal função. Bruno e índio se dividiam na gerência do grupo criminoso. Eles tinham como função exercer a gerência da milícia local, exigindo dos seus subordinados a realização de suas funções, além de prestar contas, posteriormente, ao líder do grupo, vulgo Deco. Eles mantinham contatos com as vítimas do grupo, indicando a chave PIX para qual aquelas deveriam realizar as transferências bancárias em virtude das cobranças realizadas, além de, também, ser o responsável por indicar os milicianos que deveriam realizar as extorsões a comerciantes e motoristas de táxi, van e mototáxi. Foram captadas, ainda, conversas de Bruno em que este ameaça matar o motorista de mototáxi que resolve se insurgir contra o grupo. Há, ainda, diálogos em que os denunciados Bruno e índio fazem a contabilidade dos lucros e gastos da milícia, destacando, inclusive, o valor do pagamento de cada um dos integrantes, bem como conversam e decidem sobre a aquisição de outro carro ou de outra arma de fogo para o grupo miliciano. Big Mac ou Big atuava na cobrança de comerciantes extorquidos pela milícia., além de ceder sua conta para o recebimento de valores oriundos das extorsões. Ressalte-se que Big e Bruno foram presos no dia 13 de março de 2024, por estarem extorquindo comerciantes, ocasião em que foram apreendidos os seus aparelhos celulares, permitindo que, a partir da análise do aparelho celular deste último, fosse descoberta a conduta de todos os ora denunciados. Há registros de diálogos que deixam claro a personalidade violenta e impiedosa de Big e Bruno como por exemplo, um diálogo ocorrido entre eles, no qual Bruno diz que Deco e Sabiá já deram a

Influenciadoras que ofereceram bananas e macaco de pelúcia a crianças negras no Rio foram condenadas a 12 anos de prisão

As influenciadoras digitais Nancy Gonçalves Cunha Ferreira e Kerollen Cunha, que ofereceram, em vídeo publicado nas plataformas digitais, uma banana e um macaco de pelúcia a duas crianças negras. foram condenadas a 12 anos de prisão por injúria racial e pagamento de indenização de R$ 20 mil a cada uma das vítimas, além da manutenção do bloqueio de perfis e conteúdos no Youtube, Instagram e TikTok. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), as influenciadoras eram titulares de canais nas três plataformas. Nancy, microempresária individual, era proprietária da empresa Kerollen e Nancy, cujo objeto social incluía atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão — o que levanta a suspeita de que os vídeos de conteúdo discriminatório e vexatório tenham sido monetizados, gerando lucros às rés por meio do número expressivo de seguidores inscritos, que superam 14 milhões de pessoas nas redes sociais das influenciadoras.  “Destaco que, longe ao apego da nominação posta pela Academia, aceita pela jurisprudência e revelada ao longo dos anos, estamos diante do malsinado racismo recreativo. Em apertadíssima síntese, conforme bem ressaltado pelo Ministério Público, em sua obra Racismo Recreativo o ilustre autor Adilson José Moreira, define que o racismo recreativo ‘deve ser visto como um projeto de dominação que procura promover a reprodução de relações assimétricas de poder entre grupos raciais por meio de uma política cultural baseada na utilização do humor como expressão e encobrimento de hostilidade racial.’ Bom de ver que bem andou o legislador pátrio ao ampliar o alcance da resposta penal com o incremento da causa de aumento da pena”, diz um trecho da sentença.

Milícia alvo de operação hoje na Baixada já era investigada há quase dez anos. VEJA DETALHES DE SUA ATUAÇÃO

Uma investigação antiga revelou que a milícia alvo de operação hoje pelo Ministério Público Estadual atuava na região do Bairro da Grama, em Nova Iguaçu (Grupo A) e nos bairros Bela Vista, Nova Aurora e Shangri-La, em Belford Roxo, aos quais é atribuída a prática de variados delitos, incluindo homicídios, extorsão de comerciantes por meio da imposição de taxas de segurança, agiotagem, além da exploração de atividades típicas de milícia. O bando atuava como um grupo de extermínio e só depois eles vieram “com esse negócio de milícia, de cobrar taxa”. Todos os homicídios atribuídos aos dois grupos criminosos objeto destes autos têm como característica marcante o emprego de múltiplos disparos de arma de fogo O bando começou a ser invetigado em 2016 a partir principalmente depois que um indivíduo da milícia de Nova Aurora fez contato com um dos alvos de Nova Iguaçu e então passaram a investigar também o grupo de Belford Roxo. Um dos bandidos ligou para algum dos membros do grupo da Grama (Baiano, salvo engano), para tratar de alguma situação relativa a informações que o batalhão estaria reunindo sobre os dois. A atividade essencial era empréstimo a juros, com ameaça e extorsão. Havia depósitos de gás, tomada de casas para aluguel, cobrança de taxas de segurança e taxa de água. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Deco, era o braço armado do grupo da Grama na éopca e, mais depois, assumiu a liderança. O grupo torturou três adolescentes. Nas interceptações, os investigados diziam que deram uma coça nos meninos porque os pegaram roubando na localidade.Uma mulher chamada Janice foi capturada e depois foi executada. Os indivíduos faziam cobranças dos comércios e do moto-taxi. Havia divisão de valores entre os membros. Cada um ficava com um percentual. Havia vários homicídios atribuídos ao grupo. As testemunhas arroladas na denúncia foram vítimas de extorsão que foram ouvidas na delegacia, Elas tinham muito receio pela fama de violência do grupo. Os milicianos usavam armas de fogo e havia informação de que possuíam dois fuzis na época, mas não foram encontrados. Os grupos investigados respeitavam cada um o seu território. Uma das condições do acordo de colaboração era fazer a cirurgia do colaborador. O colaborador transitava entre os dois grupos. Integrava efetivamente o grupo de Belford Roxo, mas também frequentava festas do grupo de Nova Iguaçu. O inquérito se iniciou com a denúncia de que um miliciano liderava a organização de dentro do presídio. Houve uma situação em que ele pedia que a esposa pegasse dinheiro e levasse para o presídio e a conversa dá a entender que seria dinheiro de cobranças. . Havia comentários sobre o “bonde do trem”, que se dedicava a execuções e repressão de crimes na região. Foi identificado um episódio em que três jovens foram capturados e torturados pelo bonde do trem. Um diálogo mencionava que os três jovens foram pegos com uma arma de fogo e receberam uma “massagem”. Também diziam que uma viatura passou pelo local, na região do beira-linha, e isso impediu que os jovens fossem executados. Em Nova Iguaçu havia muita informação sobre agiotagem. Havia cobrança de taxas pelas vagas nos pontos de moto-taxi. Havia prática de atividades de segurança. Há uma conversa que fornece fortes indícios de que uma furtadora foi capturada e morta pelo grupo. Há informações que sugeriam a exploração de atividades de vans. A milícia investigada ainda não possuía a estrutura que têm as milícias de hoje, mas ficou evidenciada a prática das atividades de forma bem costumeira. Havia preocupação em coibir atividades criminosas e manter o controle da área. A convivência entre os dois polos era de paz. Um dos líderes do grupo de Belford Roxo era um PM que foi flagrado em uma conversa em que demonstrou certo descontentamento por uma operação da P2 que estaria sendo realizada sem o seu conhecimento. Com base no que foi interceptado, uma equipe da P2 estaria atuando na área de domínio da organização e, quando essa notícia vem, o PM miliciano deu a entender que assumiria o controle dessa equipe e que, por ordem dele, essa equipe pararia a atividade e passaria a se reportar a ele A milícia cobrava dos comércios e decretou a ordem de que só podia comprar gás com as revendas deles. Também explorava gatonet e kombis. Era normal os milicianos andarem armados na localidade. Quando surgiam boatos sobre tráfico de drogas, “a Milícia ia lá e matava”, Um miliciano tinha uma foto de perfil com os dizeres: “Deus julgará os meus inimigos, eu apenas providencio o encontro. Nova Iguaçu, bonde do trem”

Depois de sete anos do crime, PM envolvido em sequestro foi expulso da corporação

Depois de sete anos, o sargento PM Drago foi expulso da corporação depois de ser acusado de um sequestro de duas pessoas em Nova Iguaçu.Segundo as investigações da época, Drago e um comparsa também PM sequestraram as vítimas A e C, com o fim de obter vantagem econômica como condição ou preço do resgate. O crime foi cometido mediante a restrição da liberdade das vítimas, que em primeiro mo-mento, foram conduzidas a Nova Iguaçu e posteriormente, a vítima C foi conduzida para Mangaratiba -RJ, permanecendo nesses cativeiros como condição necessária para a obtenção da vantagem econômica. Consta dos autos que, na data citada, as vítimas estavam no interior da garagem do Apart Hotel Mont Blanc, momento em que foram arrebatadas e levadas ao local do primeiro cativeiro, localizado na Rua José Antônio de Arruda Câmara, Nova Iguaçu, onde permaneceram por cerca de 8h/9h. A foi libertado para que pudesse conseguir o valor exigido a título de resgate, à medida que C ainda permaneceu em poder dos extorsionários por mais de vinte e quatro horas, sendo levada para outro cativeiro na localidade de Mangaratiba, na Rua Projetada “A” n.o 51 – Nova Mangaratiba. Após o pagamento do valor de R$ 60.000,00 em espécie, a vítima foi libertada, sendo deixada em Itaguaí no final do dia 31 de julho de 2018.Drago na qualidade de extorsionário sequestrou as vítimas, participando da escolha do primeiro cativeiro e estando presente no local do segundo cativeiro, privando a vítima de sua liberdade, praticando atos essenciais para consumação do delito. Após investigações realizadas pela autoridade policial da Delegacia Antissequestro (DAS),por intermédio do Inquérito Policial n.o 907-00058/2018, constatou-se o envolvimento dos po-liciais na empreitada criminosa. Outro PM suspeito de participar do caso foi absolvido pela Justiça e considerado apto a permanecer na corporação

Jovem morta por se recusar a sair com traficante teria sofrido violência sexual. Bandidos do TCP se revoltaram com ação de bandido suposto mandante do crime

A jovem Sther, de 22 anos, que foi espancada até a morte por se recusar a sair com um traficante em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, também teria sofrido violência sexual, de acordo laudo médico. Segundo publicação do jornalista Bruno Assunção, os traficantes do Terceiro Comando Puro teriam se revoltado com o suposto autor do crime, vulgo Coronel, que comanda o tráfico na Favela do Muquiço, em Deodoro. Não seria a primeira vez que Coronel teria cometido esse tipo de crime. Teria feito isso também no Muquiço e no Complexo da Maré. Segundo a família, Sther foi torturada e deixada morta na porta da casa em que morava, na Vila Aliança, por dois homens a mando de Coronel, . O crime teria sido motivado pela recusa de Sther em deixar o baile com o criminoso. Parentes relatam ainda que a jovem estava realizando sonhos pessoais, como tirar carteira de habilitação e se mudar para um novo apartamento. De acordo com os investigadores, Coronel acumula uma série de anotações criminais por tráfico de drogas, roubo, homicídio cometido com arma de fogo, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de uso restrito, receptação, roubo de veículo e lesão corporal.

Suposto traficante do CV gravou vídeo acusando milicianos de Rio das Pedras de extorquirem comércios em nome da facção

Um suposto traficante usou as redes sociais para denunciar que milicianos de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, estariam usando o nome de bandidos do Comando Vermelho para extorquir comércios na região. Ele divulgou uns papéis que estariam sendo distribuídos pelos milicianos com os nomes de alguns integrantes do CV como BMW, Gadernal, e Tropa do Urso com os valores a serem pagos e a chaves pix para ser realizado os depósitos. O traficante citou ainda os nomes de alguns milicianos que estariam fazendo isso como Mágico, Pezão, Aranha, entre outros. Segundo denúncias, os paramilitares estavam cobrando R$ 350 por mês de pequenos comércios, agora e estariam extorquindo empresas de grande porte para cobrar taxas na região de Jacarepaguá. Os relatos indicam que o valor mensal arrecadado fica em torno de R$ 10 mil. Por causa das taxas altas, muitas lojas estariam fechando. Na localidade do Pinheiro, os milicianos estavam cobrando 50 reais de cada casa por mês. .

Miliciano ligado a sucessor de Zinho disse que rival que disputa com ele áreas em Santa Cruz matou muita gente e garantiu proteção policial a colaborador da quadrilha

Foram divulgadas novas conversas do miliciano ligado a PL (sucessor de Zinho) que foi citado no inquérito que apurou o braço político do maior grupo paramilitar do Rio. No diálogo, ele critica o rival Vaguinho, com quem disputa áreas em Santa Cruz, dizendo que ele matou muita gente, como moradores e viciados e mesmo assim tem muita gente que ainda ‘baba ovo’ dele. E afirmou que se os ‘crias’ que estão na área de Vaguinho quiserem ficar com ele, o PL vai abraçar. O miliciano afirmou ainda que nunca matou ninguém e quando alguém vacilava com ele, lhe afastava do grupo mas nunca o matava. Falou no entanto que mexerem com o bolso dele e sua hombridade. Ele disse ainda que conversou com PMs para dar proteção a um colaborador da quadrilha

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